A 🧷 HISTÓRIA da SOMBRA do Peter Pan está aí. Em Storybrooke, ela passou a se chamar NICOLAS HUMMER ― NICO, de preferência ― e está presa em um corpo de um garoto de 19 anos (o que odiou), embora mais aja como um grande moleque. Ah! A Maldição esqueceu de dar voz à Sombra, portanto, Nico é mudo. Por enquanto.
Alguns dilemas e problemas pedem um desenvolvimento pessoal, sob seu ponto de vista, por isso, se interessar, é preciso seguir para os capítulos, que são separados em: 🧷 DETALHES SOBRE ELE & 🧷 DETALHES DE UM ASSASSINO. Outros tipos de desenvolvimento estão nas threads, que podem ser encontrada acrescentando na url: tagged/c:-user. De vez em quando, rola um jeito mais prático e engraçado de conhecê-lo melhor, aí é só seguir para as 🧷 ASK’s RESPONDIDAS, 🧷 TASK’s, o 🧷 PINTEREST ou as inspirações que podem estar divididas em: 🧷 NICO HUMMER e 🧷 SOMBRA.
NOTAS:
Não tenho nenhum interesse em desenvolver NSFW com esse personagem. Nada sexualizado, por favor. Nada.
Nicolas pode (provavelmente terá) conteúdos que podem ser gatilhos de violência (sangue, tortura, assassinato, etc). Todos são devidamente avisados e sinalizados. Se quiser entender melhor de onde isso vem, leia a HISTÓRIA ou pode chegar em minha IM/chat ou ask.
Apoio e adoro jogos com teor cômico, quase como episódio de desenho animado mesmo ou contos de fadas.
Pessoas para ser Meninos Perdidos (que não precisam ser os personagens do conto) do Sombra/Nicolas? Sempre bem vindo, porque ele quer ser o Peter e claro que ter seguidores (assim ele vê) é básico! Mas não tema: aqui vamos de queimar propriedades, matar pessoas, enganar mães e ludibriar muitos crentes, mas sempre - sempre - é preciso momento para comer muita sobremesa, pedir muita pizza e jogar videogame ou ver filmes e usar cartão black quando o Nicolas lembrar que pode passar ao invés de simplesmente pegar. E se brincar, no meio de um assassinato, a gente pode largar pois saiu boneco novo de algum jogo ou episódio novo de algum desenho.
Se precisar de influência negativa para seu personagem, podemos trabalhar - digo, se precisar alimentar o lado dark dele, podemos plotar! É possível entender melhor também lendo a HISTÓRIA, mas qualquer coisa chega na IM/chat.
Nicolas não morre (vocês que o GUENTEM) - não por mais que alguns segundos. Está ligado à Peter Pan, e enquanto um tiver vivo, o outro também não morrerá. Nicolas é imortal, mas perderá isso (na verdade, até mesmo sumirá, pois irá se unir; virarão um só) se Peter Pan perder toda a bondade dentro de si.
Era para adivinhar o que deram para Ethan ou o que Ethan comprou para si? Pois Nicolas esperava mesmo que o moreno tivesse prestes a entrega-lo seu presente de Natal. A cara fechou, apesar de também ter nos olhos certa curiosidade, e ele usou a telinha do celular para lançar a proposta, embora ingênua, vantajosa só para ele:
📱 : “ Mas se eu acertar, eu fico com ele e todos os outros que você ganhou! Se eu errar, eu fico contente só com esse. 😁 😁 ”
“One more word about this sweater and I’ll burn every gift with your name on it.” ( jake )
Que culpa tem ele se aquele é o suéter mais feio que já viu? E olha que o próprio Nicolas vestia um com os típicos bordados natalinos — a diferença estava somente no tom mais fechado das cores... e em todo o resto, na verdade. Por fins humorísticos, Nicolas aproveitou o guardanapo sobre a mesa e tirou a canetinha qual sempre andava. Escreveu só para mostrar junto de uma carinha feliz: "Mas eu não disse nada!"
O resto foi ele fingindo tocar uma bateria na sequência de um BA DUM TSS!. O chocolate quente com marshmallow e os waffles chegaram bem na hora.
Orson tinha a mesma atitude com o Papai Noel quanto tinha à maioria das coisas sobrenaturais: ele não acreditava em bruxas, mas sabia que elas existiam. Assim, quando a teoria sobre Pierre começou a fazer sentido a medida que Nicolas falava mais e mais, ele não pode segurar a própria indignação.
Não é que acreditasse que o prefeito fosse realmente o bom velhinho. Mas por bem ou por mal, queria garantir que, se fosse verdade, ninguém ficasse de fora desse novo conhecimento. E quem eram os primeiros a serem privados de conhecimento? Os maiores afetados. As crianças.
Fora assim que Orson se encontrara com um grande grupo de crianças na sala de artes da biblioteca municipal, organizando… Bem, um mini-protesto. Ou, ao menos, o que seria um protesto muito baixo no dia seguinte, em frente à prefeitura (ou seria oficina de brinquedos?!) .
Ele se ajeitou melhor sobre a cadeira de plástico e apontou para o quadro negro em que ele tinha desenhado algumas coisas.
— Lembrem-se, crianças. Policiais não querem o nosso bem. Se eles vierem para cima de nós, mirem nos joelhos com as placas. — Orson explicou, como tinha visto uma ou outra vez nos poucos protestos que tinha visto na pequena cidade de Storybrooke. – O que os porcos dizem?
– Você tem o direito de permanecer calado! – Ofereceu Samuel e Orson assentiu, mostrando o dedo polegar para o menino, que bateu palmas para si mesmo.
— Exatamente! Quanto às medidas de segurança, eu vi que ninguém trouxe vinagre, então eu comprei o vinagre e os panos. A gente vai amarrar em volta do rosto. Quem estiver sem lenço não vai, entenderam?
Orson apontou para um menino que tinha erguido a mão.
— E se eu precisar fazer xixi?
— Tem que ir antes, Jeremy. Não vai ter xixi no protesto. Todo mundo tem que fazer agora se vocês quiserem. — Ele apontou para o quadro de novo. — Eu ia conseguir uns coquetels molotov. Eu tenho gasolina e óleo de motor. Mas acontece que eu não tenho idade suficiente para comprar álcool e é normalmente nessas garrafas que é mais seguro fazer. De forma que a gente vai ter que se virar. Eu comprei um monte de Legos no GoodWill, então a gente vai jogar no chão na frente da prefeitura. E quem sair vai pisar e morrer de dor. Alguma pergunta? — As crianças que prestavam atenção balançaram a cabeça. Jeremy pediu ao bibliotecário para ir ao banheiro. Orson se levantou, satisfeito, e começou a andar para ver o trabalho das crianças nos pôsteres feitos com giz de cera. — Todo mundo tem que estar com o seu colega. Se vocês se perderem do seu colega, avisem alguém. Eles podem ser sido presos. Nosso time legal vai lidar com isso, não é, Timmy?
Timmy aspirou um pouco da sua bombinha de asma e mostrou o dedo positivo antes de acertar os óculos grandes no rosto pequeno.
– Lembrem-se de como eu ensinei vocês a amarrar o cadarço na hora de romper os lacres de plástico se vocês forem pegos. Corram para várias direções, eles não podem pegar todo mundo. – Orson olhou para a própria lista no bolso para ver se não estava esquecendo nada e assentiu consigo mesmo, satisfeito. – Qual é o nosso grito?!
— Mentiram para nós! — As crianças responderam. A pequena Susie ergueu seu pôster com um desenho que poderia ser tanto um cavalo quanto um anjo abstrato.
— Qual o nosso grito?!
— Presentes para todos! — Troy ergueu o próprio cartaz que dizia Piérrri kero pleisteishon.
— Qual nosso grito?!
— Ho ho ho! — Gritaram as crianças em uníssono, algumas empolgadas ao ponto de ficarem vermelhas.
Orson assentiu para si mesmo e colocou as mãos na cintura, olhando seu pequeno exército.
“Oh my god is that a mistletoe..?” @etaprontosorvetinho
se tivesse voz, teria rasgado de sua garganta um gritinho tão vergonhoso que talvez fosse preciso pegar umas férias na china para superar. o desespero não estava literalmente escrito em sua testa, mas veio com os olhos que dobraram de tamanho quando ouviu jay — mesmo antes de realmente seguir o olhar do moreno e encontrar o visco.
quem tinha inventado aquele tradição dentro da tradição natalina? quem tinha inventado aquela maldita regra de beijar quando sob um visco? o natal não era mesmo tão perfeito assim.
nicolas meteu a mãozona no rosto de jay. não foi um tapa ou coisa assim, foi realmente ele espalmando a carinha de ruyjae para cobrir o máximo que podia enquanto, com a outra, alcançava o visco e arrancava a coisa. jogou-o para a própria sombra, que engoliu a coisa. (até o fim do natal provavelmente encheria o plano abstrato de viscos). nicolas deixou ir do rostinho de jay, dando as costas para continuar o caminho — e esconder a própria cara da cor de tomate.
TODO ANO ISSO, MANO! (x) ― com lenore ; @vampiraemogostosax
O Natal estava se saindo como um conceito bom demais para ser verdade. Nicolas deveria ter suspeitado antes ― ao que os dias passavam, já tinha descoberto defeitos demais: uva passas, filas enormes nas lojas, jingles repetitivos de elevador, bonecos de neves feios demais (Olaf se safou). Agora, pilhas difíceis de encontrar, porque todo mundo parecia precisar de pilhas no Natal.
Já havia pulado de uma loja para outra e sua impaciência só crescia. Havia se tornado caso de vida ou morte ter as seis pilhas em suas mãos para ontem. Em pleno Século da Magia, e Nicolas não conseguia acreditar que o controle do helicóptero-camuflado-espião não funcionava com bateria recarregável. Malditas coisas velhas, com histórias maneiras demais que agregam valor e faz ser difícil jogar fora.
Nicolas tem pouca esperança e muita raiva quando adentra a última loja daquele quarteirão. Portanto, quando enfim os olhos batem na caixinha com pilhas, eles tão cheio de sangue. Pode-se dizer que ele passa atropelando as pessoas, já esticando um braço enquanto o outro, ele mantinha pronto para meter o empurrão em qualquer um. Ah, o gostinho de enfim tocar a embalagem de papel grosso… Sendo estragado por outros dedos que segura ao mesmo tempo.
ABAIXO À A FELICIDADE NÃO SE COMPRA! (x) ― com angier ; @sweetfinnie
Alguém precisava ser corajoso o suficiente e falar verdades: mudança é bom – e poderiam começar, por exemplo, dando a oportunidades para outros filmes natalinos brilharem durante o Natal. Ou então, no lugar de um diálogo saudável e compreensível, poderia fazer todo mundo engolir um novo filme na sessão da tarde, na marra mesmo.
Na verdade, o segundo é exatamente a escolha de Nicolas. E no caminho para a emissora, dirigindo como se tivesse vivendo o próprio Velozes e Furiosos pois havia dispensado o motorista particular, Nicolas tenta repassar a ideia para Angier. Como de praxe, usa o Google Tradutor para isso.
― Vamos falar com o produtor. É Natal, não deve ser difícil encontrar ele ou ela e acabar com a tradição que vem de 1946. Simples assim. Sua cabeça bonitinha sem miolos entendeu? Alguma dúvida? ― é péssimo ouvir tudo isso sem poder usar as entonações certas.
Quando o Google acrescentaria a opção de escolher um tipo de emoção para a voz daquela mulher?
O BOICOTE NAS UVAS PASSAS (x) ― com sienna ; @bewaresienna
Uva passas sozinhas? Sim, Nicolas até poderia comer. Docinhas e fáceis de meter um monte em cada bochecha. Uva passas com ou em qualquer outra coisa? Não, e Nicolas acha que já deveriam ter criado uma lei de proibição.
Quando soube que usavam uva passas em comidas, ou mesmo que faziam pudim de uva passa, Nicolas foi levado para a primeira vez que teve que engolir peru com passas – e o pior de todos: o pudim – em um jantar com os avós. Foi naquele momento que declarou guerra – naturalmente, não poderia deixar seu inimigo vencer em seu primeiro Natal.
Aquele é o segundo supermercado. No primeiro, as uvas estavam em potinhos que fazia ser fácil violar: só rasgar o lacre e deixar os potes abertos. Nesse segundo, estavam em saquinhos. Nicolas não sabia muito bem como proceder de forma discreta – até porque, se dependesse só dele, mais queria que entendessem seu objetivo, concordassem e vigorosamente se unissem para criar um Conselho Natalino –, mas achou que poderia passar se jogasse os sacos em seu carrinho e, com uma daqueles tesouras esquisitas que sua avó usa para partir linhas (discreta toda, cabe em sua mão!), cortasse as pontas enquanto fingia procurar a validade.
E caminhava tudo muito bem, Mariah Carey tocando também fazia uma ótima distração, mas ainda estava para surgir um dia, naquele mundo, em que tudo sairia exatamente, milimetricamente, como planejado em sua cabeça.
Qualquer dia desse, acabaria matando a mãe que arranjou. Como pode um adulto ser tão sufocante? Adora ser mimado, sim, acha o certo, mas a mulher cruza a linha tênue de alguma coisa com outra coisa que ele não sabe explicar, pois depende do humor do dia – e por isso, às vezes, só mesmo fechando os olhos e a imaginando caindo no mar para acalmá-lo. Nico precisou do momento certo, questões de segundo, para conseguir fugir da obcecada.
Portanto, culpe seu instinto de sobrevivência por o ter feito derrubar aquele outro menino no chão. E também a neve típica da época de Natal.
Nicolas reconhece o rostinho, no entanto. E se antes já não ligava de ter se batido em alguém de forma digna de um passe de rugby, agora que faz menos ainda, porque Tiago é um vampiro, uma criatura de práticas duvidosas e fortinhas o suficiente. E porque, bem, Nicolas precisa ser um pouco cauteloso, considerando suas últimas ações duvidosas. E aí, ousado como ele só, Nico só o olha da cabeça aos pés e faz a careta que culpa Tiago pela falta de noção antes de tentar passar por cima dele para continuar a fuga.
"Se hoje você parar para conversar com qualquer criança da cidade, descobrirá que elas enfim acharam a identidade secreta do Papai Noel e que tudo faz sentido... Porque só há uma explicação para todas as coisas mágicas que foram trazidas, e ainda são, para Storybrooke.”
O plano filme de Nicolas não veio do nada. E para as primeiras cenas, @aloveworthmeltingfor e @sweetfinnie são citados foram cotados.
PRÓLOGO
Então quer dizer que algo incrível e maneiraço como o Natal existe e eles não comemoram na Terra do Nunca? A vida não poderia ter sido mais vazia... E é claro que estamos, para evitar gatilhos, ignorando o Dia do Aniversário, a Páscoa e o Dia das Crianças.
É claro que Nicolas, ou melhor, Sombra, poderia viver sem Natal – sempre viveu –, mas isso era ANTES de saber que inúmeros vagalumes de pisca-piscas poderiam estar por todos os lados, deixando o céu noturno de tirar o fôlego ou piscando vermelho, azul, verde e por aí vai; ANTES de saber que os pinheiros poderiam ganhar enfeites bonitinhos e brilhantes e estrelas poderiam deixar o céu e descansar lá no topo; ANTES de descobrir que as pessoas haviam criado algo cheiroso e gostoso como rabanada; BEM ANTES de saber que um bom velhinho lhe presenteia com o que é que você pedisse para ele, contando com ajuda de elfos mágicos e renas falantes de narizes vermelho. E Nicolas não descobriu tudo isso através de histórias natalinas. Não, não.
Quando Sombra acordou em Storybrooke, foi com memórias vívidas de 18 anos de tradição natalina; memórias de algo que não realmente viveu, mas parecia palpável o suficiente. Agora, no entanto, teria a chance de criar memórias verdadeiras – e de acertar as contas com o tal Papai Noel não-tão-bom-velhinho-assim.
Quer dizer, ou ele não teria deixado as crianças da Terra do Nunca de fora… né?
Se Papai Noel tem mesmo o poder que dizem ter, então ele deveria saber que existem crianças muito legais em todos os lugares! Ele deveria ter procurado; ele deveria ter encontrado eles e deixado os presentes. Inclusive, até mesmo dito sobre o Natal! É claro que Nicolas (e Sombra) não só agora sabem da existência do bom velhinho, como também acreditam na existência dele – ora, até o tenha visto pela cidade, numa loja de brinquedo irada, e embora não tivesse nenhuma pancinha, barba ou cabelo grisalho, sabia ser o Papai Noel, porque para fofocas as sombras continuam um ótimo lugar. Restava descobrir, porém, se o Papai Noel tem mesmo todo esse poder; se ele é mesmo legal ou só mais um adulto babaca e o porquê dele não ter batido na Terra do Nunca.
E se realmente existe uma Lista dos que ganham presentes, precisa garantir que o seu nome está nela.
Naturalmente, só uma coisa poderia ser feita: sequestrar o Papai Noel. E não faria sozinho.
PASSO UM: A DISTRAÇÃO
Nicolas precisaria do apoio de todas as crianças – crianças cheias de garra e esperança. Não que elas fossem saber que estariam ajudando-o em sua reparação histórica, mas ajuda indireta também é ajuda. Nicolas só precisava criar uma distração para, principalmente, afastar toda gurizada da loja de brinquedos irada por pelo menos um dia.
Foi por isso que os boatos começaram – e claro que ninguém melhor para ajudá-lo em um movimento infanto-juvenil que ORSON e todo seu coração puro. Nicolas nunca admitiria, mas aqueles olhinhos tem poderes. (Nunca sabia se o queria matar ou dividir sua fatia de torta). Escalado para Seu Próprio Menino Perdido, ANGIER havia sido sua voz e mais outra fonte dos boatos.
Se hoje você parar para conversar com qualquer criança da cidade, descobrirá que elas enfim acharam a identidade secreta do Papai Noel e que tudo faz sentido... Porque só há uma explicação para todas as coisas mágicas que foram trazidas, e ainda são, para Storybrooke: PIERRE, o próprio prefeito, é o Papai Noel.
É claro que as crianças têm o próprio plano delas também, que pode ou não ter surgido de uma vozinha das sombras.
🎄 ― 𝚖𝚎 𝚏𝚊𝚌̧𝚊 𝚎𝚜𝚌𝚘𝚕𝚑𝚎𝚛: Vai Ter Natal, Sim! (E se Reclamar, Vai Ser o Ano Todo) vs A Origem dos Guardiões
vem aí...
Um filme? Bom, na cabeça do Nicolas, sim, o maior blockbuster. Como um exemplar estudante de Cinema e Audiovisual, o moleque escalou os atores, embora eles nem saibam, e acha bom que todo mundo faça exatamente como no roteiro da sua cabeça ou alguém vai terminar chorando - e não vai ser ele. O Niko, ou melhor, o North e o Pierre? Talvez não gostem muito das suas cenas, mas não é como se eles também soubessem que estão no filme.
O primeiro passo? A Distração. O segundo? O Sequestro e A Lista. Veja bem: é seu primeiro Natal (um ABSURDO não ter ganhado presentes e comido rabada até agora, ele sabe!) e ninguém vai estragar isso.
plots de natal inspirado no episódio sete, da segunda temporada, de IRMÃO DE JOREL:
“arroz integral com passas, presunto de soja com passas e nosso belo frango natalino! que na verdade é feito todo de semente de girassol com passas.” @bewaresienna
O BOICOTE NAS UVAS PASSAS. eu pesquisei e não achei muito dizendo sobre nos estados ter essa coisa com passas em tudo, no entanto, achei um tal de pudim com passas natalino que me fez pensar: foda-se, passas é um problema natalino universal. 🎇 ― POR ISSO o Nicolas vai tentar boicotar todos os lugares que vender passas! …e SIENNA o paga no primeiro ato. vai se unir ou tentar impedir? ou quem sabe acabar numa guerra de passas.
“um grande presente de natal seria num ter especiais de natal na tv.” @sweetfinnie
ABAIXO À A FELICIDADE NÃO SE COMPRA! também nas pesquisas, vi que nos eua também tem especiais de natal: vários filmes, séries, etc, natalinos! e um específico, li, que sempre passa “todo ano religiosamente” é o filme A Felicidade Não Se Compra de 1946… Fala sério. 🎇 ― OLHA, Nicolas não quer acabar com o Natal, não quando ele tem uma outra missão seríssima-urgente-para-ontem envolvendo o Natal, mas Grinch maior e melhor. Nicolas e ANGIER vão tentar mudar isso aí; tentar, de alguma forma, cortar a transmissão do filme e substituir por Grinch! Vão atrás da emissora? Vão atrás de algum tipo de magia? Vão cortar a energia das casas menos do telão que vai estar passando Grinch???
“e Jorel, esse skate voador só voa quando usado por uma pessoa de bom coraçãaao. e oito pilhas grandes.” @vampiraemogostosax
TODO ANO ISSO, MANO! isso mesmo, aquele momento em que se precisa de pilhas das grandes, oito para ser mais exato, e primeiro que nem consegue encontrar na loja e quando encontra: só tem um pacote. a outra loja mais próxima está longe demais e aquela outra lá só tinha das palitos! 🎇 ― NINGUÉM SAI! Não sem antes achar um jeito de resolver quem fica com a pilha. Nicolas e LENORE vão resolver daquele jeito clássico: com desafios e/ou aposta natalinos.
Era óbvio que ele não entendia o silêncio, apesar de compreender que era um estranho passando o braço dele e fingindo ter alguma intimidade, mas quando os olhos caíram sobre ele, entendeu que se tratava de alguém que não poderia se expressar da mesma forma que ele. Droga, sabia pouquíssimas coisas de ASL, o básico do básico para receber pessoas e guia-las para quem iria cuidar melhor delas. Entendeu quando ele fez o sinal de silêncio e assentiu, esperando ouvir alguma coisa, mas talvez tenha sido impressão. Moveu os lábios lentamente e sem emitir som, já que o outro havia pedido silêncio. - Para onde vamos? - E então o som da serra, fazendo os seus olhos lacrimejarem e o ilustrador paralisar, mas conseguiu mover minimamente a cabeça e erguer os olhos até a sacada, assentindo de maneira tão mínima que imaginou que o outro não conseguiria ver. E viu a escada de incêndio, apontando para ela, já que todos os estabelecimentos estavam fechados e aquele lá também parecia estar. Fazendo o movimento com as mãos que significava - Saída de emergência -, sabe-se lá porque ele achou que ajudaria, já que foi uma das poucas coisas que aprendeu para seguir com o trabalho, que na época era de monitoria, e então tocou de leve nos ombros dele para que ele seguisse o caminho, para que pudesse fazer logo atrás.
📌
Leitura labial? Não é com ele. O mal de poder ouvir perfeitamente, certamente mais que qualquer outra pessoa comum, era que não tinha tido a necessidade de aprender a ler lábios se mexendo mudo se não fosse junto à linguagem de sinais. Então, não, Nicolas não tinha entendido muito bem o que o Nerd tinha dito. Ele entendeu, no entanto, o que poderia significar quando os olhos dele brilharam demais, como quando fazem antes de chorar.
Nicolas espera que ele não chore. Não sabe lidar com olhos vazando, nem mesmo os próprios.
O cara conseguiria sair do lugar? Nicolas tem os olhos desconfiados por trás da máscara de coelho assassino. Impaciente como ele só, e intempestivo também, Nico cobre a boca e nariz do rapaz e joga para o ar a discrição sobre seus poderes. Para que se preocupar com um negócio desse quando todos aqueles últimos dias estavam sendo sondados por magia? Inclusive o serial killer que se aproximava. Sem mais, uma vez que não é intenção fazer o Nerd achar que quer matá-lo, Nicolas o segura firme pela camisa e desaparece com ele no chão.
São poucos segundos para voltarem ao plano que Miller conhece, com Nicolas o puxando pela camisa para que saíssem pela parede coberta pela sombra do prédio ao lado. Estavam na sacada, e ter coberto o rosto dele foi para evitar qualquer som - bem como fazê-lo segurar o ar, pois aquele no Plano Abstrato não faz muito bem para pessoas comuns. Nicolas o solta e se agacha, tirando a máscara só para melhor enxergar.
Infeliz é o momento em que vê o assassino entrando no beco onde estão. Embora ele não olhe para cima, Nicolas pragueja a triste realidade ali: não sabe usar uma serra elétrica para partir o serial killer.
O contato assim que começou, ele terminou, rápido e sem aviso prévio, assim que os curiosos pararam de olhar para os dois. Lançou um olhar para o garoto que parecia mais ocupado em comer do que ser sociável, ou ele simplesmente não falasse mesmo, seria isso? Sten não era tão sutil em observar detalhes das pessoas, ele simplesmente não se importava, se aquele garoto deu algum sinal, ele não perceberia. E quando soltou aquela pergunta, a sua dúvida foi sanada com um gesto muito simples, o garoto simplesmente escreveu na parede com a seringa com doce, fazendo com que Sten soltasse um som de exclamação enquanto sua expressava denunciava a compreensão imediata do que aquilo significava. Ele ouvia, era um fato, ou não conseguiria se comunicar com ele.
E todos os gestos seguintes, inicialmente, deixou o Sten levemente irritado e bastante confuso, porque ele não gostava daquele tipo de contato sem um aviso prévio e piorava para tentar falar coisas que ele não entendia, demorou demais para perceber que ele queria mais doces e, principalmente, uma torta que estava no meio do cardápio totalmente elaborado que estava pronto para ser servido na festa. Maluco, essa era a palavra certa para descrever aquele garoto, deu de ombros e ignorou o pedido silencioso do garoto. “Levanta e pega um pedaço, se quer tanto”
Foi repentino quando o rapaz retornou e quando pensou em ir atrás para saber do que se tratava, mas foi arrastado para a parte de trás de um carrinho, já ia retrucar quando o seu peso foi totalmente depositado sobre o garoto, de repente, parecendo prendê-lo no chão, mas a surpresa maior não era essa… foi o beijo repentino e acidental que aquilo resultou, Sten ficou paralisado, com os lábios colados aos dele e os olhos arregalados focados no que tinha de acesso ao rosto dele, sentindo seus dentes latejando um pouco devido ao impacto, mas em nenhum momento pensou que era para se afastar, deixou apenas que o garoto solucionasse aquilo.
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Nicolas entende não ser compreendido quando se mete a falar em sinais, mas há gestos que são universais - e o de silêncio é um deles. Ou seja, o problema é certamente aquele menino. Será que é algum tipo diferente de burrice? Porque Nicolas não consegue processar justificativa para ele não ter se mantido em silêncio. Além de teimosia, claro. Só não se incomoda mais, porque se levantar e ir pegar um pedaço é mesmo seu plano. Infelizmente, voltando ao presente, o plano não saiu como queria.
É pior do que imaginou: sem bolo, com um cara de energia esquisita entrando na cozinha e um outro colado em sua boca. Por alguns segundos, o cérebro de Nicolas pifa. Assim, simplesmente: quebra. Só funcionam os olhos que arregalam e os dedos que soltam o outro como pinças que não são mais apertadas. Soltar o ar que nem sabia que havia segurado é o que o leva a afastar os lábios dos alheios, embora o rosto acabe tomando distância de forma vagarosa. Um segundo com um Nicolas vesgo é, provavelmente, o que o outro tem de visão. No outro, porém, tem um Nicolas com a mão sobre a boca e muita indignação no interior.
Tão absorto naquele trágico fim de seu primeiro beijo, que só ganhou tal valor (por norma, uma vez que não realmente sente o valor) por causa dos vários filmes que passou a ter acesso naquele mundo, só tem atenção roubada pela figura esquisita quando esta já está terminando a arte na parede, logo após deixando o recinto. Perfeito, pois é no tempo de empurrar Dedo Mindinho antes de se levantar como se o chão tivesse virado lava. Quase derruba o carrinho de bandeja no processo.
Geralt já tivera na sua cota vários tipos de jogadores. Os iniciantes, os experientes. Os com a mira tão ruim que acertavam o próprio pé, outros com a sorte de principiantes em cada bullseye. Mas o que mais gerava palco eram os que se achavam personagens de filme de ação. E Nico… Nico encaixava direitinho naquela maravilhosa categoria, como uma luva. O Kemp inventava expressões mentalmente, os dentes violentando a bochecha tamanha era a força que mordia para não rir. Para não sair do próprio personagem policial meio caçador que uma vez sonhara. Os tempos loucos de Storybrooke, as chuvas batucando eternamente a janela, simulando tiros de uma arma enorme e obsoleta em mãos - e que causava um amor como a mais preferida das camisetas.
Aproveitou para dar mais alguns tiros, fazer uma cobertura desleixada para o momento do outro. E mudando de posição, ficando mais para a ponta do automóvel que tinha escolhido para proteger-se. Geralt meneou a cabeça e levantou a mão para responder a sugestão: dedos abaixados, dedo do meio bem levantado. Foda-se. Mexeu os lábios com exagero para que ele entendesse daquela distância e falta de luminosidade, os lábios logo assumindo a felicidade de estar em ambiente conhecido. Familiar. O Kemp respirou fundo três vezes, confirmou a posição dos outros e deu início a corrida rápida. Arma erguida e apontada para as cabeças que já tinha marcado, mantendo-as para baixo, e ziguezagueando. Pulando. Rolando a la James Bond. Eliminando dois pela animação descabida, excitação ganhando de planejamento.
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Brincar de Faz de Conta é coisa séria. É a verdadeira magia da Terra do Nunca, depois de Peter Pan e de si mesmo.
Em momentos como aquele (e em muitos outros), sente falta da Terra do Nunca.
Felizmente, não é o suficiente para querer quebrar a Maldição, ainda. E como pode já querer uma coisa dessa quando, graças a ela, pode estar ali, segurando uma arma de tinta e rolando pelo chão como um daqueles caras que adora assistir na telona da sala de cinema da mansão qual, agora, mora? Não que se importe com esse último, mas Sombra nunca poderia atirar em alguém ou assistir filmes, pois sequer sabia que existia coisa como aquela. O ar condicionado e o conforto do sofazão, são só um extra. Se bem que havia muitos pontos negativos da maldição também, como, por exemplo, não poder arrancar os dedos de quem o mostra o do meio.
E pensar que são do mesmo time. Que tipo de traição é aquela? Nicolas se sente escandalizado. A mãe que tinha arranjado naquele mundo certamente o teria proibido de continuar tendo Geralt como companhia. Que culpa tem ele, Nicolas, de ser mais esperto e tirar a sua da reta? Quer ganhar, e isso quer dizer que quer estar lá, em pé e limpinho, para finalizar a partida.
Ainda bem que vem o sorriso na cara do mais velho, embora Nicolas faça a careta especialmente para ele - uma que só piora quando tem que o ver todo metido e irritantemente muito maneiro, correndo e atirando (e, principalmente, acertando). É claro que aquilo poderia sair como uma inspiração, mas para Nicolas se torna urgente querer mostrar que consegue fazer umas e outras coisas legais também, ao menos tempo, bem deseja que Geralt leve um tiro para que Nicolas fique com a glória depois de derrubar todo o resto.
Portanto, trabalho em equipe? Tentador jogar para o beleléu, mas Nicolas tem lá certos princípios - qualquer coisa que o permita dizer depois: você me deve uma - e por isso, na hora certa, cobre Geralt atirando em um antes desse apertar o gatilho. Quer bem soltar um alto “HA!”, mas se contenta em se agachar para ajeitar o cartucho da pistola de tinta. Seu erro, aliás, pois não vê o inimigo que lhe aponta o bico lá de trás e acerta nas costas.
O filme de sua vida que passa diante seus olhos é o motivo do seu colapso. Nicolas leva mesmo a sério a brincadeira de Faz de Conta.