The most beautiful dream in the most beautiful world.

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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@wtfheather
The most beautiful dream in the most beautiful world.
I’m really bad at distinguishing between romantic and platonic affection because as soon as someone pays attention to me I just want to be around them
archibcldx
Archie balançou a cabeça em negativa, rindo com o comentário da morena. “Compensam mesmo?” indagou, franzindo o cenho, divertido. “Já digo que sou exigente.” assentiu com a cabeça, sorrindo lateralmente. “Esse aí é bom.” disse, referindo-se ao que ela acabara de por no lugar. “Não tão bom quanto o livro sobre ursos que falam, mas…”
“Pode confiar.” garantiu, em tom de brincadeira. “Ah, eu tô só dando uma olhada. Vi todas as temporadas da série, já sei tudo o que acontece. E é injusto comparar qualquer coisa com essa obra prima.” respondeu, referindo-se ao tal livro infantil. “Pra quem é? Irmão mais novo? Primo?”
pwtrdelxcr
“Eu estou com medo de pegar um sol e ficar muito vermelho, mas acho que a pele é acostumada até. Quer dizer, pelo menos era.” Deu de ombros. Não sabia se ter ficado longe tanto tempo influenciava tanto assim, especialmente quando vez ou outra escapulia da Europa para ir para algum lugar mais quente. “O frio é absurdo. Não importa o que você faça, você vai ser obrigada a andar feito um pinguim por lá.”
“Nunca subestime o sol californiano.” aconselhou. “É, imagino que passar frio o tempo todo não seja muito mais agradável do que passar calor o tempo todo. Eu acho que me tornaria improdutiva bem rapidamente se sair de baixo do cobertor fosse uma tarefa mais árdua do que já é.” Desta vez, ofereceu um sorriso simpático. “De qualquer forma, bem-vindo de volta e tudo mais. Tomara que você não enjoe do sol que nem eu.”
flashback // 𝐰𝐚𝐫𝐝 & 𝐚𝐧𝐝𝐫𝐞𝐰𝐬
jxeward
O beijo urgente foi correspondido pelo Ward da mesma forma, lá fora e também quando entrou, tendo ele se livrado de qualquer coisa que tinha nas mãos e bolsos — estavam sobre a pequena mesa de vidro que encontrou logo na entrada do quarto do motel. Mal notou a nota de boas-vindas em papel branco sobre a mesa, mal notou as cores um tanto vulgares das paredes, nem a iluminação à meia luz do ambiente. Sua atenção de bêbado estava em Heather e em mais nada. Arfou pela agressividade que pensou detectar na Andrews, enfiando sua coxa esquerda no meio das dela depois que foi puxado pelo cinto. “It’s not fast at all.” Respondeu contra os lábios alheios. Tocou o rosto feminino e o puxou para o seu enquanto buscava a língua da mulher com a sua, que entrava pela boca dela.
Embora o Flavors Galore fosse um de seus lugares favoritos da cidade, Tessa não tinha o costume de frequenta-lo por conta de sua popularidade, no entanto, a sorveteria parecia estar mais vazia naquele dia, de modo que resolveu dar uma passada por lá. Engoliu em seco ao avistar @wtfheather dentro do local, mas continuou fazendo seu caminho em direção ao balcão, fingindo não vê-la. Não queria falar com ela, pois ainda se sentia magoada pelo que lhe foi dito na última vez em que se encontraram. “Um sorvete de creme, por favor.” Enquanto esperava seu pedido ficar pronto, a Bennet pegava um dos cardápios e fingia analisa-lo em uma tentativa de ignorar a presença de Heather.
A maioria das pessoas provavelmente não encontraria tanto prazer assim em uma simples colherada de sorvete, mas, além de receber de braços abertos qualquer coisa que aliviasse aquele calor californiano, Heather sempre fora assumidamente viciada em doces. As duas bolas de chocolate posicionadas elegantemente no pote de vidro representavam para ela a promessa de um dia agradável, mas, como não poderia deixar de ser, a promessa logo foi quebrada. Era impossível não perceber a entrada de Tessa - discrição nunca fora um de seus fortes. Heather demorou alguns segundos para decidir entre fingir que não vira a garota e ir falar com ela. No final, as reflexões que vinha fazendo nos últimos dias falaram mais alto do que o orgulho. Não suportava ficar brigada com Tessa. A Andrews pegou seu pote de sorvete e sentou-se no balcão ao lado da amiga (se é que podia chamá-la assim), sem a menor cerimônia. “A gente vai se ignorar pra sempre? ”, perguntou. Seu tom era calmo. Ela não queria fazer acusações ou começar uma nova briga, mas sabia que precisaria conversar sobre o que acontecera antes que as coisas voltassem ao normal.
what’s your damage, heather? - a playlist about heather andrews
Aquela era a primeira vez que Archie entrava na Dead Poets Bookstore desde que voltara à The OP e, assim, já andava pelo local há alguns minutos sem rumo, com vários volumes diferentes em mãos. Não sabia por que estava ali, afinal não estava com tempo para ler praticamente desde que Rose nasceu, mas ele esperava conseguir terminar pelo menos algo naquele mês. “Você já leu algum desses?” perguntou para a pessoa próxima a si, sem tirar o olhar dos exemplares. “Menos esse…” riu, balançando a cabeça em negativa, vendo que ali também havia um livro infantil. “It’s not for me.”
Heather não poderia se considerar uma intelectual, mas ultimamente vinha fazendo certo esforço para ler mais livros, não só revistas e matérias do Buzzfeed. Era parte de seu plano para ocupar o tempo que tinha de forma mais saudável. Ela estava folheando um exemplar de O conto da aia - que não iria comprar; já sabia spoilers demais por causa da série - quando ouviu a voz masculina ao seu lado. “Na verdade, esse é o único que eu já li.” confessou, com uma risada, referindo-se ao livro colorido que reconhecia das prateleiras de seu quarto. “A trama é fraca, mas as ilustrações compensam.” brincou, colocando o livro que tinha em mãos de volta na estante.
pwtrdelxcr
“Eu não posso negar, mas eu até curto o calor, dá para surfar bastante. Quer dizer, menos quando acontece um acidente e eu acabo parecendo um camarão.” Soltou uma risada, lembrando das vezes que acabara todo vermelho depois de horas de exposição. “You should. É um lugar legal, apesar de tudo. E as pessoas são bem atenciosas, por incrível que pareça.”
“Realmente, se você não sair da água, até que é tolerável. E eu sei o que você quer dizer; nem o fator 300 de filtro solar seria suficiente pra mim.” respondeu, sem retribuir a risada do rapaz. Tinha passado verões demais com o corpo ardendo para achar graça naquilo. “Como assim, apesar de tudo?” Heather sempre vira países como a Suíça como paraísos que ela um dia descobriria; nunca lhe ocorrera que talvez eles tivessem problemas como todos os outros lugares.
madebymilli
Millicent suspirou, acariciando a testa. O comportamento autodestrutivo de Heather estava claro como o dia, mas não se sentia confortável em comentar nada do tipo porque, realmente, não era o tipo de pessoa que poderia apontar dedos sobre o assunto. Mais um gole do café sem açúcar lhe deu um pouco mais de energia, pelo menos o suficiente para manter a conversa fluindo - O meu é melhor, realmente - apontou, observando a textura do bolo no prato de sua companhia. Não comia doces, mas tinha plena certeza de suas habilidades e era infinitamente mais capacitada do que quem quer que fosse responsável pela casa - Eu espero que sim, essa textura está horrível. Parece que foi feito de uma caixa - grunhiu, olhando torto para a porta da cozinha - O salgado está melhorzinho, mas não muito.
“Isso definitivamente veio de uma caixa.” concordou, analisando o brownie como se fosse uma grande especialista. Mas isso não mudava o fato de que ela continuava com fome e era absolutamente viciada em doces, então deu de ombros e pegou mais uma mordida do bolinho. “Mas e aí,” Intercalou a própria fala com um gole d’água. “você veio aqui só pra reclamar da comida mesmo? Quer dizer, eu sei que sair não foi ideia sua, mas não tinha mesmo um lugar melhor para passar o tempo? Algo ao ar livre, talvez?”
flashback // 𝐰𝐚𝐫𝐝 & 𝐚𝐧𝐝𝐫𝐞𝐰𝐬
jxeward
Com o sorriso propositalmente contido, assentiu. Parecia razoável à sua mente ébria o argumento: ele poderia se esforçar um pouco mais. Poderia se permitir ser jovem um pouco mais. “Ok. Se isso aqui se provar mesmo muito bom…” Apontou dela para ele. “…a gente faz mais vezes.” Brincou, agora sorrindo de verdade. O rosto de Heather foi iluminado pelas cores do letreiro do motel, o que atraiu a atenção de Joel para ela, para o momento, para o local que finalmente conheceria. “Espera, o que você vai fazer?” Perguntou incerto, mas fazendo certa ideia da loucura da amiga e do que ela era capaz. Ele a seguiu alguns passos atrás, a garrafa de cerveja pendendo verticalmente na lateral do corpo dele, uma vez que a segurava pelo gargalo; e rompeu em uma risada quando Heather disse exatamente as palavras que ele usou para brincar. Louca. E sua loucura lhe parecia fodidamente atraente. Quando os olhos duros da recepcionista o encararam, Joel embasou a fala da Andrews. “É isso aí que ela disse: a gente quer foder. Por favor, um quarto.” Uma vez com a chave, ainda que a mulher não tivesse entrado no mesmo clima cômico, o Ward estendeu a mão para Heather colocar a sua ali. Levou-a consigo para o local indicado, dedos entrelaçados, atento para os números que constavam no chaveiro: 1367. “Mil trezentos e sessenta e sete.” O Ward se deteve na porta do quarto, antes de entrar puxou o corpo de Heather para o seu. “É nosso número agora.”
Depois que Joel repetiu as palavras que ela acabara de dizer, Heather decidiu que não precisava mais manter a pose de séria. Riu simplesmente porque sentiu vontade de rir; o rumo inesperado que a noite tomava deixava-a mais sorridente e brincalhona do que o normal. Prontamente aceitou a mão que lhe foi estendida e seguiu o rapaz pelos corredores do motel. Quando chegaram à porta do quarto designado, ela permitiu que seu corpo ficasse mais uma vez colado ao de Ward, recebendo de braços abertos a animação que se manifestava dentro de si. “É o nosso número agora.” repetiu, o rosto a milímetros de distância do de Joel, antes de beijá-lo novamente, desta vez com um pouco mais de urgência do que anteriormente. Encontrou as chaves na mão de Joel que não estava entrelaçada à dela e interrompeu o beijo rapidamente para abrir a porta do quarto. Uma vez que os dois estavam do lado de dentro, foi sua vez de puxar Joel para perto de si. Ela colocou as costas contra a parede mais próxima e entrelaçou os braços na nuca do rapaz, tomando o máximo de cuidado que a situação permitia para não machucá-lo, antes de retomar os beijos. Em seguida, enquanto sua mão esquerda brincava com os cachos de Joel, a destra desceu até a barra da calça do rapaz. Com dois dedos, Heather puxou o cinto do garoto para si, unindo seus quadris aos dele. “Let me know if this is too fast for you.” provocou, em um sussurro.
Desde que sua agenda estava mais lotada do que era o costume, Blaze havia começado a dar mais valor às simples atividades que antes fazia tão recorrentemente, e atualmente eram tão raras para si. Naquela noite, em especial, havia decidido ir para um bar simples que frequentava há alguns anos, apenas beber socialmente e jogar uma partida de sinuca, como costumava fazer assim que atingira a maior idade. Estava envolvido nessas atividades, até lançar os olhos para o bar e notar uma silhueta conhecida sentada por ali. Arqueou as sobrancelhas, e de imediato, decidiu abandonar o taco ao lado da mesa de bilhar e apanhar a garrafa de cerveja em uma mesa próxima, caminhando para onde @wtfheather se encontrava. “ — Little Andrews? ” indagou, assim que estava ao lado dela, com as sobrancelhas levemente arqueadas e no rosto um sorriso descrente na expressão. “ — Caramba, eu não te vejo faz anos! ”
Heather tinha certeza de que sua psicóloga surtaria se a encontrasse ali. Já fazia alguns meses que a menina estava proibida de beber uma gota sequer, por conta do arsenal de tarjas pretas que tomava. Seguir ordens nunca fora o seu forte, mas certos acidentes a haviam mostrado que aquela proibição era absolutamente justificada. No entanto, mesmo não podendo beber, ainda gostava de frequentar os bares de Orange Province. Eram bons lugares para encontrar os amigos, conhecer gente nova, e passar o tempo, de modo geral. Naquele dia em particular, não entrara no estabelecimento onde agora estava por um motivo específico, só não queria ir para casa ainda. Ela devorava uma porção de batata frita e se entretinha com um jogo de celular qualquer quando ouviu alguém a chamando. Inicialmente, ficou alegre com a possibilidade de uma companhia, mas sua felicidade durou pouco. Blaze estava na lista de pessoas que Heather gostaria de evitar para sempre, se possível. A Andrews ainda se lembrava de como sentira-se patética ao admitir os sentimentos que nutria pelo irmão do amigo, só para tê-los descartados como se não fossem válidos. “É Heather, na verdade.” corrigiu, o tom seco. Não se preocupou em retribuir o sorriso que Blaze oferecia, ou a felicidade que ele demonstrava ver naquele reencontro.
lavender: what’s your favorite thing about yourself?
Hmm, talvez a minha extroversão. Eu gosto de conseguir falar com qualquer um.
“I didn’t mean to do this, I’m sorry!”
“You’re sorry? Great, that fixes everything!” esbravejou, exibindo seu característico sorriso sarcástico. Heather respirou fundo, sentindo o estresse tomando a forma de uma enxaqueca. “Eu acho que você devia ir embora agora, Tessa. Antes que eu diga alguma coisa de que vá me arrepender depois.”
white sheets: where’s somewhere you would love to travel to? why?
Nossa, tantos lugares. Eu adoraria conhecer os Alpes Suíços, sou meio obcecada por lá desde que li Assassinato no Expresso Oriente. Também tenho um sonho meio louco de fazer uma tour pelas sete maravilhas do mundo algum dia.
[text] are you SERIOUSLY bringing that up right now!? // blaze.
[text] você que fez a merda[text] não me culpe por lembrar dela