Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@theromana
Donna Noble Appreciation Week
↳ Day One: The moment you fell in love with Donna.
Jessica Chastain photographed by Tom Munro for Glamour US, November 2014.
Jessica Chastain photographed by Tom Munro for Glamour US, November 2014.
dollhouse
Oito. Ele ouvira oito suspiros até aquele instante. E Killian tinha uma resposta apropriada para todos eles. Uma resposta apropriada traduzida em um revirar de olhos entusiasmado demais; era um reflexo, a mulher ao seu lado suspirava, ele revirava os olhos. Não o fazia diretamente olhando para a ruiva, não porque queria poupá-la da irritação demasiada dele, mas porque não havia necessidade de informá-la de como ele se sentia sobre as lamentações quase mudas vindas dela, Romana já sabia. Era conhecimento comum que Killian Jones, agente recém-reintegrado no FBI era mau humorado e tinha um atitude completamente não-impressionado em relação a tudo e todos. Ele e Romana haviam se tornado parceiros desde que ele voltara para agência e sendo honesto consigo mesmo, ela era a única pessoa com quem ele tinha afinidade, ou pelo menos a única com quem se permitia ter. Devido a tal fato, tentou não soar tão ácido quando disse: “você sempre está fazendo coisas que não são necessárias e, ainda assim, não me vê suspirando pelos cantos por causa disso.”
Quando a fachada da casa de número 09 entrou em seu campo de visão, Killian sentiu alívio imediato, a viagem o deixara emocionalmente exausto, muito tempo dentro de um carro era muito tempo livre para pensar. Sua mente costumava voltar para memórias desagradáveis sempre que tinha a chance e ele já suportara mais do que suficiente daquele tormento mental nas consultas obrigatórias da agência. O homem estacionou o carro e o desligou, acompanhou Romana para a entrada da residência. Mal notou a decoração, seus olhos estavam ocupados demais analisando de onde poderiam chegar possíveis ameaças. Era assim com o cérebro de Jones, alerta a todo momento. Acompanhou a ruiva até o meio da sala de estar e começou a catalogar as entradas e saídas, depois passou o olhar novamente no cômodo, chegando a conclusão de que: primeiro, aquela casa era ridiculamente pequena e segundo, por que diabos haviam miniaturas de navios em todo lugar? Não lembrava de ter lido nas fichas das novas identidades que os dois ou um deles eram obcecados por piratas. Era algum tipo de piada por que quase havia perdido a mão uma vez por culpa de um crocodilo? Se lembrava claramente de ouvir brincadeiras relacionadas a gancho por uma semana. Ugh, maldita máfia e sua mania de adotar pets bizarros.
Viu sua parceira voltar do que fora um bem pequeno tour pelos cômodos e não se surpreendeu ao ouvir as palavras dela. “Ótimo discurso. Você deveria dizer isso na próxima palestra da bureau. ‘Pessoas morrem todos os dias, é meio que o trabalho delas.’ Vai ser um grande sucesso, love.” Disse, dando um sorrisinho de canto. Caminhou até a porta da cozinha e deu uma olhada rápida dentro. Ok, era certo dizer que todos os aposentos eram feitos para anões. Escutou a voz de Romana enquanto analisava o resto do lugar, lançou um olhar à ela e a viu apontar para a mala. Balançou a cabeça como se não estivesse acreditando na insistência dela em desistir da missão. “Sabe que não podemos voltar atrás agora.” Afirmou, aumentando o tom de voz para que ela pudesse ouvi-lo. Abriu o gabinete do armário do banheiro mais por distração do que por qualquer outra coisa e observou o conteúdo com desinteresse. “Por que está tão hesitante quanto a isso? Sabe que não deixo toalha molhada em cima da cama. Eu sou um ótimo companheiro de quarto. De cama então…” Deixou a sentença no ar, fechando o gabinete e voltando para a sala. “Se eu não te conhecesse, diria que está com medo.” Provocou, parando em frente a Romana.
- Eu sou, senhor Jones, uma profissional médica treinada para atuar como psiquiatra e investigar qualquer atividade relacionada com problemas psicológicos e até mesmo os biológicos. – Não era segredo para ninguém em nenhum dos andares do bureau que ela gabava-se de ser um pequeno prodígio, tendo obtido a graduação em psicologia ainda muito nova. Sustentava também diversas pesquisas na área, o que incluía conhecimentos avançados em medicina geral, fator que sempre a colocava nas cenas de crime tanto para atuar como psicóloga forense quanto para dar alguns toques aos legistas. Se o que tinham ali era um psicopata, serial killer ou qualquer um cujo comportamento exigisse o trabalho de um psiquiatra, ela poderia fazê-lo. Ler a mente dos criminosos era fácil. Ler a mente de Jones já não era assim tão fácil. A reclamação e a lembrança do que era capaz de fazer seguiu a provocação que ele insistia em deixar no ar. – Estou aqui para agir profissionalmente e quando entrei no bureau isso não incluía brincar de casinha. Não estou com medo. Não tenho medo de nada.
Não era preciso ser um gênio para notar que ela não esperava por aquele tipo de trabalho de campo quando ingressou no bureau. Preferia ficar dentro dos prédios, no mínimo interrogando e trabalhando em uma sala pequena. No entanto, considerando o talento nato que possuía, foi sendo enviada cada vez mais para trabalhos de campo. Até agora nada naquelas dimensões. Tanto é que desde que receberam as intimações vinha reclamando. Pelo menos ambos concordavam que aquele lugar seria um tanto quanto desconfortável. – É um chalé, Jones. Não vamos morar aqui para sempre. Nenhum dos casais mora aqui. Ficam durante alguns dias, algumas semanas. Praticam atividades terapêuticas. Normalmente quem vem pra cá são casais com problemas ou sabe-se lá o que. Você não leu os memorandos e nenhuma informação? – Porque é claro que ela havia pesquisado tudo o que precisava saber sobre o local e tinha tudo na ponta da língua, pronta para disparar respostas como sempre fazia. – E não, não vamos voltar atrás. Só acho que teria sido mais viável não termos vindo disfarçados. Sério. Eles são ridículos. Seus hábitos com a toalha não me interessam. – Pontuou por pura educação. Não que fosse mal humorada. Apenas não tinha paciência para ele e para tudo aquilo. Considerando o quão azarada era para relacionamentos familiares, fingir tudo aquilo ia além do que poderia fazer.
E enquanto arrastava a malinha para o quarto, ia resmungando mil e um xingamentos sobre o que planejava fazer com o criminoso quando ele fosse capturado. Ciente que nada daquilo poderia ser posto em prática, pensou duas vezes antes de tirar as peças bem dobradas da bolsa para coloca-las no armário. Hesitou e acabou desistindo. Até parece que ficariam ali mais do que uma semana. Bem, tudo dependia do sucesso na investigação, o que dificilmente seria conquistado caso os dois não trabalhassem em equipe. Oh, sim, não havia como negar que, quando queriam, eram bons juntos. Claro que nenhuma das experiências anteriores serviria para ajudar ali. Acabou por deixar a mala sobre uma poltrona no quarto e se dirigiu até a cozinha, investigando o que havia ali dentro. Pelo menos havia comida. Alimentos dentro do prazo de validade, dos mais variados. Claro, poderiam fazer compras, embora não achasse que fosse necessário. – Você deveria ter trazido a outra garota, a dos olhos verdes.
“A outra” era mais uma das agentes. Na verdade, seria ela quem viria com Killian para essa investigação já que desde o principio a ruiva estava recuando. Para o azar dela, nos últimos instantes algum incidente envolvendo uma doença infecto contagiosa surgiu e transformou Romana na única opção possível. Se não conhecesse bem, diria que tudo aquilo era armação do bureau. – Alias, que nomes você colocou na papelada, hein? Não me diga que manteve Jones. – Referia-se aos papeis de inscrição para estarem ali. Era de se esperar um nome falso. Sr. e Senhora alguma coisa. Ou quem sabe ainda, para que pudesse suspirar aliviada, irmãos ou qualquer coisa assim. – Só li que precisamos comparecer a reuniões todas as noites. Posso investigar o local enquanto isso. Ainda bem que trouxe quatro livros...
"Você acabou de admitir que é um alien?" Questionou de imediato. Se fosse verdade, explicaria muita coisa. Provavelmente mais do que Felicity estava preparada para analisar no momento. "Não sei que tipo de inimigo você anda enfrentando, mas até onde minha experiência vai eles não desistem de alcançar qualquer que seja o objetivo insano dele por doces! Especialmente porque isso não vai sair nem um pouco digno de rendição." Apontou para sua tigela abandonada. "Por outro lado, seu brigadeiro parece estar ficando ótimo." Murmurou, lançando um olhar interessado na panela dela. Será que alienígenas tinha uma receita diferente para brigadeiro? Eles ao menos comiam ou era só algo que faziam para manter as aparências? God, por que o cérebro dela não podia simplesmente se ater a um assunto ou só calar-se de vez?
“Thank God for that.” Murmurou ao ouvir sobre Batman. Oliver a mataria se Batman aparecesse em Starling City, ainda mais se fosse chamado por ela, o que era estúpido já que ambos eram heróis. Eles deviam montar logo um clube ou algo assim. Talvez uma liga. “Sem pressão? Você acabou de dizer que sabe-se-lá-o-quê captou um sinal que eu mandei e está vindo para cá e não quer que eu me sinta pressionada? Oh, frack. Meu braço está formigando, é assim que um derrame se parece? Porque acho que estou tendo um.” Respirou fundo e fechou os olhos, tentando se acalmar. Ok, posso lidar com isso, ajudei a derrotar um exército de super soldados, posso ajudar a despachar um não sei o quê de volta para o espaço, no biggie. Abriu os olhos e voltou-se para Romana. “Estou melhor agora. Sem derrame à vista.” Disse, ajeitando os óculos. “A propósito, obrigada. Eu realmente sou um gênio.”
Oi! Eu nunca disse que não era um alien. - Retrucou com certa indignação, embora não sentisse raiva. Era essa mania terrível dos humanos de achar que tudo o que fosse bípede também era humano e, ainda mais terrível, terreno. Em momento algum interrompeu o preparo dos alimentos açucarados e não conteve um sorriso quando ouviu a loira murmurar qualquer coisa sobre usar os doces para obter a vitória. - Nop, nop. É pra gente comer mesmo. Se bem que você ficaria impressionada com a quantidade de criaturas que adoram açúcar. Jelly babies, então! Já salvaram civilizações inteiras. - Não podia negar que as coisas estavam saindo melhores do que esperava. Não mais fáceis, mas sim melhores. Felicity não parecia estar hesitando com toda a quantidade de informação que era passada para ela na forma de uma enxurrada. Se fosse contrário, Romana estaria com um pé atrás por tudo aquilo.
Ergueu os olhos da panela quando a outra mencionou o tal derrame. Não, ela não estava tendo nada. Não obstante nem ao menos se moveu para ajudar. - Um exército de super soldados? Blimey, e eu nem fiquei sabendo disso. Preciso ver. Sério! Diga quando foi porque realmente preciso testemunhar. Quando essa bagunça aqui acabar, darei um pulinho nessa data aí. - É, parece que é um gênio. Adoro gênios. São mente aberta e sempre estão dispostos a viver novas aventuras. - E haja paciência pra mexer o conteúdo da maldita panela! - Certo. Eles estão demorando. Quer me fazer um favor? Alias, dois. Primeiro, tente contar uma mentira. E segundo, verifique seu wifi, veja se aparece alguma rede wireless com símbolos estranhos. - Caso ela não conseguisse mentir, provavelmente seria obra da Mainframe. Em caso de símbolos diferentes, Great Intelligence. E por último mas não menos importante, caso não fosse nada...
☎ (porque sou chata)
Send [☎] for my muse showing up on your muse’s doorstep, bloody handed, saying “I need to use your phone.”
Laine tentou não apoiar nenhuma das mãos ensaguentadas na porta ou no batente da casa. Para não sujar nada. Quando a mulher abriu a porta ele franziu o cenho. Já tinha cruzado com ela uma vez se não estava enganado.
"Mundo pequeno…não sei se você lembra de mim e não posso te culpar se não lembra, mas…e me desculpe por isso…eu preciso usar seu telefone."
theromana
Ow. Oooow. Espera, eu perdi alguma coisa aqui? - Tendo as sobrancelhas arqueadas enquanto permanecia parada diante da porta, tal qual o melhor soldado, crispou os lábios enquanto encarava de alto a baixo a outa figura que agora deixava marcas de sangue por todo lado. - Você está morrendo? Oh, deuses! Por que vocês sempre estão morrendo?
Vá morrer em outro lugar. Estou ocupada. Tchauzinho, Laine. - E com isso bateu a porta sem nem pensar duas vezes.
dollhouse
- Eu realmente não creio que isso seja necessário. – Quando ela descolocou o nariz da janela do carro e se deu ao trabalho de virar o rosto para encarar o homem que ocupava o outro banco, a voz falhou por um segundo. Vinha fraquinha e arrastada, com um ponto de dúvida que não escondia o nervosismo. Para os interessados em contar, aquela era a sétima ou oitava vez que a mulher reclamava no decorrer da viagem até ali. Agora, tendo o veículo parado na pequena garagem de ladrilhos, ela havia interrompido o ato de abrir a porta e sair. Contraiu os lábios e inspirou, como se aquilo pudesse dar a ela a confiança que lhe fazia falta. Estavam na garagem de número 09. Impossível não notar o número desenhado cuidadosamente com o auxilio do ladrilho colorido; também estava ao lado da porta de entrada, desta vez menor e feito com uma caligrafia bonita. Este número informava que estavam na casa de número nove, da qual eram os mais novos moradores. E no momento em que colocou os pés sobre o tapetinho colorido, suspirou mais uma vez, apertando contra si os próprios braços, embora não estivesse frio. Péssima ideia, péssima ideia.
Olhou ao redor antes de colocar na pequena fechadura a chave que receberam na guarita de entrada. Qualquer lugar seria bom para olhar, menos para o homem ao lado dela porque ele provavelmente achava que tudo aquilo era ridículo. Ela? Ah, isso nem se fala. Foi a ideia mais absurda dos últimos anos, impossível até de se descrever. Ali, onde o número 08 era igual ao 09, que era igual ao 10 e igual ao 11, precisavam manter as aparências se desejassem chegar a algum lugar. Estavam no interior de um condomínio privado. Porém não era uma área onde poderiam morar para sempre. Na verdade tratava-se de uma construção propositalmente feita para terapia. No total, ao longo da rua em forma de U, havia 25 casas. Ou chalés, porque eram menores, mais aconchegantes. Cada um contava com seu próprio jardim e garagem, porém a piscina e outras áreas de lazer ficavam no centro do U. Ali também estavam localizadas duas outras construções maiores que, após ver de relance, a mulher passou a julgar que pudessem ser utilizadas para as atividades em grupo.
Não, não atividades em grupo, mas atividades para “casais”. Terapia para casais, este era o objetivo de tudo aquilo. Homens e mulheres, ou homens e homens ou mulheres e mulheres ou o inferno e o céu, qualquer que fosse sua preferência sexual. Estavam com um probleminha no relacionamento? Sem problemas. Passem algumas semanas neste adorável conjunto residencial que imitava com perfeição assustadora um bairro de classe média alta suburbana. Claro, apesar dos incidentes misteriosos que terminaram com a morte de duas pessoas, tudo parecia assustadoramente normal e feliz. Não passava das cinco da manhã, visto que os dois deixaram a cidade ainda cedo. Sério, fingir ser um casal cansava. E eles nem haviam começado ainda.
Ninguém sabia exatamente de quem fora a ideia de ir até ali investigar. Um dos dois era idiota, o outro, insano. Apesar de todas as reclamações da mulher, receosa em ir em frente com tudo aquilo (sem contar a cara de poucos amigos que fazia), ali estavam, adentrando a pequena casa e notando que sim, era pequena demais para ser uma “casa de família”. O interior bem decorado e aconchegante continha – confirmado após uma pequena volta da ruiva pelo lugar – aposentos mínimos. – Sala, mini cozinha, um quarto e banheiro. – Concluiu voltando à sala para encontrar o homem de olhos azuis. – Admita, estamos ferrados. Ainda dá tempo para sair daqui correndo. Se alguém morrer de novo... Bem, as pessoas morrem todo dia. É meio que o trabalho delas. Você e eu? Não precisamos dessa terapia estúpida. – Quão complicado era compreender que não queria estar ali? Mesmo assim, em principio parecia ter aceito de bom grado a ideia. Agora que estavam ali ela continuava a recuar como um animalzinho assustado. Até mesmo a pose defensiva desaparecera. – Não desfiz minha mala. – Indicou com o queixo a mala roxa que carregou até ali. – Podemos dar meia volta e ir embora agora.
captainhookjones respondeu a sua postagem:captainhookjones respondeu ao seu link:Isso é...
SIMMMM FAÇA SLDHLKSHDLSHLDHASD
hohoho já sei o que escreve. Mas só amanhã. Te taggeio e tals.
captainhookjones respondeu ao seu link:Isso é mágico *-*
Romana and Killian are in an arranged marriage, but Romana doesn’t want to go through with it. I’M NOT EVEN SORRY
Gosto te números ímpares. E quero um marido bem potente e que me satisfaça, sendo assim vamos brincar muito á noite e vou engravidar.
Killian, gostei, tem kill…Gosto de Constanza também.
Great. Case com alguém que não pode morrer então. E boa sorte para o seu marido. Se estiver precisando de alguém, posso indicar alguns.
Ou o Jack. Ele não deixaria a oportunidade passar e provavelmente tem estamina eterna pra aturar o seu apetite sexual.
“I've loved it. I really have and I'll miss it but when you gotta go, you gotta go.”
Send me “Boop” for my muses reaction to yours randomly poking mine.
Send [☎] for my muse showing up on your muse's doorstep, bloody handed, saying "I need to use your phone."
—- Eu não queria, hã, incendiar a casa. Se serve de consolo, eu quase morri lá dentro.
É, eu vi. Eu também quase morri, guaxinim. Agora vou ficar cheirando a fumaça durante horas!