we're not kids anymore.
Three Goblin Art

Origami Around
Xuebing Du

pixel skylines
Today's Document
Sweet Seals For You, Always
Game of Thrones Daily
No title available
DEAR READER
I'd rather be in outer space 🛸

❣ Chile in a Photography ❣
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
taylor price

Janaina Medeiros
tumblr dot com
Monterey Bay Aquarium
art blog(derogatory)
will byers stan first human second

JBB: An Artblog!

seen from Canada

seen from Japan

seen from Malaysia
seen from United Kingdom

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from Singapore
seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands
seen from Ireland

seen from United States
seen from Italy
seen from Italy

seen from India
seen from Germany
@ab-0minate
Tomara que a tristeza te convença Que a saudade não compensa, E que a ausência não dá paz.
Vinícius de Moraes. (via cartas-rasgadas)
eu queria poder me tirar do corpo e ser só essa matéria intragável dentro do peito que não dá pra pegar nas mãos. eu queria me tirar dessa capa que me abriga em dias frios e ferver enquanto nas esquinas de ruas desconhecidas estranhos atravessam e se esbarram, mas não se vêem. eu queria ser vista. estática. imóvel. com a voz calada e o coração gritando. com meus pés cravados no chão e minha alma aflita querendo fugir. pra qualquer outro lugar que se fizesse minha casa. e me abraçasse como se eu fosse pessoa. como se realmente pudesse existir algo capaz de me segurar enquanto meu mundo desmorona. eu queria poder me livrar desses medos que me atrofiam os dedos e músculos. e me matam aos poucos feito demônios que não se enganam com soníferos. eu queria vestir outra pele até que novos silêncios se desenhassem felizes nas minhas células. até que o céu fizesse sentido outra vez. até que eu também fizesse.
c.
Aforismo 18
Os dragões da existência são feitos da mesma matéria que o egoísmo, a arrogância e a ganância. O simples gesto de tentar libertar-se dessas amarras da condição humana pode representar essencialmente a busca da felicidade.
Por mais que eu viva, não sei engolir palavras duras. Descobri que minha pele não aceita esse tipo de coisa. E por mais que eu seja forte, preciso admitir, não sou forte o suficiente para abraçar um mundo sujo. Gosto de gente clara. Sinto as pessoas, de longe. Não nego que me engano – ou que insisto em me enganar. Eu e minhas segundas chances. Já viu isso? Dou segunda chance para quem mal conheço, mas me castigo até o fim por deslizes em chãos escorregadios.
Clarissa Corrêa. (via adesejar)
Tem alguma ft sua
Nenhuma
sobre silêncio
sacro um som vasto de tom dom um dó menor de idade atropela uma velha acenda uma vela faça um pedido para que o bandido tenha acesso ao que tivemos: as básicas coisas que não nos preocupamos quando oramos, ame a si mesmo em ré menor sagrado um dom vasto teu tom acenda uma vela para velha avó de um menor assassino.
No ato da escrita
Se eu rabiscar no papel meu pretérito-imperfeito, as pessoas bocejarão na terceira linha. Se descrever o que vivo, neste presente sem surpresas, sobrarão linhas e faltarão palavras. E sobre futuro, só sei que nada sei. Amanhã posso estar aqui, ou quem sabe, em uma dessas ruas pouco iluminadas. Eu sou imprevisível, ora sou as pétalas de uma rosa, ora espinhos cravados nos pés daqueles que atravancarem meu caminho.
Amei! ❤️👏
euan uglow
pyramid, 1994-96