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— Escritorragia.
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De tanto desamor, o coração já não quer mais amar.
— Escritorragia.
Meu riso fácil, engana bem.
Eu amo quem me empresta um sorriso, nos dias em que eu só tenho lágrimas.
Bom djiaaaaaaa meus amores!
eu tinha tudo, mas não o que eu queria, você.
dear...
você precisa saber que as pessoas se esgotam e a gente tenta consertar os erros tarde demais.
me deu tanta saudade a semana toda que meu banho foi mais lento, o dia mais quente e a procura por você foi enorme.
me deixa tão triste não te encontrar na festa, no mercado ou no ônibus lotado.
no bar, muita gente parece contigo mas nem de longe é você.
ana, só hoje eu já escutei aquele álbum que tu deixou aqui em casa sete vezes, olhei pela janela oito e jurei ter te visto pelo menos umas três vezes.
nenhum livro preenche, nem um telefonema alivia.
eu morro um pouco todo dia.
te cuida, ana.
Ana eu morro todas as vezes que te vejo tocar o céu sem a minha ajuda. Vou ser sincero. Gostava do seu precisar. Você era linda sozinha, sem ninguém pra dar as mãos. Continua linda. Mas quando você me dava a mão, você era incrível. Eu te amo Ana, e o amor nunca muda. Eu te amo, mesmo quando não estou com você. Te amo em todas as suas fases
Pior não é ser triste, pior é não sentir. Chorar não é ruim, ruim é isso que eu não sinto. Ruim é essa angústia sem cara, e sem expressão. Esse nó entalado na garganta, não me aquece Ana. Essa sensação de “nunca mais” corrói minha estrada, minhas perspectivas. Eu não te culpo Ana, culpo a mim. Culpo o meu corpo trêmulo, a minha pupila dilatada, os meus traços desengonçados. Não te culpo Ana, porque você foi amor enquanto pôde. Agora a gente não pode mais. Minha falta de fôlego, as minhas mãos trêmulas e minha cor pálida. Esse furacão. Essa chuva pouca. Essa poça. Esse vão. Pior não é ser triste, pior é esse vazio que eu sinto. Pior é essa falta de não sei o que.
nossas almas são tão ligadas, baby. de longe eu te sinto, te cuido e te amo.
algumas palavras não saem nem por escrito. admito que grito em silêncio. c.s.
estou contigo em todo lugar
eu e helena ontem brigamos feio! ela sempre diz que sou teimosa demais e disse: “NUNCA MAIS ME DIGA QUE ESTÁ DOENTE!”. eu ri, não sei se porque, de fato, acho uma gracinha quando ela fica nervosa porque até a orelha dela fica vermelha ou se ri de nervoso, porque eu sempre vou contar pra ela que estou doente. hoje, helena sumiu do mapa, disse que ia militar e que como eu passei mal: “VOCÊ NÃO ME LEVANTE DESSA CAMA PRA IR EM PROTESTO!”. eu ri, de novo, e dessa vez porque eu acho muito bonito quando ela tenta me proteger. eu fui ao médico, helena não podia ir comigo, mas disse: segura minha mão mentalmente. às vezes as conexões não precisam ter presença.
quero que se cuide e guarde os minutos para me cuidar.
às vezes as conexões não precisam ter presença.
os caminhos são os mesmos, me levam correndo para você. eu quero estar contigo. você chega perto e o gozo toca o meu corpo. essa sensação que o amor traz é inexplicável, meu coração acelera a qualquer sinal de você. me sinto no alto de um penhasco e o amor salta todos os dias.
estranho é gostar tanto de você.
a gente conhece uma pessoa pelo modo como ela vai embora
Queria que o tempo parasse
Pra poder morar no seu abraço
hoje eu acordei mal. o tempo estava feio, e o céu chorou comigo.
eu tive saudade. mas ao certo não sei de quê. não sei se foi do que fomos-ou até mesmo do que não fomos e poderíamos ser.
talvez eu não dei o meu melhor naquele tempo. talvez você não deu o seu melhor naquele tempo. talvez demos o melhor que tínhamos em nós, mas como nem tudo é pra ser, a gente também não era.
e tá tudo bem, sim. está tudo bem. ao escrever isso já vou sentindo um alívio. toda vez eu te liberto de mim através de palavras.
não éramos p ser, e baby, nunca iremos ser.