Todos os edifícios, mesmo um arranha-céus comercial, devem ter uma “componente cívica”, defendia, um espaço onde as pessoas pudessem construir múltiplos sentidos de comunidade. Isto porque, em cidades cada vez mais complexas e diversas em termos étnicos e culturais, é preciso criar territórios com que as pessoas se possa identificar, onde se sintam bem. “Construir comunidades fechadas, como mini-Kremlins, é um grande passo atrás – uma forma muito arcaica de viver”, argumentava, identificando como principais desafios da sua geração de arquitectos a promoção da sustentabilidade e o combate às disparidades sociais. “As comunidades contemporâneas têm de ser inclusivas.” E a arquitectura tem de ser “optimista”.