Frankie, I hate to tell you this…
@achlysie
Not today Justin
will byers stan first human second

Kiana Khansmith
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if i look back, i am lost

❣ Chile in a Photography ❣

⁂
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@ther-n
Frankie, I hate to tell you this…
@achlysie
norahhyacinths:
Novamente, o pulso de Norah parecia decolar por alguns segundos. Ele devia saber o que estava fazendo. Ou apenas dizia tudo aquilo sem maiores intenções, e ela lia tudo errado? Tudo o que podia fazer era esperar que fosse a primeira opção a verdadeira, e ficar ali, ardendo em anseio e vergonha. Sorriu para ele ao pegar seu copo, reproduzindo a fala e brindando, dando um enorme gole em seu conteúdo. No fundo, torcia para que estivesse batizado, assim poderia sentir suas pernas amolecerem, falaria manso e seu rosto deixaria de denunciar cada pensamento que tinha com tanto rubor. Não sentiu o gosto de nenhum álcool que reconhecesse ali, mas havia algo… Incomum. Assim como quando bebia, sentiu como se algum filtro em si fosse derrubado. Ah, a corte. Se ele ao menos soubesse. “Podemos ser bem mimados lá, sim, mas… É diferente. É fútil. Não tem intenções boas ou carinho nos gestos. Na verdade, as vezes te faz sentir idiota, e pode ter certeza que tem algum interesse por trás. Ou um milhão de regras e obrigações para compensar cada delicadeza. Eu mesma cresci pensando que era tudo maravilhoso, até notar que era só uma boneca à mercê da vontade alheia. Eles te vestem, te polem e te elogiam pra desviar sua tenção da verdade: a sua vida é um tédio. É uma…” Parou. Não podia usar o tipo de linguagem que queria ali, na corte. Muitas vezes nem o fazia dentro de sua cabeça. Mas não estava mais na corte. “Merda.” Disse, sorrindo orgulhosa ao moreno, e terminando de beber o que restava em seu copo de uma vez. “Posso te ensinar como dobrar a porcaria de um guardanapo no formato de um cisne, ou usar doze talheres diferentes em um jantar de cinco refeições mas, se me perguntar qualquer coisa de memorável que tenha feito, eu ficaria em silêncio. A vida é um porre quando se tem que seguir as regras dos outros o tempo todo. E é tudo o que eu sempre fiz”.
(flashback)
deu um sorriso idiota quando viu seu olhar ao hesitantemente soltar um ‘merda’. ouvia atentamente, acenando com a cabeça à indignação dela. guardanapos e talheres... therin franziu o cenho ao se imaginar no lugar dela. sabia que não conseguiria manter a sanidade por um dia em uma situação assim. “isso realmente parece uma merda. parece o meu conceito pessoal de tortura, na verdade. não consigo imaginar como você suporta, se é que suporta.” therin sentia-se mal por ter trazido o assunto à tona. ninguém merecia se sentir assim, principalmente na sua festa de aniversário. ele tomou mais um gole e coçou o queixo, o olhar distante, e não conseguiu achar nenhum motivo pra não falar exatamente o que pensava. “ei,” voltou o olhar para norah, “eu acho que posso ajudar com isso. agora mesmo, se você quiser. porque millard tem várias passagens secretas e lugares fora de limites que dá pra gente ir. o que me diz?” sugeriu, um sorriso no canto da boca. therin ainda nem sabia se ela era o tipo de pessoa que ameaçaria denunciá-lo ou que aceitaria a proposta. torcia para que fosse o último.
“e olha, eu poderia passar o resto do dia dissecando todos os seus argumentos, mas...” therin continuava, determinado, as mãos gesticulando furiosamente. apesar de não ter a menor vontade de participar de debates oficiais, o ambiente que o fazia falar o tanto quanto quisesse sem o menor ressentimento provavelmente era o que o motivava a continuar indo às reuniões do clube. “eu simplesmente não sei explicar pra você que vidas são valiosas. alguns seres sobrenaturais acham que humanos não tem alma ou algo assim, mas assim que eles se tornam vampiros ou lobisomens eles passam a ser gente? é uma lógica falha, porque ela não é realmente lógica, ela é baseada em emoções e ressentimento. olha, eu aposto que cada um nessa sala tem muito mais em comum com humanos do que diferenças. o problema é só o medo do desconhecido. só que nem a sociedade humana nem a sociedade sobrenatural está mais na idade das sombras, na idade onde algo como o massacre de salém aconteceria. eles têm embaixadas e diplomatas. nós temos embaixadas, e eu sei disso porque uma delas arranjou pra que eu fosse trazido aqui. nós já progredimos além da necessidade dessa alienação. quebrar essa barreira, nos impormos como sociedade, resolveria muitos dos problemas que temos que enfrentar em relação a humanos. eu acho que eu só quero dizer que... ter poderes não torna ninguém mais gente do que o outro.”
depois que todos na roda haviam terminado de falar, a coordenadora do clube de debate anunciou o fim da reunião e todos começaram a se levantar. therin enchia sua garrafa no bebedouro quando avistou o rosto de @faroeotis, que imediatamente reconheceu como o mesmo rosto que se fechava sempre que ele falava. “dia ruim?” perguntou, cinismo quase indetectável, sem nem olhar pra cima. “ou só não gostou do tema da conversa?”
norahhyacinths:
“Não, não me machuquei, não. E você?” Inquiriu, ainda um tanto atordoada. ‘E você?’, céus. Como se o fato de já estar ardendo de vergonha por dentro ainda não bastasse, a vermelhidão em suas bochechas apenas aumentou conforme o fae segurou sua mão delicadamente, beijando-a. Ao encarar de volta o olhar fixo em si, Norah não sabia se seu coração estava batendo rápido demais ou já havia simplesmente parado. Ela piscou um tanto incrédula e encabulada, mas não negou ao seus lábios um sorriso vasto e encantador. “Eu não sou princesa nenhuma, mas agradeço muito, cavalheiro”. Ela disse, fingindo reverenciar, agarrando uma ponta do vestido carmesim e inclinando-se ligeiramente na direção de Therin. O seguiu até o bar, aguardando que ele terminasse de serví-la, curiosa com o que beberiam juntos. “Mãos beijadas, agora serve minha bebida… Nesse ritmo vai me deixar mal acostumada”. Brincou. rindo com leveza, observando-o.
passou os olhos por cima da mesa diante de si, onde estava disposta uma enorme variedade de cores e garrafas. parou diante da vasilha de de um ponche que parecia cintilante. ao inspecionar, constatou que tinha um agradável cheiro de maçã. ela não era uma princesa? deuses, talvez therin deveria se interessar mais pela monarquia de sua própria espécie, por mais injusta que acreditasse ser. pegou dois copos da pilha do lado da vasilha. “por mim, você pode se acostumar.” respondeu e, copos cheios, virou-se e entregou um deles à norah. “essa noite, pelo menos.” sorriu. “cheers?” levantou o copo em um brinde, uma sobrancelha erguida convidativamente, e logo tomou um gole carregado. “mas imaginei que você já estaria bastante acostumada, com todos os...” continuou depois de engolir, ignorando o sabor da bebida que fazia sua garganta arder levemente. “tratamentos da corte, e tudo mais? mas eu não sei absolutamente nada sobre a vida na corte, então posso estar errado.” deu de ombros depois de falar, mas observava o belo rosto diante de si, atento à resposta.
☿: Opinion on gender
opinião sobre gênero
gênero tem a ver com a mente, e não o que você tem dentro das calças. fazeis o que quiserdes pois é tudo da lei.
Garnet: What do you rate your self-worth, out of 100?
que nota você daria para o seu auto-valor, até 100?
normalmente eu agiria como se fosse 100, mas na verdade é 10... ok, 15, vai.
fmk
fuck: @norahhyacinths
marry: @itsloriwolf
kiss: @faroeotis
Turquoise: What is something that you’re afraid to say out loud?
algo que você tem medo de dizer em voz alta?
o quanto eu tenho medo de perder as pessoas que estão na minha vida. tem muita gente com quem eu sabotei meu relacionamento por medo de perdê-las, e elas nunca souberam.
➶ : Opinion on killing
opinião sobre matar
deve ser evitado a todo custo, mas justo em auto-defesa ou em defesa de alguém ou dos seus direitos básicos. por exemplo, no caso de uma revolução do proletariado, semelhante à revolução francesa no século XVIII... *duas horas de teoria anarquista*
What is the one thing for which you would most like to be remembered after your death?
qual é uma coisa pela qual você quer ser lembrado depois de morrer?
contanto que alguém pense sobre mim como uma pessoa que tornou o mundo um lugar mais justo de algum jeito, pra mim tanto faz o que for, sabe?
“bom, a única coisa que eu sei sobre tarot é que funciona. eu costumava ser colega de quarto de uma bruxa que fazia leituras, mas eu não tinha interesse suficiente em ter um futuro na época pra pedir uma.” riu. dessa vez, no entanto, estava extremamente animado para saber o que as cartas diriam. acharam um lugar um pouco mais longe dos auto-falantes, uma mesa baixinha com lugares para sentar em ambos os lados, onde não precisariam levantar as vozes pra se ouvirem. therin se sentou de um lado, e olhou para @lxveau, esfregando as palmas das mãos em animação. “então, como funciona? eu tenho que embaralhar ou algo assim?”
Norah dançava conforme o ritmo da música. Ainda era cedo, então o dj optava por algo animador, mas não tão eufórico, e ligeiramente lento. Ao atentar um giro, entretanto, sentiu os saltos a atrapalharem. Eram um tanto altos, ainda que estivesse acostumada a usá-los. Cambaleou um pouco para trás, sentido seu corpo chocar-se contra alguém. “Perdão!” Disse, virando-se para pedir desculpas, segurando o braço da pessoa com quem trombara de forma delicada. Ao ver @ther-n, engoliu em seco. Subitamente sentiu-se nervosa, mas prontamente abriu um sorriso cálido, lançado em sua direção. “Therin!” Exclamou. Ainda que seu semblante estivesse calmo e alegre, por dentro sentia sua pele ferver e o cérebro entrar em parafuso. Céus, o que é que estava acontecendo? “Aproveite a vinda, obrigada pela espera… Q-quer dizer…” Nesse ponto, suas bochechas ficaram quentes e ruborizadas. O que é que ela tinha dito pra ele? Estava fora de controle. Emitiu um riso nervoso e levou a mão livre até sua testa, como se se escondesse naquele momento embaraçoso. “Eu quis dizer obrigada por ter vindo. Espero que aproveite”.
therin acompanhava a batida da música com cabeça, distraído, e procurava não passar nenhum minuto sem estar conversando com alguém para não precisar demonstrar sua falta de habilidade na pista de dança. quando, de repente sentiu uma garota esbarrando nele, instintivamente segurou-a pelas costas para evitar que caísse. mas a surpresa, de fato, foi ao perceber quem era. sorriu ao cumprimentá-la. “norah! tudo bem? se machucou?” ele checou. parecia bem, apesar de um pouco atordoada. “não precisa agradecer, eu tô feliz por estar aqui. ah, e antes que eu me esqueça...” ele teria dado-lhe um abraço para parabenizá-la, mas rapidamente repensou. ela era realeza. delicadamente tomou a mão dela na sua e se inclinou levemente. “feliz aniversário, princesa.” ele beijou as costas da mão de norah, olhando no centro de seus olhos verdes. mas logo retomou sua postura descontraída, um sorriso no canto dos lábios. “é o seu dia. vem cá, vamos brindar.” convidou, já encaminhando-se à mesa mais próxima para poder encher um copo para a aniversariante, em devido costume irlandês.
✧・゚ party like it’s your birthday ♫ * .
@oskyrfae & @ther-n are about to get in trouble…
Electra segurava nas mãos três medalhões. Dois deles oscilavam de um brilho mágico dos cristais brutos, quase como se o que moldava a essência dali de dentro quisesse escapar das runas que, para qualquer olhar mais leigo, passariam facilmente como arabescos simples. Um com tons verde claro, outro roxo e lilás. O colar azul escuro, no entanto, era o único que não tremeluzia com nenhuma luz —- embora ele ainda vibrasse sobre a palma de sua mão. A híbrida esperava, encostada preguiçosamente contra um poste de madeira ao lado de sua motocicleta, pelos dois companheiros. O feitiço havia dado certo. Três medalhões de ilusão e ligação, moldados pelos próprios dedos. Ela havia passado a noite em claro trabalhando nas runas que enjaulavam os cristais; eram essenciais para o encantamento. Antes mesmo de sair dos dormitórios, testou em si mesma na frente do espelho: o objeto que antes refletia de uma brilho latente, quando colocado ao redor de seu pescoço, virara nada mais que um colar simplório, e no lugar de Electra, uma mulher bem mais velha sorriu para a superfície espelhada. Ela apanha o celular novo do bolso, digita ali uma mensagem no grupo recém-criado:
[txt]: onde vocês estão?
Gaoth sentiu o celular vibrar dentro do bolso, quase que audivelmente. Sorriu por saber que, muito provavelmente, seu atraso intencional havia irritado a outra, ao menos um pouquinho. Quase se demorou um pouco mais para dobrar a última esquina que os separavam, só para fazê-la esperar um pouco mais. A ansiedade para executar o plano, entretanto, não permitiu que ele o fizesse. Quando Electra apareceu no seu campo de visão, Gaoth simplesmente ergueu o braço direito, num cumprimento, sem dizer mais nada. Aproximou-se dela e gastou alguns instantes encarando os medalhões na mão da colega. “Fez o dever de casa, hein?” pontuou com um sorriso divertido nos lábios. “Pronta para irmos?” perguntou, estendendo o braço para ela. “E o @ther-n? Cadê?”
gostava de quando não precisava mentir para seus amigos humanos. havia perguntado uns dias antes se seu amigo alec emprestaria a kombi e o diálogo foi simples. therin tinha carteira de motorista? claro. não havia perguntado se sua carteira era válida nos estados unidos, portanto não era relevante. bom, contanto que ele ajudasse com a mudança de um amigo de alec e devolvesse a máquina em perfeita condição, ele não via problema. ótimo.
hoje era o dia da... operação. o veículo era azul claro da metade para baixo, e uma garota havaiana em miniatura dançava no painel. e, apesar de ser visivelmente “vintage,” era agradável de dirigir, como therin havia descoberto. descarregada a última caixa, ligou o toca-fitas e partiu em direção ao local combinado, onde seus dois parceiros no crime esperavam. avistando-os, parou, abriu o vidro e sorriu o sorriso de alguém que se sente o máximo por estar atrás de um volante. deu dois tapas na lataria e enunciou: “todos a bordo!”
@achlysie
Rise if you’re sleeping, stay awake. High Hawk Season, The Mountain Goats
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swfira:
Controlou-se para não soltar um resmungo alto ao ver Therin inclinado a seu lado. Havia corrido para fazer seu dever na noite anterior, o que significava que tinha dormido mal além de ter se estressado para terminar às pressas o que a professora havia pedido. Rolando os olhos, virou-se na carteira para encará-lo com o cenho franzido. “Por que você não fez o seu?” perguntou, mas o tom não era realmente de quem o julgava. Consultando seu relógio e constatando que ainda faltavam cinco minutos para o professor chegar, passou o dever para ele por cima da mesa. “Cinco minutos, Therin, senão estamos os dois encrencados.” pediu, a voz baixinha. “Me avisa senão entender algo.”
assim que safira se virou, therin a cumprimentou com um sorriso simpático no rosto. não se lembrava muito bem de tudo o que acontecera na última festa, mas se lembrava que ela havia sido gentil com ele gratuitamente, e isso era um jeito de ter um ótimo crédito nas contas de therin, ao ponto em que ele quase, quase se sentiu mal por pedir o favor. “qual é... eu acabei de conseguir um emprego na loja de conveniências aqui perto, sem nem falar que eu também acabei de entrar no top 100 jogadores em world of warcraft. no ranking mudial, inclusive. claramente eu sou um cara muito ocupado. por favooor?” ele estende o a duração e o tom dos “o”s teatralmente, e volta a sorrir assim que ouve a resposta que desejava. cinco minutos. “é tudo que eu preciso. obrigado, safi. eu te devo uma.” ele diz, prontamente desviando seu olhar em direção aos cadernos e colocando as mãos à obra.