Há dois anos perdi o meu pai repentinamente em um acidente de trânsito e me senti como se não tivesse mais um rumo, parei de sair de casa e não tinha vontade em me relacionar nem mesmo com a minha família. Vendo o quanto minha mãe estava sofrendo a me ver assim, decidi conversar com uma psicóloga e passei a frequentar a terapia toda semana. Foi a melhor decisão que tomei. Ao ver o quanto essas sessões estavam me fazendo bem e aos poucos me trazendo de volta a pessoa que eu era antes de me isolar, percebi que era isso que eu gostaria de fazer, a profissão que queria seguir. Por esse motivo, hoje absorvo tudo o que é possível das aulas e das experiências vividas, buscando me tornar alguém que possa ajudar outros da mesma forma que aquela psicóloga me ajudou.













