“Ugh, não, impossível. Porque é que estou cercada de idiotas?” A senhora desliga o telefone e o joga dentro da bolsa. “E o que é que você está olhando?”
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@wellwell-hellobeastie
“Ugh, não, impossível. Porque é que estou cercada de idiotas?” A senhora desliga o telefone e o joga dentro da bolsa. “E o que é que você está olhando?”
rivxras:
[ FLASHBACK ]
“Eu não acho que precisamos de vilões, na verdade, isso temos de monte já. Precisamos é de gentileza, e de muita, na verdade.”, ele deu de ombros. “Você não sabe ir no banheiro? Bom, para isso você precisaria de uma mulher, mas acho que nenhuma vai querer se aproximar depois deste comportamento.”
Milicent soltou um longo suspiro. “Se você já acabou, é melhor eu ir para o meu emprego de verdade antes que eu gaste mais do meu tempo”. Ela jogou uma nota maior do que o necessário sobre a mesa.
wellwell-hellobeastie:
“Eu não acho que eu deva pedir desculpas por cobrar dela que seu trabalho seja feito corretamente. Se chama ética de trabalho.” Ela se apoiou sobre a sua mesa. “Como por exemplo se conformar a tocar quando você foi contratado para isso.”
“Eu entendo, você pode até cobrar, mas não precisa fazer isso num tom mesquinho, todos no restaurante prestaram atenção em você e eu não acho que isso é bom para sua imagem.”, ele continuava a falar no microfone, não era sua intenção humilhá-la, só que repensasse suas ações. “E não se preocupe, vou tocar, pode até escolher a música, se quiser, é só dizer um ‘Ei! Poderia tocar tal, por favor?’, fácil, não?”
“Minha imagem? Minha imagem está intacta. Se as pessoas precisam de vilões nas suas vidas patéticas, faço isso com prazer. Não tenho problemas com isso, queridinho.” Ela suspirou e pegou a carteira, selecionando as notas dentro dela. “Não aprecio levar lições de moral. Quer me ensinar a ir ao banheiro também?”
wellwell-hellobeastie:
Milicent ergueu uma das sobrancelhas, cruzando os braços e deitando a cabeça de lado. “Eu não aprecio o seu tom. Perdeu alguma coisa aqui embaixo?”
O homem soltou aquele sorriso travesso, típico de sua personalidade. “Você não aprecia o meu, e eu não aprecio o tom com o qual você falou com a moça. Que tal ambos pedirmos desculpas?”
“Eu não acho que eu deva pedir desculpas por cobrar dela que seu trabalho seja feito corretamente. Se chama ética de trabalho.” Ela se apoiou sobre a sua mesa. “Como por exemplo se conformar a tocar quando você foi contratado para isso.”
“Claro querida. Claro que você pensou que isso era um café aceitável. Claramente não é. Mande de volta.” A senhora colocou a xícara novamente no pires e o ergueu em direção à garçonete.
Héctor, sempre que podia, aceitava tocar no La Cucaracha, restaurante mexicano da cidade. Naquele dia tocava de manhã, por mais estranho que fosse, e procurava canções animadas para levantar o astral dos clientes. Foi então que, ao terminar uma delas, ouviu o comentário infeliz da mulher. Aproximou os lábios do microfone e anunciou. “Parece que algumas pessoas acordaram de mal humor hoje, hm?”, e fixou o olhar na ruiva.
Milicent ergueu uma das sobrancelhas, cruzando os braços e deitando a cabeça de lado. “Eu não aprecio o seu tom. Perdeu alguma coisa aqui embaixo?”
wellwell-hellobeastie:
“Se você precisa mesmo saber, deriva do alemão antigo e significa força do trabalho” Ela revira os olhos enquanto o garoto continua a falar. “Não me lembro de ter perguntado.”
“Bem, ao contrário de certos garotinhos, eu tenho uma empresa de verdade parar gerir. Se você quer ser útil, carregue minha bolsa. Se não, pode voltar a paparicar seus empregados.”
Alemão? Que chique. A minha família é francesa, por isso a maioria das comidas aqui no restaurantes são francesas… e eu me tornarei um chef especializado nisso também. Maneiro, não?
Tudo bem, então. E eu não sou um “garotinho”. De qualquer forma, até mais. Não vou ficar atrapalhando, não quero mal humor acabando com o meu dia.
Muito... Maneiro. A culinária francesa é bastante adequada. Tenho certeza que vai se sair muito bem quando aprender a controlar a língua.
Ótimo. Tenha uma bom dia.
tcdtt:
— Milicent… esse nome é chique demais. É de que origem? — o menino coçou o queixo, sua língua era maior que sua fome, na maioria das vezes, e era difícil parar uma conversa com ele. — Eu sou Thaddeus Thumper, chique, com dois ‘Ds’. — comentou, e ao ver o pagamento da mulher, assim como o início de sua caminhada para ir embora, não se conteve. — Para onde você está indo? Achei que teríamos uma conversa mais longa, eu estava apenas começando a me divertir.
“Se você precisa mesmo saber, deriva do alemão antigo e significa força do trabalho” Ela revira os olhos enquanto o garoto continua a falar. “Não me lembro de ter perguntado.”
“Bem, ao contrário de certos garotinhos, eu tenho uma empresa de verdade parar gerir. Se você quer ser útil, carregue minha bolsa. Se não, pode voltar a paparicar seus empregados.”
tcdtt:
Mas eu não sabia desse fato. Se eu soubesse da sua profissão antes, eu agradeceria, apesar de eu não tomar muitos medicamentos, porque sou mega saudável. Porém, agora toda vez que eu comprar algo na farmácia vou dizer ‘obrigado, sra. …?’, está bem?
Se você diz que é assim, vou só aceitar. A conversa já ficou complicada demais para o meu gosto.
“Não seja espertinho. Ninguém gosta de um espertinho. O nome é Milicent Saga. Não se esqueça.”
Ela colocou uma nota muito maior do que o valor do café sobre a mesa e se levantou. “Ótimo. Se me dá licença, tenho assuntos mais importantes a tratar e essa conversa me atrasou terrivelmente.”
tcdtt:
— Digamos que nós não fossemos te expulsar, porque realmente, eu vejo você por aqui bastante. De que custaria dizer um ‘por favor’ para a garçonete? Ela fica aqui servindo mesa o dia inteiro, um pouco de educação seria bom. Se você é assim com seus empregados, eu sinto muita pena por eles.
Ora, e eu vendo compro insumos e fabrico remédios o dia todo e nem por isso vejo ninguém me agradecer toda vez que vai à farmácia. Não acho que se deva celebrar a mediocridade. Vocês jovens devem considerar os ensinamentos daqueles mais velhos.
Você pode sentir o que quiser por eles, mas eles são disciplinados e muito bem recompensados pelas suas competências. Caso deixem a empresa, serão muito bem recebidos nas próximas. Empregos devem melhorar seus funcionários, não paparicá-los como floquinhos de neve especiais.
tcdtt:
Tad continuou de braços cruzados. — A conversa pode não me pertencer, mas, eu serei o futuro chef desse lugar, e eu não quero as pessoas tratando as garçonetes assim. Sem falar que a dona daqui é minha mãe, eu posso pedir para que você seja expulsa. — lançou um tom de autoridade, pensando se aquilo faria ou não sua mãe orgulhosa.
Isso seria bastante rude da sua parte e da sua mãe. Especialmente considerando que eu sou uma cliente regular e muito bem conectada. -- Milicent deixou a xícara sobre a mesa. -- Estou falando com ela como falo com qualquer empregado meu quando eles não fazem o trabalho que devem fazer com a eficiência e precisão necessária. Talvez esse não seja um valor que vocês valorizam, mas eu com certeza sim.
[GRIMHILDE TEXT] Another weekend without some fuck and I swear to god... Wanna do some bad things or what?
Tudo bem, eu tenho um tempo. Esteja aqui em quinze minutos. Vou deixar a banheira enchendo.
about you: você parece meio durona, mas eu acho que ruivas em geral não são duronas... então deve ser um amorzinho! Acertei?
Não sei de onde você tirou essa ideia.
Eu descendo de mulheres guerreiras que comiam os corações dos seus inimigos. Meu cabelo vermelho é símbolo de força, não de... Amorzinho.
saberquemsou:
A mulher podia não entender a dificuldade, mas para uma novata como Moana aquele pedido tão cheio de detalhes demonstrou-se sim ser um desafio. Precisou de alguns minutos para se lembrar do que deveria colocar na nova xícara, mas não voltou até ter certeza de que estava certa. “Aqui está, espero que dessa vez esteja de seu agrado.” Disse lançando um sorriso que sabia que não seria correspondido.
Milicent recebeu o café e bebeu, acenando com a cabeça. “Aceitável, sim. Obrigada. É raro uma jovenzinha como você não sair bufando. Esse tipo de comportamento não resolve nada. Não é muito melhor aceitar a vida sem esse tipo de comportamento confrontacional?”
tcdtt:
Tad arqueou uma das sobrancelhas ao observar aquela cena. Aquilo ia totalmente contra tudo que sua mãe havia lhe ensinado, e não poderia deixar assim. Se aproximou da mulher ruiva. — Com licença, você não sabe dizer um ‘por favor’?
Milicent olhou para o rapaz e baixou seus óculos escuros. -- Sei sim. Por favor, retire-se da conversa que não envolve você. Essa juventude está mesmo perdida.
tiznabrooks:
Se pudesse, queria que todos comessem de tudo ali, quanto mais melhor; contudo, apenas sorriu na direção da mais velha com a resposta negativa. Pigarreou, assentindo. “O homem é ambicioso, a mulher é arrogante. A gente sabe como a sociedade funciona, infelizmente.”
“É isso mesmo. Mas não nessa cidade. Entre eu e Grimhilde, devemos ter metade dessa cidade debaixo dos saltos. Mas já estou me estendendo demais.” A mulher tirou uma nota de cem da carteira e estendeu na direção da moça. “Pode ficar com o troco.”
tiznabrooks:
Com o comentário dela acerca do croissant, Tiana arqueou uma das sobrancelhas, mas achou melhor disfarçar sua reação com um sorriso pequeno. “Mais alguma coisa? Uma sobremesa, talvez? Temos brownies de frutas vermelhas hoje.” ofereceu, como uma boa funcionária. Parada a frente da mesa, ouviu conforme ela falava, assentindo vez ou outra. “Entendo. Tenho certeza de que a senhora é uma ótima chefe, deve ser difícil coordenar uma empresa assim.”
“Não, obrigada. Já comi mais do que deveria.” Ela disse, deixando metade do croissant de lado. “Eu sou. Você sabe, quando se é uma mulher numa posição de poder, você faz qualquer coisa e de repente você já é uma bruxa sem coração. Ora! Eu sou uma bruxa sem coração, mas isso não tem nada a ver com a minha empresa.”
tiznabrooks:
Tiana já ia se afastar quando a mulher lhe fez outro pedido e, sorrindo, a garçonete anotou em seu bloquinho. “É pra já.” respondeu, franzindo os lábios ao voltar para o interior da cafeteria. Já deveria estar acostumada a lidar com clientes como ela. Voltou, minutos depois, com o croissant bem servido em um pires bonito. “Aqui está.” colocou-o sobre a mesa, mantendo o sorrisinho no rosto. “Veja se está do seu agrado. E conte a seus funcionários que devem trabalhar com precisão, talvez eles lhe escutem.”
“Ótimo.” Ela deixou o celular de lado para morder um pedaço. “Aceitável.”
Milicent balançou a cabeça para a sugestão da moça. “Ah, não. Você não os conhece. Já estão acostumados com o meu ar. O que é péssimo. Um bando de criaturas gentis, mas efetivamente inofensivas. E gente inofensiva não desenvolve bons remédios. É tudo sobre... O equilíbrio entre o remédio e a droga. É claro, não quero ficar aqui dando uma palestra, mas crédito é necessário onde é necessário. E eu faço milagres para manter aquela empresa em pé.”