Excepcionalismo Americano
Um pequeno grupo de colônias consegue se libertar de um grande império nos anos finais do século XVIII. O estado formado provavelmente não seria muito mais que um Chile do nordeste— uma longa faixa entre as montanhas e o oceano —se não fosse pelas rivalidades imperiais que permitiram o crescimento rápido da influência desta nova república. Quando um dos impérios rivais enfrentava sérios problemas financeiros, ele vende à nova república território suficiente para dobrar seu tamanho, por uma pechincha. Este novo território, rico em todos os aspectos, também dá acesso a uma vasta bacia interna de rios navegáveis. À medida que exploram o interior, este sistema eventualmente da lugar à costa de outro oceano, e à terras que contêm vastas reservas de minerais desejáveis como o ouro. Outra parte imensa disto, hoje conhecida como Alaska, é quase que casualmente vendida ao enviado da nova república, juntamente com depósitos formidáveis do que um dia seria chamado de "petróleo." ...
Então sim, acho que pode-se dizer que os Estados Unidos tiveram certa sorte (...)
Tradução de um trecho do ensaio “In God They Trust: How the conservative belief in American exceptionalism has become a matter of faith” de Christopher Hitchens.












