“É Ruby Waller. R-u-b-y. Tem um emoji de diamante do lado do nome dela.” Soletrou para o policial que havia a colocado atrás da cela na delegacia pela noite. Paris aparentemente estivera “perturbado o sossego” repetidamente, como se dar a melhor festa do ano para um bando de futuros graduandos da faculdade fosse crime! O homem tinha o celular dela na mão e procurava o contato de Ruby depois da Waller refutar que ela deveria ter, no mínimo, o direito de falar com a sua irmã no viva voz e assim vencê-lo pelo cansaço. Não aguentaria ficar naquele lugar até a manhã. E, bom, aquela não seria a primeira vez que Ruby a tiraria de alguma situação... peculiar.
O policial Davis enfim encontrou o nome da mais velha na gigantesca lista de contatos de Paris e deu um toque com o polegar contra a tela do aparelho, ativando o viva-voz. A linha tocou algumas vezes até que a outra atendesse.
📞: Boa noite, mana! O que tá fazendo? Tá ocupada? Tava dormindo e sonhando comigo?
Davis revirou os olhos e, decerto irritado com o comportamento de Paris, aproximou o celular da própria boca e foi direto ao ponto: “Sua irmã está na delegacia por perturbar o silêncio e desacato à autoridade. Ela diz que a senhorita pode tirá-la.” E encarou-a com um ar cansado no rosto. “Por favor.”
“Ô Paris, eu já falei que você não precisa ver com a mão” Não que ele mesmo não estivesse parecendo uma criança no meio de toda aquela decoração incrível, especialmente ao chegarem na sala repleta de globos de neve. Mas era Paris — só Deus sabia o quanto Titus a amava, mas puta que pariu, não dava para dar sorte ao azar perto da garota. “Você vai quebrar isso aqui, e aí quero ver só. Quem vai pagar?” Ela que não, ele bem sabia. E não por falta de dinheiro. “Pega com cuidado, pelo menos. Nem parece a mais velha.” Isso porque, bem, ela não era. O que ele confundia com certa frequência, talvez porque a garota parecia ser sempre a primeira a desbravar os limites mais idiotas. Ele tinha certeza que ela tinha quase trinta, pelo menos era isso que dizia quando questionava com cuidado se ela de fato continuaria morando na mansão. O que tudo bem por ele, na maioria das vezes. Só que as vezes não. Como naquela hora que ele já começava a se estressar. “COM CUIDADO, PARIS” Falou mais alto ao vê-la pegar um globo e sacudir como se fosse de plástico. Assim que esticou a mão para tomar o globo da filha, no entanto, sentiu os pés fugirem no chão e pôde jurar que estava tendo um derrame. CLARO!! Claro que seria Paris quem o mataria de ataque cardíaco. Sinceramente!! Mas então, não. Não tinha desmaiado ou perdido a consciência (apesar daquilo pouco parecer a realidade). A sensação ainda era de que os pés não estavam firmes no chão, e o motivo era simples: estavam embaixo d’água. Então como raios ainda podia respirar? Ou se encontrar tão fundo no mar sem qualquer problema? “Filha” Chamou então, reparando que a garota também estava a seu lado nas mesmas condições que ele. “Você tá bem? Eu to bem? Meu Deus, será que eu bebi algo com essas droga aí de jovem? Como que é o nome lá, SSD? Porra eu to drogado de SSD no Natal, Paris. Como que para isso?” Ele preferia não perguntar diretamente, mas apostaria que das Waller, estava com a que sabia efeitos de drogas alucinógenas. Porque era o que aquilo tudo parecia: um efeito muito esquisito, já que jamais apostaria que eles haviam entrado no globo de neve com a réplica exata do reino de Atlântida.
tw: menção de drogas.
“Não tem nenhuma placa dizendo ‘não toque nos globos de neve’, pai.” Ela revirou os olhos para o mais velho, estendendo a mão para pegar outro daqueles objetos e fazendo uma careta impressionada com o cenário esculpido por dentro. Eram incríveis. Até o fim do noite, ela esconderia pelo menos dois globos em miniatura no sutiã e levaria para casa; só precisava escolher quais dentre as milhares de opções. Não era como se fossem voltar ali no dia seguinte mesmo. E, bom, ela tinha feito amizade com aquele pessoal; ensinou o Sr. IceBreaker à fazer shots e tudo, eles certamente a presenteariam com a sua coleção. Devolveu o que tinha pegado antes, apenas para apanhar outro, dessa vez com menos cuidado, quase deixando cair no chão. Estava levemente alterada (para não dizer bêbada porque sempre podia piorar se tratando de Paris Waller). Diante do comentário dela ser a mais velha, a morena virou o rosto para o pai, o semblante pincelado pela indignação. “Eu não sou! Caramba, homem! Depois eu vou pra terapia e você não sabe o porquê!” Ah, ele saberia muito bem. Possivelmente nem questionaria uma ida de Paris ao psicólogo, talvez até dormisse tranquilo naquela noite. As íris castanhas esquadrinharam o resto dos globos de neve em exposição na prateleira de frente à ela, e o que mais lhe chamou a atenção foi o que parecia ter o cenário de um castelo dourado e submerso no oceano. Paris sabia porque ela já tinha sonhado com aquele lugar outras vezes, além de ter feito a sua festa de aniversário de dezessete anos com temática ‘under the sea’, onde ela era a princesa sereia, o pai teve que se vestir de alga porque faltou opções para ele, Eugenie foi o peixe-palhaço, Cordelia o cavalo-marinho que trouxe Paris numa carruagem e Katy o caranguejo conselheiro-real. As outras foram princesas sereias também. Curiosa com o mecanismo do globo de neve — nevaria no fundo do oceano? — ela sacudiu-o com força, ignorando os protestos do outro Waller. O choque dela foi tão grande quanto o do pai. Num piscar de olhos, as pernas bambolearam como duas marias-moles, o cenário da biblioteca se transformou na vastidão do oceano e... Paris tinha uma cauda dourada e sutiã de concha no lugar do vestido amarelo. O próprio Titus tinha uma cauda de peixe, o que fez com que ela arregalasse os olhos brevemente. Ainda que o homem estivesse surtando com a ideia de ter sido drogado, a mais nova encontrava-se fascinada com o que via, independente de ser efeito de alucinógenos ou qualquer outra coisa, o sorriso se expandindo de orelha a orelha porque ela conseguia nadar e respirar como uma sereia. Havia aquela parte dentro dela que sempre acreditou em algo a mais, e era nela que Paris se agarrava para dar uma explicação à sua má sorte. Depois de tudo o que viu naquela noite, estava convicta. Só não sabia do quê ainda. “Caralho!” Deixou escapar por fim. Então se voltou para o pai, balançando a cabeça. “Suas pupilas estão normais, pai, e eu não lembro de ter usado nada muito forte hoje.” Hoje. “Mas tudo nesse lugar é novo pra mim, e você sabe que eu já vi e vivi muitas coisas.” Fora convidada para uma seita durante a sua viagem com os hippies há quatro anos, por exemplo. “Talvez eles tenham drogas diferentes, tipo, aquelas bebidas azuis? Você tomou alguma?” Ela torceu os lábios, recordando-se de ingerir doses em demasiadas do líquido azulado mais cedo. “Seja como for, aqui é incrível! Deve ter um motivo para estarmos compartilhando o mesmo delírio.” Paris estendeu a mão para entrelaçar os dedos com os do patriarca. “Vamos! Quero explorar.” Meneou a cabeça em direção do castelo, que não ficava muito longe do lugar que eles aterrissaram. “Alucinação em família! Eu sempre quis fazer algo assim, até sugeri isso no aniversário de vinte e um da Genie, lembra? Nós oito reunidos, sentindo a mesma vibe no ar, apenas coisas naturais... A Ruby teria ficado doidona, aposto. A Maya e a Aysel também. Enfim, bora, papito!”
Se fizessem uma olimpíadas na cidade com modalidade para “azar”, Paris London Waller levaria medalha de ouro, especialmente na sub-modalidade do amor. Que saco. Mais uma despedida de solteiro organizada por ela sendo a noiva o próprio amor verdadeiro de um de seus ex-namorados, de acordo com as histórias que ela contou a noite toda. Pelo menos tinha ganhado a chance de abusar dos drinques de graça e pudera assistir o show de strippers vestidos de bombeiros e com mangueiras de champanhe, mas ainda era doloroso saber que aquela garota estaria se casando com Jefferson Número 3 em apenas algumas semanas. E que Paris estaria no casamento, assistindo tudo de camarote, sorrindo e jogando arroz.
Os males de ser a maior produtora de eventos da cidade de acordo com ela mesma...
“Eu tô bêbada demais para te dizer as direções, mas é a casa dos Wallers. A família grande da cidade. Você deve conhecer, todo mundo conhece pelo menos uma de nós ou o meu pai.” Abriu a porta traseira do carro que pensava ser o seu táxi (ela não chamava Uber porque o único na cidade era seu ex-namorado), e havia duas coisas que Paris não percebeu devido à embriaguez excessiva: a primeira, e mais importante, aquele não era o seu táxi. A segunda, e que ela julgaria ser a mais importante assim que se tocasse, era que se tratava do carro pessoal de Virgil; exatamente quem ela tentava evitar ao não chamar Uber Acomodou-se no assento, jogou a cabeça para trás, e enxergou o teto do carro cheio de... glitter de maquiagem borrado. Um suspiro exasperado escapou dos lábios gastos de batom. “Que música de enterro é essa, homem? Não tem, sei lá, Alok? David Guetta? Bebe Rexha? Preciso de algo pra me animar depois da noite horrível que tive. Liga aí o bluetooth e conecta com o meu celular, vou colocar só as melhores—” Enquanto tagarelava, puxou o celular da bolsa, e enfim tirou um tempo para olhar para o motorista quando descolou a cabeça do apoio de banco. Ela parou de falar no momento em que o viu, o queixo caindo. “VIRGIL?! Puta que pariu, encosto! Você virou até o tiozão do táxi agora?!”
oi gente! numa tentativa de recobrar o muse da char, eu reformulei ela e agora estou animada para jogar ❤️ nada mudou na personalidade/backstory dela para quem já conhece: ADELLA tem vinte e seis anos, é party girl, antigamente era uma sereia e foi amaldiçoada por uma concha, agora não pode beijar ninguém sem que as pessoas se apaixonem por outras. é muito azarada e extrovertida, pra ela a vida é uma festa! mas eu troquei o nome da personagem para PARIS L. WALLER (o l é de london) e a FC, e tirei a boate dela! agora ela é produtora de eventos e continua na luta para trazer o lollapalooza para storybrooke.
como a adella/paris é bastante arroz de festa, eu vou deixar aqui um mini starter call para renovar minhas interações e plots!!! mas é claro que vou atrás de todos com que tinha plot com ela também.
MINI STARTER CALL. (1 por player)
01: muse ajuda paris a organizar uma festa no asilo. ela está tentando colocar música eletrônica, uma piñata e chamar strippers, seu personagem pode tentar convencê-la de que isso é errado ou simplesmente ir na onda dela.
02: paris convence muse a ajudá-la a organizar o lollapalooza em storybrooke. eles vão atrás de pessoas para se vestirem como covers de cantores e bandas famosas, entre outras loucuras.
03: uma vez, há muito tempo, paris foi barrada da drink in hell depois de causar por uma semana na boate. agora, ela detesta o proprietário do lugar. paris pede ajuda de muse para sabotar a boate.
04: muse é um dos ex-namorados de paris que durou uma semana já que a maldição dela não permite que tenha relacionamentos duradouros. paris encontrou um livro de “maldições para jogar no seu ex” durante o halloween e decide tentar uma delas agora (ela acredita bastante em misticismo). muse acorda com o cabelo verde neon. e paris ama ver isso na rua!
05: paris tenta convencer muse a ir num encontro com o pai dela, titus, afirmando que titus vai apresentar muse à paris e londres. chique, né? o que muse não sabe é que paris london é o nome dela. titus que lute para pagar passagens depois.
06: muse não gosta de sair muito. por sorte, ou não, tem paris em sua vida! paris convida muse para uma festa nas montanhas dada por alguns universitários de storybrooke. é 3 da manhã quando muse percebe que foi uma péssima ideia, porque ele e paris estão na floresta, com frio, tentando acender uma fogueira e completamente perdidos.
𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒐𝒓 @littlecmer
baile de natal da terra dos flocos de neve.
“SHOTS, SHOTS, SHOTS!” Claro que Derya fazia parte do grupo que gritava isso ao redor de uma das mesas do salão de baile enquanto dois “atores” --- àquele ponto, ela não acreditava mais no poder da boa atuação --- levantavam os copos, competindo entre si. E claro que havia sido ela quem propusera os shots. Aparentemente, toda aquela gente do castelo, que mais pareciam picolés ambulantes do que pessoas, não sabia como funcionavam os drinking games e muito menos shots, então Derya Waller os ensinou. Eles faziam um alvoroço à cada mínima conquista, pulando no lugar, exclamando coisas como “pelos flocos de neve!” ou “que avalanche!” --- ainda estava se familiarizando com os termos --- todos deveras mais alterados do que estiveram antes de cruzarem o caminho dela. “É isso aí, Sr. IceBreaker!” Era o nome do homem que tinha terminado com os seus shots, e agora cambaleava, recebendo abraços e elogios do tipo “você é um iceberg!”. No meio de tantas emoções, Derya acabou conhecendo o seu novo parceiro: SnowBerg Frost, que fora buscar bebidas novas para os dois e voltaria em breve. A Waller sentiu a aproximação de alguém e se virou, esperando encontrar Snowberg Frost, mas foi surpreendida pela presença de Eugenie. Um sorriso se alastrou no rosto dela. “Maninha! Não vi você aí! O que achou dos meus novos amigos?” Indicou o grupo de “atores”. “Eu ensinei eles a fazerem shots e agora não param mais. Quer competir com a senhorita...” Espremeu os olhos, encarando a mulher que possuía cubos de gelo grudados por toda a extensão de sua peruca branca. “Icy Cube? Acho que é esse o nome dela.” Deu de ombros, voltando-se para a mais nova. “Enfim, você não viu um cara chamado SnowBerg Frost por aí, né? Nós meio que começamos um lance.” Fez aspas com os dedos. “Nada sério, mas combinamos de nos vermos uma vez por mês e pensamos em alugar um apê em Storybrooke, sabe, para ajudar na longa distância. Ele disse que vai pedir a benção ‘pro papai, acredita? Um cavalheiro.”
𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒐𝒓 @luccrd
baile de natal da terra dos flocos de neve.
Uma coisa que você deve saber sobre Derya é que ela não precisa estar bêbada para topar tudo. Entrar numa van cheia de hippies para ir a um festival de música imaginário no meio do deserto? Fez isso aos vinte e um. Aceitar o convite para uma "irmandade” da faculdade que era, na verdade, uma espécie de culto? Fez isso aos dezenove --- e conseguiu escapar. Repetir o erro de pegar algum ex? Fez isso em quase todos os anos da sua vida. Então apostar quem conseguia ficar mais tempo de cabeça para baixo com uma criança que a acusou de ser velha demais para comer a última bengala de açúcar não era nada. Os dois deitaram de barriga para cima no topo da escadaria e ficaram com o pescoço inclinado para trás, na beirada --- nada perigoso. Não era exatamente uma posição de ponta-cabeça, mas não podiam se arriscar tanto assim. O garotinho desistiu quando um de seus amigos veio correndo avisar que o banquete de doces estava cheio de bengalas de açúcar de novo, porque é claro que iriam repor, e Derya... Bom, ela não conseguiu sair daquela posição. Graças ao seu azar cósmico, o vestido grudou na superfície de gelo, e ela se encontrou sem forças para levantar o corpo sozinha --- os braços estavam dormentes pelo contato com o frio, tinha uma dor de cabeça horrível e o penteado todo desfeito. Precisava de uma mãozinha para impulsioná-la para cima, mas ninguém subia os degraus de gelo daquela parte do castelo havia algum tempo... até que Lucas enfim parou ao lado do corpo deitado dela. "Ah, então é essa a visão.” Brincou, encarando-o de baixo. “Me dá uma mão antes que eu desmaie. Fiquei esparramada aqui porque um garoto disse que eu era velha demais para comer a última bengala de açúcar, acredita? Aí apostamos quem ficava mais tempo deitado de cabeça para baixo e o pirralho amarelou.” Se explicou, estendendo os braços para cima.
𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒐𝒓 @rubywxller
baile de natal da terra dos flocos de neve.
Estavam só as duas na mesa dos Wallers quando Derya chegou com duas fatias daquele bolo enorme do banquete, cuja cobertura parecia ter sido feita de neve --- mas era só merengue, ela esperava. Sentou-se ao lado de Ruby, ofereceu o prato que trouxe para ela, então levantou o seu para dar uma garfada no doce, prestigiando o sabor antes de falar: “Sabe de uma coisa, mana? Hoje é véspera de Natal. É uma ótima noite para você me perdoar para sempre.” Começou, mas sabia que só isso não funcionaria. Ainda tinha que se explicar para toda a família, mas se não conseguia fazer isso nem com Ruby direito, acabando por irritá-la mais do que acertar as contas com ela, então imaginava que seria ainda mais difícil na frente de todos. Tudo bem que a reação de Titus provavelmente seria a mesma de quando Derya contou que participou de uma rave nudista com os hippies da faculdade --- inabalável àquele ponto da vida dele --- mas as outras poderiam ficar ofendidas. E a mulher não tiraria a razão delas. Enfim, a Waller suspirou, colocando o prato sobre a mesa e virando o rosto para Ruby. Dificilmente, Derya ficava tão séria; o que significava que estava disposta a ter uma conversa com o coração aberto --- algo que não fazia há anos, sequer fez durante o período de luto da família, porque tinha a mania de fingir que a vida era uma festa o tempo todo. “Eu sei que vacilei, e sou a pior entre nós na hora de arcar com as consequências, mas realmente quero acertar as coisas entre a gente. Vamos conversar.” Era um pedido.
ooc: gostaria de dizer e oficializar que esse foi o presente de natal da derya (com fotos dela, óbvio) não apenas para a família waller como para os amigos, funcionários e clientes da sip, conhecidos dela e/ou das irmãs e do pai, e até para os seus EXES (mesmo aqueles que não duraram mais de 1 dia).
Mais uma vez vestida de Mamãe Noel sexy --- era festivo! E servia para divulgar a festa da Sip In Heaven como dançarina --- acabou encontrando com Luke na feira de Natal. Os lábios dela se curvaram num sorriso e ela deu alguns pulinhos no lugar, acenando para que o Daggers se aproximasse enquanto se esquecia que a mesma mão que balançava no ar tinha um visco em miniatura enroscado no indicador. Comprara para pendurar na porta da Sip In Heaven, e por algum motivo, ao invés de colocá-lo na bolsa como qualquer pessoa normal teria feito, quis usá-lo um complemento de sua fantasia. Vendo Luke se achegar, estava pronta para questioná-lo se iria mesmo à festa da boate, mas foi surpreendida pela fala alheia. A Waller olhou para cima, embora estivessem no meio da feira à céu aberto com nada além das nuvens acima deles... E só então que se lembrou da compra. As íris desceram até o visco enrolado por uma fita vermelha em seu dedo e ela riu antes de fitar Lucas. Não se sentia constrangida --- o único infortúnio ali era que Derya não podia simplesmente se inclinar para beijá-lo como teria feito se não fosse amaldiçoada. “Oh my god, is it?!” Estendeu o braço e sacudiu o visco sobre a cabeça dele, depois sobre a sua. “It is, huh. Parece que vamos ter que fazer algo sobre isso. Traz sorte e eu estou precisando de um pouco de sorte. Entãooo...?” Ergueu as sobrancelhas, apontando para os próprios lábios com a outra mão. // @luccrd
💏 Our muses meet under the mistletoe - Accidentally or on purpose is your choice! = Lúcifer
Claro que ela tinha visto o visco que pairava acima da cabeça de Lúcifer enquanto o homem esperava o pedido dele na padaria, escorado de braços cruzados contra a parede, esbanjando toda aquela pompa de homem de negócios que irritava Derya. E claro que ela escolhera se aproximar dele apenas para irritá-lo sobre a tradição de Natal. A ideia de beijar o seu arqui-inimigo, seu nêmesis, era repugnante, mas provocá-lo com isso... aí era outra história. Depois, sairia por aí espalhando que o proprietário da Drink In Hell estava apaixonado por si, até tentara a sorte com ela no meio de uma padaria cheia às seis da tarde, mas Derya dera um fora nele na frente de todos. “Lúcifer Hawkins... Eu sempre soube que você estava desesperado...” Levantou o indicador na direção do visco, e ergueu o tom de voz para que as pessoas ao redor pudessem ouvir: “Até me encurralou embaixo do visco... Tsc.” Estalou a língua. Alguns olhares curiosos os encontraram. “Você é louco por mim, quem diria! É uma pena que essa boquinha aqui...” Apontou para os próprios lábios. “...tenha que te rejeitar assim, na frente de todas essas pessoas que vão se lembrar para sempre do proprietário da Drink In Hell levando um pé na bunda em público! Mas quem sabe na próxima encarnação, Lulu? Quando você for menos... insuportável?” // @callmekinglucifer
“Garota... Sabe que eu nunca pensei por esse lado? Mas é sim.” Derya não era do tipo religiosa --- de nenhum jeito. A única vez que pisara numa igreja, uma católica, fora para se confessar com o padre depois de concluir que poderia tentar buscar alguma resposta para a sua má sorte na religião. Ela até pensava em voltar e falar com ele de novo porque o homem fora muito simpático! E era tipo terapia de graça, né? Não que ela não tivesse dinheiro para ir ao psicólogo, só era pão duro. Fosse como fosse, Daisy apresentava uma nova visão sobre o Natal para Derya, que não podia ouvir a palavra ‘aniversário’ sem querer planejar uma festa. “Acha que a gente devia preparar uma festa de aniversário em vez de uma festa de Natal esse ano, pra agradecer que sobrevivemos à todas as provações que o lá de baixo enviou pra Storybrooke? A cidade inteira seria convidada. Dia 25 mesmo, posso encomendar um bolo, chegamos lá na igreja do padre Abraham em silêncio... Daí na hora de cantar o parabéns eu peço pro Dante fazer um remix gospel. Também não sei que tipo de presentes os fiéis dão pra ele, mas ele parece ser um cara simples. Deve ser fácil conseguir alguma coisa, né?” // @bstdayevah
“Well, do you think you’re on the nice-list this year?”
"Eu tenho que estar, né?” Apoiou uma palma sobre a mesa e levou a outra até a cintura, encarando o amigo que descansava depois dela ter pedido a ajuda dele para pintar alguns cenários natalinos para a festa de Natal da Sip In Heaven. “Eu sou a maior benfeitora dessa cidade, faço tudo pelo povo. E digo mais, se não fosse por mim, não teria diversão nenhuma nesse lugar.” A cabeça balançou em concordância consigo mesma. “Bebidas boas? Eu faço. Música boa? Eu toco. Animação? Eu trago todos os dias do ano. Beleza? Eu tenho. Reconhecimento do David Guetta no Twitter? Eu consigo. Sabia que ele mandou um oizinho pra Storybrooke porque eu pedi?” Sorriu, orgulhosa. “Sinceramente, se o Papai Noel me colocar na lista do carvão, é porque ele odeia diversão. Anota isso aí, Tin. Bom velhinho careta!”
Não era como se ela tivesse: 1. atirado pedras nos carros dos seus ex-namorados; 2. tentado sabotar todas as boates da cidade durante o ano inteiro; 3. tentado afogar seus clientes durante um surto em Outubro; 4. espalhado cerca de dezesseis boatos ruins sobre o proprietário da Drink In Hell por aí; 5. destruído propriedades privadas enquanto bêbada; 6. votado em Pierre Daggers; 7. mentido para toda a sua família... Claro que não.
#EXTRA DERYA + INCORRECT QUOTES COM A FAMÍLIA WALLER.
uma série de incorrect quotes que eu acho que combina com as relações da derya na família waller!
com a participações de @thekingxtitus, @littlecmer, @rubywxller, @cwrdelia, @deepsea-syren
Derya: I’m hot, I have soft hair, and sometimes I cry because I love my family.
Derya, dando conselhos para a Cordelia: I’d like to offer you moral support, but I have questionable morals.
Derya, para a família: You know how I roll.
Derya: And I’m not talking about that time I fell into a pile of dung at the foot of a hill.
Titus, reclamando da Derya: I’ve come to a point in my life where I need a stronger word than fuck
Cordelia: Favorite horror movie?
Maya: It
Ruby: Saw
Eugenie: Annabelle
Derya: High School Musical. after watching it I spent all my middle school years terrified that the entire school would start singing something and I’d be the only one who didn’t know the lyrics.
Derya: Every time I go to a hotel, I take a bite of the soap. Just to fuck with people.
Titus: You do realize that by eating soap, you’re the one who’s losing, right?
Cordelia: You’re just jealous she was brave enough to taste the Forbidden White Chocolate.
Derya: White chocolate’s disgusting!
Eugenie: AND SOAP ISN’T?
Cordelia: How dumb do they think we are?
Derya: Sometimes Maya leaves me pictures of food instead of a shopping list.
Ruby: When I die, I want Derya to lower me into my grave so that she can let me down one last time.
Ruby: Is something burning?
Derya: Just my love for you.
Ruby:
Ruby: Derya, the toaster is on fire.
Titus: Bye Maya! Bye Eugenie! Bye Ruby! Bye Cordelia! Bye Maya!
Derya: You said ‘bye Maya’ twice and didn’t say ‘bye Derya’ not even once.
Titus: I like Maya.
Derya: If I die, my funeral will be the biggest party ever and you’re all invited.
Ruby: “If”
Eugenie: Great, the only party I’m ever invited to and you might not even die.
Maya: This is just a reminder that all psychiatric and therapy services are completely covered by the fire station’s health insurance plan
Derya: Why do you always look at me when you say that?
Titus: I left instructions for everyone while I’m gone
Derya: Mine just says “Don’t”
Titus: I want you to apply that to every situation possible
Derya: I slept for almost 12 hours but I might still be tired so lets go for 12 more just incase.
Maya: Derya, that's a coma.
Derya: Sounds festive.
Derya: I've already sent good vibes your way… they’re coming. There’s nothing you can do to stop them.
Cordelia: This is the most threatening way I’ve ever been cheered up.
Derya: That’s one of my biggest fears. Like, if I ever woke up as a donut...
Maya: You would eat yourself?
Derya: I wouldn’t even question it.
Derya contando sobre um date dela: We watched Sharkboy and Lavagirl.
Eugenie: Okay.
Derya: And made out during the scary parts.
Eugenie Th-
Eugenie: The scary parts.
Eugenie: Of Sharkboy and Lavagirl.
Cordelia: Sometimes I drink milk straight out of the container.
Derya: The cow???
Cordelia: What?
Eugenie: Derya, W H Y?
Derya, holding a python: Guys I impulsively bought a snake, what do I name him
Titus: You did WHAT–
Cordelia: William Snakepeare
Derya: Who thinks I can fit 15 marshmallows in my mouth?
Titus: You’re a hazard to society
Ruby: And a coward. DO TWENTY.
Titus, posting selfies on the beach: Looking great! Living my best life!
Maya: Is that Derya drowning in the background??
Titus: Maya, this ain’t about her.
Derya: This place is great, I wonder how much the rent is.
Eugenie: This is the wine aisle in the grocery store.
Derya: Look, I know that from the outside, it seems like I have everything together.
Todos: No, not at all.
Derya: Thought I was meowing back at my cats for the past hour. Turns out it was just me and Cordelia meowing at each other from different rooms in the house.
Derya: How drunk was I last night?
Maya: Well, the police came by and they asked you your name.
Ruby: And you told them, “Google it, bitch.”
Derya: I’m so fucking clumsy today. I keep bumping into things. I have so many bruises, it’s not even funny.
Eugenie and Titus, who broke into Derya’s room in the middle of the night, to move all her furniture exactly two inches to the left: Damn. That’s wild.