i don't do bad sauce passes
wallacepolsom
will byers stan first human second
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
trying on a metaphor
AnasAbdin
Keni

Product Placement

shark vs the universe
Peter Solarz
🪼
cherry valley forever
Cosimo Galluzzi
he wasn't even looking at me and he found me
Jules of Nature

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Monterey Bay Aquarium
we're not kids anymore.

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@yougottabaelfire
Eu to vendo que vou ser uma dessas pessoas que não vai comparecer na festa de sexta. Como assim temos que desvendar enigma? Não sei desvendar nem onde esta minha vassoura. Falando nisso, você a viu? É mais bonita que estava no armário.
Old rares of Aaron and his family (via x)Â
Não fale assim. Bae. Podemos criar feitiços com ela.
N[os podemos saber quando vamos morrer com as letras do nosso nome. Então isso quer dizer quem tem menos letra vai morrer mais cedo? Oh Merlin. Os nomes mais bonitos deveriam viver mais. Não Gigi, criamos feitiços com as varinhas!
flashback || veefire
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Bael não queria machuca-la, mas sabia que aquilo era impossÃvel de não acontecer levando em conta que era a primeira vez dele. O que o Chapman podia fazer era tomar o maior cuidado possÃvel e ir devagar no começo, até que ela já estivesse acostumada.
Quando ouviu ela dizer que estava tudo bem, não deu a si mesmo a liberdade de deixar aquilo mais intenso. Tinham tempo e prazer o suficiente para desfrutar. Bael amava Vee e a ultima coisa que queria era que ela não gostasse de fazer aquilo com ele, e o principal de tudo, que se arrependesse de estar tendo sua primeira relação.
O gemido de Vee apenas deixou Bael com mais prazer. A namorada sempre foi envergonhada mas o deixava feliz ver que ela estava se acostumando com aquilo. Sua respiração ficava mais ofegante cada vez que penetrava em Vee, sendo assim parava os seus beijos por pouco tempo e logo retornava. Ele fazia movimentos repetitivos porém eram calmos, mas estes ficavam mais intensos a cada estocada.Â
Eu nunca percebi como aritmancia era chata até chegar nessa escola.
flashback || veefire
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Aquele era o momento. Não poderia dizer que esperou muito, ele esperou o necessário. O que era necessário para ela se sentir segura em estar diante daquele situação com Baelfire Chapman. Ele estava feliz por poder ser o seu primeiro, não apenas o primeiro cara que ela teria sua relação sexual, mas sim o primeiro amor dela. Aquela situação não podia estar melhor. Jamais imaginou que em uma simples tarde de almoço na casa do tio resultaria naquilo. Nunca ficou tão feliz por ter aquela casa somente para eles dois. Seus olhos se fixaram nos de Vee. Quando ouviu ela dizer que estava pronta, um sorriso de canto - desta vez com um jeito muito mais malicioso - tomou conta de seus lábios. Ele se aproximou do pescoço dela e ali depositou um beijo, respirando fundo em seguida para sentir o perfume doce da namorada.Â
Ele não queria se apressar, então tudo o que fazia era com a maior calmaria possÃvel, pensando apenas em modos de deixa-la com prazer. Afastando-se do corpo dela, Bael tirou vagarosamente a calcinha de Vee e jogou em um canto do quarto. Suas mãos deslizaram pelas pernas dela até chegar na virilha, mas logo afastou a mão. O Chapman voltou a aproximar seu corpo do dela, desta vez beijando com uma imensa intensidade. O volume em sua cueca agora era muito maior e conseguia sentir a vagina da garota o tocando.Â
Tomando uma pequena distância entre a loira e ele, Bael abaixou sua cueca, deixando explÃcito o que antes estava coberto. Tinha a total consciência de que aquilo poderia não ser tão agradável para ela, sendo a primeira vez toda a delicadeza e cuidado eram necessários. Voltando a beija-la, ainda sem tomar a iniciativa de penetração, Bael cochichou no ouvido dela: - Se quiser que eu pare você pode falar. - Sua mão direita tocou o próprio membro e com delicadeza penetrou a primeira vez.Â
Bom, ai você que tem que saber. Sinceramente não me surpreende que você queira. - ele disse dando de ombros.
Ai eu te pergunto de novo. Por que eu iria querer ver um cara pelado?Â
Hum… Tá, tá, e o que eu ganharia com isso, sweetheart?
Um lugar no céu. Por favor, eu só preciso que me ajude a entrar na parte reservada da biblioteca.
Se vocês virem uma varinha procurando o dono, o dono sou eu tá?
Como você perdeu sua varinha, Potter?Â
Não querendo ser o professor chato, mas… Por Merlin, o que pensa que está fazendo?Â
Eu estava tentando fazer uma felix felicis mas você tirou minha concentração. Qual o problema com isso? Qual é... Eu até vim no banheiro da murta pra ser discreto professor.
Rindo e apenas com uma toalha na cintura, James disse. - Okay, sei que estavam muito afim de me ver pelado, mas quem pegou minhas roupas podia devolver logo.
Eu s[o queria saber porque eu estaria afim de te ver pelado... Assim, só uma dúvida básica mesmo.Â
Eu sei, eu sei. Mas agora estou de volta. Faison-vous une réverence, plébéiens.
Eu já te disse que odeio sotaque francês? Por isso estou amando ficar em Hogwarts.
Mas o que estava dizendo mesmo? Ah, esta de volta. Onde estava antes? Voltou para casa?Â
{chapman and nikolaevitch} [SUPERFLASHBACK]
— Trate de aprender. Não existem muitas Faiths para te ajudar. E sério que trouxe uma revista pornô para a escola? — O fitou, devolvendo o sorriso e depois entoando uma risada. O moreno era levemente familiar, de certa forma. Os olhos azuis. Já tinha os visto… Quadribol? Assentiu quando ele falou, balançando a cabeça. — Tive a impressão de que já tinha te visto em algum lugar. Ganhei de você no último jogo. — Lembrou-se vagamente do jogo. Chovia e estava horrÃvel para jogar, mas finalmente depois de um tempo anormal para a média de jogos de quadribol de Beauxbatons, o apanhador da Nord tinha pegado o pomo. A vitória tinha sido por pouco, mas muito comemorada. Tinham ganhado a taça da competição, depois de dois anos perdendo para a Sud. — Bem, você não pegou a bola da última vez. Sinto em te dizer que temos o melhor apanhador, agora, Bael. Baelfire, desculpe. — continuou exibindo o belo sorriso curto, embora não fitasse mais o moreno, e sim as paredes do corredor. — Isso soou muito estranho, moço. Pelo menos imagino que seu pai tenha te assumido antes de você nascer. O meu demorou quatorze anos para isso, e não se dá conta de que não sabe ser um pai. No momento eu só quero que me ajude a saber como andar pelos corredores. Me dizer que andar tem o quê e etc…
- Bem observado, não é todo dia que você conhece uma Fé por ai. - Ele riu e balançou a cabeça. Bael não era do tipo que saia pelos corredores com uma revista pornô quando poderia ter alguma garota qualquer para satisfazer os seus desejos masculinos. Mas ele, sendo um Chapman, tinha que aproveitar o momento. - Isso não é meu, francamente, acha que eu preciso de um pedaço de papel pra... Você sabe. Digamos que eu só estava aproveitando o momento para me divertir. Viu a reação do Filch? Eu precisava deixa-lo mais estressado ainda. - O Chapman não ligava em levar algumas detenções pois ele sabia que nada que fizesse comprometeria sua estadia na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Seu pai daria um jeito de mante-lo na escola, como sempre fez. Mas em seus segundos de brincadeira esqueceu de que a sua inscrição do torneio não poderia ser interferida pelo seu pai, mas pelo ministério em pessoa sim, caso a escola achasse que ele não deveria colocar seu nome no cálice. Por sorte, Faith estava ali para ajuda-lo. - A primeira vitória sempre fica na memória, você não esqueceria tão fácil assim. - Bael era muito convencido quando se tratava de quadribol, e perder não estava no seu vocabulário, portanto preferia evitar comentar do ultimo campeonato. - Nada me faz desacreditar que aquele jogo foi um roubo! Novo apanhador? Se esta falando daquela loirinha lá... Tsc, ganho de olhos fechados. - Ele soltou um riso mÃnimo quando ouviu a garota corrigir o jeito que havia lhe chamado. - Se ele não assumisse provavelmente minha mãe teria dado um jeito de ferrar com a vida dele... E isso aparentemente não aconteceu. Deve ser muito difÃcil você viver sem uma pessoa quatorze anos e ela chegar achando que já faz parte da sua vida a séculos. - Ele indicou com a cabeça que a loira o acompanhasse pelo corredor. - Vamos fazer um tour. -Â
É, talvez eu tenha visto…. mas por quê eu deveria te contar?
Talvez porque... Eu te perguntei?! Que pergunta estúpida.
O que seria uma Olivia Newton John, Bael?
Eu não acredito que você, Gigi, não sabe quem é a Olivia Newton John! Eu to indignado, esse mundo ta perdido definitivamente.Â