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Pra dar sequência a terça de carnaval! #carnaval2016
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Evacuación da Venus de Milo durante a Segunda Guerra Mundial
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Let's get it started!
existem momentos em que eu nem lembro de sua existência, existem momentos em que você aparece em minha cabeça como um flash, rápido, sutil. existem momentos em que eu me seguro pra não te dizer o quanto eu sinto sua falta.
você talvez tenha sido a pior coisa que aconteceu em minha vida. ou você tenha sido apenas mais uma peça insignificante, ao se ver misturada em meio a todas as outras.
o que eu não posso negar é que você já fez parte do que eu chamo de vida. viver não é só respirar e ter um coração batendo. viver é ter emoções, ter esperanças, é ter sentimentos. e tudo isso eu tive por você.
queria poder dizer que você foi um nada, mas "nada" é muito.
queria assumir que você não foi importante pra mim, mas você foi.
e a vida prossegue, como uma trilha de dominós, que basta empurra o primeiro e você perde controle sobre todo o percurso.
não te amo mais, mas te amei e amei muito. amei ao ponto de achar que seu nome seria Felicidade. Mas seu nome foi Vazio e isso não está doendo em mim, está doendo no que você desenhou para mim. desenho que hoje é uma fraude.
triste. para você. para mim? um aprendizado.
Sobre violência, paz e manifestação
Não quero apontar culpados e vítimas, nem quero defender fulano ou sicrano, o que eu quero é entender como ainda existem pessoas que acreditam na impossibilidade de protestos sem violência.
Está começando em Salvador uma movimento exigindo o Passe Livre e, como tudo que tem acontecido nos últimos tempos, o início tem se dado em redes sociais. Foi criado um evento no Facebook para se organizar uma REUNIÃO para se pensar como e o que deverá ser feito para se conseguir isso. Concordo e gostaria de estar presente, porém tenho outros compromisso inadiáveis.
Entre tantas postagens relevantes, éis que me deparo com uma que afirma "vocês ainda não entenderam que não existe protesto pacifico". Quanta ignorância. Eu participei de protestos pacíficos contra o aumento da tarifa do transporte público de Salvador no ano de 2005. Tínhamos faixas, cartazes, panfletos, "gritos de guerra", paramos o trânsito e não conseguimos o que queríamos. Não destruímos uma lixeira, não arrancamos uma pedra portuguesa das calçadas, não entramos em embate direto com a polícia, que se fazia presente durante toda a passeata. A mídia estava lá e não me deixa mentir.
Do outro lado, estavam pessoas que presenciaram protestos nem um pouco pacíficos. Estudantes apanharam da polícia, foram preso, alguns atropelados, o patrimônio público foi depredado e o caos foi total. Nada se conseguiu.
Porém, até certo ponto nos tivemos apoio de grande parte da população de Salvador, até o ponto em que não houve o caos, em que a violência não se fez presente. Não cabe a mim apontar quem começou o que, mas deixar meu testemunho de que existe SIM protesto sem violência, existe SIM a capacidade de se conseguir expor uma opinião e defender um ponto de vista que não caia na baderna, na falta de respeito, na anarquia.
Se os policias estavam errados? Eu não sei. Se os manifestantes estavam errados? Eu não sei. Mas eu tive a chance de presenciar que existiam pessoas com más intenções de ambos os lados, pessoas que queriam apenas criar um tumulto, sem ao menos saber o motivo.
A PM de São paulo foi irresponsável, imatura, animalesca, criminosa. A forma que os manifestantes, e pessoas que não tinham nenhuma participação no ato, foram recebidos deixou claro que existe um problema e uma forma de interpretação completamente equivocada do que está sendo discutido e feito. Não se pode mais manifestar, a polícia não deixa.
Porém, utilizar desse exemplo lamentável não dá direito a nenhum cidadão de defender a uso da violência para se atingir meios. A partir desse momento, o movimento perde o foco, a atenção se volta para outro problema e voltamos para a estaca zero.
Afirmar que muitos protestos só conseguiram atingir seus objetivos por que houve o uso da violência, nos coloca no mesmo patamar que animais. Os fins não justificam os meios. Defender a violência não é a forma correta de se agir. Acredito mais em diálogo. Temos exemplos de movimentos PACÍFICOS que conseguiram uma resposta positiva do que queria (o caso do royaltes no Rio de Janeiro, por exemplo), mas parece que se nivelar por baixo é muito mais fácil, do que se procurar exemplos positivos. Lamentável.
Meu conto do Dia dos Namorados
Aqui vai meu Conto do Dia dos Namorados.
A uns anos atrás eu tive um namorado, o Liku. Enquanto nós estávamos em um processo de semi-namoro, que sempre marcou nossa relação, nós nos encontramos no Conexão Vivo, cada qual com seus amigos. Estava rolando show da Mariene de Castro até que um de nossos amigos em comum falou:
Marco: Liku, olha quem tá alí na frente.
Liku: Quem, menino?
Marco: Márcio!
Eu: Oushi, vocês se conhecem? Ele é meu ex-namorado.
Liku: Que miséria...
E rimos. Fomos pra casa e começamos a conversar no MSN.
Liku: Quando vocês namoraram?
Eu: Menino...em 2008, eu acho. Eu lembro que ele trocou de carro na época que a gente tinha acabado e tava ficando de novo. Eu sei, eu não tenho vergonha na cara.
Liku: Rapaz, como é isso?
Eu: A gente namorou, aí ele me bateu com um guarda-chuva, terminamos, mas eu queria foder ainda com ele, aí voltei a pegar e depois acabei. Por que?
Liku: E ele tava com que carro nessa época?
Eu: Ele tinha um e trocou por um Gol branco. Por que?
Liku: Rapaz...
Eu: Que foi?
Liku: Na época que eu namorava com ele, ele ficava com você. Quando a gente tava namorando que ele trocou de carro. Basicamente: meu atual namorado ficou com meu ex-namorado, sendo, no caso, "o outro".
Eu: Pera...eu fui o "outro"? Tipo...meu ex-namorado te deu corno comigo, que venho a ser seu atual namorado. É isso?
Liku: É.
A piranhagem, meus amigos, não tem limites. O tamanho minúsculo de Salvador muito menos. Feliz dia dos Namorados.
Bu!
Amigos deixando o Domingo mais lindo ainda! <3
Egoshot do domingo