he fished out all the islands with a magic hook. there would've been more but somebody looked. he pulled morning sky, the sun he entwined. to slow down his flight, so kapa could dry.
mischievous, marvelous, magical maui. hero of this land.
the one, the only, the ultimate HAWAIIAN SUPAMAN.
A MAGNITUDE DELE PODE CONSTRANGER! O nosso novo habitante costumava se chamar MAUI, do conto MOANA, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no REINO DE ATLANTICA, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de ALEC ANTHONY BELMONTE que é DONO DO PESQUE-E-PAGUE TANGAROA.
HEADCANONS
As memórias de Alec nem sempre estiveram em Storybrooke. De acordo com sua atual existência, Alec Belmonte nasceu e cresceu em uma grande família, sendo filho único de seus pais. E apesar de ocasionais atritos, sempre foi muito próximo de todos, quase sem exceção. Sua natureza altruísta o aproximava dos com paciência para ver através de seu aparente egocentrismo.
Antes de abrir sua loja em Storybrooke, Alec passou muitos anos em alto mar, sendo conhecido como um dos maiores pescadores da região. Seus atos no oceano eram famosos. Mas com o tempo, se cansou. Não necessariamente da vida agitada, nem mesmo do que fazia em si. Alec sempre sentiu o peso cultural de seus antepassados, e sempre se sentiu honrado disso. Mas, talvez por seus princípios aos poucos terem mudado, ou se sentisse satisfeito em ver outras pessoas aproveitarem aquela “arte”, Alec abriu o Tangaroa.
Alec não é necessariamente egocêntrico, mas vai com certeza aproveitar toda e qualquer oportunidade de falar sobre seus feitos passados, relacionados a pesca ou não. Sempre se sentiu feliz em ser elogiado, e raramente pede algo de volta quando faz favor aos outros.
Ao redor de seu pescoço, Alec carrega um simples colar com uma pedra Pounamu da qual ganhou de presente de seus pais antes de se mudar para Storybrooke, logo antes de começar sua segunda faculdade de graduação. Fora Engenharia de Pesca, é formado em Biologia Marinha.
TRIVIA
MBTI: ESTP
Ennegram: Tipo 8
Apelidos: Lec
Pronomes: ele/dele
Sexualidade: Bissexual, birromântico.
Altura: 2,05 metros.
Tatuagens: Tem uma grande no peito, que segue para o braço. Uma Tā moko feita de forma tradicional. Em sua formação, são feitas várias menções a Maui e seu anzol, mas Alec sempre achou que isso fosse relacionada a sua antiga posição na família e seu antigo ofício. De forma cultural, Maui sempre esteve presente na vida de Alec.
Está acordado? Não.
Aniversário: 10 de julho, Idade: 48 anos, Signo: Câncer.
☀ Desde que alec se entende por gente, ele esteve ao mar. Antes de aprender a dar seus primeiros passos, já podia sentir a água sendo o único apoio que precisava. Mesmo depois de se mudar para longe, mesmo depois de colocar os pés em storybrooke. Alec não esperava se encontrar com ninguém ali, ainda nem tinha amanhecido direito, o céu, uma mistura de cores que desde muito cedo se acostumou a presenciar. Nem o estranho vazio nas ruas, nem o frio afastaram seus pés da água de volta para o conforto de seu apartamento. Era como um ritual, uma mania que manteve por mais tempo do que consegue se lembrar. E, sem mover seus pés, que afundavam cada vez mais na areia molhada, olhou na direção da parte seca. como pensava, não deveria ter mais ninguém na rua naquele horário, mas lá estava muse. “Fala, camarada. Caiu da cama?” Alec disse, mostrando um sinal de joia.
ou um emoji aleatório aqui pra um starter fechado aleatório porque meu chat foi dessa pra melhor
Além da paixão por moda – e por si mesma – Callidora amava carros com todas as suas forças, achava-os fascinantes, principalmente porque o pai humano lhe ensinara a ajeitar alguns quando estava de folga do hospital, mas naquela época qual não seria o escândalo em uma mulher colocar suas mãos tão delicadas em algo tão sujo e bruto como um carro? Não, em 1920 aquilo era um trabalho apenas para homens e por isso, ela precisava admirar os modelos de longe… claro, quando se tornou uma vampira isso não mudou nem um pouco e conseguiu aproveitar o avanço no pensamento das pessoas para poder começar a turbinar e customizar os próprios carros – tendo agora uma pequena coleção que prezava com todas as forças.
Agora, na frente de casa, a mulher ocupava-se em colocar o novo motor que comprara para o seu tão estimado Mustang vermelho quando escutou uma voz atrás de si, soltando um suspiro irritado – não era para menos, tinha escutado piadinhas e perguntas idiotas vindas de homens o dia todo, como se apenas eles fossem capazes de entender algo sobre veículos ou como se ela tivesse pedido opinião ou ajuda deles para alguma coisa – Olha – começou a falar, endireitando o corpo enquanto afastava os cabelos brilhantes e sedosos do rosto, ajeitando a franja cuidadosamente e pousando os olhos dourados no rosto de MUSE – Se veio me dar dicas ou oferecer uma ajuda que eu não pedi, eu vou fazer questão de passar por cima de você com ele.
☀ alec estava frustrado? sim, claro que estava. irritado? talvez um pouco. tinha parado ali por acaso e acabou presenciando pessoas passarem, algumas até parando para soltar algum comentário que, de onde estava antes, não tinha como entender nada. de qualquer forma, se aproximou para tirar um dúvida, uma dúvida disfarçada de opinião. em sua cabeça, aquilo seria diferente dos outros, mas para qualquer outra pessoa seria a mesma coisa; como saber que ele não sabia o que estava falando se iria soltar um comentário completamente aleatório de motor e esperar ser corrigido? a verdade era que não sabia nada de carro, nem de moro, só de barco, lanchas, qualquer coisa que interagisse com água, e estava com medo de passarem a perna de novo quando fosse no mecânico. esse seria o seu plano, mas o trabalho de pensar na frase, em tentar fazer que aquilo não soasse ofensivo o frustrou mais ainda. com um suspiro irritado, começou a dar a volta para ir embora, até ouvir algo que parecia ser para si. “oi? falou comigo? ah... não. eu não...” não falaria que não entende de carro. “eu... eu esqueci”
☀ alec nunca achou que se irritaria ao simples aparição de uma pessoa, principalmente com tantos anos lidando com pessoas como parte de seu emprego. mas assim que viu rudy se aproximando tão próximo do horário de fechar a loja, sabia que bom sinal não era. já temia pela sanidade dos peixes recém chegados, sem nem ter certeza se peixes tinham preocupação com saúde mental ou não. e o pior era que em outros assuntos, até que se davam bem. com a placa de fechado em mãos, alec foi em sua direção, já com a intenção de lhe entregar a mesma. “faz um favor? coloca isso aqui ali fora, e aproveita e mete o pé?” com o sorriso descarado e as sobrancelhas levemente arqueadas não dava para saber se eram mais de uma de suas brincadeiras, ou se realmente estava o expulsando.
apoiada sobre o balcão, girava a taça de vidro, assistindo as pequenas ondas vermelhas que eram criadas dentro do cristal. não fazia questão de camuflar a tristeza, as bochechas mais rosadas não indicavam apenas que havia bebido demais, mas sim que havia chorado após passar tempo suficiente sentada naquele bar para entender que havia levado um bolo. nunca mais se atreveria a marcar um encontro com um cara no tinder novamente, foi o que pensou. por mais que ela soubesse que mentia para si mesma ao chegar aquela conclusão. “dá pra acreditar que levei um bolo?” comentou com muse, ao notar uma segunda presença no ambiente. rapidamente limpou os olhos com cuidado para não borrar a maquiagem, considerando agora uma imensa sorte ter usado rímel à prova d’água. “isso é tão humilhante. quer dizer, ‘tô horas aqui esperando um cara. será que uma mulher teria feito isso comigo? que vergonha. olha, vai por mim, se você não tem um perfil no tinder, não faça! só tem idiotas lá e, pelo visto, você nunca vai achar o seu amor verdadeiro.”
☀ não é como se alec iria admitir em algum momento de sua vida, mas sim, já passara por uma situação parecida, e sim, tinha uma conta no tinder. depois de passar por diversas situações que nunca admitiria em voz alta, simplesmente tomou um gole da bebida em mãos, suspirou profundamente e disse “é foda.” depois de um longo dia de trabalho, não se importava muito em conversar antes de ir para casa, mas não um assunto tão.. deprimente. “sei lá. vai que deu uma diarreia por causa de um cheesecake que com certeza parecia com mas estava há um mês fora da geladeira. nunca se sabe.” e apesar de ter várias coisas que não falaria em voz alta, indiretas eram uma boa forma de afastar o “eu” de situações passadas que nunca diria em voz alta. alec ainda olhava para frente quando empurrou um pote de guardanapos na direção da outra, vai que pensassem que estava chorando por sua culpa. “qualquer um pode dar errado, mas admito que homem tem mais chance.”
mischievous, marvelous, magical maui. hero of this land.
the one, the only, the ultimate HAWAIIAN SUPAMAN.
A MAGNITUDE DELE PODE CONSTRANGER! O nosso novo habitante costumava se chamar MAUI, do conto MOANA, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no REINO DE ATLANTICA, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de ALEC ANTHONY BELMONTE que é DONO DO PESQUE-E-PAGUE TANGAROA.
HEADCANONS
As memórias de Alec nem sempre estiveram em Storybrooke. De acordo com sua atual existência, Alec Belmonte nasceu e cresceu em uma grande família, sendo filho único de seus pais. E apesar de ocasionais atritos, sempre foi muito próximo de todos, quase sem exceção. Sua natureza altruísta o aproximava dos com paciência para ver através de seu aparente egocentrismo.
Antes de abrir sua loja em Storybrooke, Alec passou muitos anos em alto mar, sendo conhecido como um dos maiores pescadores da região. Seus atos no oceano eram famosos. Mas com o tempo, se cansou. Não necessariamente da vida agitada, nem mesmo do que fazia em si. Alec sempre sentiu o peso cultural de seus antepassados, e sempre se sentiu honrado disso. Mas, talvez por seus princípios aos poucos terem mudado, ou se sentisse satisfeito em ver outras pessoas aproveitarem aquela “arte”, Alec abriu o Tangaroa.
Alec não é necessariamente egocêntrico, mas vai com certeza aproveitar toda e qualquer oportunidade de falar sobre seus feitos passados, relacionados a pesca ou não. Sempre se sentiu feliz em ser elogiado, e raramente pede algo de volta quando faz favor aos outros.
Ao redor de seu pescoço, Alec carrega um simples colar com uma pedra Pounamu da qual ganhou de presente de seus pais antes de se mudar para Storybrooke, logo antes de começar sua segunda faculdade de graduação. Fora Engenharia de Pesca, é formado em Biologia Marinha.
TRIVIA
MBTI: ESTP
Ennegram: Tipo 8
Apelidos: Lec
Pronomes: ele/dele
Sexualidade: Bissexual, birromântico.
Altura: 2,05 metros.
Tatuagens: Tem uma grande no peito, que segue para o braço. Uma Tā moko feita de forma tradicional. Em sua formação, são feitas várias menções a Maui e seu anzol, mas Alec sempre achou que isso fosse relacionada a sua antiga posição na família e seu antigo ofício. De forma cultural, Maui sempre esteve presente na vida de Alec.
“I wasn’t sure about the existence of a higher power, but I believed in floating, in clear blue above me and clear blue beneath me. I believed in the silence I could find only when I was lying, weightless, in salt water. In salt water, there is nothing looming over me but sky, nothing that might collapse.”