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@wvictorieux-blog
fredwsleyii:
Fred Weasley Consultoria Esportiva — ele entonou como em comerciais de televisão, abrindo os braços no ar como se escrevesse um letreiro invisível. — O pomo de ouro a um palmo de distância! — ele continuou como se criasse um slogan, mas fez uma careta ao notar que não era tão legal assim. — Na minha cabeça soou melhor. Mas é uma ideia interessante, pelo menos pra discolar uma grana extra. Posso me promover como sobrinho dos Potters, filho de Angelina Johnson e quem sabe com essas recomendações tenha uns clientes a mais. — ele brincou com aquele fato. Era claro que pertencer a família que pertenciam tinha seus benefícios, mas Fred não gostava de se beneficiar disso. Fred tombou a cabeça de um lado para o outro como se cogitasse a comparação de Lily e Vic, mas negou por fim — Não acho que seja o caso, blondie — ele falou mais como um sussurro, como se fosse um segredo. — Coragem é relativo! Lily é audaciosa, mas você lida com vidas de outras pessoas. Assumir essa responsabilidade é de muita coragem, e estudar medibruxaria também. — ele riu no final da frase. Não era exatamente chato, mas poções e herbologia nunca foram seu forte. — Ah e tem o fato que você é… sentimental? Acho isso corajoso num mundo onde todo mundo parece ter coração de pedra. — ele comentou com um meio sorriso. Uma qualidade que admirava em alguns membros da família era justamente a liberdade de sentir, embora sua tia Mione dissesse que alguns se comportavam como legumes insensíveis. Assentiu ao que ela disse dos funcionários. — Nesse caso boa sorte, será um evento longo!
Fora extremamente difícil conter as gargalhadas diante da fala de Fred - e logo Victoire se encontrou encolhida, rindo de tal forma que sua barriga contorcia-se de dor. Quando finalmente conseguiu falar, em um tom de voz um pouco mais alto do que o habitual, ela exclamou: “Você é péssimo! Por favor, me lembre de contratar um agente de marketing para você se resolver abrir o próprio negócio” ela zombou, ainda tomada pelo humor repentino. Haviam pessoas em sua vida - Fred, por exemplo, Teddy e até mesmo Dominique - que conseguiam de certa forma quebrar a casca quase impenetrável de Victoire, a deixando mais leve e solta. Mesmo com todas as piadas, a loira ficava feliz ao ver que o primo, de certa forma, estava conseguindo ver a situação com um pouco de humor e, quem sabe, até com esperança. Seu maior medo é que Fred um dia acabasse se afogando na tristeza. “Exatamente, até porque a nossa família é praticamente uma fábrica de jogadores. Você pode até dizer que a magia presente no nosso sangue vem de uma longa linhagem de jogadores. Com certeza vai te trazer rios de dinheiro. Só se lembre da minha porcentagem, afinal eu que dei a ideia” por mais que seu tom de voz e suas palavras tivessem um tom de humor consigo, a fama de sua família nem sempre era vista como algo bom. Pelo menos, não para ela. Odiava estar nos holofotes, e sentia que essa era uma das razões por se comportar daquela maneira; sempre perfeita, nunca falhando diante de terceiros. O elogio do primo de certa forma a tocou; a verdade é que ficava muito feliz ao ser elogiada pra algo além de sua aparência ou sua classe, duas das coisas que menos se importava realmente. Fred parecia saber disso. “Assim você vai fazer essa sentimental aqui chorar. Acho que vou acabar te contratando pra me elogiar mais vezes” brincou, ainda sim deixando um sorriso sincero nos lábios, demonstrando o quanto estava grata. “Quem diria que há alguns anos atrás a gente mal conversava? É até estranho” a loira comentou, franzindo o cenho. Certamente quem conhecia a dupla desde os anos escolares ficaria impressionado com o avanço no relacionamento dos dois.
oldmanreid:
“Levando pelo prisma positivo, apenas a deixei um pouco mais ciente das possíveis implicações de um castelo tão cheio.” pontuou, com um ar de riso, como se ele mesmo não sentisse a cabeça doer diante das possíveis problemáticas. Os alunos de Hogwarts por si só já davam trabalho o suficiente. “Falando como alguém que trabalhou por alguns anos no Esquadrão de Aurores, consigo imaginar o tipo de bizarrice que você já viu. Bruxos experiente por vezes cometem deslizes e os feitiços que dão errado são, sem sombra de dúvidas, inesquecíveis. Adolescentes empolgados com o próprio poderio mágico, e sem ter a noção adequada de determinados feitiços, são completamente capazes de estragos que nem Merlin acreditaria. Minha esposa…” interrompeu-se, apesar de cincos anos já terem se passado era comum se referir a Esther como uma pessoa ainda viva. “… falecida esposa…” corrigiu-se, mantendo um semblante que não entregava qualquer emoção. “… também era curandeira. Ela sempre possuía algo de mirabolante a contar.” completou, e um breve sorriso saudosista marcou seus lábios. “Poucas pessoas passam ilesas por Hogwarts, e acredito que todas elas pertencem a Corvinal. Estou errado?” questionou com um breve arquear de sobrancelha. “Concordo parcialmente com você nessa. Realmente há muito mais coisas relevantes para se manter atento, por outro lado, distrair os adolescentes é uma forma de mantê-los distante do centro da confusão. Esse torneio organizado as pressas é provavelmente a cortina de fumaça que o Ministério precisa. Basta saber o que exatamente se quer manter em segredo.”
“Parece que teremos muito trabalho, então” ela o complementou, deixando uma risada leve no ar. Era agradável poder conversar com alguém que entendesse as burocracias e dificuldades de ser um funcionário do castelo, as vezes. Por mais que tivesse uma imensa paixão por sua família, Victoire sentia que as vezes deixava de conhecer outras pessoas por conta de sua ligação forte com os Weasley. Uma careta tomou conta de sua expressão ao escutar a história do outro, acenando brevemente. “Uma das razões por eu não desejar trabalhar no St. Mungus. Os adolescentes podem até fazer suas travessuras, mas não é nada comparado ao que encontraria por lá” comentou, mordendo os lábios ao escutá-lo mencionar a falecida esposa. A Weasley nunca sabia ao certo o que fazer em situações como aquela - deveria dar os pêsames, mesmo que não fosse algo recente? Hesitante, decidiu que o melhor a fazer seria não comentar sobre o assunto, sabendo que seria doloroso para o outro. Ainda sim, era claro em sua expressão que demonstrava simpatia pelo acontecido. “Completamente certo. Claro que existem corvinos que se envolvem em coisas do tipo, mas pela minha experiência, a maioria está sempre ocupada demais estudando ou tentando provar que é inteligente o bastante” comentou, soltando um pequeno suspiro. Era completamente apaixonada por sua casa; entretanto, por diversas vezes, imaginava como seria se o Chapéu Seletor a colocasse na Grifinória, como muitos de seus outros primos. Acenou positivamente com a constatação do mais velho, sinalizando que concordava com seu pensamento. Talvez pela sua idade e sede de conhecimento, Victoire já conhecia bem os podres do ministério e da mídia bruxa, o que a deixavam com um pé atrás diante de toda aquela história. “Sinceramente, isso não me surpreenderia, afinal, não seria a primeira vez que acontece. E por mais que nós não tenhamos muita informação, é fácil perceber que as coisas estão diferentes” comentou, respirando fundo após sua frase. A verdade é que Victoire se apavorava cada vez que sua mente a levava a pensar na possibilidade de outra guerra bruxa. “De qualquer forma, não é como se pudéssemos fazer muito. Acho que o jeito é esperar para ver o que irá acontecer em seguida”
lucywsley:
“Ah, eu confio completamente na sua competência, Vic. Tenho certeza que você deixará todos inteiros, se bobear melhor que antes. Minha preocupação é o que acontece antes de chegarem até você.” pontuou, soando mais calma que anteriormente, uma Lucy que tratou de retribuir o sorriso reconfortante da mais velha. Victoire era sempre muito gentil consigo, e embora tivessem idades destoantes, entre todos os seus primos era uma das pessoas com quem mais se sentia à vontade. “Desculpe, eu estou tentando ser positiva a respeito das próximas semanas, mas minha mente é sempre muito eficaz em produzir todos os tipos de cenários.” deu de ombros, como se não fosse nada demais. Gesto que se contradizia graças ao súbito rubor em suas bochechas. Para Lucy era ultrajante que sua mente não funcionasse no que acreditava que deveria ser a normalidade. Não havia um só dia que não fosse assombrada por pensamentos negativos. “Enfim. Fico satisfeita em saber que não estão te explorando. Espero que você consiga se entender com os outros auxiliares. Quer dizer, você é ótima e simpática, mas essas pessoas devem estar acostumadas a fazer tudo da própria maneira. Hm, graças a Rowena você é paciente pra caramba.” ao calar-se balançou a cabeça, bastante exasperada com o nervosismo que a fazia tagarelar coisas que nem sempre faziam sentido. O toque da mais velha em seu ombro a surpreendeu, mas considerou como bem-vindo. Um sorriso discreto pontuou os lábios de Lucy ao acompanhá-la até a enfermaria. “Tudo bem. Conheço o procedimento padrão.” murmurou sobre precisar assinar um pergaminho que comprovaria que pegou os remédios que precisava. “Eu estou bem. Estou acostumada a me sentir uma pilha de nervos extra-sensíveis.” um dos motivos pelo qual precisava dos remédios. “E você? Não sei se faz sentido perguntar, mas está tudo bem?”
“Eu sei. E você não precisa se desculpar! É normal ficar apreensiva, ainda mais perto de um evento como esse. Aposto que todos estão nervosos também, mas isso também traz uma certa emoção ao jogo, não é?” Victoire respondeu com toda a graça e simpatia possível, deixando um sorriso reconfortante tomar seus lábios. Sabia que a ansiedade de Lucy em momentos como aquele estaria a levando a pensar e se preocupar mais do que deveria, e por esse motivo acreditava que o correto a fazer seria tentá-la acalmá-la e a fazer perceber que estava tudo bem. Era fácil identificar Victoire como a ‘mãe’ do grupo, pois a mesma constantemente se esforçava para cuidar e garantir o bem estar de todos por perto, mas seu cuidado estendia-se ainda mais ao tratar de sua família, principalmente de seus primos mais novos; Lucy era um pleno exemplo disso.
Ainda sim, a loira sempre possuía em sua mente uma pitada de hesitação ao ser tão protetora; tinha medo que isso pudesse a afastar de seus parentes de certa forma, medo que a reação deles não fosse aceitável perante seus atos. Por essas razões Victoire sempre observou mais do que falou, agindo sutilmente quando necessário. Um pequeno riso escapou de si ao escutar o comentário da prima, concordando veemente. “Você tem razão. Nem sempre é fácil lidar com pessoas desconhecidas, ainda mais quando se é novo na profissão. Acho que é por isso que sou tão paciente. Se não fosse, provavelmente já estaria louca” brincou, dando de ombros. Victoire não era tão paciente e plena como aparentava ser, na realidade; tudo fazia parte da máscara que colocava diariamente, que a forçava a manter a classe que sempre tivera. Por mais que não confessasse a ninguém, manter sua pose era extremamente exaustivo. Aproximando-se do balcão das curandeiras, a loira esticou-se para pegar o formulário necessário, entregando à Lucy antes de caminhar alguns passos até chegar no armário de remédios. “Eu estou bem, também. Feliz em estar em casa outra vez, e gosto de estar aqui em Hogwarts. Assim posso ficar de olho em tudo o que vocês aprontam” ela zombou, deixando uma careta tomar sua expressão.
fredwsleyii:
O que foi? — ele ergueu os braços numa tentativa de anunciar que não havia entendido o motivo do riso. — Não pense que estou sendo maldoso, não é como se estivesse apontando o dedo pra cada jogador e falando seus erros. Mas que alguns conselhos construtivos seriam bem vindos… isso seriam. — ele pontuou com um arquear de lábios. Fred prezava a honestidade e realmente acreditava que vários desentendidos e melhorias do mundo poderiam ser feitas se as pessoas se abrissem para críticas, mas é claro que estas deveriam vir com responsabilidade para não ferir o próximo. Ele deu de ombros com os próprios pensamentos, era um garoto de boas energias porém com a mente acelerada e não era raro se perder em si mesmo. O negro agradeceu mentalmente pela compreensão da prima e deixou que o momento fosse contagiado pelo calor do reencontro e do contato terno. Quando escutou sobre a prima ruiva fez questão de menear a cabeça em concordância. — Neste caso podemos considera-la um pitbull. Lindo a primeira vista, mas melhor não chegar muito perto. — ele completou a analogia sobre cachorros com um riso oportuno. — Era só desculpa pra sair daqui na verdade, mas não é você que odeia atrasos? — ele perguntou esperando a confirmação. Sabia que tinha algum primo que sempre lhe penalizava por não se compromissar tanto com horários. Começou a andar pra fora da barraca, inclinando a cabeça indicando para ela acompanha-lo. — Não é mais seguro que fique no jogo? Alguém pode cair ou perder um braço e ter uma enfermeira por perto me parece melhor do que transferir o aluno a enfermaria. Além do que pode usar isso de desculpa para acompanhar o Louí.
“Taí uma boa ideia pra você. Dar conselhos construtivos para jogadores de quadribol é totalmente a sua cara” comentou, sinceramente. Mesmo com todas as dificuldades, Victoire ainda tinha a esperança que o primo não se distanciasse de uma das coisas que mais amava, e sabia quanto o esporte era importante para Fred. Quem sabe treinar um time não pudesse ser uma boa opção? A loira não teria coragem de sugerir isso a ele em voz alta, afinal, o perigo do garoto ser afetado por isso era grande, mas o que Victoire mais queria era que o primo fosse feliz, de qualquer maneira que conseguisse. A fala de Fred sobre sua prima mais nova arrancou risadas da loira, que concordou brevemente com a cabeça. Realmente, aquela era uma boa maneira de definir Lily. “Pelo menos ela é corajosa, e eu admiro isso. Ela tem mais coragem no dedinho do pé do que eu em meu corpo inteiro” admitiu, um tanto frustrada. Era difícil para a Delacour-Weasley se abrir daquela maneira sobre si mesma; logo ela, a perfeita, a dita otimista.... falar mal de si mesma era quase um ultraje mas, ultimamente, era daquela maneira que havia sentindo-se. Acreditava que, se tivesse apenas um pouco mais de coragem, sua vida seria totalmente diferente do que era naquele momento. Decidiu deixar o assunto para lá, sabendo que naquele instante não levaria a nada, e seguiu o primo pelo caminho indicado. “É, pensando dessa maneira, acho que você está certo. Acho que a enfermaria estará lotada de funcionários aflitos, de qualquer jeito”
-Urgh. Me coloque para acalmar dez rabo-córneos mas não para remendar um osso. Comentou, concordando com ela. Elijah já havia visto muita coisa extrema, e até presenciado algumas vítimas de acidentes com dragões, mas ver de longe era uma coisa, tratar aquilo de perto era outra bem diferente. Eli não tratava as vítimas, apenas cuidava das feras. Era bem mais fácil, na visão dele. -Entendo. Assentiu. Sempre teve vontade de conhecer Beauxbatons, e as primas falando sobre a escola só aguçava sua curiosidade. Por fim, o moreno suspirou, dando de ombros. -Hogwarts. Por mais que eu tenha alguns amigos em Durmstrang e tenha trabalho lá por um tempinho… Não acho que consiga me desconectar de Hogwarts.
“Falando nisso...” Victoire iniciou a frase, um tanto hesitante de continuá-la. Antes que o fizesse, aproximou-se um pouco mais do primo, tentando assim fazer com que sua conversa não pudesse ser ouvida por qualquer um que passasse por ali. “Será que posso conhecê-los, algum dia?” o questionou em um sussurro; a animação, mesmo que quase imperceptível, era presente em seu tom de voz. A verdade era que a Delacour-Weasley sempre fora apaixonada pelas criaturas mágicas - não somente os dragões, mas as os animais fantásticos como um todo - e escondera essa paixão durante quase toda a sua vida. Pelas marcas encontradas no corpo de Elijah, a loira não conseguia imaginar o que seria de si se acabasse em uma profissão como essa; mesmo que fosse feliz, não seria perfeita, e para ela, a felicidade em si não bastava. Com um pequeno sorriso nos lábios Victoire assentiu para o garoto, concordando com o mesmo. “Sei como você se sente. Esse lugar... Não sei, mas não importa para onde eu vá, sempre me sinto melhor quando estou em Hogwarts. Acho que traz algum tipo de conforto. Me lembra dos bons e velhos tempos” comentou, logo deixando uma careta transparecer em sua expressão ao perceber sua frase. “Credo. Eu pareço uma idosa falando assim”
-Né?! E são todos tão nojentos! Você já ficou vendo eles comerem? Tive o desprazer. Spoiler alert: Não é divertido. Ela reclamou, fazendo uma careta. Era claro que elas não podiam generalizar, mas no momento não conhecia ninguém da outra escola, então não sentia simpatia pelos bulgaros. Quando Toire tentou explicar a fala dela, um estalo se deu na cabeça de Dom, que não tinha entendido a oportunidade de zoar a irmã. Quando o fez, porém, ela sorriu de lado, mas abertamente. -Como é?
-Me conta isso direito! Que experiências nada agradáveis? Pensei que eles fossem bons de cama, pelo menos! Me conta os detalhes, Vic!! Ela disse, animada, já rindo da expressão da irmã mais velha. -Ah, claro!
“Eu acho que prefiro não compartilhar essa visão, mas se você os visse na enfermaria, provavelmente ficaria assustada. Aqueles meninos brigam e se machucam o tempo todo!” comentou, um tanto transtornada. Desde que o campeonato de Quadribol havia se dado início em Hogwarts, o espaço estava cada vez mais repleto de pessoas, de diversos lugares diferentes. Com isso, era fato de que seu trabalho se estendia cada vez mais do que o habitual. Victoire não era nem de longe preguiçosa, entretanto, não podia negar que sentia falta da “calmaria” antes da tormenta. Assim que a irmã teve a reação - totalmente esperada, aliás -, a loira sentiu suas bochechas queimarem, instantaneamente franzindo suas sobrancelhas. “Dominique Gabrielle Weasley, pare de falar bobagens!” protestou, completamente envergonhada com a situação. Claro, Victoire não era puritana e muito menos inocente, mas sua irmã sabia como atingir seus pontos fracos e a deixar daquele jeito. Irritada, a Delacour deu um leve empurrão no ombro de Dominique, deixando uma pequena risada escapar. “Por Merlin, você é insuportável. Não sei como ainda possuo resistência mental para aguentar você e a Lily ao mesmo tempo!”
lucywsley:
“Uh, você não deveria ter dito isso.” murmurou, muito mais para si mesma do que para a prima, uma Lucy que já estava estressada o suficiente com o campeonato sem que precisasse pensar nas possíveis fraturas. “A diretora não solicitou auxílio extra para as semanas em que o campeonato se estenderá? Woah, você e seus colegas vão acabar sobrecarregados.” suspirou, se permitindo, por um breve instante, ponderar sobre os piores cenários possíveis. Balançou a cabeça, como se assim pudesse espantar aquela linha esquisita de raciocínio. “Hm, eu achava que não teria sorte com vassouras, por bastante tempo preferi não arriscar.” ainda parecia misterioso até para si como superara a ideia de que voar era coisa de gente maluca. Depois de sua primeira experiência, Lucy sabia que não conseguiria viver em paz sem repeti-la, o que a acabou levando para o quadribol. “Talvez você possa fazer um novo teste, só pra ter certeza se a altura ainda te enjoa. Enfim, ahn, eu estava mesmo te procurando, er, meu remédio para ansiedade acabou e não terei tempo de ir a Hogsmeade já que Lily está mantendo toda a equipe de quadribol como refém. Será que você teria como me arranjar do estoque da ala hospitalar?” questionou, um tantinho constrangida em precisar fazer um pedido daqueles.
No momento em que percebeu a reação da prima, Victoire se repreendeu por ter comentado algo do gênero. Não queria a deixar mais nervosa do que provavelmente já estaria, e por esse exato motivo a loira logo tratou de remediar a situação, deixando um sorriso confiante tomar conta de sua expressão. “Ei, não se preocupe, vai dar tudo certo! E de qualquer maneira, eu sou muito boa no meu trabalho, ok? Prometo que não vou deixar ninguém com o braço virado ao contrário ou coisa parecida” emanava uma atitude positiva, esperando que Lucy, de alguma forma, pudesse se acalmar.
Victoire era mestre em tomar conta de seus primos, mesmo que isso nem sempre fosse do agrado deles. Entretanto, Lucy Weasley possuía um lugar especial em seus pensamentos; sabia que sua situação familiar não era um conto de fadas e, adicionando com o seu transtorno de ansiedade, tudo poderia se transformar em uma bagunça facilmente. A Delacour gostava de certificar para a ruiva que estava presente e que poderia contar com seu auxílio em qualquer momento. Todavia, Victoire não é exatamente a melhor pessoa para expressar corretamente seus sentimentos. “Cada time veio acompanhado de uma auxiliar, mas ainda sim temos que dividir o espaço. E com a quantidade de visitantes no castelo, essa enfermaria pode explodir a qualquer momento” comentou, distraída. Possuía uma grande admiração pelo seu trabalho, porém, em momentos como aquele, gostaria de fugir e ficar bem longe das multidões. Ao escutar o questionamento da prima, Victoire assentiu, concentrada. “Claro, sem problemas. Mas você terá que assinar um papel comprovando que pegou os remédios, para certificarmos que você não esteja pegando doses extras. Não é nada demais, acredite” seu tom profissional era claro, no entanto a mais velha esticou uma de suas mãos para afagar o ombro de Lucy, a direcionando para a enfermaria. “E como você está se sentindo?”
ayablnchrd:
Não me pergunte, cheri. Eu apenas sigo ordens e ainda que seja um pouco inusitado, não posso descobrir muita coisa sem levar algumas indiretas nada agradáveis dos chefes. - comentou com ela, reconhecendo-a como parte veela e sabia que ela iria entender o que estava falando porque provavelmente passava pela mesma coisa que ela. - Está linda, mon amour. - piscou para a loira, erguendo a câmera trouxa que usava para tirar as fotos para o jornal e logo a abaixou assim que conseguiu o que queria. - Sim, muito obrigada. Olha, eu sinceramente não faço ideia, acho que eles estão querendo tirar fotos de qualquer pessoa que participe de algum modo dessa copa. Não é como se eu gostasse desses eventos de Quadribol.
“Parlez-vous français?“ ela questionou em sua segunda língua com grande facilidade, arqueando uma de suas sobrancelhas. Por mais que Hogwarts - e a Inglaterra, por si dizer - fosse sua casa, Victoire sentia muita saudade da França. Lá, explorando uma realidade solitária, a garota acredita ter aprendido muito, não somente sobre sua profissão mas também sobre si mesma. Estava mais independente, mesmo que sua insegurança ainda transparecesse facilmente. “Não me lembro de você” constatou, mais para si mesma do que para a loira, deixando que seus lábios formassem um pequeno bico diante de sua reflexão. Entretanto, esse logo se desfez ao receber o elogio, que gerou bochechas coradas e um sorriso sem graça. Victoire já estava um tanto acostumada em ter a sua aparência sendo elogiada: uma das regalias de possuir o sangue veela em sua árvore genealógica. “Obrigada. Você parece estar fazendo um bom trabalho, mesmo assim. Não acredito que metade disso realmente irá ser publicado, afinal, o Profeta Diário tende a ser um tanto sensacionalista. Sem ofensas” afinal, sabia que a outra trabalhava para o jornal, mas ainda sim era difícil conter seu desagrado. Odiava fofocas e histórias mal contadas, coisas que geralmente eram publicadas no dito cujo. “Enfim... quer tomar um café? Acabamos de preparar, afinal, acredito que teremos um longo dia pela frente”
oldmanreid:
“Não querendo soar negativo, mas correndo o risco de sê-lo, se só os jogos fossem gerar contusões acredito que você teria uma rotina de trabalho tranquila.” disse, com polidez, enquanto virava-se para enxergar melhor a recém-chegada. “O castelo está mais cheio que de costume, o que implica o quadruplo de traquinagens adolescentes. A rivalidade entre os times certamente impulsionará algumas pegadinhas mais rebuscadas. Momento perfeito para a lotação da ala hospitalar e da sala de detenções. É bom que nos preparemos, gruagach òg.” completou, recordando-se que naquele mesmo dia já havia apartado ao menos três desentendimentos entre alunos de diferentes escolas. Era exaustivo. “O mo chreach!” resmungo, em sua língua materna, daquele jeito um tanto ranzinza. “Farei coro a Srta. nessa, nunca entendi o apelo das vassouras. Muito menos do esporte. “
“Não está sendo negativo, mas certamente aumentou minha dor de cabeça” ela suplicou em resposta, ainda sim mantendo um pequeno sorriso em seus lábios, o que significava que não estava falando sério. Todavia, o que o outro dizia era completamente verdadeiro: os alunos costumavam pregar peças constantemente, e duvidava que em uma situação como aquela, na qual o castelo estava cheio de crianças entrando na puberdade, teria muito trabalho pela frente. Com esse pensamento em sua mente, Victoire suspirou, em derrota. “Você não imagina o tipo de coisa que já encontrei na enfermaria. Não sei como passei minha adolescência ilesa com a quantidade de ocorrências que presencio em Hogwarts” seu comentário levava consigo uma pitada de humor que a acompanhou enquanto a loira lembrava de diversos momentos quando era estudante da escola de magia e bruxaria; presenciara algumas travessuras mas, graças a Merlin, não havia sido alvo de nenhuma dessas. Acreditava que, por sua postura e sua personalidade, acaba afastando vários indivíduos; o que, as vezes, podia até ser considerado algo positivo. “Eu sou meio obrigada a gostar de Quadribol. Quer dizer, você acaba se acostumando quando sua família é cheia de jogadores, mas não sou muito fã. Na verdade, não consigo acompanhar esportes. Acho um tanto bobo, ainda mais com tantos assuntos sérios a serem tratados” como a supremacia bruxa, ela completou em sua mente silenciosamente.
domgweasley:
-Claro! Com aqueles brutamontes de Durmstrang! Não é difícil sair com roxões de um jogo com eles. Tenho dó dos adversários! Ela disse, apoiando a cabeça em uma das mãos. Dominique riu com a irmã falando sobre voar. Apesar de morar boa parte da infância e adolescencia com a tia Gabrielle, nas férias os irmãos aprontavam muito. -Eu sei bem. Lembro um dia que papai comprou uma vassoura novinha para a gente, e você subiu e não durou nem três segundos. Se estatelou no chão. Você era péssima. E riu um pouco mais.
“Eles são bem grandalhões mesmo. E mal educados, se posso dizer. Já tive algumas experiências nada agradáveis com eles” comentou, reagindo negativamente com a sua cabeça. Victoire, o exemplo da etiqueta e boa educação, geralmente se incomodava quando pessoas tão rudes estavam à sua volta, e deveria dizer que os alunos da escola búlgara era o perfeito exemplo. Ao notar, todavia, que sua fala poderia ter um duplo sentido - e sabia que Dominique se prontificaria em fazer chacota da mesma - logo tomou a se corrigir, erguendo as mãos em protesto. “Só pra deixar claro que não foi em nenhum outro sentido, ok? Você entendeu o que eu quis dizer” resmungou, já imaginando qual seria a resposta dada pela irmã. Sua birra logo desapareceu, entretanto, quando foi lembrada pela outra de sua infância. Momentos como aqueles eram os mais importantes para Victoire, uma eterna nostálgica, que sempre tentara aproveitar ao máximo o tempo que passava com a sua família. Ainda sim, deu um leve empurrão no ombro de Dominique, não conseguindo deixar de rir ao fazê-lo. “Ei, pode parar! Não foi bem assim. Aquela vassoura estava com defeito” tentou, de qualquer maneira, justificar seu erro, como se não fosse sua culpa. Essa era a Delacour-Weasley: não gostava de errar e, quando acontecia, fazia ao máximo para consertar as coisas.
delilycious:
Vira essa boca pra lá, mulher! Dor de cabeça é ter jogador contundido no meio do jogo. Um jogo que não tem hora pra acabar, aliás! Então se você quer tratar alguém pode ir escolhendo os jogadores dos outros times! Olha aquele bonitinho lá… Tem cara de que tem uma veia ótima pra furar! Ah, aquela francesinha parece que adora tomar uma poção amarga… Tem tanta opção boa pra você, Vic… Pra quê querer alguém do meu time? Você já conhece todos nós… vai diversificar, mulher! Procurar um brasileiro pra remendar os ossos.
“Por Merlin, Lily.... não estou jogando praga em ninguém! Você falando dessa maneira vai me fazer parecer como alguém que está torcendo contra os outros times” ela suplicou, sentindo o olhar frio da menina francesa mencionada pela prima. Não se surpreenderia que a jogadora teria escutado a conversa, visto que a ruiva não era lá a pessoa mais discreta. “Espero não ter que remendar ninguém, mas você sabe que esse é um esporte bruto. Não sei mesmo como você consegue ficar no ar com todos aqueles brutamontes te cercando”
fredwsleyii:
“O nosso pode até ser, mas já viu o pessoal de Ilvermorny? Nem todos os curandeiros da América dão jeito no estrago que vai sair” ele completou sua linha de pensamento, batendo no peito ao escutar o sangue Weasley. Seria mentira se dissesse que não se sentiu levemente balançado com a afirmativa, visto que em seu caso aquele tal sangue não tinha o ajudado. Porém se orgulhava das conquistas de Lily, Louis e Elijah no time de Hogwarts. Fred se arrepiou ao sentir o olhar sobre si. Não era desconfortável, mas o garoto era muito sensitivo e por isso sabia que Vic estava tentando analisa-lo. Aquilo não o incomodava nem um pouco, pelo contrário, sentia o calor de ter alguém que se preocupava ao seu lado. Fred franziu o cenho diante da fala dela não ser tão ruim, mas não quis discutir por achar aquela questão simplória. Vic era boa em muitas coisas e não importava se ficava enjoada ao voar. Sentiu o contato em torno de seu corpo e levou a própria mão sobre o braço dela, aprofundando o abraço desajeitado. “Louis? Te Matar? Louis bravo é como um Chiuaua! Pode até latir e dar uns gritos, mas é tão fofo que seria impossível levar a sério. No máximo ele fica chateado, mas passa. A vida é curta demais pra perder uma irmã por isso, mas se quiser mesmo prestigia-lo melhor nos apressarmos!”
“Por Merlin, Fred!” a garota exclamou, tentando conter o riso que sentia escapar. Victoire era, definitivamente, a última pessoa a fazer comentários ‘maldosos’, por mais que de certa maneira concordasse com eles, internamente. Acreditava que palavras negativas direcionadas a qualquer pessoa, seja essa quem fosse, não era uma maneira elegante de tratar as situações. Entretanto, não se impressionava nada em ver o primo falando tão abertamente daquela maneira. Em alguns momentos a Delacour o invejava; seu dom de conseguir se expressar era único, o qual era não obtinha, nem sequer um pouco. Todavia, conseguia perceber algumas similaridades entre os dois, principalmente em um momento como aquele; tinha a impressão de que o garoto escondia seus verdadeiros sentimentos sobre o que estava acontecendo mas, assim como Victoire, os escondia, os camuflava, e a loira sabia exatamente o motivo. Decidiu ficar calada sobre o assunto, por enquanto; sabia que o primo a procuraria quando estivesse pronto para desabafar, e ela estaria ao lado dele, sempre. Não pode conter, no entanto, uma gargalhada ao escutar seu irmão sendo comparado a peculiar raça de cachorros mencionada pelo outro, o que a fez balançar negativamente sua cabeça em resposta. “É, você tem razão sobre ele. Lily, por outro lado, essa sim teria a coragem de reagir fisicamente” brincou, lembrando do instinto impulsivo de sua prima. “Mas já?” surpreendeu-se ao ouvir o comentário do outro, imaginando que horas seriam. O sol ainda brilhava, porém bem menos do que há alguns instantes atrás. “Vamos, então. Acredito que só poderei ficar um pouco, já que provavelmente precisarão de mim na enfermaria”
elijahweasley:
“Eu imagino e não fico com nem um pouco de inveja.” Ele balançou a cabeça. Ele mesmo tem vários machucados curados pela prima, já que o garoto trabalha com dragões, e não é uma profissão lá muito segura. “Também sou péssimo. Nunca joguei e não pretendo também. Mas adorei esse evento. Você vai torcer por Hogwarts ou Beauxbatons?”
“É um período horrível. Me lembro de quando fiz o estágio na França e eles tiveram uma competição menor de quadribol por lá. Ainda sim, me lembro até hoje do barulho dos ossos quebrados voltando ao normal. Nada agradável” ela o respondeu, com uma breve careta em sua expressão. Por mais que Victoire gostasse de seu trabalho e já estivesse acostumada com certas situações, não apreciava ver pessoas machucadas. “Difícil” foi sua resposta para a pergunta do primo, fazendo com que seus lábios logo formassem um bico. Beauxbatons estava em seu coração; era o reflexo de sua mãe e de tudo o que seguia em sua vida e personalidade, mas Hogwarts era sua casa. “Eu gosto muito de Beauxbatons, mas vou ficar feliz se Hogwarts ganhar. Até mesmo porque isso significa que nossa família também será vitoriosa, e gostaria disso” o sorriso caracterísco surgiu em sua expressão ao pensar em seus parentes, e como os mesmos ficariam felizes com a vitória. Esse, para Victoire, seria o melhor presente que poderia ter. “Mas e você? Vai torcer pra Durmstrang?”
fredwsleyii:
“Se os jogadores ao menos fossem bons, talvez teriam menos machucados.” Fred respondeu fazendo uma careta enquanto olhava para o campo. A verdade é que embora o time precisasse de umas dicas de formação, Fred estava um pouco incomodado naquele evento. Os olhares esperançosos dos mais novos o fazia lembrar de quando ele também sonhava em ser profissional e rasgar os ares. Isso lhe deixava melancólico, e essa era uma sensação que o moreno não costumava passar com frequência. “Eu me lembro disso, uma das táticas que aprendi ao jogar com você foi me esquivar de possíveis respingos.” O Weasley fez a piada com um sorriso amarelado nos lábios, cumprimentando enfim a prima com um beijo no rosto.
“Ei! Nosso time é bom. De qualquer maneira precisamos torcer para eles, ou vamos estar traindo nosso sangue Weasley” ela zombou, mesmo sabendo que aquele assunto era delicado para Fred; suas experiências referentes ao Quadribol não deveriam lhe trazer boas memórias, especialmente depois do acidente que sofrera. Morta de preocupação, Victoire não conseguiu conter a vontade de saber como o primo sentia-se sobre isso, entretanto, sabia que perguntar naquele instante não seria o mais correto a se fazer. Por isso, acabou espiando-o de rabo de olho, apenas para certificar-se de que estava bem; mas sabia, no fundo de sua mente, de que suportar aquele evento não seria fácil para Fred. “Eu não era tão ruim assim” protestou, logo sentindo suas claras bochechas queimando pela vergonha momentânea. Mesmo que realmente fosse uma péssima jogadora do esporte, Victoire ainda sim sentia que era seu dever ser de plena eficiência e excelência em praticamente tudo. Afinal, ela era filha de Fleur Delacour. Sem nenhum receio, a loira enlaçou um de seus braços ao do primo, ato esse que seria muito desconfiador há alguns anos atrás, quando ela mesma não o suportava. Um riso quase escapou de seus lábios ao contestar como as coisas podiam mudar em pouquíssimo tempo. “Pelo menos é verão” comentou, em um suspiro. “É horrível vir a esses jogos no frio congelante, e eu vou ter que comparecer em pelo menos alguns, ou temo que Louis irá me matar"
A veela não era cem por cento fã de eventos de Quadribol, aquilo era claro na cara de tédio que ela estava fazendo ali mas precisava de material para o jornal por isso acabou parando a pessoa que passou por si no corredor. - Com licença, você se importaria de tirar uma foto? É para o Profeta, sabe como é, esses eventos são bem importantes para eles e gostam de ter diversas fotos para publicar. - comentou erguendo a câmera para a pessoa, com um sorriso gentil emoldurando o belo rosto da criatura magica. Só torcia que a pessoa aceitasse, era uma das piores coisas ter que procurar outra para tirar fotos pro Profeta Diário já que o jornal não era tão confiável assim ainda que fizesse bastante sucesso.
“Eles querem uma foto... minha?” questionou-a, erguendo uma de suas finas sobrancelhas. Não conseguia imaginar o motivo do jornal - ou qualquer pessoa, aliás - desejar uma foto sua, principalmente envolvendo quadribol. Victoire não era a pessoa mais habilidosa no esporte; de fato, sua habilidade intelectual sempre se ressaltou. “Hã... tudo bem, eu acho” disse por fim, alisando seu avental branco, parte de seu uniforme da enfermaria da escola.
Formou um pequeno sorriso ao posar para a foto, ainda um tanto confusa. Entretanto, já estava acostumada com fotografias. Não era como se já não tivesse tirado milhares delas em reuniões familiares. “Pronto? O que eles estão querendo com isso, aliás? Um raio x das curandeiras que vão tomar conta dos jogadores?” brincou, com um pingo de humor presente em suas palavras.
“Fico com dor de cabeça só ao pensar na quantidade de machucados que vou precisar cuidar com esse tanto de jogos de Quadribol” a loira comentou, ressoando seu forte sotaque francês, proveniente de sua última viagem para o país. Mesmo com toda a preocupação, um sorriso não deixou de transparecer no lábios da mesma, visto que já era possível ver a mudança na atmosfera desde que o campeonato havia sido divulgado. “Eu nunca tive sorte com as vassouras. Sempre fiquei muito enjoada com a altura”