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• [10:07 PM] - xiaojun
02:24 - Yuta
Avisos: yuta!hard dom, degradação, spanking, uso de "senhor", pussy spanking de leve, você (falsa) bratzinha, quase aftercare no final.
n/a: não sei escrever hard aooo
Não revisado.
olhava a saia colegial no chão do quarto que fora rasgada há uns minutos, ignorando propositalmente aquele que falava alto na sua frente.
"olha pra mim quando eu falar com você, sua vagabunda. não me faz ficar mais puto contigo" pegou seu queixo com brutalidade, a fazendo olhar para ele.
QIAN KUN ESTÁ LOIRO REPITO QIAN KUN ESTÁ LOIRO NANA 🗣🗣
EU VI ANOM AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
FINALMENTE VAI LANÇAR O SOLO DELE DO NCT LAB????????????
avisos/conteúdo: namorado!hendery, nomes carinhosos e conteúdo sugestivo. basicamente o menino hendery sendo muito suave e boiolinha.
notas: se quiserem ler outras coisas no conceito de namorado!hendery só clicar aqui. aceito sugestões também! boa leitura e perdão qualquer erro.
ps: tô no final do semestre da faculdade, tava precisando de uma coisa melosa e confortável pra ler, aí saiu isso aqui.
porra acho que voltei no dia errado.... que situação meus amigos
quem é vivo sempre aparece né kkkjk
oi fml quanto tempo <3 primeiro de tudo, eu estou bem depois de uma semana de merda sem dormir direito (INSÔNIA EU TE ODEIO), a ansiedade nas alturas, a faculdade comendo meu rabo e ainda continuo desempregada :( mas graças a deus tem feriado e posso descansar e postar aqui de novo 🙏🙏🙏
enquanto estou revisando umas coisas por aqui, fiquem com esse vídeo do dejunzinho que é meu boost de serotonina
Gente, e eu fui consultar né, aí o consultório de obstetrícia era do lado do de cardiologia, que era onde eu ia consultar. Aí eu sentada do lado das grávidas e a mulher passa por mim dizendo "tadinha, tão nova e já engravidou, tem que se cuidar minha filha" e saiu andando. Eu fiquei assi 🤡 por uns 15 minutos até me chamarem.
isso acontece direito comigo mas ao contrário, todo mundo acha que eu já tenho um filho, só porquê meu irmão é muito mais novo do que eu (ele tem 4 anos) e ando de um lado pro outro com ele.
juro que já acharam que minha mãe era a avó dele e eu rachei o bicokkkkkkkkkkkkk
já comeco dizendo q essa é minha primeira vez postando algo de escrita aqui
Tá uma merda? Tá!
Eu tô com vergonha? Sim!
Mas eu sei que tenho que começar por algo, então aqui está. Escrevi sobre o Johnny porque ele me tem de todas as formas... Espero que vocês não achem tão ruimkkkj desculpe qualquer erro😭
words: 1,6k de puro analfabetismo
entkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
permissão para falar do Johnny aqui?
Nesses últimos tempos eu tenho pensado muito no john, e tipo, na minha mente dodói e cheia de daddy issues eu já criei até um cenário BEM específico…
Algo do tipo:
Você sendo filha de um cara, que é dono de uma empresa, muito grande e famosa; logo, ele raramente tem tempo pra sua pessoa, basicamente, cresce sem ter uma figura paterna, presente. E (já imaginei tbm algo como tendo perdido a mãe quando criança, mas isso não interfere tanto) tem vários desentendimentos com o seu pai, devido a faculdade que quer seguir, ao fato de que ele quer que seja a melhor em tudo, até em coisa que não gosta ou ao como ele usa a filha como propaganda para mostrar o 'bom' homem que ele é pros outros, ao ter criado uma garotinha educada, inteligente e bonita, e essas coisas que os pais se gabam nos filhos.
O Suh entra em cena quando vira um sócio de seu pai... Se conhecem em algum jantar chique e chato de comemoração ao novo negócio dos dois(o pai e o menino Seo). Johnny está acompanhado de uma namorada a qual ele termina algumas semanas depois de te conhecer, se dão bem logo de cara, porque ele é essa borboleta sociável que é impossível de não gostar, ele é educado e é a primeira vez que alguém parece, realmente, interessado nas coisas que gosta, ele até mesmo dá algumas dicas sobre a faculdade que havia comentado que gostaria de fazer e os estágios legais que teria a oportunidade de concluir.
Depois de um tempo, já que é obrigada a ir duas vezes por semana à empresa de seu pai, passa a ver Johnny com frequência e sempre engatam em papos diversos, que prendem a atenção dos dois.
Enxergava ele de maneira inocente, até onde percebia, claro que não podia negar, ele era SIM! bonito e atraente, mas no momento o tinha mais como uma figura paterna, chegou a contar coisas pra ele que nunca ousaria de mencionar ao seu pai.
Mas a forma como o via começou a mudar na primeira vez que ele a viu chorando por causa de mais uma de suas brigas com seu progenitor.
Tinha saído irritada e chorando da sala de seu pai, quando acabou esbarrando seu corpo miúdo com o maior de Suh, assim que o mesmo percebeu que estava amuada imediatamente te perguntou se estava tudo bem e o que tinha acontecido, estava tão triste e frustrada que começou o choro piorou, e ele a puxou para um abraço. Se sentiu protegida ali, acalentada, de certa forma, com borboletas no estômago.
Situações assim se repetiram algumas muitas vezes, porque seu pai é um ser difícil.
Então em uma dessas vezes você sente algo diferente, ou mais forte por assim dizer: está na sala dele, sentada no sofá disposto na frente de sua mesa, e está soluçando a uns bons minutos, o mesmo te levou até lá porque ele não queria que ficasse sozinha num momento de fragilidade mas estava muito ocupado pra te levar pra tomar um ar ou comer alguma coisa, como nas outras vezes.
Era a primeira vez que ficavam sozinhos em uma sala fechada, antes ele te levava para andar pela empresa ou em lanchonetes perto da mesma.
O de madeixas castanhas estava tão concentrado em sua papelada, ou o que fosse aquilo que ele estava preenchendo, que não percebeu quanto o encarava, no começo seus pensamentos eram apenas relacionado ao como ele tem sido bom para você, mas com tempo passaram a se tornar desejos libidinosos sobre o homem com braços fortes, e de um tamanho enorme comparado a você e seu corpinho pequeno e até mesmo delicado. Estava tão tentador daquele jeito, nas vezes que usava a língua para umedecer o lábio ressecado, ou quando tencionava os bíceps inconscientemente e que ficava aparente já que suas mangas estavam dobradas até o cotovelo.
A sua tensão era palpável, tão palpável que, depois de um certo tempo, senhor Suh passou a ter dificuldades em se manter concentrado, ele sentia o seu olhar, via sob cílios suas pernas se esfregando uma na outra. E o homem não era bobo, era bem vivido, entendia muito bem sobre sua situação, sabia o que isso significava, que estava com desejo, desejo dele, e isso o deixava louco. Saber que a garotinha chorona e boazinha, tão sucinta à sua corporatura, estava com tesão por sua causa, o deixava excitado.
Quer dizer, olha só para você, uma menininha, delicada e ensinada, que mesmo sendo adorável, podia muito bem colocar as presinhas para fora. Seu corpo, mesmo que minúsculo, tinha curvas que, na visão do homem, eram uma tentação, o fazia querer cometer um pecado. E quando depois de chorar, com manha, soltava o 'obrigada, senhor Suh'. Com o nariz escorrendo, a voz embargada, você o agradecia por lhe ouvir, usando e abusando do pronome de tratamento que tornava a sua imagem lacrimosa mais fascinante do que já considerava, o deixava duro.
'Está tudo bem, querida?', acaba por se assustar com a voz grave do mais velho. O olha culpada, como se ele soubesse os pensamentos errados que estava tendo, se sente mal por imaginar coisas desse tipo com ele, já que o mesmo tem feito tanto para que não fique triste ou mal ou até sozinha. 'O gato comeu a sua língua, meu bem? Por quê a cara de assustada?'
'Hm? Ah, não é nada, senhor Suh. Estava apenas viajando mesmo…' prefere apenas inventar uma desculpa qualquer do que explicar a verdade ao mais alto. Um silêncio se instala, e se sente retraída, não pela culpa ou pela aparência estonteante do homem de negócios atrás da mesa, mas pela encarada que o sente dar em sua direção. Não está acometida, no entanto. Johnny, de fato, fixa os mirantes em suas coxas, expostas pela sainha verde e curtinha que usa, logo subindo para o seu busto, tomando um tempo lá.
'Vem aqui, meu anjo, vem', com a voz mansa como a dele não consegue pensar em outra coisa que não seja obedecer ao comando, então se levanta e se direciona a ele, para próximo a sua mesa, em sua lateral. 'Mais perto…' acanhada se aproxima, o mais velho apoia suas grandes mãos em torno de sua cintura, puxando-a para entre as próprias pernas fartas. 'Por que está tão vermelhinha, bebê?', passando a mão em sua bochecha, a encarando de baixo, a forma que seus olhos estão é cativante. Te faz sentir única, especial.
'Senhor Suh' murmura para o mesmo, seus olhos não desgrudam os lábios do acastanhado, são convidativos. 'Diga, minha princesa', o apelido desperta em você coragem para colocar para fora sua vontade, você o quer, quer o homem à sua frente, que faz carinho docemente em sua cintura e a olha com zelo. 'Eu quero você…', mesmo estando lasciva a Johnny, sua voz vai perdendo a potência ao não ter mais a constância.
'Você me quer, princesa?'
Poderia negar agora, mas o sorriso que o mais velho te direciona traz o regozijo de intrepidez que a faz acenar positivo à pergunta.
'Em palavras, bebê.', já está claro, perceptível, mas o americano quer ter a satisfação de ouvir sua vozinha soprana o elucidar sobre seu anseio. 'Fala pra mim, hm?'.
'E-eu… eu quero você, papai', o epíteto causa um arroubo tão grande que Johnny sente seu cacete endurecer, fisgando. A puxa enfim para seu colo, suas pernas circulam o quadril dispondo uma de cada lado. A forma como foi posta te permite sentir o membro teso abaixo de sua intimidade, e pensar nisso te faz pulsar em antecipação. 'Bebê, você tem certeza, né? Você quer que o papai cuide de você?'.
'Eu quero. Cuida de mim, por favor.' manhosa, deita o rosto na curvatura do pescoço branquinho e cheiroso. 'Eu vou, gatinha', acariciando sua bunda com uma das mãos, usa a outra para aclarar suas reboladas sobre o falo coberto pelo tecido da calça social. Sensível, não consegue conter o, quase, miado que deixa os seus lábios com o estímulo, dá ao apreciador o gosto de te ouvir, e ouvir sons adoráveis que faz quando incentivada nos lugares certos.
Não demora muito para que esteja sem roupas cobrindo a parte inferior de seu corpo, assim como acontece com Suh. Está empalada até o fundo, com as bolas encostando em suas bandas. Rebola devagar, já que seu corpo limitado não tem força para aguentar tamanho pau, mas Johnny joga os quadris para cima, acertando diversas vezes seu pontinho doce. Seus gemidos estão descontrolados, e o homem está se deleitando com o agrado que recebe por te comer tão bem.
'J-john, você m-me faz tão bem… eu' não consegue formular frases inteiras devido ao grande estímulo que está recebendo, o homem, que neste momento está ocupado mamando seus peitinhos que estão suspensos pelo sutiã, sorri ao escutar a sua divagação. A calma das estocadas a deixa mais excitada, sente seu clímax cada vez mais próximo, começa a se contrair igual uma cadelinha em torno do membro que está te deixando arrombadinha. 'Papai, eu vou g-' antes mesmo que pudesse terminar a sentença, acaba por grunhir ao sentir a mordida desferida em seu mamilo esquerdo. 'Já vai gozar, é, gatinha? Pode gozar, o papai deixa.', acelerando desesperada os movimentos em busca de seu alívio, seus peitinhos começam a pular e atraem a atenção do homem, que se encosta no apoio de sua cadeira para observar a cena linda que é você quicando agoniada sobre a falo.
Não dura muito, goza de forma barulhenta, gritando para Deuses e mundos quem estava te fodendo tão bem.
Johnny vem logo depois, com algumas estocadas mais fundas e fortes, morde seu ombro para conter o palavrão que sai ao sentir sua porra sendo prensada contra seu próprio pau porque sua bucetinha judiada não parava de piscar ao seu redor.
'Papai disse que ia cuidar de você, meu anjo.'
💙🦋
I hate u, Lee Haechan.
ideia q literalmente sirgiu do nada, até pq nem foto eu tenho pra coloca, era pra ter postado no dia dele, mas acabou q eu atraseiKKKK pelo menos tá aí, aproveitem a leitura hehe
parabéns haechan <3
“HYUCK EU TE ODEIO MOLEQUE!” você gritava correndo atrás do garoto entre aqueles móveis que haviam em sua casa, “Tá putinha?” ele diz com uma respiração ofegante por ter corrido parando em frente o sofá, enquanto um sorrisinho convencido adornava os lábios. Você estava por trás do mesmo móvel, esperando sua respiração normalizar por ter corrido esse tempo todo atrás do garoto.
Ao você se mover para um lado, ameaçando-o de novamente começar a correr atrás do mesmo, Hyuck desiste e se deita no chão, “Cansei.”
Você corre até o garoto, se senta por cima dele, cerra o punho e levanta a mão, prestes a socar o garoto -mesmo que na verdade estivesse apenas ameaçando- mas tudo para quando sente o garoto levantar o quadril, fazendo você sentir o membro rijo por baixo do moletom e logo colocando as mãos na sua cintura.
Sem que percebesse, você sentou exatamente no pau do garoto, onde as intimidades se encaixaram direitinho.
Haechan não poderia perder a chance, de te deixar com vontade. Após o atrito entre as intimidades, você espalma as mãos no peitoral do garoto e geme manhosa, já que a saia deixava você livre para o sentir duro.
Ao ver sua reação, Hyuck de imediato aperta sua cintura a levando para frente e para trás, te movendo sobre ele, respirações ofegantes ocupavam o espaço em que os dois se encontravam, aquilo estava bom demais para ser interrompido, porém quando ouve um barulho de carro estacionando na garagem de sua casa, você se levanta de imediato.
Seus pais haviam chegado.
“Vem, corre!”
Você chama Hyuck e logo sobe as escadas indo em direção ao seu quarto, fazendo com que o garoto ficasse irritado por ter sido interrompido, sendo assim, provavelmente foderia sua boca no seu quarto.
Foda-se se seus pais ouvissem os barulhos molhados, Hyuck estava pouco se fodendo, a culpa era sua de ter sentado em cima dele.
Haechan não se livraria daquilo sozinho, não quando você estivesse por perto.
𝐀𝐍𝐓𝐄𝐒 𝐃𝐄 𝐅𝐀𝐙𝐄𝐑 𝐒𝐄𝐔 𝐏𝐄𝐃𝐈𝐃𝐎...
→ escrevo para o nct (minha criatividade funciona melhor com o wayv) e exo (menos o sumido do chen), smut, fluff e angst hétero;
→ trabalho com maledom e femdom (hard ou soft);
→ não escrevo nada com: dor extrema, knife play, gun play, omorashi, podolatria, age play, rape play, entre outros;
→ não escrevo sobre shipps;
→ asks, hard hours, headcannons, mtl, boiolagens e + podem ser sempre enviados;
→ posso demorar um pouco para postar. por favor, seja paciente <3
𝐌𝐀𝐒𝐓𝐄𝐑𝐋𝐈𝐒𝐓!!
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• tudo aconteceu
sinopse: Você e Jaehyun não conseguiam evitar todo o desejo que sentiam ao se ver, precisavam descontar a vontade de ter um ao outro, nem que isso tivesse de acontecer no banco do carona do homem.
avisos: Jaehyun!hard dom, choking, sexo sem proteção, sexo em local público (carro/estacionamento), degradação, dumbification, uso de "princesa" e "gatinha", inspirado pela música "tudo aconteceu" (mc du black, delacruz).
notas: Assumo que não estou nem um pouco feliz com o resultado disso aqui, mas vamos fingir que tá tudo ótimo e seguir normalmente, tô nervosa, primeiro post né (deixo aqui todo meu ódio pelo final que escrevi).
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O clima dentro daquele carro era quente, tudo parecia apertado demais, sensual demais. Seus olhos encaravam o homem abaixo de si, o via respirando ofegante após o intenso beijo que haviam trocado, assistia as gotículas de suor já presentes na testa, o cabelo castanho já bagunçado, o sorriso cafajeste em sua face, ele era realmente um pecado vivo.
Você não sabia ao certo em qual momento havia cruzado com Jaehyun naquela balada, muito menos sabia calcular o quão rápido vocês dois foram parar no banco do carona daquele carro, no mínimo esperava que o carro fosse dele. Mais uma vez a vontade tinha sido mais forte que vocês dois, não foi a primeira vez, e com certeza não seria a última, bastava o cruzar de olhares para que terminassem naquela situação.
Seu pescoço era tomado por beijos e chupões, você conseguia sentir a ereção ainda guardada por debaixo das roupas do homem. Em seu corpo o vestido preto já estava enrolando até a cintura, a calcinha de renda era a única coisa impedindo o atrito direto com a calça daquele que ansiava te devorar.
– Mais uma vez o tesão foi mais forte que eu – o homem fala próximo ao lóbulo de sua orelha – Você sabe que não me aguento quando te vejo, princesa.
Você sentiu os dedos de Jaehyun acariciando sua entrada por cima da peça íntima, cavalheiro demais para alguém com um sorriso tão sacana nos lábios. Pensava até em responder algo para o homem, isso antes dele empurrar levemente a calcinha para o lado e introduzir um dedo em seu interior. Seus pensamentos derreteram, de sua boca apenas saiu um suspiro em tom de surpresa.
– O que foi, gatinha? O gato comeu sua língua?
Ele riu, se divertindo com seu sofrimento e necessidade de maior contato diante do dedo parado em seu interior.
Você escondeu a cabeça no pescoço de Jaehyun quando o mesmo mexeu levemente o dedo em seu interior, precisava de mais.
– Eu te odeio... – a fala foi tão baixa que o homem apenas escutou por conta da posição que se encontravam – Eu te odeio pra caralho.
– Me odeia, princesa? Falando assim nem parece que agora pouco você falou que me queria metendo na sua buceta no banco do carona. – ele adicionou mais um dedo no seu interior – Deveria me agradecer por ainda te dar atenção mesmo quando você é uma puta malcriada.
Seus gemidos se tornaram mais sonoros enquanto Jaehyun movia os dedos de forma gostosa, não podia negar que as palavras degradantes ajudaram a aumentar a excitação do momento.
Rebolou ferozmente contra os dedos em seu interior, gemendo manhosa, desesperada por mais do rapaz dentro de si.
– Você só consegue pensar em levar pau, não é, gatinha? É uma puta burra, desesperada pra me ter metendo com força – a voz de Jaehyun ecoou no mesmo momento em que ele tirou os dedos de dentro de você com certa brutalidade.
Afastou seu rosto do pescoço do homem, o olhar indignado se encontrando com o olhar vitorioso, ele sabia muito bem como te provocar, te fazer explodir todos os limites de raiva e tesão.
– Se você quer alguma coisa de mim, vai ter que implorar.
– Você não pode estar falando sério, Jaehyun!
– Ah, você sabe muito bem que eu não brinco com essas coisas, princesa. – o olhar do homem foi gradualmente ficando mais profundo – Implora ou caí fora, você que sabe...
Ele sabia muito bem que você não iria embora, vocês dois tinham plena consciência do tesão acumulado naquela relação, ninguém iria sair daquele carro.
Você abaixou a cabeça, completamente entregue ao poder que Jaehyun tinha na situação. A vontade era tanta, o desejo por tê-lo dentro era tão absurdo.
– Por favor, Jae, por favor... – implorou – Me come, por favor, eu te imploro, eu faço qualquer coisa, só acaba comigo.
Ele sorriu vitorioso, levando as mãos até a própria calça, aquela que abriu da forma mais lenta possível, torturando tanto você quanto ele mesmo, porém se controlando apenas para se saborear mais ainda do seu desespero.
No entanto não demorou muito para o pau teso estar pra fora. Você salivou só de olhar para o íntimo do homem, desejando cadê vez mais ter tudo dentro.
– Vem cá, gatinha, senta pra mim – disse enquanto se masturbava devagar, era a visão do paraíso.
Ao ouvir a ordem levantou o quadril, segurando o membro latejante do homem. Encaixou a cabecinha em sua entrada, desajeitada por toda a presa e ansiedade em tê-lo, porém não demorou muito pra conseguir. Desceu lentamente, se acostumando com o comprimento que alargava as paredes internas.
Olhou para o rapaz abaixo de si, analisou os trejeitos de superioridade no rosto bonito. Ele assistia com prazer a circunferência perfeita em seus lábios enquanto seu corpo descia contra o dele.
A lamúria em baixo tom foi ouvida por Jaehyun assim que você estava cheia dele. Se ele pudesse já teria parado com toda aquela enrolação e lentidão, já teria metido tão fundo e forte que você não poderia pensar em nada que não fosse o pau dele.
As primeira quicadas aconteceram de forma tão desesperada, assustadoramente rápidas na visão do homem. Seus gemidos eram dos mais depravados, altos e sôfregos, totalmente não ideais para a situação que se encontravam.
– Sua puta escandalosa, não consegue nem segurar a porra dos gemidos – disse ao levar a própria mão até sua boca, apertando com força.
As coisas se tornavam cada vez mais frenéticas, seus joelhos já doíam diante do esforço afobado. Seus lábios queimavam contra o aperto forte da mão de Jaehyun.
Ambos estavam entregues a todo o tesão do momento. O homem abaixo de si se segurava para não jogar seu corpo para o banco de trás e foder o mesmo do jeito que só ele sabia.
Logo a mão forte de Jaehyun abandonou sua boca, sendo rapidamente substituída pelos lábios macios e apressados. Compartilharam de um ósculo afobado, o excesso de saliva se fazia presente em meio daquela bagunça, em meio as línguas que se tocavam de forma brusca.
Qualquer um que passasse pelos fundos do estacionamento daquela agitada balada saberia o que estava acontecendo naquele carro. Os corpos balançavam em conjunto, suados e necessitados.
Sentia seu interior numa queimação gostosa, suas pernas já tremiam mais do que o normal, e com certeza não era pela dor que sentia nas mesmas. O orgasmo já era evidente naquela situação frenética.
–Jae, e-eu vou... – sua voz era baixa, cortada por gemidos e pelos beijos que o homem deixava em seus lábios.
–Quietinha, princesa – disse – Você só vai gozar quando eu deixar.
–Jaehyun, eu n-não vou aguentar, eu preciso...
Mal conseguiu terminar a frase, o orgasmo lhe atingiu com força. Suas pernas se tornaram fracas, suas mãos apertavam os ombros de Jaehyun, seu quadril estava colado no do homem, na tentativa bem sucedida de prolongar a sensação gostosa.
Soltava lamúrias baixas entre os espasmos, de olhos fechados, completamente entregue a toda aquela intensidade. No entanto, nada tão bom poderia durar tanto, foi rápido até você sentir as mãos de Jaehyun agarrando seu pescoço.
–Vadia desesperada, uma putinha burra que não sabe seguir uma ordem sequer – o aperto era forte e extremamente excitante – Você vai se ver comigo, gatinha.
A mão forte ao redor de seu pescoço fazia com que toda a excitação voltasse ao corpo fraco e sensível.
–Já pro banco de trás, gatinha – o aperto então cessou, deixando o caminho aberto – Eu vou te ensinar uma boa lição, pra você nunca mais me desobedecer na vida.
pensando aqui 🤔
o chittaphon postando nude nos melhores amigos e dps mandando na dm "gostou gatinha? é só pra você"
boatos de que tem coisa vindo sobre isso 🚨🚨🚨
já que a MAIOR do tumblr está com pedidos abertos e eu sou sua auau e do jaehyun hihi, aqui vai:
disserta aí pra nois um jaehyun dilf, daddy kink e breeding kink (se não for pedir demais, em uma viagenzinha pela itália, a mimi aqui é apaixonada pela itália e pelo jaehyun )
bejo
ℭ𝔯𝔲𝔢𝔩 𝔖𝔲𝔪𝔪𝔢𝔯
.avisos: jaehyun!dilf, diferença de idade legal, daddy kink, breeding kink (que se manifesta mais nas entrelinhas, de um jeito que, não sei você, mas eu amo muito), dirty talk, corruption kink, perda de virgindade, perigosamente inspirado na obra 'Me Chame Pelo Seu Nome' e na música Cruel Summer da Taylor Swift, um pouco de angst, sexo sem proteção e bem 'doce', mommy issues e talvez outros issues semelhantes que só freud explica, praise, beijinhos e mordidas, breast/nipple play, adultério, uso de 'anjo'.
.notas da autora: sou eternamente grata pelo seu pedido pois posso finalmente dissertar sobre um cenário que me assombra desde que fiz um hc. não sei se tu gosta da taylor, mas tomei a liberdade de me inspirar numa música dela, desculpa - ainda mais pq você trouxe o ambiente e os kinks perfeitos. eu amei escrever isso aqui. minha cena fav é a da manga, é muito suja. espero que tu goste, baby<3
.contagem de palavras: 5,5k
.·.🌩.·.
intrometido - Haechan
Avisos: Contém sexo sem proteção, oral (m), apelidinhos melosos , dirty talk (o que seria dos meus smut sem um Haechan falando putaria, non?), spanking (ui delicious); enemies to lovers, o clichê que todos amamos e eu acho que tem humor aí, eu tentei kkkk. Hyuck é seu colega de quarto endemoniado.
notas: E lá vamos nós, veio aí, eu tinha escrito mas pra mim tava meio uó aí eu reescrevi a tarde toda e olha, muitos gatilhos disparados e bang bang no meu coração. Puxei um Hyuck que demonstra amor irritando porque eu também sou assim, e espero que gostem, escrevi ouvindo Mommae do Jay Park e como a putaria nessa música é incrível, me ajudou a escrever bem skskwkkwkwqoiwoio enfim, obrigada por chegar até aqui e boa leitura!
Crazy - Lee Jeno
come here, baby... só converso com quem é do rock🤘😅
Boa leitura!
•
A melodia conhecida de Crazy faz você sorrir animada. Os olhos brilham observando o seu Jeno, com aquela voz rouca, cantando a icônica do Aerosmith. Balançando a cabeça você cantarola junto com a banda:
'Crazy, crazy, crazy, for you baby...
A tracklist do show transitou entre Kansas, Bon Jovi e, por fim, sua favorita, Aerosmith. Quando os últimos acordes da guitarra de Crazy vão chegando ao fim você desvia das pessoas no recinto e decide esperar por Jeno no Camarim.
Sentada sobre o estofado de couro, você ainda escuta o alvoroço do lá de fora, a perna balança em ansiedade até o barulho da porta chamar sua atenção. Jeno entra, a jaqueta de couro cobre os ombros largos, fazendo-o parecer ainda maior e intimidante. Um pedaço da tatuagem sobe pelo pescoço, quase tocando a mandíbula. A visão te faz suspirar, Jeno Lee é realmente um homem...
– Jen! – Você mia animada.
– Linda! – Ele sorri, as meias luas sobressaem. Ele se aproxima, senta-se ao seu lado e não demora a trazê-la para cima do quadril masculino. As mãos de Jeno pousam na sua cintura, acariciam devagar. – Gostou do show?
– Como sua fã número um, eu tenho que ser sincera... – Faz uma pausa dramática, desvia o olhar. – Eu amei! você tem que prometer cantar crazy só pra mim.
– Tudo pela minha garota. – Você murmura um: "não ouse me enganar, Lee", ele assente, divertido. – Agora me dá um beijo aqui... – Pede, segura seu queixo com os dedos, trazendo seu rosto pra mais perto. Havendo um curto momento dele olhá-la, sorrindo e, aí sim, beijando-a lentamente. Você suspira, derretida, quando a língua escorrega para sua boca. Sua mão afaga a lateral do pescoço dele, sobe até a nuca. Conforme o beijo ficava mais intenso, você era puxada para mais perto como se pudesse ser fundida a ele. Geme quando a boca abandona a sua, beijando a mandíbula, o pescoço até os ossos da clavícula
– Jen... – Você chama manhosa.
– O que minha garota quer?
– Você sabe...
– Tá tão cheirosa. – Desvia o assunto, deslizando o nariz pela sua clavícula.
— Jeno... — Você chama outra vez, fricciona o quadril sobre o dele.
– Me esperou sem se tocar, não é? – Ele questiona, colocando uma das mechas do seu cabelo atrás da orelha. Você afirma com a cabeça. – Minha garota obediente. Obediente e linda... – Ele sela os lábios docemente. O olhar desde pro seu busto. Você engole seco quando a mão que antes alisava sua coxa desliza por entre o tecido do vestido, pela sua bunda, roça sobre o tecido da calcinha antes de afastá-la. – Ainda tá cheia de mim... – Afirma. O hálito quente sopra contra seu pescoço. Jeno toca com as pontas do dedo seu íntimo, sentindo a lubricidade que estava ali. – Tá tão molhadinha...– E, finalmente, os dígitos tocam a ponta do plug dentro de você. Tinha ficado todo o show com aquilo. A respiração fica presa na sua gargatanta quando ele movimenta o objeto, retira e você sente a porra escorrer. Uma lamúria manhosa deixa seus lábios, você aperta o dedo dos pés. – Te deixa ainda mais excitada em saber que alguém podia ter pego você cheia desse jeito, hm?
Você assente, timidamente, lembra como o estômago estava gelado de imaginar alguém sabendo que você tinha ficado todo o tempo cheia daquela forma. Ele ajeita o brinquedo de volta.
– Você disse que eu poderia pedir o que quisesse se te obedecesse.
-- Eu disse... o que você vai querer?
– Deixa eu sentar na sua cara?
Ele ri debochado, e você se encolhe, ligeiramente envergonhada. Realmente amava quando Jeno estava em cima de você, a pressão que o corpo maior que o seu exercia. Era dominante ao extremo, seja apertando seu pescoço, ou no meio das suas pernas. Porém, não podia negar como gostava de fazer daquela forma: sentar sobre o rosto dele, rebolar em cima de boca bonita, afundar os dedos no cabelos escuros. Vê-lo de cima e estar no controle.
– Você podia pedir qualquer coisa – Frisa, os olhos brilham altivos. –, mas você quer sentar na minha cara... – Segura seu queixo, soprando contra seus lábios. – Não precisava nem pedir princesa, sabe como eu amo ter essa bucetinha na boca.
– Jen, eu quero... – A voz banhada de manha. – Quero agora...
Jeno, então, deita sobre o sofá de couro. Apesar do espaço ser pequeno, comporta bem ambos. Você se livra das peças de roupa, ajusta-se rente ao rosto bonito. Jeno assopra a pele melada tanto da sua excitação quanto da porra dele que havia escorrido da entradinha menor, a qual permanece com o plug, extremamente provocativo. Após, lambe de baixo pra cima, serpenteia a língua algumas vezes, sem deixar escapar nada. No entanto, é quando ele volta a atenção ao seu clitóris que seu corpo cede mais em direção ao toque, rebola pedindo por mais e Jeno te dá. Esfrega o nervo com a língua, envolve mamando o grelinho. Seus olhos umedecem, seus dedos agarram os fios escuros. Seu quadril não consegue ficar parado, e você é repreendida com um tapa bem dado sobre uma das nádegas, o que é combustível para que você trêmule afetada.
Você se atreve por um momento a encarar os olhos de Jeno, e ele exibe aquele sorriso meia lua, mas os olhos cintilam aquela malícia que fazem uma vermelhidão correr por suas bochechas. Você geme, pressiona mais o quadril contra a boca dele. Jeno, vendo você perto do fim, mete a língua na sua entrada, fodendo-a com o músculo. Você abafa um grito, as pernas tornam-se gelatinas, você tenta fugir do toque pelo pico da sensibilidade, mas as mãos do homem te mantém ali, até que você goze sobre a língua.
Mesmo desnorteada, sai de cima de Jeno, senta-se sobre o chão, tentando respirar corretamente, fecha os olhos. O meio das suas pernas está pegajoso, e você está, ainda, tão excitada quanto antes. O plug dentro de você faz o desejo de ter algo a mais te preenchendo ser maior. Empurra os quadris devagar sobre o piso, tentando sentir algo, mas não é suficiente.
Jeno se põe de joelhos perto da mesinha baixa que havia ali, bate no vidro com a mão coberta por anéis. O barulho chama sua atenção. Jeno te observa sorrindo travesso, reveza o olhar entre você e o móvel.
– Come here, baby... – Ele cita, malicioso.
Você, dessa forma, deita sobre a mesinha, Jeno segura sua cabeça contra o vidro, sua bochecha fica comprimida contra o sólido, assim como seus seios. Ele desliza uma das mãos pela sua lombar, até as bandas, abrindo-as. Admira as entradinhas com prazer: uma cheia pelo plug, brilhando com ponta da pedra vermelha. E a outra cintilando com o orgasmo anterior, ele cospe sobre essa, vê o líquido escorrer, antes de penetrar o indicador e o médio. Vai e vem, devagar, retira-os. Um muxoxo sensível abandona seus lábios.
O pau de Jeno dói dentro da calça de desejo, mas ele gosta de ir devagar no começo, usar e abusar do seu corpo, até que por último ele se enfiava no meio das suas pernas e te deixava cheia dele, bobinha. Ele desabotoa a calça, o pau bate tenso sobre o abdômen. Ele massageia, espalha mais do antegozo. A ponta resvala na sua entrada, ele força até que todos os centímetros estejam dentro de você. Arde pelo tamanho, você pulsa dolorida em volta.
E Jeno começa certeiro, não existe delicadeza aqui. Entra e sai inteiramente e volta firme, seu corpo sacoleja pra frente, seus peitos roçam sobre o vidro frio. A cadência se torna cada vez mais violenta e rápida, o barulho erótico do choque dos corpos ecoa alto, e se você não tivesse tão absorta, ficaria preocupada em alguém escutar. Você goza mais uma vez, o nome de Jeno sai por seus lábios, manhoso. E logo depois ele se desfaz em você, escorrendo para fora. As respirações errôneas de vocês reverberam.
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NCT DREAM as O Banquete de Platão
Gente, essa aqui foi num surto às três da manhã depois de ler o banquete (incrível), e eu fiquei meio receosa de postar, porq vcs podiam achar meio entediante, mas depois eu falei foda-se, escrevi e vou postar. É isso. Isso aqui é minha interpretação então talvez tenha algo diferente 🤧
Boa leitura!
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Primeiramente, eu devo explicar como começa essa discussão sobre o amor. Então, um dos filósofos, muito pra lá de bagdá já, propõe um debate, ele começa dizendo que os outros deuses gregos tinham muito atenção sobre eles, mas pouco se falava sobre o principal deles: o amor. Começa aqui a percepção do amor como o deus que veio antes de todos os outros, e sendo tão belo, merecia que, também, houvesse uma "celebração" a ele. Algumas dessas conceituações sobre o amor eu já tinha estudado sobre, porém outras não, sendo assim, algumas vão carregar a denominação que eu der, blz?
Eros na Grécia antiga era considerado o deus do amor.
1. Fedro e o amor honroso. (Jeno Lee)
Nesse, acredita-se que primeiro nasceu o caos e só depois a Terra, e posteriormente, o amor. Assim, o amor honroso, sendo o deus mais antigo e poderoso, seria dotado de virtude e honra. Como assim? Alguém que ama jamais deseja sentir vergonha na frente daquele que é amado, por isso, esse possuíria uma conduta virtuosa (virtude na filosfia, tende ser algo guiado pela razão). Exemplo: alguém tem muito medo da morte, mas, mesmo assim, pode morrer por alguém que é amado, sendo, então, corajoso porque se ama.
O Jeno é o amor honroso porque, como eu disse no post dele como as música do H, ele parece alguém que não desiste do que quer, e quando apaixonado, eu tenho certeza que ele daria tudo de si pra alguém que ele ama, sendo o melhor possível, sendo leal e corajoso.
"Assim, pois, afirmo que o amor é o mais antigo dos deuses, o mais honrado e o mais poderoso para a aquisição da virtude e felicidade entre os homens, tanto em vida como após a morte."
2. Pausânias e os Amores Sensual (mais nova) e Celestial (mais velha). (Jisung e Jaemin)
2.1. O amor sensual é um amor carnal, é algo que é finito, como se fosse algo líquido que você não pode manter. É explicado nesse aqui como se esse sentimento fosse um fogo de palha, onde começa ardente e parece que significa tudo, mas que com o passar do tempo, essa chama apaga. É vulgar.
O Jisung é o amor sensual por ambos serem os mais novos. Depois de analisar minuciosamente vídeos do Jisung flertando com fãs, eu pude concluir que ele está na fase de buscar o primeiro amor. Então, por esses motivos, ele se torna muito emocionado, do tipo que se vai se apaixonar pela primeira vez e nem vai ser algo tão intenso, mas faz ele achar que sim, sendo algo que é ligeiramente rápido.
2.2.Já o amor celeste é o da alma, que é eterno. Quando Pausânia fala sobre ele, ele deixa claro que esse é mais raro, porque ele necessita de muito mais coisas que o amor sensual, como, por exemplo, a necessidade de existir uma reflexão/inteligência sem impulsividade. O amor celeste pode ser entendido como algo racional, e por ser racional é algo que é perfeito.
O Jaemin é o amor celestial porque eu vejo ele como alguém centrado e observador. O Jaemin não amaria qualquer pessoa, ou diria que ama alguém no calor do momemto. Ele parece alguém que pensa muito antes de uma decisão, e quando se trata de amor, ele reflete bastante porque ele não quer que seja uma ação que vai ser impulsiva, mas algo que ele possa ter certeza que vai ser duradouro.
"É este o amor da deusa celeste, ele também celeste e de muito valor para a cidade e para os cidadãos, uma vez que muito esforço ele obriga a fazer, pela virtude, tanto ao próprio amante como ao amado. Os outros, porém, são todos da outra deusa, da popular (sensual).
3. Erixímaco e o Amor Harmonioso. (Mark)
tenho que confessar que essa é uma das concepções que eu mais gostei.
Seguinte, o filósofo dá alguns exemplos, mas vamos focar no mais interessante que é quando ele discorre sobre a música. Ele afirma que o amor nasce de uma discordância, por exemplo, timbres agudo e grave são coisas diferentes entre si, discordantes, só que quando colocados em combinação podem resultar numa consonância. Assim, o amor é algo entre diferentes que, em algum momento, entram em sintonia, formando uma harmonia. E ele ainda reitera que esse amor tem que haver uma moderação. Isto é, se eu tenho a combinação de quente e frio em equilíbrio, isso vai gerar bonança, saúde e etc. Agora, se eu tenho um desequilíbrio, eu posso gerar desastres.
Essa daqui eu escolhi o Mark por ele ser muito ligado com a música, confesso, mas depois de refletir, eu pensei na relação dele com Donghyuck, os dois são muito opostos e, no começo, eles não se davam bem. Então, isso me fez acreditar que Mark tenha afinidade com opostos, mas quando entra em consonância, formam uma hamornia (assim como aconteceu na relação dele com o hyuck, e não, eu não shippo os dois).
5. Agatão e o amor Delicado. (RENJUN)
O Agatão começa o discurso dele dizendo que os outros, na verdade, em vez de louvar o deus (amor) enalteceram os homens. O filósofo afirma que a natureza do amor é jovem e, também, delicado. O amor não habita em lugares ásperos, mas na alma dos homens: ele apenas se instala nos lugares muito floridos e perfumados, e ali permanece. O amor não comete ou sofre injustiça. Ele não cede à força, se é que a algo cede - pois a violência não toca o amor –.
Ele também da outra concepção do amor sendo a sabedoria, você ter poder de fazer arte, por exemplo: O amor é um poeta, e sábio, tanto que também a outro ele torna poeta, qualquer um pode se tornar poeta desde que lhe toque o amor.
Gente, o Renjun é simplesmente essa, baseado naquele vlog dele no dormitório com as tintas, os cházinhos dele, sério. Além da aparência dele que é sempre tão delicada. Mas, mais do que isso, ele não parece gostar de alguém por aparência, alguém que ele gostar vai ser por razões nobres (uiui), o amor dele não habitaria em lugares ruins, e tampouco seria também.
6. O amor como busca de Sócrates. (Chenle e Donghyuck)
Família, o Sócrates é bastante palestrinha e ele demora para dizer o que ele acha sobre amor, viu? Mas a concepção dele começa de que o amor é uma busca. Sim, e você busca aquilo que não tem, sendo assim, quando você ama algo/alguém é porque assim você vai preencher algo que falta em você. Entretanto, você precisa reconhecer que é "defeituoso" de algo para, assim, poder buscar o que falta.
Escolhi meu queridíssimo Sócrates para o Chenle por razões de: existem algumas características do Chenle que eu admiro muito, como a sinceridade ou como ele não tem medo de ser como realmente é, ele é simplesmente ele, o tempo todo. Todavia, existe uma coisa que me incomoda nele, que é como ele parece sempre muito pretencioso sobre tudo, então, afirmando Sócrates que o amor é busca, mas que nós precisamos ter humildade em reconhecer que não temos algo, para que assim nos possamos buscar tal elemento. O Chenle precisa ser mais moderado nesse aspecto.
Também, Sócrates introduz na narrativa uma filósofa - Diotima -, a qual o ensinou outras noções sobre Eros: o amor não é perfeito ou imperfeito, mas está no meio desses extremos e, por ocupar essa posição, torna-se um gênio o qual tem poder de interceder nas interações dos humanos e deuses. A segunda é sobre o amor ser imortal por causa da geração/criação a partir de algo velho para uma coisa nova, perpetuando-se eternamente.
Aqui, eu não pude não pensar no Donghyuck. Eu sou suspeita pra falar, mas eu acho o Donghyuck muito inteligente, e me deixa muito brava quando eu vejo algumas fãs reduzirem ele a certos conceitos. Enfim, sendo assim, se, na terra, existisse alguém entre o bem e mal, seria ele, representanto o amor como um gênio.
"... é através desse ser que se faz todo o convivio e o diálogo dos deuses com os homens, tanto quanto despertos como quando dormindo; e aquele que em tais questões é sábio, é um homem de gênio..."
4. Aristófanes e o Mito do Androgino. (Bônus: Nomin)
e essa é a concepção mais bonita que eu já vi de amor na vida.
No começo da humanidade existiam 3 gêneros humanos: masculino - representado pelo sol ‐, feminino - sendo a terra - , e o terceiro era a junção de feminino e masculino - seria a lua, porque a lua é a mistura da terra e do sol -. Esse terceiro gênero era algo considerado perfeito, por ser a junção dos outros dois. Possuía quatro braços e pernas, dois rostos, era um corpo que possuía movimento circulares, como um circulo (duh). Só que, dotados de presunção, se voltatam contra os deuses, e aí, nessa situação, os deuses decidem punir esses homens, separando-os em duas metades. E, a partir disso, essas metades passariam toda a vida em busca de sua outra parte, incansávelmente buscando estarem completos outra vez. Assim, seria o amor a busca pela sua outra metade.
Escolhi nomin pra esse bônus, porque eu acho a dinâmica dos dois muito bonitinha e foi a partir de um post que eu vi essa semana do Jaemin falando que o Jeno é a pessoa quieta que escuta ele com atenção, e ele é a pessoa que fala o tempo todo. Mesmo que os dois seja só uma amizade sincera, é incrível como eles se conhecem a tanto tempo e isso criou entre eles uma sintonia onde eles se completam, tal qual as metades do mito do androgino. É isso.
"Quando encontra sua metade, tanto o amante do jovem como qualquer outro, então são extraordinárias as emoções que experimentam, de amizade, intimidade e amor, a ponto de não quererem, por assim dizer, separar-se um do outro nem por um momento."