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PMBOK Guide 5a edição – Seção 2.1 – Project Management Body of Knowledge
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) 2. Influências organizacionais e o ciclo de vida do projeto Projetos acontecem em ambientes maiores que o próprio projeto e é importante entender e alinhar o projeto com esse contexto maior. 2.1 Influências organizacionais no Gerenciamento de Projetos É importante analisar os seguintes itens para entender que tipos de influências positivas ou negativas o projeto pode sofrer: 2.1.1 Culturas e estilos organizacionais: Quais as visões, missões, credos e expectativas da empresa? Que políticas e regulamentos devem ser seguidos? Existem sistemas de motivação e recompensa? Qual a tolerância a riscos? Como é a hierarquia e relações de autoridade? Que código de conduta e ética seguir? Quais os horários de trabalho? Como é o ambiente de trabalho? Como é a culturas do país ou países em que o projeto acontece? 2.1.2 Comunicações organizacionais: As partes interessadas estão em constante comunicação? Qual a proximidade? Quais tecnologias de comunicação (telefone, e-mail, videoconferência) são utilizadas? Qual a frequência da comunicação? A comunicação é formal ou informal? 2.1.3 Estruturas organizacionais: A estrutura organizacional é funcional, matricial ou projetizada? - Funcional: A autoridade do gerente de projeto e a disponibilidade de recursos para projetos é baixa ou nenhuma. Quem cuida do orçamento do projeto é o gerente funcional. O gerente de projetos tem dedicação parcial. A equipe administrativa de gerenciamento de projetos tem dedicação parcial. - Projetizada: A autoridade do gerente de projeto e a disponibilidade de recursos para projetos é alta ou total. Quem cuida do orçamento do projeto é gerente de projetos. O gerente de projeto tem dedicação integral. A equipe administrativa de gerenciamento de projetos tem dedicação integral. - Matricial (fraca, balanceada, forte): Um gradiente entre a estrutura funcional e a projetizada, onde a autoridade, disponibilidade de recursos, responsabilidade pelo gerenciamento do orçamento e dedicação do gerente de projetos vai cada vez mais aumentando. Um ponto fundamental aqui é a autoridade do gerente do projeto em relação à equipe do projeto. Se o gerente de projetos não tiver autoridade nenhuma sob as pessoas que executarão o projeto, pois essas pessoas respondem apenas à seus gerentes funcionais, será muito complicado para o gerente de projetos conseguir gerenciar e realizar alguma coisa. 2.1.4 Ativos de processos organizacionais: Existem processos e procedimentos (de qualidade, segurança, auditoria, melhoria e etc.) a serem seguidos? Existem templates/modelos a serem utilizados? Existem boas práticas e lições aprendidas de projetos anteriores? 2.1.5 Fatores ambientais da empresa: Quais as condições que não estão sob o controle do time do projeto que influenciam, limitam ou direcionam o projeto? Tudo que foi levantado na seção 2.1 pode ser mapeado como fatores ambientais da empresa e servem de entrada em diversas atividades de planejamento do projeto. Cada vez mais temos projetos sendo realizados por mais de uma organização/empresa e com times distribuídos entre vários países. É fundamental entender as semelhanças e diferenças entre essas organizações e países para aumentar a chances de sucesso do projeto. [Fim do resumo da seção 2.1] Você conhece alguma empresa cuja atividade principal não é executar projetos (como uma consultoria, por exemplo) e que tenha uma estrutura organizacional projetizada? Qual? Acredita que isso é uma utopia ou de fato pode existir? Em uma empresa grande como a Microsoft, por exemplo, eu percebo que alguns departamentos ou áreas da empresa são 100% projetizados, já outros são matriciais (do fraco ao forte). Como é na sua empresa?
Plataforma de desenvolvimento Microsoft de A a Z
PPT da minha palestra "Plataforma de desenvolvimento Microsoft de A a Z" http://sdrv.ms/Z907MA Envie suas dúvidas aqui :-)
Microsoft Research e Inovação
PPT da minha palestra sobre Microsoft Research e Inovação: http://sdrv.ms/WUmyl3
O que é um Jogo?
Continuando a série sobre Game Design (http://bit.ly/gamedesign2013) baseada no livro The Art of Game Design. No post anterior vimos que o Game Designer projeta experiências através de um jogo, mas.... O que é um Jogo? A princípio poderiamos dizer que: "Um jogo é algo que você joga." E se procurarmos no dicionário, "jogo" pode significar: -exercício ou passatempo entre duas ou mais pessoas das quais uma ganha, e a outra, ou as outras, perdem -divertimento, exercício -artes, astúcia; modo de proceder Veja que as definições as vezes se associam com brincar, brincadeira e diversão. E o que significa brincar/jogar? No dicionário, "jogar" pode significar: -arriscar ao jogo -manejar com destreza -aventurar -brincar E se pensarmos/pesquisarmos sobre "brincadeira", provavelmente vamos pensar em brinquedos, que é um objeto utilizado para brincar com. Ou seja, uma coisa remete a outra, de maneira um tanto cíclica. Mas podemos também ver algumas outras definições de profissionais de diversas áreas. Definições sobre Jogar e Brincar "Jogar se refere a aquelas atividades que sao acompanhadas por um estado comparativo de prazer, poder, alegria, e o sentimento de auto-iniciativa.", J. Barnard Gilmore "Brincar é qualquer coisa que é feita espontaneamente pelo propósito da própria brincadeira.", George Satayana "Jogar é um movimento livre dentro de uma estrutura mais rígida.", Katie Salen e Eric Zimmerman "Diversão é prazer com surpresas.", Jesse Schell "Brincar é a manipulação que causa curiosidade.", Jesse Schell "[Um jogo é] uma estrutura interativa de significado endógeno que requer que os jogadores se empenhem para atingir um objetivo.", Greg Costikyan "Um jogo é um sistema formal, fechado, que engaja jogadores em um conflito estruturado, e resolve-se em um resultado desigual.", Tracy Fullerton, Chris Swain e Streven Hoffman "Um jogo é uma atividade de resolver problemas, abordada com uma atitude de brincadeira.", Jesse Schell E fazendo uma análise sobre essas definições, podemos chegar numa lista das seguintes qualidades que definem um jogo. Qualidades que definem o termo "Jogo" Jogos são iniciados pela vontade própria dos jogadores Jogos têm objetivos Jogos têm conflitos Jogos têm regras Jogos podem ser ganhados ou perdidos Jogos são interativos Jogos possuem desafios Jogos podem criar seus próprios valores internos Jogos engajam jogadores Jogos são sistemas formais fechados Aqui já dá para ter uma boa ideia do que um jogo é (e não é) com base nessas qualidades. Também podemos ter uma ideia das principais qualidades de um jogo que podemos elaborar para tornar o jogo mais interessante (veremos "como" nos próximos posts). Alguns pontos interessantes que são citados no livro são: Surpresa: Um bom jogo deve surpreender os jogadores. A estória, as regras, a arte ou a tecnologia podem ser usadas para surpreender o jogador. Diversão: Um bom jogo deve ser divertido, ou pelo menos não pode ser chato. Pense nas partes mais divertidas do seu jogo e o que pode ser melhorado. Curiosidade: Um bom jogo pode usar a curiosidade do jogador como um fator motivacional para ele atingir os objetivos. "Coloque perguntas na cabeça do jogagor" e faça com que elas sejam importantes de serem respondidas. Pense também em como o jogador pode criar suas próprias perguntas e ir atrás das respostas jogando seu jogo. Nos próximos posts veremos de quais elementos um jogo é feito, entrando nos detalhes de cada um. Vitor Ciaramella @vitorcia
PMBOK Guide 5a edição – Seção 1.8 – Project Management Body of Knowledge
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) O PMBOK Guide contém um padrão para gerenciar a maioria dos projetos de vários tipos de indústrias. Ele foca no campo de gerenciamento de projetos e possui interrelações com outras disciplinas como gerenciamento de programas e portifólio. Os padrões de gerenciamento de projetos não entram em detalhes em todos os tópicos. Eles se limitam apenas à processos que são geralmente reconhecidos como boas práticas. Outros padrões podem ser consultados para informações adicionais e contextos mais elevados: -The Standard for Program Management: Trata de gerenciamento de programas http://marketplace.pmi.org/Pages/ProductDetail.aspx?GMProduct=00101388801 -The Standard for Portfolio Management: Trata de gerenciamento de portifólios http://marketplace.pmi.org/Pages/ProductDetail.aspx?GMProduct=00101388901 -Organizational Project Management Maturity Model (OPM3®): Examina as capacidades dos processos de gerenciamento de projetos de uma organização http://marketplace.pmi.org/Pages/ProductDetail.aspx?GMProduct=00101095801 [Fim do resumo da seção 1.8 e do capítulo 1]
PMBOK Guide 5a edição – Seção 1.7 – O papel do Gerente de Projeto
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) O papel do Gerente de Projeto O gerente de projeto é a pessoa que lidera o time responsável por alcançar os objetivos do projeto. Ele é o principal elo entre a estratégia organizacional e a realização do projeto para atingir os objetivos de negócios da organização. Dependendo da estrutura da empresa, o gerente de projeto pode reportar para um gerente funcional ou para gerentes de programas e portifólios, e ele pode interagir diretamente com outros gerentes funcionais, de projeto/programa/portifólio e gerentes de operações. Ele também pode trabalhar próximo de outros papéis como analistas de negócio, gerentes de qualidade e especialistas. Responsabilidades e Competências de um Gerente de Projeto O gerente de projeto é o responsável por atender as necessidades do projeto, das tarefas, do time e dos indivíduos. Ele faz isso através do Conhecimento e Aplicação do Conhecimento relacionados a melhores práticas de gestão de projetos além de possuir habilidades fundamentais de Relacionamento Pessoal. Habilidades Interpessoais do Gerente de Projeto Gerentes de projetos eficázes precisam de um balanço entre habilidades éticas, interpessoais e conceituais, dentre elas: -Liderança -Construção de times -Motivação -Comunicação -Influência -Tomada de decisão -Percepção pol[itica e cultural -Negociação -Construção de confiança -Gerenciamento de conflitos -Coaching O apêndice X3 do PMBOK Guide descreve um pouco mais cada uma dessas habilidades. [Fim do resumo da seção 1.7] É interessante ver aqui o quanto o PMBOK Guide enfatiza que para ser um bom gerente de projetos não basta saber e aplicar as boas práticas de gestão de projetos, mas que é muito importante também possuir habilidades interpessoais. E com certeza você já presenciou cenas ou interagiu com gerentes de projeto que não tinham o menor preparo para lidar com pessoas, as vezes faltando fundamentos básicos como ética e respeito. Na minha opinião, para ser um bom gerente de projetos, você tem que gostar das principais atividades relacionas ao gerenciamento de projetos, e uma delas é lidar com pessoas. Nunca me esqueço de experiências muito positivas que tive reportando para e trabalhando com colegas como Tissiana Costa e Heron Lins quando eles atuavam como gerentes de projeto na Ci&T. São pessoas que até hoje tenho como modelo de habilidades interpessoais (além do conhecimento e habilidades de gerenciamento de projetos). Se você se colocar na posição dos membros do seu time de projetos, como você se vê? Você gostaria de trabalhar para um gerente como você?
Desenvolvimento avançado com Cloud Services (PaaS)
PPT da minha palestra "Desenvolvimento avançado com Cloud Services (PaaS)" para o Azure Summit Brasil 2013. http://sdrv.ms/15aJFYV Faça suas perguntas aqui.
Editorial MSDN Fevereiro
[Se você por acaso perdeu o newsletter do MSDN de Fevereiro, segue o editorial que escrevi] Apps, apps e apps. Você deve ter ouvido bastante sobre isso nos últimos meses e de fato isso é a tendência do mercado de TI para satisfazer as necessidades dos consumidores e colaboradores, além de ser uma grande oportunidade para todos os desenvolvedores de software. Apesar desse novo mercado e das tecnologias para suportá-lo (WinRT, Windows 8, Windows Phone e Windows Store, por exemplo), não podemos esquecer que existem uma série de sistemas necessários para alimentar e integrar esses aplicativos, e também para suportar cenários não atendidos por aplicativos. Sistemas de missão-crítica, de backend, automatização de processos e controle de máquinas, portais intranet, sistemas embarcados e afins ainda são fundamentais para as empresas e pessoas. A Microsoft continua investindo seriamente em novas ferramentas e tecnologias para ajudar você a criar esses sistemas, e apesar do nosso foco dos últimos newsletters ter sido em aplicativos para Windows 8 e Windows Phone, fique tranquilo, caro desenvolvedor(a), que as plataformas de desenvolvimento para sistemas corporativos (como .NET e SharePoint) continuam recebendo uma série de inovações. No .NET 4.5 a programação paralela e assíncrona (que faz um melhor uso dos múltiplos cores dos processadores atuais) é extremamente facilitada com o uso do Async e Tasks. Com as Portable Class Libraries você pode criar assemblies reutilizáveis para Windows Store, Windows Phone, XBox, Silverlight e Windows. Também existe uma série de melhorias no ASP.NET, MVC, WPF, WCF, WF e na CLR como um todo. Veja aqui o que há de novo no .NET 4.5 (http://msdn.microsoft.com/library/vstudio/ms171868) e aqui sobre o SharePoint 2013 (http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/jj163091.aspx). As certificações também foram atualizadas, incluindo a nova certificação MCSD: Web Applications (http://www.microsoft.com/learning/en/us/mcsd-web-apps-certification.aspx). Seja você um desenvolvedor independente ou corporativo, a plataforma .NET permite você criar desde aplicativos simples à sistemas de missão-crítica com o maior conjunto de funcionalidades e ferramentas integradas através do Visual Studio. Mantenha-se atualizado :-) Vitor Ciaramella http://vic.ms
PMBOK 5a edição – Seção 1.6
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) Business Value Valor de negócio é conceito único para cada organização, que engloba a soma total de valores tangíveis (capital monetário, valor das ações, patrimônios e etc.) e intangíveis (reconhecimento da marca, benefício público, know-how) de uma organização. Para alcançar valores de negócio com sucesso, a organização deve começar com um abrangente planejamento e gerenciamento estratégico . Estratégias organizacionais efetivas dão a direção para o desenvolvimento e também a medidas de desempenho e sucesso. Business Value + Portfolio, Program and Project Management Valores de Negócio podem ser de curto, médio ou longo prazo e podem ser criados através de operações em andamento ou pelo uso efetivo de gerenciamento de portifólios, programas e projetos. Gerenciamento de Portifólio alinha componentes (projetos, programas e operações) à estratégia organizacional, otimizando objetivos, dependências, custos, cronogramas, benefícios, recursos e riscos. Gerenciamento de Programas foca nas interdependências entre projetos e alinha vários projetos para otimizar e integrar custos, cronogramas, esforços e benefícios. Gerenciamento de Projetos aplica conhecimento, processos, habilidades, ferramentas e técnicas para aumentar as chances de sucesso dos projetos. Para atingir um gerenciamento de investimentos e realização de valor de negócio efetivos, as organizações podem fortalecer práticas estruturais, culturais, tecnológicas, e de recursos humanos que facilitem o gerenciamento de portifólios, programs e projetos. [Fim do resumo da seção 1.6] Uma organização como a Polícia Militar de São Paulo pode ter como valores de negócio o benefício público da segurança e ordem pública, assim como a imagem e confiança por parte dos cidadões. Ela pode alcançar isso através de uma estratégia organizacional que direciona as operações (trabalho diário dos policiais, patrulhas, investigações e etc), portifólios, programas e projetos (projeto de "Centrais de Flagrante", "Malote Digital" e “Educar para o Trânsito é Educar para a Vida”, por exemplo) e medidas de desempenho e sucesso (quantidade de assaltos e assassinatos, por exemplo). E para melhorar as operações do dia-a-dia, ela pode criar portifólios, programas e projetos. Por exemplo, ela pode criar um projeto (que é temporário, e não contínuo como uma operação) para, por exemplo, informatizar as viaturas. Esse projeto por sua vez, irá aumentar a eficiência da operação das patrulhas. Uma vez que você entender o todo, ou, a motivação para a existência do seu projeto, tudo fará mais sentido, e as chances do seu projeto ser entregue com sucesso podem aumentar muito. Entender o todo, te ajuda a definir e priorizar o escopo, a gerenciar os stakeholders fundamentais e a entregar o que a sua organização realmente precisa. Dizem que toda boa empresa deve ter uma missão e valores a serem seguidos, sempre. O mesmo pode se aplicar e extender à um projeto. Se o seu projeto não está alinhado ou entregando parte da missão da empresa ou não respeita os valores da empresa, é muito provável que ele não gerará um valor de negócio tão grande quanto ele poderia.
PMBOK 5a edição – Seção 1.5
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento de Operações e Estratégia Organizacional Operation Management Operações são esforços contínuos que produzem saídas repetitivas e suportam o dia-a-dia de um negócio (por exemplo: uma operação de produção ou manufatura, operação de contabilidade, de vendas e etc.) Gerenciamento de operações supervisiona, dirige e controla operações de negócio, garantindo que elas operam de maneira eficiente maximizando o uso de recursos e atendendo as demandas dos clientes. Operation Management and Project Management Projetos podem ser usados para estabelecer e melhorar operações de negócio. Projetos se interseccionam com operações transferindo saídas e conhecimento para serem ou implementados pela operação ou serem usados em um projeto. Stakeholders de operações de negócio (por exemplo, operadores de planta, equipe de help desk, vendedores, etc.) podem ser stakeholders muito importantes de um projeto, principalmente se o projeto afetará ou pode ser afetado por aquela operação/pessoas. Organizational Strategy and Project Management Projetos e atividades de gerenciamento de projetos devem estar alinhados com a governança organizacional visando alcançar objetivos estratégicos de negócio. Conflitos entre projetos e estratégias organizacionais podem ocorrer (por exemplo, o projeto exige o desmatamento de uma área e a empresa tem um compromisso com o meio-ambiente), mas devem ser identificados e documentados pelo gerente de projetos o mais cedo possível. Project-Based Organizations (PBOs), ou organizações baseadas em projeto, conduzem a maioria do seu trabalho como projetos ou por abordagens de projetos, no lugar de abordagem funcionais (veremos mais detalhes na seção 2.1). [Fim do resumo da seção 1.5] Você trabalha em projetos para a sua própria organização ou para outras empresas/clientes? Você consegue dizer o quanto seu projeto está alinhado e irá contribuir com os objetivos de negócio da organização? Ou, o quanto ele irá impactar uma operação de negócio? Quanto mais você tiver isso em mente, mais você poderá alinhar o projeto para atingir um resultado que realmente fará a diferença, invés de simplesmente entregar o que foi combinado... Também é importante notar que muitas vezes, objetivos de negócio e as estratégias para atingí-los mudam no decorrer do projeto. Garanta que você está sempre atualizado com eles e você aumentará a chance de sucesso do seu projeto. Vitor Ciaramella
Publishing digital games in Brazil
DISCLAIMER: I’m not a lawyer and neither accountable for the content of this post. I’m just trying to help a little bit. A lot of game development companies from all over the world have a huge opportunity when marketing their game in Brazil. Opportunity According to a Ibope (a major market research company in Brazil), 23% of Brazilians are hardcore or casual gamers, in other words, 45,2 million people. Brazil is the fourth largest game market in the world, with the total revenue of more than U$ 420 millions in 2011 and an annual growth of 7.1%, when in 2016 will hit a 2 billion dollars mark (PricewaterhouseCoopers). Challenge Until last year, every game needed to be submitted to the Brazilian Department of Justice, Classification, Qualification and Titles (Departamento de Justiça, Classificação, Qualificação e Títulos - DEJUS) by mail, with all the required documentation to be rated. However, since last year, games that are exclusively digitally-distributed can be self-rated. Here is the emend that was approved on August, 3th, 2012 and effective from September, 3th, 2012 to date, from the Union Official Journal: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=29&data=06/08/2012 I’m no lawyer and I do not know the proper legal terms to use, but I will do my best to translate what we need to know: Chapter III - Of the process of suggested rating Article 9 Games that are only distributed by digital means will be self-rated, making it not necessary to request to the DEJUS beforehand, considering that they already have a foreign rating system rate assigned using a valid methodology approved by the Ministry of Justice. § 1. The foreign rating system that are considered valid will be listed in the Ministry of Justice website . § 2. For the sake of equivalence, the foreign rating system that are not listed in the Ministry of Justice website must be previously submitted to the DEJUS. § 3. The DEJUS will monitor, by sampling, the self-rated electronic games, notifying the representatives of the selected games. § 4. If there is an inconsistency in the self-rating, the DEJUS will start an administrative process to re-rate the game, with the decision to be published in the Union Official Journal. § 5 .Published in the Union Official Journal the decision that re-rate the game, the representative of the game will have 5 (five) days to correct the rating information. Just a comment before we proceed: In my opinion, the chances of a non-extremely-famous game be sampled and notified by the DEJUS are close to zero. So, where is the valid list of rating systems recognized by Ministry of Justice? In the link below, click in “Classificação Internacional”, under ”Autoclassificação de jogos e aplicativos”: http://portal.mj.gov.br/classificacao/data/Pages/MJ6BC270E8PTBRNN.htm I’ll translate and summarize what’s in there. -The only valid ratings systems are ESRB and PEGI -There is no equivalence in these systems and the Brazilian rating system -By having a rate from ESRB or PEGI, you are enabled to rate the game by yourself using the “Practical Guide to Rating”. -The Ministry of Justice is developing an online quick and comprehensive system to help you rate your own game. This new system will replace the current self-rating system. Another comment about this last item: Things in Brazilian government usually takes some time to happen, don’t wait for it.
And if you don't have a ESRB or PEGI rating, don't worry.
You can rate your game using ESRB by this online form: https://www.mobileratings.org/CTIA_Microsoft/Home.aspx
If you can read Portuguese and want to access additional information about rating your game, even games that are not only digitally-distributed go here: http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJ6C4030FEITEMID6637B07519324BB2A62C77E5918D7CF2PTBRIE.htm Solution So, if your game is only digitally-distributed, you can rate the game by yourself according to the Brazilian rating system using the practical below: http://portal.mj.gov.br/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID={25A80220-B0E3-47FD-923F-246B6184C3C6}&ServiceInstUID={59D015FA-30D3-48EE-B124-02A314CB7999}
And if your game is not ESRB rated, rate it here: https://www.mobileratings.org/CTIA_Microsoft/Home.aspx
I wish you a very successful launch in the Brazilian game market and that you make a lot of Brazilian gamers happier. Vitor Ciaramella
Aulas criativas e gratuitas em vídeo - PMBOK Guide 4a edição
Para quem quer aprender mais sobre gestão de projetos segundo o PMI e estudar para o exame da certificação PMP, assista aos vídeos que o Gustavo Martins está criando. O Gustavo tem ampla experiência em gestão de projetos, já deu aulas em cursos preparatórios do PMI e é super didático e criativo com o uso dos MindMaps. http://gcmartins.blogspot.com.br/search/label/Project%20Management Bons estudos, Vitor Ciaramella
Blob Transfer Utility
When I use the Windows Azure Blob Storage in my projects or my partners' (which I do a lot), one of my best companion tools is the Azure Storage Explorer (http://azurestorageexplorer.codeplex.com). It can do many useful things like creating and setting permissions on containers, upload and download blobs, edit blobs metadata and so on. However, it make me cry when I want to upload or download lots of blobs, specially when files have hundreds of MB. Recently, I was helping one of my partners in moving their thousands of video-on-demand files to the blob storage and there was no simple and productive way of doing that without writing a tool to do it. And I love to write tools :-) As a hobby, I created the “Blob Transfer Utility”, a tool that is made to handle thousands of blob operations in a simple and productive way. You create a queue of download or upload operations, and assign multiple workers to do it in parallel. Even files, larger than 1MB will be split in smaller parts to be transferred in parallel (thanks to Kevin Williamson).
Attention! The following binaries and source-code are not made by Microsoft and are not supported by Microsoft. It's just a (very useful) sample.
You can download the binaries here: http://vitorciaramella.blob.core.windows.net/public/BlobTransferUtility_Binaries.zip And the sources here: http://vitorciaramella.blob.core.windows.net/public/BlobTransferUtility_Sources.zip
Due to high interest and demand for this, I moved it to CodePlex: https://blobtransferutility.codeplex.com/
There is no guarantee, but let me know if you have any issues or suggestions. Happy blobing, Vitor Ciaramella
Um game designer cria experiências
Continuando a série sobre Game Design (http://bit.ly/gamedesign2013) baseada no livro The Art of Game Design. Um game designer cria experiências Um jogo não é a experiência em si, e sim um meio para fazer pessoas experenciarem experiências. Mas afinal, o que é experiência? Bom, essa é uma pergunta ampla e complexa, mas para o nosso objetivo podemos dizer que experiência é um conjunto de processos físicos e/ou emocionais e/ou mentais que ocorrem durante a exposição à alguma coisa ou evento. Em outras palavras, alguma coisa ou evento físico que desencadeia em nós processos físicos, emocionais e mentais é uma experiência. Um ponto interessante é que em cada camada em que os processos ocorrem (físico, emocional e mental) eles podem (e normalmente se tornam) maiores que os estímulos físicos iniciais. Portanto, grande parte da experiência ocorre no nosso cérebro. A nossa imaginação e emoções são grandes fatores multiplicadores, e é por isso que o papel do game designer é criar um game que, mais do que ser bom, pareça ser bom, na imaginação do jogador. A mesma idéia se aplica para livros, músicas, filmes e etc. Como criar experiências marcantes? Outra pergunta que não temos uma resposta exata, mas conhecer psicologia, antropologia e design pode ajudar bastante. -Psicologia: A ciência que estuda a mente pode te ajudar a entender, projetar e testar maneiras de criar estímulos que tendem a criar boas experiências. Por exemplo, a idéia de criar pontos e achievements vem do estudo do sistema de recompensa que existe em nosso cérebro, bastante estudado pela psicologia e neurociência. -Antropologia: A ciência que estuda a humanidade pode te ajudar a entender e melhorar o relacionamento entre os seres humanos e as coisas da vida dele, e inclusive o relacionamento que ele terá com o seu jogo ou outros jogadores. -Design: A arte de projetar e criar novos objetos irá te ajudar a criar e projetar seu jogo de maneira que ele tenha alguma ou várias utilidades para seu jogador, da melhor forma possível. Outros métodos interessantes são: -Introspecção: Você experiencia o jogo e pensa sobre ele. O cuidado aqui é não se enganar: você pode acabar fugindo da realidade ou achar que outras pessoas vão experienciar o jogo da mesma maneira. Mas também você pode ter idéias inovadoras e quebrar paradígmas! -Experienciar e depois analisar: Você ou outra pessoa experiencia o jogo com foco total no jogo, sem nenhum tipo de interrupção. Depois você relembra o que experienciou ou entrevista a outra pessoa fazendo a análise do que ocorreu. Gravar a experiência em vídeo (tanto o jogo quanto o jogador) pode ajudar muito. E como é essa análise da experiência? É responder perguntas como: -O que o jogador sente durante e após o jogo? Quais emoções são despertadas? (medo, tensão, poder, ansiedade, alívio, relaxamento, alegria, e etc) -Quando ele sente isso? -O que acontece no jogo que desperta essas emoções? -O que o jogador aprende com o jogo? Quando e como ele aprende? -O que o jogador mais gosta do jogo? O que ele menos gosta? Mas afinal, como eu crio as experiências? Ainda não ficou claro o que preciso fazer exatamente... É, eu sei. Mas antes temos que responder uma uma pergunta fundamental: Qual experiência quero criar? A pergunta fundamental que um game designer deve ter em mente é o que ele quer criar na mente do jogador. Sobre o que é o seu jogo? Qual é a experiência essencial do jogo? Se você está criando o próximo Star Wars the Force Unleashed, não, seu jogo não é sobre Star Wars. Seu jogo é sobre a experiência de usar o poder da força para esmagar seus adversários. Se seu jogo for Fifa ou PES, seu jogo não é sobre futebol. Seu jogo é sobre a experiência de dominar habilidades de um jogador de futebol com ou contra seus amigos (assumindo que o uso principal do jogo é em modo multi-player). Uma vez definido isso, use as ferramentas que mencionei anteriormente para analisar se você está indo para o caminho certo. No próximo post começaremos a aprender o "como". Vitor Ciaramella
PMBOK 5a edição - Seção 1.4
Continuando a série PMBOK 5a edição (http://bit.ly/pmbok5aedicao) O que é gerenciamento de Portifólio, Programa, Projeto e Projeto Organizacional? [Observação: A partir deste post usarei alguns termos em inglês quando ainda não houver traduções oficiais dos mesmos ou por conveniência] Organizational Project Management Organizational Project Management (OPM) é um framework de execução de estratégias que gera de maneira consistente e previsível estratégias organizacionais, resultando em melhor desempenho, melhores resultados e vantagem competitiva sustentável. OPM direciona o gerenciamento de projetos, programas e portiifólios à alcançarem objetivos estratégicos. Gerenciamento de projetos, programas e portifólios são diferentes disciplinas que operam e são adequadas para diferentes níveis de gerenciamento. Portifolio Management Portifólio é um conjunto de projetos, programas e subportifólios gerenciados como um grupo de maneira a alcançar objetivos estratégicos. O gerenciamento de portifólio: -Seleciona, prioriza e suporta os projetos e programas adequados para atingir os mesmos objetivos estratégicos. -Revisa e prioriza a alocação de recursos para programas e projetos Program management Programa é um grupo de projetos, subprogramas e atividades de programa gerenciados de modo coordenado de maneira a obter benefícios que não seriam possíveis se os mesmos fossem gerenciados de maneira individual. O gerenciamento de programas: -Harmoniza projetos e componentes de um programa que têm interdependências e potencial de sinergia. -Gera resultados maiores do que a soma de suas partes/projetos -Resolve restrições/conflitos de recursos nos projetos afetados dentro do programa -Alinha o direcionamento organizacional/estragégico nos projetos dentro do programa -Resolve problemas e faz gerenciamento de mudança numa estrutura de governança compartilhada entre seus projetos Project management [Completando o post anterior] O gerenciamento de projetos desenvolve e implementa planos para alcançar um objetivo/escopo específico que pode ser parte de um objetivo maior de um programa ou portifólio. Projetos são frequentemente utilizados como meios para alcançar objetivos estratégicos da organização, como: -Suprir uma demanda de mercado com novos produtos/serviços -Resolver necessidades sociais com soluções públicas, governamentais ou não-governamentais -Cumprir novas leis e regulamentações -E vários outros... Project Management Office Project Management Office (PMO), ou escritório de projetos em português, é uma estrutura de gestão que padroniza processos de governança relacionados a projetos e facilita o compartilhamento de recursos, metodologias, ferramentas e técnicas. O PMO pode ser: -Apoiador: ajudando gerentes de projetos com melhores práticas e coaching -Controlador: ajudando gerentes de projeto e garantindo o uso de melhores práticas e procedimentos (com inspeções e auditorias) -Gerenciador: gerenciando diretamente os projetos (os gerentes de projeto trabalham no PMO) [Observação: é claro que pode haver outros tipos de PMOs ou um mix dos tipos acima, podendo depender também do tipo/importância do projeto] O PMO pode atuar também como um influente stakeholder de um projeto e tomar decisões importantes visando atingir um objetivo maior da organização, portifólio ou programa. [Fim do resumo da seção 1.4] Você já teve a oportunidade de gerenciar portifólios e programas? Na sua opinião foi mais difícil ou mais fácil que gerenciar um projeto? E na sua empresa, existe um escritório de projeto? Em qual tipo você classificaria ele? Se você quer saber mais sobre gerenciamento de programas, portifólios, e projetos organizacionais, dê uma olhada nos outros padrões do PMI em http://www.pmi.org/PMBOK-Guide-and-Standards/Standards-Library-of-PMI-Global-Standards.aspx Vitor Ciaramella
Windows Azure Blob Storage - Resuming and progressive downloads support
Helping one of my partners recently, I learned that the Windows Azure Storage APIs are being evolved in the past years and at each new version of the API a series of new features are implemented.. However, for backward compatibility reasons, the standard access to the APIs are always made based on the first version of the API. For us to be on the same page, the Windows Azure Storage has 3 storage services and all the APIs are accessed by REST (Http or Https) or by native SDKs for Java, .NET, iOS, PHP, Python and Node.js: -Blob Storage: a service to store files or large volumes of unstructured data -Table Storage: "a NoSQL database" highly scalable to store strutuctured entities -Queue Storage: to send and receive messages, very useful for asynchronous processing It is important to remember that all of these services are automatically and highly scalable (using best practices, of course) and are locally and geographically redundant. Going back to the new features and versioning of the API, there are two ways of using the latest API version: 1) Adding a request header in each request. The advantage of this method is that new versions of the API will not "break" your code. The disadvantage is that if you are accessing the blob directly from the browser (downloading a blob, for instance), the browser will not include the custom header. A sample of the header: x-ms-version: 2012-02-12 2) Setting the default version that every request will be served. The advantage is that any request, including coming from a webbrowser, will be served using the features of the selected version. The disadvantage is that it can (very UNlikely) break some of your "legacy code". Check how to do it with only 5 lines of C# code (you just need to run it once) var storageAccount = CloudStorageAccount.Parse("AccountName=;AccountKey=;DefaultEndpointsProtocol=http"); var blobClient = storageAccount.CreateCloudBlobClient(); var serviceProperties = blobClient.GetServiceProperties(); serviceProperties.DefaultServiceVersion = "2012-02-12"; blobClient.SetServiceProperties(serviceProperties); The latest version of the API so far is: 2012-02-12 To learn about the available versions and their features go to: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/windowsazure/dd894041.aspx Ah, I almost forgot about this post title :-) In order to enable that browsers, downloaders and video players download different ranges of a blob file (for instance, when you perform a seek operation in a playing video, or when you want to resume an interrupted download), you need to set the default version to 2011-08-18 or later, using the second method I wrote above. Happy blobing, Vitor Ciaramella