Não é uma coisa que eu saio falando por aí, mas tem dia que eu canso de viver nessa sociedade cheia de defeitos e querendo que todo mundo seja perfeito.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
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Não é uma coisa que eu saio falando por aí, mas tem dia que eu canso de viver nessa sociedade cheia de defeitos e querendo que todo mundo seja perfeito.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
Embora você não saiba, eu ainda peço a Deus para que cuide de você e que ninguém nesse mundo faça com você o que você fez comigo.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
Eu não faço mais, porque eu sei que se eu fizer uma vez todos vão esperar que eu faça sempre.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
Se foi amor a primeira vista eu não sei, tudo o que eu tenho certeza é que eu me perdi no mel dos teus olhos e me encontrei nos teus braços, morri com seu beijo e ressuscitei com seu sorriso. A partir daí, percebi que não tinha mais caminho de volta.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
Essa noite as estrelas sussurraram para mim que o seu lugar é junto de mim.
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
Você não quer morrer hoje a noite, respire mais uma vez para clarear a mente. Cada momento é relevante, agridoce e delicado. Amanhã pode não chegar novamente.
The Maine (via literaturadementira)
Hoje eu acordei com vontade de ser feliz, de realizar tudo o que mês passado eu falei “amanhã eu faço” e esse amanhã nunca chegou. Acordei com vontade de correr pela rua descalço, fazer algo gentil a um estranho, dizer uma palavra de incentivo, esquecer todas as pessoas que me fizeram mal. Acordei com vontade de rir por qualquer coisa, de chorar com um filme de romance idiota, de te dizer com todas as palavras que eu te amo e não vivo sem você, com vontade de me arriscar e viver perigosamente, de tomar banho de chuva, pisar na grama fria e úmida, de gritar para o mundo que não existe ninguém nesse lugar que pode destruir meus sonhos. Acordei com vontade de ganhar o mundo e viver intensamente. Imagina que louco acordar assim todos os dias?
Literatura de Mentira (via literaturadementira)
We accept the love we think we deserve. #theperksofbeingawallflower (at Neverland)
Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?
Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 4 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu.
- Amanda Patrício
De onde surgem os loucos? Quando somos matéria sangrenta inofensiva dentro de abrigos uterinos, não somos nada além de um lindo e exaustivo tic-tac. Nove meses depois, seremos jogadores de futebol ou bailarinas. Quinze anos depois, isso não dá dinheiro. Médicos, advogados, arquitetos, engenheiros… Cinco anos depois e todas aquelas inúmeras, porém contáveis opções resumem-se em duas: sucesso e fracasso. Antes de nascer, tenha o melhor berço. Depois de nascer, tenha as melhores notas. Depois de crescer, tenha o melhor emprego, o melhor salário, a melhor cara de pau. Depois de ter filhos, tire as melhores fotos deles para mostrar aos piores amigos na mesa do bar. Depois de envelhecer, tenha a melhor casa, o melhor cachorro, a pior solidão. Depois de morrer, seja amado. Loucos? Loucos são aqueles artistas miseráveis que mendigam por um mínimo de reconhecimento. Meu filho? Brilhante! A arma disparou por acidente. Minha filha? Só me dá orgulho. Será solta em um mês por bom comportamento. Se não são filhos de ninguém, de onde surgem os loucos, então? Aqueles desequilibrados, os sensíveis, os genuinamente apaixonados? Aqueles ratos escondidos em meio a poeira da sociedade, escrevendo seus livros com o próprio sangue por não terem dinheiro para a tinta da caneta? Brotos da solidão, da tristeza, da loucura própria que temos escondida no peito, mas escondemos com estetoscópios e antibióticos. Humanos são extremamente falhos. Corte uma fatia pequena, estou de dieta. Eu e minhas duas pernas esqueléticas estamos. Não é nada, só estou com frio. Eu sei, eu sei bem que estou suando, mas não ouse levantar a manga da minha blusa. Depressivo? Eu? Homem não chora. Derramei água no travesseiro ontem a noite. Suicida? Quanta bobagem. Você ainda tem aquelas aspirinas escondidas na gaveta, mãe? Só curiosidade… Só drama, tristeza, paranoia, segredos, loucura. Eu nunca, eu sempre. Quem assume a própria melancolia? Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três… Hipocrisia vendida para o senhor de mãos lavadas, para a senhora que expulsou o filho músico de casa, mas tem a coleção completa de Elvis Presley na estante. Se somos máquinas, há aqueles computadores com vírus que contaminam toda a fábrica de corações programados. Levando para o lado pessoal, é a loucura que nos difere daquele pedaço de carne ensanguentado no supermercado. E de onde surgem os loucos? Da loucura de se dizer humano.
Cinzentos - “De onde surgem os loucos?” (via thiaramacedo)
Ela apronta dessas a pior, na boa, eu to fodidão! Pô, sem ela eu sou meio que carnaval sem samba, sabe? Isso me irrita profundamente, me tira do sério, mas, é que, eu odeio isso, odeio quando ela vai embora, odeio quando ela demora mais de uma hora pra voltar, depois de odiar, eu começo a achar que ela se perdeu por aí, e me bate um medo do caralho, medo que alguém tenha, sei lá, vai que alguém conseguiu ser melhor pra ela nesses últimos dias? Da vontade de deitar e só sair do quarto quando o celular tocar. Eu sei, você vai dizer que isso é obsessão, que seja, sou obcecado por ela. Existe algo nela, eu não consigo explicar, me prende, isso é perigoso. Essa guria tem o controle completo sobre mim, eu preciso dela, velho, eu preciso dela, eu nunca precisei de ninguém. Eu deveria procurar outra, uma menos complicada, menos dramática, menos maluca, mas, é ela, eu quero ela, só me serve se for ela. Eu nunca pensei em como seria a minha vida sem ela, aí ela inventa de ir embora, e eu me pergunto “Que vida?” É uma tragédia. Eu queria muito que desse certo entre nós, mas, não da! Eu não sei se sou eu, ou se é ela, ou se somos nós, quem sabe, nem a gente entende. Mas, se é complicado com ela, imagina aí, sem ela é problema, minha vida fica tão… “Tanto faz” Tu vem me dizer pra deixar pra lá, que devem haver umas quinze garotas de todos os tipos só na minha rua, mas, não, não tem de todos os tipos! O tipo dela é o tipo que não faz o tipo de alguém, é por isso que eu quero! Mas, ela me magoa as vezes, muito na verdade. Não é como a outra lá da semana passada, ela me faz sentir vivo, vai no fundo, parece que ela conhece cada brecha minha, cada milímetro do que eu preciso, e é isso! Tem que ser com ela, minha família, meus sonhos, minhas noites, minha vida, eu preciso dividir isso com ela, compartilhar sobre o meu dia com os outros não faz sentido, cem pessoas perguntando como foi o meu dia, não é como tê-la perguntando sobre um fato específico do meu dia. “Você se alimentou hoje?” Eu tenho sorte, nenhuma guria quer fazer isso não, cuidar de um vagabundo como eu, ela me coloca em ordem, nos trilhos, no eixo, e ao mesmo tempo gira meu mundo tipo 360 graus. Eu tô perdido cara, onde foi que eu fui me meter? Fui brincar de amar, e veja só, essa coisa de amor existe mesmo. Só estou tentando dizer, que, eu me olho no espelho e digo “Tu só faz merda!” Só faço burrada mesmo, eu sou apaixonado por ela, tem ideia de como tudo fica confuso quando ela não ta aqui? Essa menina deve ser PHD em acabar com minha estrutura emocional, tu sabe, garotas como ela, fodem com a vida de um cara em um estralar de dedos. Eu só queria que uma vez ou outra, ela me desse uma certeza, é quase impossível, levando em consideração sobre quem estamos falando, não tem jeito, estamos lidando com a mulher mais complicada do universo, e eu sou idiota, combinação perfeita! Contaria se eu falasse o porquê sou fissurado por ela? Tipo assim, ela tem aquele gênero eu não sou nada romântica, aposto que ela andaria com um spray de pimenta por aí, tem um jeito meio “Keep Out” na sua primeira impressão, e quando ela tem uma crise de risos, eu tenho uma crise de personalidade, mas, ninguém sorri como ela, ninguém fala como ela, ninguém me faz acreditar na vida como ela, ninguém me escuta como ela, ninguém é tão bilhete premiado como ela, não tem, não existe, e nunca vai existir pra mim, alguém que consiga me fazer feliz como ela, é por isso, que eu tô fodido, perdido, eu não sei mais como lidar com isso. Sabe o que seria do caralho agora? Se ela falasse que também precisa de mim, se ela me pedisse pra ficar, eu vou ficar de todo jeito, mas, eu gosto de ouvir a voz dela.
Orquestrando. (via thiaramacedo)
“You died loved”
I cried so fucking much
Book: I will be one of the best things you read this year.
Book: You will fall in love with my characters.
Book: I'm so good, you'll lose sleep over me.
Book: I'm part of a series.
Book: So you can feel the pain of a character dying in each book.
Book: I will break you emotionally.
Book: I will make you forget the real world.
Book: I will ruin all potential future love interests for you.
Book: You will be emotionally attached to me.
Book: You are mine.