AnasAbdin
Misplaced Lens Cap
art blog(derogatory)
No title available
styofa doing anything
Claire Keane

JBB: An Artblog!
TVSTRANGERTHINGS
YOU ARE THE REASON

No title available
Sade Olutola
wallacepolsom
Not today Justin
will byers stan first human second

tannertan36

Andulka
No title available

Kiana Khansmith
No title available

izzy's playlists!

seen from Morocco
seen from United States
seen from United States

seen from Brazil
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Australia
seen from United Kingdom
@workprogramusa-blog
New York
Segunda-Feira (05/12)
Embarque com destino a New York City. Fuck yeah.
Terça-Feira (06/12)
Só pisar no JFK já foi fantástico. Putz, estou em Nova York.
A parte da polícia federal foi tranquila, o cara estava mais preocupado com a mensagens dele do que comigo e só perguntou um "Why are you here?" e minha resposta foi um simples "To work." e pronto, carimbou todos os meus documentos e mais nada.
Pegamos o táxi e o taxista apesar de simpático ficou nos ignorando na cabinezinha dele. Tudo bem que a gente também não perguntou nada, né.
E é claro que eu passei mal. No táxi. Porque se eu passo mal no 47 de casa até a casa da minha avó, é lógico que eu vou passar mal no táxi em NYC. Teve um momento que eu abri a janela inteira e coloquei a cabeça para fora, imaginando a cena ridícula que seria vomitar pela janela no caminho do JFK para Manhattan. Acabou que não vomitei, mas tive que pedir para o taxista parar o carro no meio da rua (para quem não queria falar nada, na hora do desesperro sai tudo "please pull over. i'm gonna be sick." e por dentro "porra pqp para a porra do carro senhor socorro." Acabou que o cara parou o carro e eu desci do táxi e fui andando e ainda cheguei no hotel junto com Alice e Silvia que continuaram no táxi. Ainda bem que em NYC é fácil de se localizar. Essa das ruas não terem nomes, mas número facilita tudo. Vi que estava na rua 42, o hotel era na 43. Ok, não seria difícil, vamo que vamo.
O Carter é muito mais tranquilo do que imaginava. Se esse é o hotel mais sujo de NYC, o mais limpo não deve ter um grãozinho de poeira no chão. E as pessoas que trabalhavam lá eram muito simpáticas.
Nesse dia, andamos pra caralho. Nós precisávamos comprar roupas de frio e eu já sabia de algumas lojas boas e baratas. Fomos até a Burlignton Coat Factory que ficava a 20 quadras de distância. Looooooonnge. Mas vale a pena. Tudo muito barato.
Todos exaustos também, fomo para o hotel cedo. Até porque, estava chovendo.
E eu assisti Glee em New York. Prometo não comentar sobre meus vícios aqui, mas geeeeeeeeente eu assisti glee em NYC e me senti fantástica.
Quarta-Feira (07/12)
Andamos para caralho de novo.
Pegamos o metrô até a estação da barca para Staten Island, que é de graça e passa em frente a Estátua da Liberdade. E que coisa minúscula essa estátua, hein?
Depois, Century 21. Loja gigante e eu odeio comprar, maaaaaaaaaaas. Desde que procurem as coisas para mim, nem me incomodo tanto.
Fomos andando até uma cabine da TKTS que fica no sul da ilha, porque já tinha visto na internet que lá normalmente não tem fila. Dito e feito, não tinha ninguém e compramos ingresso para Mamma Mia!
-Mamma Mia, btw, foi incrível. Quero assistir mais uns 3874697937 shows da Broadway, pode?
Quinta-Feira (08/12)
Não estava chovendo!!! Aleluia, irmãos!
Ou seja, andamos para caralho [3]
Subimos dessa vez, fomos até a Apple Store. E sério, mãe, me dá um iPhone? Eu deixo você brincar com ele. E na FAO, onde eu gastei muito dinheiro comprando balas, mas não resisti.
Depois, Central Park. Não preciso dizer que é maravilhoso, né? E a Alice achando que era do tamanho do Country Clube de Friburgo.
Andamos e andamos e andamos e não chegamos nem na metade do parque. E depois tivemos que voltar andando para o hotel de novo e já estava escuro. Entrei na Little Brazil (e tive que andar da 7ª até a 5ª avenida para achar DOIS restaurantes brasileiros e 2 lojinhas. Porque diabos essa rua é chamada de Little Brazil eu ainda não sei).
Alice não quis ir comigo até lá, então voltou para o hotel. Cheguei no hotel antes dela e pronto, fudeu. Alice está perdida em New York. Mas não, ela só estava perdida dentro a Forever 21.
Como não estava chovendo, fomos andar um pouco mais. Até a Macy's, e subimos os 9 andares da porra da loja. NOVE. E não compramos nada.
Andamos mais um pouco, depois voltamos para a Macy's e eu me senti em casa quando pedimos ajuda a mulher sobre como cobrir minha tatuagem e ela agarrou meu braço e saiu me arrastando pela loja. Super simpática, finalmente algum atendente que não era super apressado (porque a mulher que atendeu a gente na primeira vez que a gente foi no McDonalds me traumatizou).
Mas tudo bem, não vou ficar traumatizada para sempre com McDonalds pq o cara que atendeu a gente na quinta foi ótimo. Mas ainda prefiro um Cheddar McMelt do que qualquer um desses daqui (e daí que eu só comi um tipo de sanduíche até agora?).
Sexta-Feira (09/12)
Não andamos para caralho o/
Eu e Silvia fomos no Madame Tussauds e tá que algumas coisas são super reais, mas outras nem um pouco. E Justin Bieber e Selena Gomez um do lado do outro tipo Brad Pitt e Angelina Jolie? Geeeente, não consigo <3
Depois, fomos comer num daqueles dois restaurantes da Little Brazil. Picanha *.*
E brigadeiro de sobremesa, mas era Moça Fiesta. Nem pra ser um de verdade --'
Passei boa parte da tarde sentada no frio da Times Square, jogando o um joguinho lá de mandar mensagem para o número que aparecia no telõ com as letras que apareciam no telão. Fiz vááááários pontos e me diverti hahahahaha
Agora? Estamos no Terminal 5 do JFK. Passar a noite no aeroporto é sacanagem, maaaaaas fazer o que, né?
Não que eu realmente me importe, tenho WiFi de graça E lugar para carregar o notebook e o celular (plano da T-mobile, caro demais para o meu gosto, mas a melhor alternativa), ou seja, tô bem. Daqui a pouco deito no chão e me enrolo na cobertinha que roubei da American Airlines.
Amanhã, Vermont. Vamos para o Trapp Family e aí que começa. Por enquanto, foram as melhores férias de todas. Veremos na segunda...
Hoje!
Visto
Visto aprovado!!!
Foi super simples. Todo mundo fala que não tem motivos para nervosismo, mas não adianta. Fiquei nervosa.
Estava tranquila, mas quando cheguei na YEP tinha muita gente. E muita gente me deixa nervosa. Mas tudo bem, eles separaram todos os documentos que o cônsul iria pedir e fomos para a fila do consulado (btw, como amanhã é feriado nos EUA, o consulado não abre. Então, de acordo com o segurança, eles atenderam mais de 2.600 pessoas hoje Oo). Na fila tudo tranquilo, lá dentro tudo tranquilo. Achei o local até bem mais acolhedor do que eu esperava.
Mas aí, chegou a minha vez. E naqueles três passos entra a porta e cônsul, pensei que tinha esquecido todo inglês do mundo. Entreguei os documentos que o próprio consulado separou e ele nem pediu mais nada. A entrevista foi em menos de dois minutos, e eu respondia tudo o menor número de palavras possível:
"Boa tarde!" "Boa tarde!" "Qual é o seu nome?" "Iasmyn." "Pra onde você vai?" "Stowe - Vermont" "What are you gonna do there?" "I'm gonna be a room attendant." "How old are you?" "20." "Are you studying?" "Yes." "What?" "Tourism." "Where?" "UFF." "Is something happens to you there, who are you gonna call?" "The sponsor?" "And?" "The agency?" "Do you have their numbers?" "No, but I..." "You have to write them down, ok? Write them down." "Ok." "..." "..." "Visto aprovado! Boa tarde!" *internamente fazendo a dancinha da vitória do Chandler*
"Brigada! Boa tarde!"
Pronto! Vou comprar minha passagem amanhã, que já está reservada, e agora é só arrumar a mala (ou seja, maaaanhêêê).
DS-2019 - Parte 2
Meu DS chegou, meu visto está marcado para o dia 10/11!
É claro que eu imaginei mil e uma possibilidades nesses dias de atraso, mas tudo correu bem. Minha mãe que ficou mais desesperada, já achando que que tinha dado o maior dos problemas. Mas não, tudo certinho.
Agora acho que é a pior parte: a porra da entrevista do visto. Todo mundo tá falando que é tranquila, maaaaaaaaaaaas se o cônsul quiser falar não, ele fala e eu me fodo. Simples assim.
Agora eu só tenho que terminar de preencher o DS-160. Todos os documentos já estão prontinhos e separados.
É rezar pra tudo dar certo:
Então, né. Descobri agora que a minha application já foi enviada, mas meu DS-2019 não foi emitido. Ou seja, minha entrevista do visto, que seria essa semana, terá que ser remarcada.
A agência ainda não sabe o porquê, mas hoje é sábado então também nem posso querer que eles descubram. Mas vou ser chata e cobrar na segunda-feira logo.
Os da Alice e da Silvia já foram gerados e elas vão para o mesmo lugar que eu, então suponho que não tenha sido nenhum problema com a job offer. Resta saber se foi alguma coisa com algum dos meus documentos.
Mas é um saco essa porra. Queria resolver tudo logo para comprar meu cruzeiro para Bahamas! Hahahahaha E também ficar mais tranquila logo, principalmente para comprar a passagem. Por que comprar a passagem para ter o visto negado depois é sacanagem.
Stowe é uma pequena cidade no estado de Vermont. Aparentemente, tudo que se tem para fazer lá é comer waffles, não que eu esteja reclamando. Adoro waffles.
Nesse exato segundo, decidi que vou falar sobre Stowe só o que eu me lembro, sem precisar procurar nada. Se eu não lembro, vamos supor -e torcer - que não seja importante.
E tudo que eu me lembro é que a cidade tem menos de 5000 habitantes, fica há aproximadamente 7 horas de Nova York e há 2 horas de Montreal, no Canadá.
(ou seja,
Heelloo, Canada!!!)
Temperatura máxima? - 7 ºC…..e é, não lembro mais de nada. #fail
Tem vários hoteis lá, e sei que em outros anos eles contrataram muitos brasileiros (parece que tinha uma casa lá, conhecida como The Meadows, que todo ano só tinha brasileiro até). Só que, no grupo de Vermont no facebook não tem ninguém além de Alice, Silvinha e eu.
Nós três fomos contratadas pelo Trapp Family Lodge.
Trapp Family = A mesma família do filme “A noviça Rebelde”. Depois de saírem da Áustria (sem ser fugindo, como no filme. Parece que eles simplesmente pegaram um trem e se foram), fazerem tours pelos EUA e etc, acabaram abrindo esse hotel. Eles ainda são os donos e os gerentes de lá, acho.
Enfim, fomos contratadas como Room Attendant, e iremos trabalhar ou de housekeeper ou busser (camareira ou “ajudante de garçom”). O salário é bem legal, quando se compara a outros do WE por lá. E o melhor: eles oferecem housing bem barato, dão almoço e jantar e anda buscam a gente no aeroporto.
Nossa entrevista foi bem simples e foi só com o sponsor. Tá tudo indo tão certinho e parecendo ser tão bom que eu tô até duvidando. É o tipo de coisa que a gente só descobre mesmo quando chegar lá…