Recuperei minha auto estima depois de muita putaria (Julho-2026)
By; Débora
Ola Te Contos, me chamo Débora e gostaria de contar uma das maiores mudanças na minha vida, sou casada a 19 anos, hoje tenho 37, tenho os cabelos castanhos, olhos também castanhos, tenho 1,67m, diria que me enquadro no estilo da falsa magra, tenho seios médios com os mamilos grandes, tenho duas filhas adolescentes.
Meu marido não me come já tem um tempinho, ele trabalha em Brasília e prefere fuder com o Brasil em vez de sua mulher aqui. (ele é politico). Vivo muito carente e confesso que nem pesava mais em sexo ate aquele dia ( a cerca de duas semanas atras), moro em Curitiba em um apartamento de alto padrão, no terreo tem uma academia de ginastica que eu usava com certa frequência, na maioria da vezes, malhava na parte da manha quando geralmente não tinha ninguém.
Nesse mês de Julho de repente comecei a notar a presença de um rapaz, filho de uma conhecida do prédio, ele tem uns 21 anos, muito bonito, um corpo bem trabalhado, e de cara me chamou a atenção, seu nome é Renato e já tinha ouvido muitas historias sobre ele, que vivia trocando de namoradas.
Ficamos amigos e ele começou a me ajudar na ginastica, quando ia pra academia interfonava pra ele me encontrar lá, certo dia estávamos a sós quando e sem querer observei o pau dele pôr debaixo do short, e ele reparou, deu um sorriso malicioso e me perguntou se gostei do que vi, sem graça respondi que não estava entendendo a pergunta, foi então que ele enfiou a mão dentro do short e tirou o pau pra fora, levei um susto com a atitude e com o tamanho da rola dele, me levantei do aparelho com intenção de ir embora, foi quando ele me agarrou pelo braço, me encarou com aqueles olhos verdes, e perguntou de novo se eu tinha gostado, meio sem jeito respondi que era bem maior que do meu marido, então ele simplesmente falou;
- então chupa!!!
Fique estática, tentei fugir mas ele então segurou na minha nuca fazendo forca pra baixo, ajoelhei na frente daquele cacete e inexplicavelmente engoli tudo, comecei a chupar como a muito tempo não fazia, e apesar da minha carência sexual nunca tinha traído o meu marido, chupava aquela rola que mal cabia na minha boca chegando ao ponto de começar a babar, Renato segurou os meus cabelos e me puxou pra cima, foi quando me deu um delicioso beijo bem molhado, bem diferente daqueles beijos sem graça do meu marido, enquanto me beijava, ele ia deslizando as mãos pôr todo o meu corpo, quando ele enfiou dos dedos dentro da minha boceta pôr de baixo da minha roupa, quase desmaiei de tanto tesão, minhas pernas bambearam, e comecei a gemer baixinho.
Ele me chamou pra ir pro banheiro, fui meio relutante, ele foi atras apalpando a minha bunda, mal entramos e ele já foi me despindo, me chupando, enfiando os dedos na minha boceta, falando putaria, que ele ia me comer todinha, que a partir daquele momento eu iria ser a putinha dele, que ia me enrabar.
E eu ouvindo tudo calada e morrendo de tesão, ele abriu minhas pernas e começou a chupar a minha boceta, ele abria a minha bunda e tentava enfiar os dedos no meu rabinho (semi) virgem, afastei sues mãos do meu cuzinho, disse que não iria dar o cu pra ele e que não dou a muitos anos pro meu marido.
Ele falou que não estava pedindo pra me enrabar, mas sim me informando que ia me arregaçar o cu, ele abriu minha bunda e cuspiu no meu cuzinho, depois começou a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, três, chupava minha boceta e ai encostou o pau na entrada do meu cu e começou a enfiar, doeu muito principalmente a cabeça da rola dele que era bem grande, mas depois que entrou tudo, apesar da dor comecei a sentir um enorme prazer, comecei a gemer pedindo que metesse mais forte, ele disse que sabia que eu ia gostar de dar o rabo pra ele.
Enquanto ele me enrabava, enfiava os dedos na minha boceta, tava doendo, mais era uma dorzinha gostosa, enquanto me fodia, ele me dava tapinhas na bunda, ele me xingava muito e comecei a curtir, ele me chamou de putinha, vagabunda, piranha, cachorra e eu estava adorando, comecei a sentir uma tonteira, senti minhas pernas moles, comecei a gritar e foi quando senti!!!
O orgasmo mais forte da minha vida, quase perdi os sentidos, fique mole nos braços dele, cheguei a ejacular pela boceta e nem sabia que aquilo era possível pra mim, minha cabeça parecia que estava rodando, na hora não pensei em nada só no meu prazer, depois senti as contrações do cacete dele no meu rabo, comecei a ficar doida e logo depois ele gozou dentro do meu cuzinho, senti meu rabo cheio de porra quente.
Ele tirou o pau pra fora e mandou eu chupar ate ficar limpinho, meio zonza obedeci, chupei tudo enquanto levava tapinhas na cara, ele me disse que muitos dos seus namoros não davam certo porque as meninas ficavam regulando o cuzinho e ele logo perdia o interesse, falei pra ele que nunca tinha sentido aquela sensação e que eu preferia ser a putinha dele a continuar sendo desprezada pelo meu marido.
Fomos embora e no elevador fui ate meu andar com os dedos dele atolados no meu rabo, seu andar era superior ao meu, nos despedimos, nos beijamos demoradamente, trocamos telefones e lhe disse que queria repetir a experiência o mas rápido possível, eu não consegui dormir naquela noite, estava com tanto tesão que minha bucetinha tava encharcada, lá pela meia noite e meia, telefonei pra ele, falei que não estava conseguindo esquecer a rola dele e que estava ate tremendo de vontade de chupar seu pau, ele disse que naquela noite estava sozinho em casa, que seus pais tinham viajado pra passar o fim de semana fora, fiquei super animada, ele disse que se quisesse poderia passar a noite com ele, mas tinha uma condição, eu teria de ir ate o seu apartamento pelada, disse que não tinha jeito, que tinha medo de alguém do prédio me ver, então ele falou pra gente deixar pra práxima, se despediu e desligou o telefone, fique frustrada.
O tesão só aumentou, não aguentei tirei a roupa e morrendo de medo, subi pelas escadas ate o andar dele, toquei a campainha e ele abril a porta, estava pelado, agarrei sua rola e lhe dei um beijo na boca, ele puxou meu cabelo e me encarando perguntou quem e que mandava, respondi que era ele, perguntou o que eu era, falei sua puta, depois ajoelhei e chupei sua rola pôr dez minutos ate ele gozar na minha boca, engoli tudinho, depois começou a putaria…
Naquela noite ele fez tudo comigo, meteu na minha boceta, no meu rabo varias vazes, me bateu muito ate minha minha bunda toda vermelha, me xingou, gozei umas cinco vezes, dormimos agarradinhos, foi muito gostoso, tomamos banho juntos, lavei a rola dele e ele lavou e comeu minha boceta e meu cuzinho, voltei pra casa super feliz.
Combinamos de sair pra dançar a noite, e ele mandou eu vestir um vestido bem provocante, como não tinha nenhum vestido assim sai pra comprar, ele já estava me dominando, marcamos de nos encontrar na garagem as onze e meia, quando cheguei, ele já estava no carro me esperando, ele olhou o meu vestido, era um micro vestido preto com um generoso decote que deixava os seios quase a mostra, ele mandou eu mostrar a boceta, então levantei o vestido, estava sem nada pôr baixo, ele aprovou o visual, me beijou e enfiou os dedos na minha boceta, no caminho pra danceteria, ele ficou o tempo todo me acariciando.
Já cheguei com a boceta toda molhada, fomos direto pra pista, dançamos muito a noite toda, aquela dança me deixava super excitada, ele me encochava legal durante dança, quase gozei varias vezes, sentamos um pouco pra descansar e começamos o maior amasso, gozei gostoso nos dedos dele, não consegui abafar meus gemidos, percebi algumas pessoas me olhando, fiquei com mais tesão ainda,
No fim da noite apás ter gozado varias vezes, fomos para estacionamento, ele me jogou de costa no carro do mesmo jeito que a policia faz em revistas a suspeitos, levantou meu vestido e começou a comer minha bucetinha ali mesmo, algumas pessoas passavam e olhavam discretamente, aquilo me dava medo, mais também me excitava ainda mais, ele metia forte, falava baixinho no meu ouvido que eu era sua putinha preferida, que minha bucetinha era a mais gostosa que já tinha comido, dava tapinhas na minha bunda, disse que eu era a prostituta particular dele, aquela picona dele estava fazendo um estrago em mim, ele continuou falando, que eu gostava de uma pica, que chupava que nem uma profissinal, que tinha um cuzinho apertadinho e continuou me fudendo ate ele gozar,
Depois me abaixei enfiei aquele cacete melado na boca e chupei, ele me deu um beijo bem quente, bem demorado e me trouxe pra casa, que noite doida, nunca vou esquecer, recuperei a minha auto estima, me senti mulher novamente, descobri minha vocação pra putaria e continuo saindo com o ele.
Enviado ao Te Contos por Débora



















