we're not kids anymore.
h
Not today Justin

No title available
d e v o n
Show & Tell

if i look back, i am lost

shark vs the universe
hello vonnie
No title available
Cosmic Funnies
No title available

⁂
Monterey Bay Aquarium

Discoholic 🪩
Keni
Xuebing Du
One Nice Bug Per Day
Acquired Stardust
i don't do bad sauce passes
seen from Australia

seen from Sweden
seen from United States
seen from Malaysia
seen from United States

seen from China
seen from United Kingdom
seen from Singapore
seen from Bosnia & Herzegovina

seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from Germany
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
@thomaaas
prompt:
“What’s the rush? Just lay back down.”
starter com @thomaaas */
◜ por mais que não fosse do tipo carinhoso, também não era despido de certas carências. estava deitado, os braços embaixo da cabeça sem saber ao certo como chegaram naquela situação, mas já que estavam ali... o outro não parecia dormir a dias com aquela cara de cansado. "você devia dormir mais, inclusive."
balançou a cabeça na negativa, nem negando o outro. simplesmente lembrando a si mesmo que não poderia ficar ali. — vou dormir depois que o circo sair da cidade. — apesar da fala, não se mexeu. não o fez porque queria muito ser engolido pelo colchão enquanto curtia a visão. coçou o olho com o nó do indicador. — você nunca me disse seu nome.
promtp
“You’re burning up.”
starter para @thomaaas
◜ ficava muito preocupado com os hábitos do melhor amigo, mas não se sentia bem em ser 'pai' de ninguém. não no sentido de cuidar, mas de dar lição, então só tentava ajudar. "eu trouxe chá pra você pra ver se baixa, toma primeiro antes do antitérmico... quem sabe tomar um banho? pra ver se a temperatura volta a regular." divagou do que sabia. sentou na ponta da cama do amigo. "já comeu hoje?"
a única coisa que thomas sentia era muito frio, apertou-se na coberta. — não tô com fome, só tá muito frio. — se fosse para alguém estar ali, ficava satisfeito por ser o amigo. também não havia tomado banho, estava agindo como um bebê para não sair da cama. — mas eu só vou ficar mais um pouquinho, depois preciso trabalhar.
◜ "ninguém aguenta mais." por ninguém se referia a si, ele não aguentava mais as coisas quebrando. olhou por cima do balcão pra ter certeza de que o carpete podia não tá molhado. "ainda bem que você resolveu, a gente não ia conseguir pagar o encanador por agora. até o pessoal ir embora e fazer check out, tá tudo na conta. pagando fornecedor extra pra receber esse tanto de gente."
não sabia porque sentia tanto apego ao hotel, sacrificava muito de sua vida para manter aquele lugar operando. — acho que é a primeira vez que pode entrar uma grana legal. nunca teve gente pra encher os quartos. — estava feliz com isso, mas também despreparado. tinha tirado uma grana do bolso para colocar em preparativos extra. — o que der pra fazer, prefiro fazer sem pagar ninguém.
Olhou o amigo com um sorriso no rosto, balançando a cabeça em negativa enquanto caminhava até a cozinha - dividida da sala por um balcão simples - para pegar um pano de chão. "Não se preocupa, Tommy! Eu vivo derrubando as coisas também." Voltou para o campo de visão dele com o pano e o detergente para limpar o vinho; olhou-o com as sobrancelhas juntas. "E a sua camisa!" Largou o que segurava e se aproximou para avaliar a mancha. "Eu tenho umas camisas de uns ex guardadas, quer uma? Pra não ficar todo molhado assim."
pegou o pano e o detergente das mãos dela. — deixa isso comigo. — olhou para a própria camisa quando ela se aproximou. — não tem problema, é velha. mas eu aceito outra desde que tenha sido um ex legal. não me manda energia negativa. — brincou. nem era muito de acreditar em energias, falou por falar. — encontrei um cara esses dias que falou de você, precisava te contar essa.
◜ tinha batido perna o dia todo, muito porque foi atender algumas pessoas como assessoria jurídica de graça, na prefeitura. sentou-se relaxando no banco, dando um tempo até o próximo horário marcado. "ah." levantou rápido, sem querer atrapalhar. "tudo bem, eu nem olhei o que você estava fazendo. desculpa."
levou a mão até a nuca esfregando o local. — não, é sério... sinto muito. eu só tô estressado, não quis descontar em você. — se sentiu até mal pela reação que teve, não costumava tratar ninguém assim. — pode sentar.
◜ "soou sexual sim." foi sincero, não vendo porquê em não ser. a explicação do outro lhe roubou um sorriso mais caloroso que os anteriores. "você é meio fofo também, falando assim. e assumir isso me quebra um pouco." abraçava toda a pose de mal que tinha, era estranho assumir certas coisas em voz alta. "acho que tem mais coisa que músculo pra me fazer achar alguém gostoso. de verdade, acho que vai um pouco de cada um, eu te achei, pelo menos."
soltou um riso fraco, aos poucos se sentindo mais confortável em flertar com o homem. — falar que alguém é fofo é difícil pra você? — perguntou querendo mesmo saber a resposta, sentiria vergonha, claro, mas não seria uma coisa difícil para thomas. — ah, obrigado então. — certamente não se sentia gostoso, mas não iria argumentar com medo de parecer sedento por elogio. — você é daqui? da cidade, não do café.
depois do show teria sido melhor ir direto pra casa dormir, mas aceitou um próximo turno para tomar vinho. cansado como estava, não era surpresa que os reflexos lentos o fizessem derramar o líquido da taça. — vish foi mal, sujei seu chão. — também havia se sujado, mas isso não importava para thomas. o próprio estrago ele cuidaria depois, sentia-se mal por dar trabalho aos outros.
uma noite. thomas tirou uma noite depois de quase se render à exaustão para visitar o circo. não via graça em palhaços normalmente, mas tinha bebido tanto que achava tudo engraçado, a cada passo torto que dava, acompanhava uma gargalhada de algo aleatório. — olha a florzinha dele, solta água.
thomas havia alcançado o pique do estresse. o hotel cheio, o que nunca aconteceu, as fotos para o jornal, necessárias dado o evento na cidade, as noites com a banda, que agora tinham mais público... tudo acumulou. para piorar, insônia. vinha se alimentando mal, ingerindo muita cafeína e fumando como doido. a imunidade baixa o deixava fraco e até feridas lhe incomodavam no interior da boca. naquela noite tinha levado umas folhas de finança para analisar em um banco da praça quando uma sombra o atrapalhou. — você tá na minha luz! — gritou. rude. como geralmente não era, logo se arrependeu. — desculpa, não quis falar dessa forma.
@thomaaas
por muito pouco não questionou se ele também não se achava incrível, mas yeager não era bom acolhendo estranhos, então não quis tocar num assunto desse viés. "to mais interessado em você que neles, vou lá olhar." bar com música ao vivo só tinha um, não ia ser difícil achar o outro. pegou o cartão entregue, batendo-o no balcão. "é charme também, esse seu jeito meio... sem jeito." realmente pensou numa forma boa de descrever, não se importava exatamente com um tipo físico, mas sempre era atraído por pessoas que pareciam tão menos integradas no espaço quanto ele. achava que o papo seria mais fácil, sempre era uma aposta às cegas, as vezes julgava errado e acabava conversando com alguém que falava muito e ele não acompanhava. "mas você é bonito mesmo, gostoso também."
toda vez que recebia um elogio, mesmo que em um amaranhado de outras palavras soltava uma risada sem graça. mas tentava não refutar. — pra algumas coisas... mas se me ver fazendo a cama, vai ver no que eu levo jeito. — ficou quieto um segundo tentando digerir o que havia dito. — não era pra soar sexual. soou sexual? eu trabalho em hotel, então às vezes ajudo a arrumar, isso que eu quis dizer. — se explicou achando sua saída excelente. — gostoso é uma palavra forte, é só eu tirar a camisa pra você ver que é puro osso e pele. — brincou. não tinha problemas com isso na maioria das vezes, era quem era e vivia bem assim.
assentiu. — uhum. baixo. se você gosta... meus amigos são ótimos. — terminou o café e a incapacidade de ficar parado fez com que seus dedos mantivessem a xícara girando no balcão. — isso tudo até agora. — por vezes thomas era apenas sincero, sem perceber que seria elogio ou flerte. — cla-claro que pode. — sorriu largo ficando vermelho enquanto olhava pro balcão. — charmoso é certamente... uma palavra. — também não se via de tal forma. pegou um cartão do hotel que mantinha consigo e adicionou seu número pessoal atrás de caneta antes de entregar para o homem.
assentiu. — uhum. baixo. se você gosta... meus amigos são ótimos. — terminou o café e a incapacidade de ficar parado fez com que seus dedos mantivessem a xícara girando no balcão. — isso tudo até agora. — por vezes thomas era apenas sincero, sem perceber que seria elogio ou flerte. — cla-claro que pode. — sorriu largo ficando vermelho enquanto olhava pro balcão. — charmoso é certamente... uma palavra. — também não se via de tal forma. pegou um cartão do hotel que mantinha consigo e adicionou seu número pessoal atrás de caneta antes de entregar para o homem.
◜ primeiro tinha as sobrancelhas unidas, acompanhando o assunto do outro, achando estranho o raciocínio dele e no fim, não parecia mesmo um raciocínio. se fosse um homem pequeno, ia acabar assustado, mas com a frase final do rapaz, só riu. “você… sai pouco, não sai?” deduziu, mexendo no cabelo e jogando pro lado. “tudo bem, vou focar que você me achou charmoso… eu não me descreveria assim, mas gostei.”
soltou o ar que vinha prendendo e riu também. ao menos conseguia rir de si mesmo e não ser um idiota. — relativamente pouco... às vezes eu toco de noite o que me obriga a sair. no resto do tempo eu preciso trabalhar. — justificou. — não? — arqueou a sobrancelha. gostoso poderia ser um termo melhor, ele era um puta homem, mas não o chamaria assim em um café. — olhos bonitos, cabelão, grandão... e você sorri daquele jeito que seu rosto inteiro sorri junto, acho válido te descrever assim.
soltou o ar que vinha prendendo e riu também. ao menos conseguia rir de si mesmo e não ser um idiota. — relativamente pouco... às vezes eu toco de noite o que me obriga a sair. no resto do tempo eu preciso trabalhar. — justificou. — não? — arqueou a sobrancelha. gostoso poderia ser um termo melhor, ele era um puta homem, mas não o chamaria assim em um café. — olhos bonitos, cabelão, grandão... e você sorri daquele jeito que seu rosto inteiro sorri junto, acho válido te descrever assim.
thomas estava sempre cansado e ao mesmo tempo não conseguia dormir. pensou que com o flerte alheio talvez pudesse ao menos se distrair, não tinha a pior autoestima do mundo, mas ficou surpreso que um homem daqueles estivesse dando bola pra um magrelo como ele. — não tô vendo nenhum maluco aqui... quer dizer, tecnicamente você pode ser. eu já vi muito documentário de true crime. tem muito maluco que sai com alguém de um lugar e parece charmoso e tudo mais, mas só quer colocar seu corpo num saco de lixo. — pinçou a ponte do nariz entre o anelar e o polegar arrependendo-se do que disse. — desculpa, na minha cabeça parecia mais com um flerte do que foi.
thomas estava sempre cansado e ao mesmo tempo não conseguia dormir. pensou que com o flerte alheio talvez pudesse ao menos se distrair, não tinha a pior autoestima do mundo, mas ficou surpreso que um homem daqueles estivesse dando bola pra um magrelo como ele. — não tô vendo nenhum maluco aqui... quer dizer, tecnicamente você pode ser. eu já vi muito documentário de true crime. tem muito maluco que sai com alguém de um lugar e parece charmoso e tudo mais, mas só quer colocar seu corpo num saco de lixo. — pinçou a ponte do nariz entre o anelar e o polegar arrependendo-se do que disse. — desculpa, na minha cabeça parecia mais com um flerte do que foi.
Maxence Danet-Fauvel in Il est elle
deu de ombros. — porque nem sempre eu tô inspirado pra conversar. — tinha um medinho de ser chato ou sem graça, só sabia falar direito de trabalho. — é sim. você pode passar tomar um café, prometo que é bom. — coçou a nuca. — acho que é o verde mesmo, a menos que eu seja muito mais velho que você e estamos falando de tommys diferentes.
deu de ombros. — porque nem sempre eu tô inspirado pra conversar. — tinha um medinho de ser chato ou sem graça, só sabia falar direito de trabalho. — é sim. você pode passar tomar um café, prometo que é bom. — coçou a nuca. — acho que é o verde mesmo, a menos que eu seja muito mais velho que você e estamos falando de tommys diferentes.