I'm a wallflower... ( CENTRAL DE CHARS )

祝日 / Permanent Vacation
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he wasn't even looking at me and he found me
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Claire Keane

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@you--rang
I'm a wallflower... ( CENTRAL DE CHARS )
ㅤ ㅤ ㅤ ㅤ"sim, eu já fui na biblioteca, mas temos inúmeros livros e preciso de ajuda para encontrar livros sobre o assunto que preciso." explicou de maneira paciente, enquanto andava pela biblioteca em busca de seus livros sobre ritos funerários. "qualquer livro que você achar com as palavras morte e funeral, deixe em cima da mesa que olharei." instruiu num tom gentil. e uma negativa foi deixada em relação a pergunta seguinte. "não, não. é que faz alguns dias que ela não aparece aqui e estou preocupado, quero saber se ela está bem e se precisa de alguma coisa."
O corpo reagiu antes do pensamento consciente, Tropeço quase saindo dali para começar rapidamente sua próxima ordem. Calma. A postura estática e gigante retomando ao início, bem morto. "Farei, Gomez." Tropeço sabia onde ela estava, ou melhor, uma possibilidade com muita confiança, mas falar... A mandíbula rangeu em sua cabeça, musculatura testada em outros ângulos. "Visitantes noturnos." Empurrou as duas palavras com a língua. O significado com a curiosidade e protecionismo de Mãozinha traduziam sua mensagem: investigação. "Sábado, Wandinha." Apontou para o teto e subiu, subiu, subiu até esticar completamente; querendo se referir ao sótão. "Euxperimento."
Acostumada com modos idiossincráticos desde de criança, Tropeço se tornaria a cobaia involuntária do dia. " Vamos, Tropeço. " ela murmurou, conduzindo-o até uma mesa coberta por um pano escuro. Seus olhos sombrios brilhavam com um misto de fascínio e malícia enquanto ela começava a arrumar os instrumentos e ingredientes necessários para seu experimento peculiar. " Agora, Tropeço, isto não vai doer... Muito. " ela disse com um tom enigmático, acentuando a palavra muito com um sorriso travesso. As mãos habilidosas de Wednesday começaram a trabalhar, misturando substâncias estranhas em frascos e realizando gestos que só faziam sentido em sua mente singular.
Tropeço colocou um canto em evidência, descoberto e estéril precisando de vida. Trazer aranhas. Criar uma nova colônia, mesmo que a distração dos padrões de teia fosse demorar bem mais do que ele gastaria naquele experimento. Resmungando, as palavras difíceis de serem formadas pela boca teimosa, Tropeço sentou na cama e ajustou-se à superfície. Grande demais, os pés pendendo do fim da maca. Mas a cabeça dentro, como tinha sido pedido. Soltou um muxoxo, piscando cada olho em tempos diferentes, as mãos cruzando sobre o peito tal qual um vampiro. "Ceia da meia-noite." Lembrou-lhe apaticamente, a cozinha parada para substituir o irmão de Wandinha daquela vez. E daquela vez, sentindo a mistura de temperos, Tropeço considerou ter algum medo para sentir. Algum senso de... preservação?
❛ look at that. again you show up just when we need you. ❜ @marietemtudoquequer
.... Tropeço não fez som algum quando a estridente voz chegou aos seus ouvidos. As palavras não fazendo sentido porque... Porque era uma coincidência. Mais uma vez. Mal saía de casa e quando o fazia, a vida parecia chamá-lo para participar. Só que ela tinha um timing nada ideal para as atividades esperadas pelo mordomo. Com muito cuidado, baixou o saco que levava consigo e escondeu no meio dos arbustos. Se tivesse sorte, sairia dali antes de sua carga começar a cheirar.
“i fear i might break” @josebezerra
Seria aquela uma das conversas emocionais? Quebrar no sentido que as novelas falavam? Tropeço se perguntou, os olhos piscando desiguais na direção do outro. Porque... Porque na residência Addams, o quebrar tinha conotações mais literais. E como ele só conhecia uma... Pegando o outro pelo colarinho, o mordomo ajustou a postura e encaixou os braços por baixo dos do outro. Com apenas um ajustar de coluna o ergueu no ar, forçando até ouvir os estalos. Tropeço meneou a cabeça num 'disponha' sem som e se pôs a pegar suas coisas para ir embora.
let's just talk about it like adults. ( @hoffersongirl )
Era uma simples saída de casa. Pegar encomendas no correio, na doceria, passar na mercearia e trazer a comida de Maria Antonieta. Uma rota rápida e praticamente feita, só precisando do motorista. Mas ele tinha que parar e se distrair. O Reino inteiro fazendo o cérebro coçar e doer, evocando uma sensação que ele nunca tivera na vida. Com um suspiro, conseguiu empurrar tudo para outro canto, o rosto descendo vertiginosamente para encaixar a criança em seu campo de visão. "Onde está o adulto? Você não pode."
“Please, feel free to lean on me… and I too, will lean on you as well.“ ( @maoziinha )
O cenho franziu em surpresa e confusão, Tropeço não entendendo muito bem o que ela queria dizer. Apoiar? Como assim apoiar? Baixou os olhos para a própria estrutura, pernas longas num corpo robusto. Depois para a mão descarnada, coberta de cicatrizes de pura personalidade. Tropeço balançou a cabeça, incrédulo, mas desceu ao solo mesmo assim; pegando a mão na sua e colocando debaixo da cabeça, na altura do pescoço. Algo dizia para não colocar todo o peso e foi confinando nela que permaneceu, a garganta vibrando num som que parecia tranquilizador.
Os Addams possuem diversas formas de demonstrar seu afeto uns pelos outros e comida é certamente uma delas. Seja do momento do preparo até quando se servem e jantam juntos, é todo um ritual apontado para que eles, como uma família, se unam e troquem pequenos momentos juntos. É particularmente necessário agora que as crianças já estão mais velhas, deixando o lar. Thing aceita o auxílio do grandalhão e tempera o caldeirão como tem que ser, puxando outro dos saquinhos em seus dedos antes de ser interrompida por Lurch. Sobre o indicador e o maior, ela caminha por sobre o ombro dele e aponta para fora da janela. Algum curioso? Desce do paletó com um pulo para o balcão, onde se comunica com código morse. Portão. Ataca.
O dar de ombros aconteceu apenas num deles, para não derrubar os saquinhos que pegaria num instante. Só. Precisava. Mexer. Direito. Pronto. Prendendo a concha entre a panela e a tampa, Tropeço cruzou os braços e virou-se para o menor dos integrantes da família. "Ontem." Balançou a cabeça, uma das mãos encostando no topo da própria cabeça. "Assustar, sair." Para uma limitada noção de desenvolvimento, o Morse tinha sido particularmente fácil para Tropeço (ou Mãozinha usava demais e deixava difícil não aprender). "Curiosos com atividades noturnas. Gomez Mortícia cemitério." Indicou a sala de exumação, o rastro de terra ainda na parte de trás da casa. "Sai para ver. Correram, eu grande." Desde que tinha aparecido ali, a dificuldade tinha aumentado tanto. Mas tanto. (teria algo errado consigo?). "Acordar fofo?"
"A comida não tem sabor ou a sua boca não tem sabor?" Ficou confusa com a resposta do mais velho. Ela arqueou a sobrancelha , olhando confusa para o mais velho.
Tropeço refletiu a confusão alheia como um espelho. Ou melhor, com uma expressão ainda menos emotivos. Uma máscara branca, apática, rompendo com um suspiro meio resmungo. Transferindo as compras para apenas um braço, o livre pegou o guardanapo. Deu uma mordida. "Ruim." Pegou, agora, uma das batatas fritas super picantes de It e ofereceu a minúscula humana. "Sabor."
sótão da residência dos addams w. @childofwoewnadinha4
Tropeço não exibia nervosismo ou receio ao seguir de perto a mais Addams mais nova escada acima. Seus olhos estavam presos na parte de trás da cabeça feminina, contando os fios que se multiplicavam com a mesma facilidade que o estrabismo desfocava. Suspirou, o pensamento voltando para as atividades do dia e se perguntando quando estaria livre novamente. Tropeço segurou a porta aberta e entrou em seguida, piscando para ajustar à nova luz e encontrando seu lugar no meio do ambiente. "Aqui?"
ㅤ ㅤ ㅤ ㅤ ㅤ ㅤa residência dos addams era um lugar onde gomez se sentia em paz quando não estava no mortuário, resolvendo alguma papelada ou estava vagando por tão tão distante. ele se encontrava na cozinha, com uma garrafa de cerveja artesanal em mãos, quando tropeço entrou na cozinha. "chamei, tropeço. quero que você me ajude a buscar informações sobre como são os preparos funerários para outras espécies desse local, não sabemos se tem procedimentos específicos e caso haja, sabermos como proceder." explicou, antes de tomar um gole da bebida. "e busque saber como seraphine está, ajude-a com o que precisar." acrescentou.
Rituais Mortuários. As palavras assentaram na mente de Tropeço aos trancos e barrancos, suas sílabas tentando segurar qualquer canto para um entendimento aceitável. O olho direito piscou milésimos de segundo antes do segundo, mas a mensagem tinha sido gravada com sucesso. "Biblioteca foi?" Quando espalhava a poeira das prateleiras de cima para as de baixo, Tropeço lia as lombadas de alguns livros. Deveria ter um ou outro sobre criaturas que combinavam com as daquela realidade. Tropeço meneou a cabeça, sobrancelhas juntas em sinal de confusão. "Saiu? Mesma missão?"
Por mais que goste do fato de ter seu corpo de volta, a questão é que sua mobilidade sofre bastante quando encontra obstáculos físicos que antes não lhe fariam ter que parar o que quer que estivesse fazendo como, por exemplo, correr por dentre os buracos e esconderijos da enorme mansão Addams. Sendo assim, prefere deixar sua cabeça no travesseiro e ter a liberdade que tanto gosta quando sabe que grande parte do seu dia será gasto com a família. Assim estava sendo quando seus ágeis dedos escalaram a montanha que é Tropeço, com um saco decorado pendurado em seu polegar com o nome belladonna, balançando-o à altura da visão dele e não era só isso: por conselho de Morticia, havia também trazido outros possíveis temperos para melhorar ainda mais o sabor do prato feito por Lurch.
Foi de propósito que deixou a mão pousada na bancada da cozinha, o corpo ainda mais próximo das bancadas. O sexto sentido de Tropeço em relação a proximidade existencial e mística atacando-o com a hipersensibilidade ao ambiente. Mal sentiu os dedos pelo pesado paletó, mas virou o rosto a tempo de vê-la exibir o troféu mortífero. Tropeço abriu a tampa da panela borbulhante e ajustou o ombro, inclinando para Mãozinha salpicar ao gosto da matriarca. "Observados de fora. Vi ontem." Indicou a janela com o queixo, ou melhor, a direção dela. Perto da sala principal, com o órgão e os sofás cheios de pontas. "Viúva-negra." Parou, engolindo a saliva inexistente. As palavras não conseguindo se formar pelo pensamento quebrado, distorcido. "Disfarçado." E emitiu um ruído de dúvida, uma interrogação em forma de som.
CASEY DEIDRICK In the Dark S2.03
Os dois metros e quinze centímetros de Tropeço era friendly com o pé direito da cozinha. Alto, distante, com suas adoráveis teias de aranha. O resto dela, bem, era outra história. Curvado e torto, as mãos pesadas montava a bandeja de chá da tarde de Mortícia. E o avental ao redor da cintura recebia os respingos de um molho fervendo no fogão. "Trouxe veneno?" E ele esperava que @maoziinha não o decepcionasse.
Tropeço apareceu na porta de @thegcmezaddams antes da última nota do sino ecoar pela casa. Seus sentidos, mais uma vez, o colocando naquele movimento involuntário ao som da melodia preferida. "Você... Chamou?" Afrouxou a gravata borboleta ao redor do pescoço, o máximo de reação obtida antes de saber para o que era necessário naquela noite.
Quando: meio da noite
A neve caía nas ruas da cidade, a noite estava fria, mas Usagi gostava imenso daquele tempo. Seus cabelos castanhos tinham ficado loiros, sendo que voltariam á sua cor original na primavera. Mas com o frio, eles mudaria, teria mais significado quando estava no seu formato original. Quando era lebre suas cores mudavam para se proteger, agora como humana, apenas parecia que mudou o cabelo "A noite está bela, não acha? Mesmo com a neve a cair, consegue-se ver as estrelas."
Onde: The Snuggle Duckling
"Isto é realmente muito bom!" Usagi não comia daquela forma desde muito tempo, amando estar a comer no restaurante uma comida tão boa como aquela "Quer um bocado? Experimente, está realmente muito boa!"
Alguma coisa doce. Alguma coisa salgada. Alguma coisa azeda. Alguma coisa inusitada. Tropeço tinha os braços cheio de encomendas e uma expressão confusa no rosto. Ou seria entediada? Os pedidos dos Addams confundindo-se ainda mais nos últimos itens da lista. Grunhiu em resposta, a enorme mão pegando o sanduiche e finalizando tudo numa mordida só. Grunhiu. O dar de ombros não servindo como resposta. "Sem sabor."
In memory of Lisa Loring, who has sadly passed away at the age of 64. Born Lisa Ann DeCinces on February 16th, 1958 in the Marshall Islands Died on January 28th, 2023 in Burbank, California May she rest in peace. ❤ Gifs of Lisa as Wednesday Addams with Ted Cassidy as Lurch from The Addams Family episode entitled Uncle Fester’s Illness, originally broadcast by ABC on January 22nd, 1965.
@maoziinha @childofwoewnadinha4