“Há milhares de anos atrás alguém criou o princípio da impermanência, a beleza que há na inevitabilidade das mudanças.
Ele devia ter acabado de levar um fora.
Tive um bom tempo para pensar sobre o valor da memória, e só porque uma coisa não é para sempre não significa que ela é menor.
Talvez fosse só uma racionalização - Melhor que se lamentar por algo que poderia ter sido, por uma vida não vivida-. Eu, honestamente, não sei. Mas escolhi acreditar na memória, eu escolhi acreditar nela. Escolhi acreditar que o vínculo jamais se quebra e que temos um ao outro em nossos corações como uma singularidade secreta.”
Trecho do filme 5 to 7


















