
Product Placement
No title available
Mike Driver

Jimmy Eat World
Show & Tell
sheepfilms
hello vonnie
Cosimo Galluzzi
I'd rather be in outer space 🛸
Sweet Seals For You, Always
h

No title available
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
NASA

if i look back, i am lost
YOU ARE THE REASON
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
𓃗
ojovivo

seen from Pakistan
seen from United States

seen from El Salvador
seen from Brazil

seen from South Korea
seen from Venezuela

seen from South Africa
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from Türkiye

seen from United States
seen from United States
seen from South Africa
seen from United States
seen from Ecuador

seen from United States

seen from Moldova
seen from Venezuela
seen from United States
@will-stay-blog
Eu beijei meu melhor amigo e eu gostei. “Amigos ou namorados?” foi a pergunta que eu mais ouvi desde que comecei a andar com você. Até hoje me pergunto o que tu foi ver em mim; a cdf que entrega todos os trabalhos na data, que prefere um programa caseiro do que uma balada, que se esconde por trás de um óculos de grau e que prefere tênis ao invés de salto. Era meu primeiro dia na escola quando você veio falar comigo. Eu tinha acabado de me mudar, terminado um relacionamento e encarado a separação dos meus pais. Juntando com a minha vergonha e timidez excessiva, era óbvio que minha cabeça, barriga e coração deram um nó quando eu vi aquele sorriso mais fofo da escola se aproximando de mim. “Nova por aqui?” você perguntou, mas tenho certeza que já sabia da resposta. Você parecia do tipo popular que se dá bem com todo mundo, daqueles que sabem todas as notícias da escola e com certeza, aquele desejado por todas. Mas mesmo assim, senti sinceridade naqueles olhos pequeninos que sorriram para mim junto com os lábios, pedindo por um beijo, assim que ele se sentou ao meu lado. “Sim” minha timidez não me deixava evoluir mais do que uma sílaba. Para ajudar, minhas bochechas ficaram mais vermelhas que um pimentão e eu senti como se meu rosto todo estivesse pegando fogo. E, pela primeira vez em toda a minha vida, você não insistiu para que eu continuasse a conversa, como todos fazem (ou então fogem); você simplesmente ficou ali sentado, comigo, esperando o sinal tocar e então se oferecer para mostrar minha sala. Acho que nossa amizade começou ali, no silêncio, nas olhadas laterais que eu dava para você e nos sorrisos de canto do lábio que você deixava escapar quando percebia o que eu estava tentando fazer discretamente, porém não conseguindo. Eu sempre soube ser invisível, mas por algum motivo você me notou. Depois de me mostrar a sala que, para a minha felicidade, era a mesma da tua, e me aguentar calada durante o dia todo, você continuou sendo legal e compreensível com a minha timidez. Foram algumas semanas até eu conseguir realmente formular um parágrafo contigo. Começaram com sílabas que se transformaram em palavras, frases, parágrafos e, por fim, um texto coerente. E as coisas foram acontecendo assim, sem pressa, naturalmente. Se foi no silêncio que nossa amizade começou, nas palavras ela foi se fortalecendo e na mistura dos dois ela se manteve. Com o passar do tempo você foi se tornando a pessoa que eu confiava completamente, a pessoa que eu pensava quando não tinha motivos para sair da cama pela manhã, a pessoa que, faça sol, chuva, frio ou calor, eu tinha certeza que estaria me esperando com aquele sorriso escondido e com os braços preparados para um abraço. Foi você que ajudou com que eu me enturmasse, embora eu não me importasse muito com os outros desde que você não me abandonasse. Você me elogiava sempre e me criticava quando eu precisava; você me ajudava com os meninos e eu, te dizia sobre as garotas. Era para você todos os meus convites de filmes, saídas, trabalhos em grupo… A gente construiu uma lealdade que pessoa nenhuma sequer pensava em derrubar. Você sempre foi a pessoa que me ouviu, me ajudou, me amou, me odiou e nunca se cansou disso. Você sempre foi a pessoa mais perfeita do mundo e eu continuo sem entender o que você viu em mim, mas tenho vergonha de perguntar, então, quem sabe, se um dia eu tiver coragem, eu ainda descubra. Foi em uma tarde de outono, em um dos nossos passeios de sábado, que, enquanto você comprava nosso sorvete, meu coração bateu de um jeito diferente e eu comecei a sentir uma coisa que era estranha e desconhecida na minha listinha de sentimentos. Cogitei ser amor mas era algo maior que isso. Era uma necessidade, um amor misturado com ódio, paixão, vontade, desejo, felicidade, tristeza, e tudo o que eu já havia sentido antes, mas dessa vez, misturado e transformado em uma coisa só. Então eu sumi. Te observei voltando para a mesa e não me encontrando lá, te vi não entendendo nada e, depois, não tive mais coragem de ficar parada, sem fazer nada, olhando o resto. Tive ódio de mim mesma por fugir de algo tão forte, mas eu não podia arriscar, eu não podia te perder por causa disso. Se eu não podia te perder, o que eu estava fazendo fugindo? Fechei os olhos e imaginei o que você falaria para mim em uma situação dessas. Imediatamente o “acredita em você” que tu me dizia sempre que eu não sabia o que fazer veio à tona e a sua voz começou a ecoar na minha cabeça. Acreditei. Saí imediatamente de casa e fui para o lugar que eu tinha certeza que te encontraria: a nossa sorveteria. Não precisei dizer nada para você me entender. Fiquei parada por um tempo na sua frente tentando lembrar como se respirava e me aproximei aos poucos. Você, como sempre, me acolheu em seus braços. Eu sorri e nada mais foi preciso para ambos entenderem que a amizade, agora, seria colorida. Pude retribuir o beijo que seus lábios me pediram no primeiro dia que você veio falar comigo mas, o que você viu em mim, isso continuava sendo um eterno mistério.
Gosto de usar tua camisa como pijama - Olivia Dias (via defectss)
Queria dizer algo que não soasse ridículo ou novelesco, repetitivo, entende. Mas não dá. Não sei explicar mas todas as vezes em que tento ficar em silêncio a respeito de você, não consigo, me vem à boca as mais diversas frases, soltas, duras ou frouxas, elas tomam uma dimensão tão grande, que fico com pena e as deixo sair de mim. E cada período, cada ponto final, cada vírgula, é uma pausa no meu discurso, que só te enche o ego. Não consigo parar de falar, nem de escrever, é como se sobrasse algo, na falta de outro algo. Falta suficiência em termos para te explicar o quanto eu me sinto bem ao saber que na calada da noite, você vai bater o interfone e vamos trocar um oi. Nem é preciso que você diga seu nome, o tom ensolarado da sua voz entra pela caixinha de som do interfone e me estremece aos poucos, sequencialmente sou obrigada a procurar um lugar, para que eu possa me sentar e recarregar as energias das minhas pernas. É como se você as sugasse por completo, o simples murmurar de um oi me desestabiliza por completo. Até que eu me levanto, num impulso de ansiedade rouca, para apertar o botão que abre o portão. E você entra com um meio sorriso. Sabe que eu não gosto de meios, metades, mas esta coisa de sorriso-seriedade me balança, putz! Não sei mesmo como ser sucinta quando o assunto são seus toques e seu timbre, tão ríspido, grave. Na verdade, o espírito dos poetas deve se ressaltar quando se ama. Mas eu não sou uma poeta, nem tampouco uma escritorazinha de boteco. Só que a sua presença me faz imaginar vocábulos que nada mais os faz aparecer. Apenas o seu olhar tempestuoso e oblíquo. Você é oblíquo. Uma luz amarela no semáforo: ao invés de ser a parada ou a seguida, você é o meio, ali, aquela linha tênue entre a continuidade e a pausa para se atender o telefone no trânsito engarrafado. Você é engarrafamento em feriado. Eu me sinto completamente presa no seu trânsito, e o pior: é como se eu não quisesse sair. Também, nem mesmo se eu quisesse. Os atrativos são tantos, que estranho mesmo seria se eu dissesse que não me faz mais bem ouvir o que você tem a dizer. Seria o ápice da minha loucura. Sou louca, por ti. Pelos seus dentes, tão enfileirados. Louca pelos seus gestos, suas mãos, suas roupas, seu cheiro. Por todos os ‘ois’ que você me diz antes de subir as escadas e me abraçar. E eu me derretendo em meio ao sol, diante dos seus braços eu sou pequena, e isso é frustrante, porque se repete sempre que a noite está prestes a chegar. Frustrante como repetições banais. Mas como não ser banal e repetitiva diante de ti? Como separar a realidade e o surreal, quando sua voz é tudo o que eu consigo ouvir, mesmo em um absoluto silêncio? Não dá, sério. Não sei explicar, mas essa vontade louca de explicar o que acontece comigo é algo que nunca serei capaz de entender, ainda que um esforço imenso seja desprendido para que alguma coisinha minúscula seja desvendada. E nada feito: o mistério continuará. E enquanto isso persistir, as repetições prevalecerão entre o dia e a noite, entre a sua chegada e a sua saída. Não tem jeito. O amor é repetitivo demais.
Não sei explicar mas eu não consigo não explicar. - V.R. (via m-elodrama)
JÁ QUE ELA É LINDA VAI LÁ COM ELA PORRA.
“Mas é melhor assim, sabe? Você no seu canto e eu no meu. Sem muita aproximação, sem muita conversa jogada fora, sem muito tempo pra ver segundas intenções onde mal houveram as primeiras.”
Pedro Nery (via c-larified)
Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse.
Caio Fernando Abreu. (via voar-te)
“E você depois perguntou: — Não tem nada meu aí? E eu quis gritar: — Tem, tem eu.”
Tati Bernardi. (via umapequenapoeta)
MEU AMIGO MANDOU PERGUNTAR SE VC QUER NAMORAR COMIGO
Se de roupa já é lindo, imagine sem.