Vencedora do Universe’s Next Top Guardian e aprendiz da Fada do Dente. Aproveite todas as sensações. Sinta a chuva te molhar E quando o sol chegar… Deixa esquentar. Tenha dentro do seu coração pureza e verdade. O que você transmitir volta com intensidade.
Preencha o juramento antes de continuar: em nome da Excalibur, RYLINA TULLY em seus VINTE E UM anos, jura seguir o legado de TOOTHIANA durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO I. Com a bondade tocada em seu coração, recebe PERSEVERANÇA e não se permite ser corrompida por EXIGÊNCIA. Por último, é deixado um corte na mão de BREE KISH como prova de seu comprometimento com a luz.
HABILIDADE MÁGICA: AUDIÇÃO AGUÇADA. Um pingo d’água? O lápis caindo no cômodo ao lado? O coração do coleguinha batendo no peito? Rylina consegue ouvir tudo e um pouco mais, podendo ouvir o reprise do último episódio de Feitiços Secretos enquanto transcreve o que está na louça. O problema? Se não usar abafadores de orelhas, sim, aquelas tiaras com frufrus para aquecer no inverno, tudo fica demais e as enxaquecas a impedem de fazer qualquer coisa. Seu controle sobre o poder é instável e, curiosamente, só consegue segurar as rédeas apropriadamente na hora da fada do dente. A faixa de tempo mágica que as fadinhas trazem as moedas e realizam a troca dos dentes.
OCUPAÇÃO: Guia da Galeria Floating Arts
SOBRE:
Infância sem magia: Rylina carrega no corpo a cicatriz do sacrifício de um progenitor e a tristeza no coração pelo abandono do outro. A história sobre um acidente ou um crime, envolvendo armas ou não, só foi acreditada porque era alguém que a jovem menina tinha confiança. Não entendia muito do mundo, não sabia bem o que fazer com aquelas informações, só apertava o pingente robusto de borboleta pendurado no pescoço. Lembrava das palavras doces, da comparação com o carinhoso inseto. Ele é grande porque tem um coração enorme, Riley. Porque suas roupas eram largas e o rosto, redondo; uma combinação imperfeita para a vida desprotegida que teria dali para frente.
Infância com magia: Na falta de gentileza no mundo, Rylina encontrava dentro de si. Nas fantasias e nos olhares perdidos na janela. Na forma como as estações passavam e como encontrava uma moeda brilhante depois de cada janelinha no sorriso caloroso. Passava horas olhando a borboleta-pingente, um cofre secreto para a primeira moeda da Fada do Tempo e a chave secreta para a localização das outras. E que surpresa foi achar um convite embaixo do travesseiro, sem precisar do pagamento dentário. A menina não tinha muito para levar na bolsa colorida, seus amigos sempre viviam escondendo seus pertences, e apareceu pontualmente no terraço quando a lua estava bem cheia no céu.
Universe’s Next Top Guardian: Rylina sabia o que devia ser feito, sentia no coração as resposta de cada desafio e tarefa. Entregava tudo de si e mais um pouco, quebrando a cabeça para achar a resposta ou se esticando ao máximo para resgatar aquela fadinha do encontro humano. A competição em si passou num borrão, meio parecido com o que tinha ouvido sobre os competidores eliminados, mas foi memorável. A magia e a tecnologia juntas, brincando como peixes dentro do lago, e eles. Os cinco Guardiões brilhando nas telas e respirando o mesmo ar que ela. A menina podia estar passando um perrengue, mas tudo tinha gosto, forma e cheiro de sonho. A realização com gosto doce de bengala de açúcar com menta, porque ela tinha escolhido a si e estava vindo em sua direção.
Fada do Dente: O caderno de rabisco de Rylina tinha uma porção de esboços de Toothiana. Asas de todos os tipos, cores mais exuberantes possíveis e, ainda assim, a visão ao vivo era muito melhor. A menina quase desmaiou de emoção, perdeu o ar e teve um ataque de asma, piscou para afastar as lágrimas e chorou copiosamente quando ganhou uma abraço. Imediatamente a energia das duas alinharam e o caos começou. Vozes misturadas e movimentos acelerados, pulinhos de alegria com asas de beija-flor trabalhando dobrado. Rylina e Toothiana eram o belo exemplo de amigas para sempre com menos de uma hora de conversa franca e sincera. E sejamos francos, esse tipo de amizade é a melhor. É pura.
Adolescência: Dizer que caiu de cabeça nos estudos era pouco. Conhecer o mundo de Toothiana e todo seu trabalho, as etapas desde a escolha da fada até a moeda a ser levada. Magia tão pura que ecoava no castelo dos Guardiões, sibilante e zumbida de milhões de asas batendo em velocidade impressionante. Rylina conheceu Storydom, banqueteou-se com as luzes e invenções, deleitou-se no ar açucarado e esticou os braços para abraçar as nuvens. Preconceito e tristeza deixado de lado, esquecido pelo deslumbramento da nova realidade. Toothiana é uma professora sábia e ligeira, divertida para passar os conhecimentos de um modo fácil e estimulante. E Riley não era boba para arriscar uma decepção por parte da mais velha.
Audição Aguçada: Nada mais natural migrar a educação ‘em casa’ para a ‘escola’, e quem chorou com a separação foi a própria Rylina. Em sua cabeça, continuar morando na Torre era o equivalente de atrapalhar os trabalhos dos Guardiões e ela se exigia demais para permitir tal coisa. Bolou a desculpa de que precisava de imersão completa - vou mandar cartas e mensagens sim, Toothie! - da experiência mais crua possível. Sem favoritismos ou protecionismos, sem a rede de proteção. Poder enfrentar o mundo de frente, essas coisas. Rylina ficou cara a cara com Excalibur e quase desmaiou quando ouviu a voz de um dos aprendizes dos Guardiões. Detalhe, ele estava longe e cochichava no ouvido de outro colega. Surtando, ela estava perdendo a linha. Porém, ao olhar para Merlim, a calma logo veio. Se ele entendia, então não era tão absurdo assim. Ergueu-se resoluta para aquele novo desafio e já percebeu que o poder não era de todo bondoso.
A Academia: Não era incomum ver Rylina com um livro diferente nas mãos, grande parte porque não os lia de verdade e nunca se lembrava do título quando visitava a biblioteca. O poder tomava muito da sua atenção, captando cochichos tanto sobre sua forma física como preconceito dos nascidos na cidade de baixo. Ela brigava com o Módulo I e sua excelência, orgulhar Toothiana, e dava nó na cabeça para entender aquelas divisões. Por quê? Rylina tinha vindo de outra realidade, não merecia o mesmo tratamento? Se todos tinha cortado a mão na Excalibur e jurado ao bem, por que continuava daquele jeito? A aprendiz sabia que não tinha como mudar o mundo de um dia para o outro então... Escolheu o pior caminho. Oferecia ajuda e gentileza para os outros, dava um pedaço do coração, mesmo que fosse rejeitado e escorraçado. Taxado como caridade ou pena.
Maturidade: 21 anos recém completados (março) e contando. Rylina almeja a finalização do Módulo I com louros e reconhecimento, só para entrar no II com um pouco mais de segurança. Um pouco menos de palmas suadas e corpo curvado para dentro, querendo sumir ao captar um comentário malvado.
« ♕ ☪ ⇀ Não sabia bem o que a tinha feito olhar através do salão para a outra mesa de comidas; estava em uma rara pausa para comer e recuperar energia depois de dançar pelo o que parecia ser quase uma hora com um dos servos da Múmia que tinha gostado de sua fantasia. Mas ainda assim, seus olhos encontraram Rylina e o pedido de ajuda, e em pouco tempo estava atravessando o salão e desviando educadamente das pessoas, uma taça de vinho na mão que não era a primeira. Não era difícil perceber a bruxa pairando pelo salão, e Malika pensou que até então tinha tido sorte por ela não ter focado suas atenções em si, mas era melhor resolver logo aquilo. ❝―――――Pelo o que eu ouvi é preciso ir no jardim, podemos quebrar juntas ❞ murmurou baixinho, sabendo que seria ouvida, e indicando com o olhar uma das portas de saída do salão.
Rylina agradeceu aos céus do mesmo jeito! Malika tinha esse sexto sentido incrível que parecia coisa saída de filmes e livros. Quando a mocinha pressentia que algo ruim aconteceria, ou que estava sendo observada pelo par perfeito criado pelas estrelas. “Malike, eu não consigo respirar. Me disseram e eu ouvi cada coisa que... Olha só, minhas mãos.” Tirando o farelo do doce que tinha pego, as palmas rosadas e lisas brilhavam de suor. A aprendiz de Toothiana até bateu uma contra a outra para tirar o excesso, enxugando o excesso no echarpe peludo, mas elas continuavam a suar sem parar. “Ouvi que nós acordaríamos meio transformadas em monstros! E que nunca poderíamos sair de Halloween Town! Não pode acontecer conosco, Mali! Eu tenho as crianças no meu mundo! Você tem toda Storydom para ajudar a voltar pros trilhos!” Confessou agoniada, a brisa do lado de fora acalmando um pouquinho seu nervosismo. “Deus, e o que a gente tem que fazer... Por que a bruxa faz essas coisas, hein? O que acontece se derrubarmos o sangue? Não estamos fazendo nada de mais, né?”
Localização: BEM-VINDAS À 76º EDIÇÃO DOS JOGOS VORAZES
Rylina tinha a vaga lembrança de abrir a porta com @hella-hofferson à tiracolo, as duas rindo de se acabar com a fantasia de um outro convidado. A mão ainda estava quente do contato, as bochechas doloridas do sorriso enorme, mas.... A escuridão a envolvia como um cobertor, os olhos tão arregalados quanto pires. E a sensação opressora, de estar subindo para algo grandioso demais. Tão enorme e absoluto que o poder a deixava diminuta, temerosa. Uma luz. Uma tampa arrastada para o lado mostrou um raio de sol e a luz forte cegou-lhe por um momento, mãos cobrindo o rosto para proteger. Vozes eram ouvidas, resmungos ecoavam de várias bocas e Hella... Hella estava ali. A visão se ajustou e por pouco, por muito pouco a aprendiz de Toothiana não virou adubo. A cornucópia brilhava num ponto distante do semicírculo de pessoas na mesma faixa etária. Eram em duplas, roupas combinando, e olhares ferozes dispensados à torto e direito. Rylina nem olhava o chão, não precisava quando conseguia ouvir o tictac suave do funcionamento. Lia aqui desmontaria a bomba em três tempos. O pensamento floresceu e morreu com a angústia, sua desvantagem óbvia destoando nos corpos esguios e atléticos. E de tão ignorável, ninguém ficava muito tempo a olhando. Hella. Os lábios torceram ao vê-la e seu foco cravou nos claros da irmã de coração. Não. Mover. Boom. Avisou, todo cuidado sendo pouco, contornando e exagerando as sílabas para a mensagem não se perderem no processo. E foi isso. Logo depois de terminar a mensagem que os números começaram a aparecer no céu dando início a contagem regressiva.
10. 9. 8. 7. 6. 5. 4. 3. 2. 1.
As mãos pressionaram os ouvidos antes do som ensurdecedor, seus pés pulando para grama e desatando numa corrida desembestada para a cornucópia. Sim, vocês leram direito. De temerosa, Rylina se tornou mais concentrada, os braços livres para ajudar no balanço do corpo até a maior das mochilas dispostas na entrada da maior armadilha do mundo.
rylina e benjamin no CORREDOR TEMÁTICO sobre filmes de comédia romântica
De todas as histórias que ouviu sobre os corredores temáticos, esperava entrar em um assustador e tenebroso, que lhe desse alguma missão difícil para resolver e tivesse um pouco de adrenalina. Mas, assim que abriu a porta e deu de cara com uma festa perfeitamente normal, franziu o cenho, sem entender. Era um corredor temático que adaptava para diferentes cenas de filmes de romance; naquele momento, estavam na festa do trabalho de Jenna, de De Repente 30. “ ━━ Você ficou aliviada ou decepcionada por não ser um cenário de terror? ━━ ” Perguntou para Rylina, querendo entender como ela estava com a situação. Embora o tom cabisbaixo, como uma criança que é decepcionada, ele tentava manter o sorriso no rosto, que se abriu um pouco mais quando reconheceu a música que começou a tocar. “ ━━ Thriller! Do Michael Jackson, não é? ━━ ” Como quem queria confirmar, lembrando-se de que foi ela mesma quem havia apresentado a música e o cantor a ele. “ ━━ Quer dançar lá no meio? ━━ ” Apontou com a cabeça para onde os outros se concentravam para fazer os passos da tão famosa dança.
Os corredores temáticos reagiam de acordo com os desejos de quem virava a maçaneta, certo? Alguma coisa mirabolante na magia para deixar do jeito que o coração queria sem que precisasse passar três anos se decidindo com outros desejos frívolos. Então, meu Deus, não era se espantar quando abriu a porta e deu de cara com um dos seus filmes preferidos (e que só pensava em Benjamin quando colocava para rodar na Netflix privilegiada do quarto Encanto). A aprendiz queria morrer por dentro de tanto nervosismo, seus passos travados e mecânicos levando para o meio da pista de dança. As comidas eram iguais, a música tinha o mesmo volume, até o detalhe das cadeiras. É magia, sua tonta, claro que é igual. “Eu não sei o que falar, só sentir.” Porque ela mesma estava sem palavras, e ainda mais desprovida do dom da comunicação quando Benjamin se aproximava com aquele sorriso. Brilhando suavemente nas luzes da festa, passando pelo rosto, mostrando as covinhas. “É ela sim, bem quando Jenna pede para o DJ tocar e vai pra pista chamar... Você sabe a cena.” Suas mãos pareciam cachoeiras de tão suadas, o corpo tremendo por baixo da pelúcia rosa que cobria seus ombros. “Eu quero! Quer dizer, não!” Seu cenho franziu, a mão fechando em punho. “Eu quero, mas eu te chamei aqui para falar uma coisa. Ben...” Cristo amado, tinha alguma coisa na garganta do tamanho de uma bola de tênis porque ‘tava difícil de engolir. “Benjamin.” Falar o nome inteiro era tão sério, por que tinha escolhido ele? Dava tempo de desistir ainda? “Eu gosto de você.” Fugir pra quê? O nervosismo colocou tudo para fora e passou o bastão para o colega de time ainda pior: o falatório. “Eu gosto de você. Gosto. Não de ‘eu gosto de você, amigo’, mas eu gosto de você como mais? No início eu pensei ser coisa de, você sabe, eu te conto tudo e você já viu o poster do seu pai na minha estação de trabalho, mas eu percebi que não era só isso? Aí eu vi que eu gosto de você por ser você, Ben. Eu gosto tanto.” Boa! Começou bem campeã! Só que não. Rylina tomou mais um fôlego, tentando organizar os sentimentos. “Eu gosto quando você sorri e aparece as covinhas, quando você fica bem além do horário de dormir pra não me deixar sozinha. Da carinha que você faz quando usa meu ombro pra dormir ou quando começa a rir depois de te sujar com massa. Eu não sei se começou quando a Fada Madrinha nos colocou junto ou se foi mais recente, no meio da maratona de Shrek. Eu só... Eu gosto de você e... E tudo bem se não- se não for- Tudo bem, eu posso- É só, eu só queria te falar isso.”
"Eu estava pensando em comprar um controlador de hálito para o Nick Fury, meu Flerken, porque o pobrezinho pode fazer o maior ato de caridade da história devorando lixo, mas o resultado... Não tem tentáculo que escape do mal cheiro.” Rylina simulou um enjoo, os dedos apertando a prótese do focinho de porco enquanto a outra mão abanava o rosto todo maquiado. “Mas aí eu penso... Essa pode ser nossa última chance aqui. Porque vai acabar, não é? O Halloween? E depois dessa festa, do que eu vi e ouvi, Drácula não vai sediar nada da Academia por centenas de séculos.” E ela tinha feito questão de usar o poder dos brincos de pedra para reduzir sua habilidade ao mínimo aceitável (sem provocar a quebra instantânea do dispositivo). Os barulhos de mordida e corte e sucção já tinham dado material suficiente para a imaginação quando lia seus romances +18. “O que falta para você aqui? Já viu a Múmia? O Museu? Perdeu um sapato no pântano? Ou a parte de baixo do biquini no parque da Nessie? Pra mim só falta gastar todo o dinheiro nas lojinhas de souvenir e comprar presentes para todo mundo. Inclusive você, @zexilong. Surpresa!”
Como Rylina Tully conseguiu um papel ninguém sabia responder, mas a velocidade que ela escrevia HELP com um dedo de chocolate... Aquilo sim era surpreendente. Ela espremia o recheio marrom conforme desenhava as letras, os ombros tão tensos que poderiam ser confundidos com blocos de concreto. A presença da bruxa pairando, insistente, lembrando que tudo poderia virar uma grande desgraça num piscar de olhos. E, diga-se de passagem, quem consegue aproveitar uma festa com uma ameaça dessas fungando no cangote? A aprendiz de guardiã finalizou a plaquinha e levantou na altura dos olhos, só sacudindo quando @malika-malyeek voltou seu olhar para si. Ajuda. Ela falava sem imitir sons, chamando com a mão e apontando para cima, para a desgraçada da bruxa que tinha a marcado também.
"Não é como se da última vez que eu fui pra lá passei pelo momento mais caótico da minha vida, né? Daqueles que os livros vivem falando, a mudança da personagem principal de secundária para protagonista.” Sua fala poderia estar cheia de pontuações e flexões, quebradas em pontos de interrogação e pausas dramáticas; mas só ao fim que Rylina puxou o ar para dentro dos pulmões. Respirava com dificuldade, como se tivesse corrido demais durante as aulas de preparo físico - e o focinho não estava ajudando em NADA. A mão apertou a joia que fechava o echarpe cor-de-rosa de pelúcia, e logo começou a dar batidas que combinavam com o coração. “A gente precisa fazer isso mesmo, @eyesofhoruszorak? Eu vou ser uma fada do dente! Não posso traumatizar ninguém! E se eu assustar alguém que vai ter um filho e esse filho lembrar de mim e acabar morrendo de medo e eu não conseguir pegar o dente? E se foi isso que aconteceu com Toothiana para aquelas fadas do dente cheias de dentes de um filme de terror? A gente pode passear não? Por favor?”
Precisou tomar um gole longo de sua água gelada pra ver se a dor que sentia melhorava um pouco. Não sabia se devia beber, estava receosa de acabar enjoando ou algo do tipo. Mas precisava se distrair, precisava de alguma coisa para ocupar a cabeça e não pensar nas dores que tomavam seu corpo. Era Halloween!! Ela precisava aproveitar. Ajeitou a coroa de sua fantasia e puxou um pouquinho o vestido cor de rosa de cetim sujo de sangue, cobrindo um pouco mais de seu corpo. Precisava se animar!! Vamos, precisava fazer alguma coisa, se mexer. Olhou ao redor; ela acabou pousando o olhar sobre muse. Acabou encarando-x por mais tempo do que devia, mas decidiu agir.Tomando uma cara de pau coragem que ela não estava acostumada, segurou no braço da pessoa ao seu lado, os olhos brilhando de animação. “Ok, vamos lá. O que você quer fazer? Agora? Pensa na primeira coisa que vier na sua mente. Eu vou topar” talvez acabasse se arrependendo, claro, mas queria tirar a mente da dor. Ela amava o halloween! Precisava aproveitar, ainda que tudo ali fosse assustador.
ou responda 001. para um starter fechado (especificar lugar/ritual/ação) 2/3
ou responda 002. para um sms (enviar um emoji que a nyx vai enviar) up to 3
Rylina era um desenho animado de criança que tinha sido pausado na cena menos lisonjeira. Aquele frame que parece estranho demais para existir e que era claramente de transição, não para ser analisado do nariz à ponta do rabo. Ela tinha um indicador empurrado a trufa enorme de chocolate para dentro da boca enquanto a outra mão erguia o focinho o máximo possível. Meio inclinada para frente evitando a cortina de pó de chocolate de cair na roupa e um pé erguido para manter o equilíbrio. Que cena, meus caros, que cena. E pegou o olhar dela quando nem mais podia disfarçar. A aprendiz de Toothiana só empurrou tudo para dentro, bateu as mãos para enfiar nas luvas e optou pelo caminho mais fácil: nada tinha acontecido. “Jesus Maria José! Banheiro! Mas eu já fui. Hipoglicemia! Mas acabei de comer! Estátuas!” Os olhos se acenderam de animação, mesmo que o que saísse dali por diante não fosse tão feliz. “Desde que eu cheguei, não paro de pensar nelas. Será que são reais? Será que são de mentira? Que feitiço utilizaram? Por que parece que eu tô ouvindo centenas de corações batendo bem baixinho? Ou é um truque muito bem bolado de Drácula?” Se perdeu, o dedo batucando no queixo livre da prótese. “Mas o que eu quero mesmo é... Dançando na chuva! Pular de pocinha em pocinha e cantar algo Spooky Scary Skeletons ou algo da Família Addams. Minha fantasia de Halloween está assustadoramente civilizada e precisa de um pouco de ação...”
❀ — › Amalia mordiscou o lábio inferior, o desconforto inicial - causado pelo vestido um tanto revelador que compunha a fantasia da deusa nórdica do amor e da união - dando espaço para a intriga ao se andar em direção ao MONSTRO. Era prudente aproximar-se da criatura de maneira tão sorrateira? Provavelmente não. Mas a Hofferson sentia uma necessidade desmedida de observar as costuras do FRANKSTEIN mais de perto. Talvez, se estivesse próxima o suficiente, poderia compreender seu funcionamento. Afinal, como era possível que existisse vida se não havia SANGUE correndo por suas veias? Somado a isso, a falta de coesão nas linhas de energia que o circundavam apenas aumentava a intriga feminina. “Isso não… Ah! Você me assustou.” Disse para muse.
Era simplesmente fascinante conseguir pegar Lia naquele estado. O visual capaz de mostrar como era dentro daquela cabecinha, engrenagens rodando com velocidade. Rylina nem sequer respirava para não perder um momento, agindo sem perceber na aproximação sorrateira e silenciosa. Se pudesse filmar aquele momento... Se tivesse um filtro da visão dela para enxergar as mesmas linhas de energia e o fluxo entre todos, do jeitinho cheio de animação que falava... A Tully suspirou de assombro e quase teve um susto com a reação da melhor amiga. “Desculpa! É que não tinha como eu não-” Esfregou a base da prótese de nariz de porco, a coceirinha onipresente por conta do calor que sentia pelas atividades da noite. “Você me fala tanto das linhas que eu consegui imaginar agora. Lia na sua zona, rainha da coisa toda que não sei explicar mas quando você fala parece a coisa mais óbvia do mundo e mais bonita que o nascer do sol em Storydom.” Agitou os dedos ao lado do rosto no imitar do brilho das estrelas. “O que te pegou? Foi o Frankstein? É meio estranho mesmo como pedacinhos podem voltar à vida com energia. Mas, assim, ainda sou à favor da versão de Once Upon a Time de que ele precisaria do coração mágico para sustentar a vida.”
Who: ABERTO (sem caps)
When: MONSTER BALL
Where: Castelo do Drácula - NOIVA DO DRÁCULA
“Mas de quem foi essa ideia de beber sangue de um cálice e virar propriedade do Charming local?” Beau reclamou indignado. A única coisa que o D'Orleans queria era um Halloween comum, no qual pudesse comer um pouco, pegar alguns doces e ir pra cama depois de assistir alguma coisa no lampflix. Se deparar com sangue, estátuas que se movem e coisas saídas de filmes de terror não estavam em seus planos. “Já imaginou? Ficar aqui preso pra sempre, com um cara que tem um sotaque mais falso do que o Gato de Botas? Mas e aí? Você vai se arriscar?”
“Charming? Tem um segundo Charming e eu não tô sabendo? Segundo de patriarca quero dizer, não de família, porque seria um sétimo? Oitavo se contar Wyatt?” Ajeitou o cálice nas mãos, o sorriso simpático e doce dispensado para o fantasminha que insistia que bebesse. Rylina tinha tentado escapar da gentileza, de tão cheia que estava, mas Beau acabou fazendo-a parar para responder. “Eu li Drácula durante as férias certa vez e apesar de certa problemática foi legal. Não foi a origem dos meus desejos de ser mordida nem nada, mas fez ver que vampiros não eram tão românticos assim. E-” Tomou um gole e quase colocou tudo para fora. Os lábios tão fechados que poderiam ser uma única linha. A Tully agradeceu com um meneio de cabeça e devolveu para o fantasma. Espera... “Eu acho que... Eu acho que fiz isso mesmo, Beau.” Nem tinha como fazer mais nada além de... De aceitar que estava um pouquinho enfiada na lama. “Não tem como eu ser a escolhida no meio de tantas princesas, certo? Olha elas- E as monstruosas- Não é como- Não tem como Merlin, o Feiticeiro e Soluço permitirem isso, certo?”
this is a closed starter for @toothielegacy in dracula’s castle
⠀ ⠀ ៹ 🌺. ⠀ Assustar pessoas estava longe de ser o forte de Coraline porém entendia que tradições e rituais deveriam ser seguidos, caso fizessem sentido, até porque estava na casa dos outros e deveria assim seguir as regras do local como sua família sempre a ensinou. sendo assim, a menina participou de todos os outros rituais faltando apenas a valsa — que não dependia de si, considerando que ainda faltava um tempo para o horário da mesma — e assustar um humano, a que ela considerava mais difícil. apesar de passar pelos portais ser fácil, não podia dizer o mesmo sobre como seriam as coisas lá considerando que tudo que sabia sobre o mundo era o que aprendia por meio de filmes e séries do mundo nom-maj que, neste caso, não era uma fonte totalmente confiável; sendo assim quando os olhos encontraram com rylina, que havia vindo daquele mundo, não hesitou a seguir na direção da mesma. mesmo que não pudesse dizer, ou ao menos acreditava que não, que eram amigas era certo que estavam caminhando para aquilo e o começo havia sido forte considerando que em pouco tempo a tully estava na pequena lista de pessoas que conheciam o seu segredo, apesar de não ser proposital, mas esperava mesmo assim que a outra aceitasse seu convite. “ eu preciso comentar que amei a sua fantasia .. miss piggy, né? ” se perguntassem como a la bouff conhecia a fantasia nem ela seria capaz de explicar, por alguma razão se lembrava de ter visto alguns episódios do desenho e a miss piggy sempre chamou sua atenção ( talvez pelas roupas rosas, talvez ) mas a questão era que reconhecia perfeitamente aquela fantasia. “ então, como estão indo os rituais? cumpriu todos ou assim como eu ainda falta uma? ”
Rylina suava por baixo da prótese de nariz de porco, as gotinhas formadas de nervosismo fazendo a coisa toda coçar. Ajudava a deixar mais porquinha? Sim. Valia à pena? Era questionável. E nem a aura tenebrosa do Castelo do Drácula, com suas correntes de ar frio e acabamento duvidoso, pareciam diminuir a combustão por baixo das roupinhas rosadas e peludas. “Eu aprendi com uma certa pessoinha a costurar e fiz tudo do zero!” Ela abriu bem os braços e fez uma pose quase sensual, dando um pequeno giro para ver tudo. A fantasia era simples, mas os detalhes se destacavam como branco no preto. “Desculpa as trezentas mensagens com dúvidas nesses últimos dias. Os pedidos no meio da conversa e as demonstrações não previstas de reprodução de pontos. Eu queria fazer surpresa!” Nunca que roubaria o trabalho secreto da amiga, tampouco usaria daqueles momentos para se aproveitar do talento. Rylina só... Só queria mostrar que podia ser mais confiável de que podia fazer mais por ela... Que só bastava pedir. O que fazia lembrar de realmente apreciar a fantasia dela. “E você parece a própria Christina Aguilera em Burlesque. Tem algum número preparado? Eu sei todas as músicas decoras - e as coreografias também - posso ser sua back! Sério... Ai... Você parece tão... Como é a expressão? Um pitéu.” E a aprendiz de Toothiana faria dos céus um inferno para conseguir exatamente o que a outra queria. “Vejamos...” Suspirou, cansada, e ergueu quatro dedos da mão direita. “Quebrei a maldição da bruxa com Malika.” E o indicador da esquerda baixava um dedo para cada maldição. “Bebi sem querer a taça das noivas. Como que eu podia adivinhar? Os fantasmas estavam tão bonitinhos, não tinha como negar.” Mais um dedos. “Não sei quem saiu mais traumatizado do meu susto, eu ou a pobre criança.” Um sobrevivente permanecia. “E... A valsa... Queria a Fada Madrinha aqui de novo, só pra organizar os pares como foi da última vez. Seria tão mais fácil. Eu não quero morrer louca, Cora. E você? Como vão suas maldições?”
‘Quem diria que eles teriam tantos corredores exóticos assim.’ comentou enquanto apreciava o pássaro que pousara em seu ombro, a sala em que entraram dispunha de imensas gaiolas com uma variedade imensa de pássaros e criaturas aladas, era bem impressionante. ‘Fez uma ótima escolha Ry, como sempre.’ sorriu ao olhar para a ruiva ao seu lado, ela sempre era uma boa companhia. Pandora podia ser considerada o que fosse, mas nunca podiam dizer que ela não tratava bem seus fãs e admiradores, sabia o quão era importante tê-los ao seu lado, e mais do que isso, tinham alguns dos quais ela realmente gostava, de verdade, e Rylina era definitivamente sua favorita. ‘Olha, parece que ele gostou de mim.’
As mãos ainda tremiam na presença de Pandora e não era brincadeira, porque mesmo sabendo que... Meu Deus, Rylina podia chamá-la de amiga! Rylina, vencedora de Reality, ainda com estômago todo embrulhado perto de outra celebridade (e que celebridade!). “Eu ouvi dizer que eram enormes e variados, aí eu pensei no que mais parecia fora da caixinha. Acabou que eu não pensei, mas lembrei de uma atração uma vez que vi na televisão. Um santuário de pássaros!” Os braços estendidos juntando cada vez mais peso dos inúmeros passarinhos que pousavam, a parte peluda da roupa servindo de ninho improvisado para alguns. E, bem, ajudava muito que a voz fininha e baixa da aprendiz de Toothiana não os perturbava. “E eu queria saber se era uma princesa. Porque, sabe, as princesas sempre têm ligação com animais. Os animais gostam muito delas.” Rylina fez um biquinho e concordou, logo parando quando um pardalzinho pousou na ponta do nariz de porco. “Esse é um dos que falam? Será que ele sabe falar Pandora? Pede pra ele falar, Pan!”
“Então você basicamente invade a casa de pessoas non-maj, pega os dentes delas, deixa uns trocados e ninguém acha isso nem um pouco suspeito?" Aquiles demonstrou certa indignação enquanto mexia em sua xícara de café. “Aliás, não lembro se tinha mencionado isso antes mas eu tava torcendo por você no reality”
Rylina ergueu um dedo. “Primeiramente, não. Segundamente, calma. Temos consentimento e rituais envolvidos, ok? Eu não vou entrar num casa de luta ilegal e recolher os dentes perdidos nas brigas. Sem contar que seria muito ugh.” Fez uma caretinha de nojo, os corpo tremelicando naquele arrepio inconsciente. “Só podem ser de crianças e precisam estar debaixo do travesseiro. Talvez achassem estranho antes, mas não mais. Ou não seria a história mais contada pelos pais! Toothiana é uma fada, afinal, ela precisa que acreditem para sobreviver. E se você contar o número de fadinhas que ela tem... É muita coisa.” Coçou a lateral do rosto, o sorrisinho de quem pede desculpas. “Eita, sério? De verdade? Oh, obrigada. Obrigada de verdade. Foi a coisa mais divertida e assustadora da minha vida. E em nada comparado com- o seu caso... Desculpe. Não queria-” Mordeu o lábio inferior, com vergonha. “Pode trocar a torcida depois dessa, sem hard feelings.”