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Gestão financeira e orçamentária: entenda a importância para a empresa
Para quem administra uma empresa, sabe-se que a gestão financeira e a orçamentária do negócio são dois dos quesitos mais importantes para ter sucesso com sua empreitada no mercado.
Apesar disso, muitos profissionais ainda trazem dúvidas sobre como distinguir o conceito, e como implementá-lo da melhor forma dentro de um negócio. Esse é o seu caso? Então leia este texto para saber qual é a importância da gestão financeira e orçamentária em um estabelecimento:
O que é a gestão financeira e orçamentária?
Em poucas palavras, pode-se dizer que a gestão financeira e orçamentária da empresa é a área (ou disciplina) responsável por administrar e cuidar dos recursos da entidade.
Isso é, dentro daquela gestão, é feito o controle do fluxo de caixa, planejamento financeiro, pagamentos e transações operacionais, além de projeções para os próximos períodos.
Por que ela é importante?
É muito difícil pensarmos em uma empresa que seja capaz de obter sucesso sem controlar detalhadamente suas informações financeiras. E ter um adequado planejamento estratégico de sua atuação no mercado.
Um dos motivos mais comuns que levam a empresa à falência é exatamente o descontrole na sua área econômica.
Caso não sejam conservadas as informações atualizadas sobre as quantias que entram e saem do seu caixa, além dos volumes de materiais no estoque e outros tipos de dados, é fácil supor que a empresa gaste mais do que devia. E muito mais desnecessariamente.
A gestão financeira de um negócio é imprescindível para exponenciar a sua rentabilidade, e também garantir que não haverá gastos em excesso ou supérfluos.
Como fazer uma boa gestão financeira?
Existem alguns hábitos que podem ser adquiridos pelos funcionários da empresa, os quais podem ajudar a melhorar a gestão financeira e orçamentária de um negócio. Saiba aqui os principais:
Faça um planejamento financeiro
O planejamento financeiro é o pai de qualquer empresa organizada. Uma vez que, por meio dele, é possível ter uma noção clara de quais são os gastos mais e os menos importantes do negócio, além de perceber quais são seus pontos fortes.
Com um bom planejamento, fica viável organizar o fluxo de caixa da empresa, de modo que atue sempre com movimentações regulares, sem escassez de recursos.
Elabore um orçamento
Manter o orçamento (mensal e anual) da empresa é uma das ferramentas mais eficientes na hora de alimentar seu controle de gastos.
Isso porque, com aquele documento, o gestor pode materializar quais são as necessidades da empresa. E quanto será gasto em cada uma dessas atividades.
Além disso, é fundamental explicitar no orçamento qual é o lucro esperado para a empresa em dado período. Será possível fazer uma simulação dos investimentos a partir dos lucros.
Tenha um bom fluxo de caixa
O fluxo de caixa nada mais é do que o monitoramento preciso do que entra e sai de dinheiro da empresa, em um determinado período de tempo. Por essa razão, é considerado um dos principais aliados para a boa administração da parte financeira de um negócio.
Com o fluxo de caixa, é possível fazer uma previsão das necessidades da empresa, além de seus ganhos, e planejar qual será a movimentação financeira para os próximos meses.
EDNA MENDES DA COSTA
SEMANA 06
EDNA MENDES DA COSTA
SEMANA 06
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL É A MANEIRA COMO AS PESSOAS AGEM DENTRO DA EMPRESA E AO LIDAR COM ASSUNTOS RELACIONADOS A ELA.
Hoje, esse comportamento empresarial é uma temática que merece atenção especial de gestores e empresários.
A maneira com que colaboradores e lideranças de diferentes níveis se comportam no ambiente de trabalho é determinante para o pleno funcionamento e sucesso de uma organização.
Atentar-se às atitudes de caráter individual e coletivo é algo crucial para garantir uma experiência positiva para os colaboradores, o que acaba por se refletir na produtividade no trabalho, no engajamento, na motivação, na redução de conflitos internos e na imagem da empresa.
Através de estudos sobre valores e comportamentos organizacionais, é possível identificar e entender com mais clareza os pontos fortes e as fragilidades dos colaboradores. A partir disso, traça-se um plano para efetuar as melhorias necessárias e potencializar o desempenho individual e coletivo.
Mas, afinal, o que é comportamento organizacional?
A resposta para esse e outros questionamentos você confere nas próximas linhas deste artigo.
Elaboramos aqui um guia completo para esclarecer todas as suas dúvidas sobre comportamento organizacional. Convidamos você a continuar a leitura para descobrir:
· O que é comportamento organizacional?
· Qual a origem do comportamento organizacional?
· Quais são os tipos de comportamento organizacional?
· Quais são os níveis de comportamento organizacional?
· Qual a importância de entender o comportamento organizacional?
· 7 dicas de como avaliar o comportamento organizacional
· 6 dicas de livros sobre Comportamento organizacional para se aprofundar
O que é comportamento organizacional?
Podemos definir o que é comportamento organizacional como um conjunto de atitudes praticadas no ambiente empresarial. Ele se refere à maneira com que indivíduos e grupos agem e se comportam dentro de uma organização
O comportamento organizacional também tem a ver com a prática dos valores defendidos pela empresa e do compromisso com a sua missão e visão.
O comportamento organizacional exerce influência sobre o clima da empresa e sobre a percepção que diretores, gestores e demais colaboradores têm sobre a organização.
Veja mais: Como implementar cultura organizacional? Descubra em 7 etapas
Qual a origem do comportamento organizacional?
A origem do comportamento organizacional data do final da década de 1940. Pesquisadores daquela época buscavam entender como os indivíduos se comportavam no ambiente corporativo e no desempenho de suas funções.
Esses estudos tinham como objetivo analisar as condutas individuais e coletivas nas organizações e o impacto delas nas rotinas de trabalho e no desempenho dos colaboradores.
Dessa forma, ao observar o comportamento e o senso organizacional, passou-se a entender melhor as necessidades dos profissionais, garantindo as condições ideais para o desenvolvimento das atividades diárias.
Veja também: Entenda o que é cultura organizacional de uma empresa e conheça seu lado negro
Quais são os tipos de comportamento organizacional?
Toda organização possui a sua própria cultura. Esta é formada por um conjunto de atitudes, crenças, objetivos, valores e comportamentos organizacionais.
Agora que você já sabe o que é e qual a origem do comportamento organizacional, é hora de conferir quais são os principais tipos de comportamento organizacional.
Com foco na ética
Neste tipo de comportamento organizacional, o foco está em desenvolver as atividades com base em normas de conduta e regras previamente estabelecidas. Há um forte preocupação em seguir os valores cultivados pela organização.
Além disso, esse tipo de comportamento valoriza a transparência das ações e o respeito ao próximo.
Com foco na responsabilidade
O comportamento organizacional com foco na responsabilidade preocupa-se em garantir o pleno cumprimento de todas as obrigações e demandas de trabalho.
Nesse tipo de comportamento, entende-se que as atitudes do colaborador exercem impacto no coletivo.
Com foco no controle gerencial
O tipo de comportamento organizacional com foco no controle gerencial dos processos trata do monitoramento das atividades e do desempenho individual e coletivo.
Há uma cobrança maior por resultados. Tem muito a ver com a maneira com que os líderes se comportam com seus liderados.
Com foco na competitividade
É comum encontrar empresas que incentivam o comportamento competitivo em seus colaboradores. O objetivo é fazer com que eles deem o melhor de si na busca por melhores resultados.
Mas é preciso ter cautela ao adotar esse tipo de comportamento, pois ele pode contribuir para a criação de um ambiente tóxico e prejudicial para a produtividade.
Com foco na autocracia
O comportamento organizacional autocrático é observado nos casos em que as lideranças não abrem espaço para que os colaboradores possam manifestar suas opiniões e contribuir com sugestões sobre o trabalho.
A verticalização das decisões é muito evidente em empresas que adotam esse tipo de comportamento. Há uma clara centralização do poder.
Com foco na perseguição
Esse é um tipo de comportamento organizacional que deve ser abolido da sua empresa. Não é nada benéfico quando líderes perseguem alguns subordinados.
Isso pode gerar sérios problemas jurídicos e ainda comprometer o bom desempenho dos colaboradores. Portanto, empenhe-se ao máximo em evitar esse tipo de comportamento.
Leia mais: 5 dicas de cultura organizacional para começar com o pé direito numa nova empresa
Veja algumas dicas para melhorar a cultura organizacional em sua empresa:
Os níveis de comportamento organizacional
Basicamente, existem dois níveis de comportamento organizacional: o individual e o coletivo. Entenda melhor como funciona cada um desses níveis.
Nível individual
O nível individual de comportamento organizacional busca analisar e compreender os objetivos, as expectativas e as motivações das atitudes de cada colaborador.
Nesse nível, procura-se entender de que maneira os indivíduos que compõem a força de trabalho da organização conseguem se adequar aos valores e às normas da empresa.
Aqui também é feita uma análise das ambições, dos interesses, das percepções e das habilidades dos colaboradores em sua singularidade.
Nível coletivo
Já as análises do comportamento em grupo nas organizações buscam entender como as equipes se constituem e como funciona a dinâmica de cada uma delas.
A intenção é identificar como os colaboradores se comportam coletivamente e interagem entre si, bem como o impacto de suas atitudes na organização como um todo.
No nível coletivo, os estudos sobre o comportamento em grupo nas organizações também buscam apontar quem são os líderes de cada grupo e o poder de influência que eles têm.
Além disso, nesse nível do comportamento organizacional, procura-se compreender como os colaboradores trabalham juntos para alcançar os objetivos da organização.
Confira em nosso blog: 7 segredos da cultura organizacional do Google
Qual a importância de analisar e entender o comportamento organizacional?
A análise e a compreensão do comportamento organizacional são práticas indispensáveis para qualquer empresa.
Ter ciência sobre a maneira com que os colaboradores se comportam e também sobre aquilo que motiva determinadas atitudes é algo crucial para que a organização alcance um melhor desempenho.
Além de garantir uma boa experiência para os clientes, a empresa também precisa assegurar que os seus funcionários também tenham uma experiência positiva em suas funções.
Dedicar-se ao estudo do comportamento organizacional favorece a adoção de melhores práticas voltadas à gestão de pessoas. Isso ajuda a melhorar o clima da empresa e a tornar os colaboradores mais satisfeitos, engajados com os resultados e produtivos.
Analisar o comportamento organizacional (individual e coletivo) também é importante para a criação de condições de trabalho favoráveis ao desempenho dos colaboradores e métodos mais efetivos de liderança.
Ao entender com mais profundidade o comportamento organizacional, é possível reter melhor os talentos da empresa e promover a melhoria contínua dos processos internos.
Confira também: Qual a importância da cultura organizacional? Por que é necessário sempre pensar nela?
O engajamento é um importante fator do com portamento organizacional, veja algumas dicas de como estimular esse comportamento:
7 dicas de como avaliar o comportamento organizacional
Agora que você já sabe o que é e está convencido sobre a importância de compreender o comportamento organizacional, confira agora X dicas para você fazer esse tipo de avaliação na sua empresa.
Para fazer uma boa análise do comportamento organizacional, é importante que você:
1. Faça uma pesquisa de clima;
2. Análise o resultado histórico dos indicadores de desempenho individual e coletivo;
3. Avalie o nível de envolvimento dos colaboradores nos projetos da empresa;
4. Observe nos colaboradores características como proatividade, criatividade, empenho, responsabilidade, comprometimento e inovação;
5. Avalie a qualidade dos relacionamento interpessoal, especialmente entre líderes e liderados;
6. Verifique se os colaboradores estão alinhados aos valores e objetivos da empresa;
7. Avalie o índice de rotatividade de funcionário e as possíveis causas para a saída de talentos.
https://www.siteware.com.br/gestao-de-equipe/comportamento-organizacional/
https://youtu.be/d5K9rARucCc
https://youtu.be/_Jb0e9ALeGg
EDNA MENDES DA COSTA
SEMANA 06
EDNA MENDES DA COSTA
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Administração Financeira E Orçamentária | Como Fazer O Melhor.
A administração financeira e orçamentária trata dos assuntos relacionados à gestão das finanças das empresas, visando a maximização dos recursos utilizados, estando diretamente ligada a Administração, Economia e a Contabilidade.
Visa sempre o desenvolvimento, evitando gastos desnecessários, desperdícios, observando os melhores caminhos para a condução financeira da empresa.
Como a administração financeira e orçamentária é decidir, o processo decisório básico que garante o sucesso de toda empresa vem assumindo complexidade e riscos cada vez maiores na economia brasileira.
A administração financeira e orçamentária é um campo de atuação teórico e prático que objetiva, essencialmente, assegurar um melhor e mais eficiente processo de gestão empresarial de captação e alocação de recursos de capital, buscando maximizar os resultados.
Importância da Administração Financeira e Orçamentária
O planejamento em uma empresa é essencial, visto que não se pode viver de imprevistos. As empresas bem organizadas sabem da importância e das vantagens de um bom planejamento de suas atividades em busca de seus objetivos, sendo que a área em que se deve dar atenção especial é a de finanças, pois os recursos são escassos e os riscos são grandes.
Todavia, um planejamento financeiro não trata apenas de assuntos relacionados a finanças. Ele contribui significativamente para que o planejamento estratégico tenha êxito.
Inicialmente deve ser feito um planejamento financeiro com projeção em longo prazo, que direcionará a elaboração de planos em curto prazo.
Ambos são de suma importância para a organização. A seguir deve-se elaborar corretamente o orçamento como uma das etapas de um planejamento empresarial eficaz e abrangente.
O orçamento é um valioso instrumento de planejamento e controle das operações da empresa, qualquer que seja seu ramo de atividade, natureza ou porte.
Estabelece, da forma mais precisa possível, como se espera que transcorram os negócios da empresa, geralmente num prazo mínimo de um ano, proporcionando uma visão bem aproximada da situação futura.
É através da administração financeira e orçamentária que se estabelece metas com a equipe, dando, assim, uma visão clara de onde a empresa quer e pode chegar.
Administração Financeira
Dentro da administração financeira e orçamentária a gestão financeira é sobre preparar, dirigir e gerenciar as atividades financeiras de uma empresa, como comprar, vender e usar dinheiro para obter os melhores resultados para maximizar a riqueza ou produzir o melhor custo-benefício.
É basicamente aplicar conceitos gerais de administração ao dinheiro da empresa. Gestão financeira também pode ser definida como – a gestão das finanças de uma empresa / organização, a fim de atingir os objetivos financeiros.
A administração financeira é o processo de colocar os fundos disponíveis com o melhor proveito do ponto de vista de longo prazo dos objetivos de negócios. É crucial para organizações do setor público e privado.
Tomando uma empresa comercial com a estrutura organizacional mais comum, os principais objetivos da gestão financeira seriam:
Criar riqueza para o negócio
Gerar dinheiro e
Proporcionar um retorno adequado do investimento, tendo em conta os riscos que o negócio está a assumir e os recursos investidos
Existem três elementos-chave para o processo de administração financeira:
Planejamento Financeiro
Neste ponto, a administração financeira e orçamentária se unem para garantir que haja fundos suficientes disponíveis no momento certo para atender às necessidades do negócio.
No curto prazo, o financiamento pode ser necessário para investir em equipamentos e ações, pagar funcionários e financiar as vendas feitas a crédito.
A médio e longo prazo, o financiamento pode ser necessário para adições significativas à capacidade produtiva do negócio ou para fazer aquisições. Isto liga-se ao processo de tomada de decisão financeira e à previsão orçamentária.
Controle Financeiro
O controle financeiro é uma atividade extremamente importante para ajudar o negócio a garantir que esteja atingindo seus objetivos. O controle financeiro aborda questões como:
Os ativos estão sendo usados eficientemente?
Os ativos das empresas são seguros?
A administração age no melhor interesse dos acionistas e de acordo com as regras de negócios?
Tomada de Decisão Financeira
Os principais aspectos da tomada de decisão financeira dizem respeito a investimento, financiamento e dividendos:
Os investimentos devem ser financiados de alguma forma – no entanto, há sempre alternativas de financiamento que podem ser consideradas.
Por exemplo, é possível obter financiamento com a venda de novas ações, empréstimos de bancos ou crédito de fornecedores. Isso está ligado ao orçamento de capital e à previsão ao lidar com ativos fixos e projetos.
Opções financeiras
Isto está ligado à captação de recursos de várias fontes, como bancos ou investidores financeiros, que dependerão das opções do tipo de fonte, período de financiamento, custo de financiamento e retorno líquido atual gerado.
Uma decisão chave de financiamento é se os lucros auferidos pelo negócio devem ser retidos em vez de distribuídos aos acionistas, via dividendos. Se os dividendos forem muito altos, o negócio pode ficar sem financiamento para reinvestir mais receitas e lucros.
Todas essas áreas da administração financeira e orçamentária também se aplicam à nossa vida pessoal e familiar. É basicamente gerenciar as finanças de uma empresa.
Âmbito da Administração Financeira
A gestão financeira tem um amplo escopo e segundo certa teoria, inclui os cinco “A” seguintes:
Antecipação
A gestão financeira estima as necessidades de dinheiro da empresa. Ou seja, descobre quanto financiamento é necessário para a empresa operar.
Aquisição
Coleta financiamento para a empresa de diferentes fontes.
Alocação
Ela usa esse financiamento coletado para comprar ativos fixos e atuais.
Apropriação
Divide os lucros da empresa entre os acionistas, debenturistas, etc. Mantém uma parte dos lucros como reservas.
Avaliação
Também controla todas as atividades financeiras da empresa. A administração financeira é a área funcional mais importante do gerenciamento.
Todas as outras áreas funcionais, como gerenciamento de produção, gerenciamento de marketing, gerenciamento de pessoal, etc., dependem da administração financeira e orçamentária.
Gestão financeira eficiente é necessária para a sobrevivência, crescimento e sucesso da empresa.
O que a Gestão Financeira Alcança?
A administração financeira significa essencialmente coletar financiamento para a empresa a baixo custo e usar este financiamento coletado para obter lucros máximos.
Assim, a administração financeira geralmente se preocupa com o fluxo e o controle do dinheiro dentro de uma organização, seja setor privado ou público.
Objetivos da Administração Financeira
Uma administração financeira de qualidade busca de modo geral otimizar ao máximo a aplicação dos recursos. Existem alguns objetivos que se destacam dentro desta gestão, que são:
Maximização do lucro
O principal objetivo da administração financeira é a maximização do lucro dentro do setor privado. O gerente financeiro é responsável por ajudar a obter lucros máximos para a empresa, no curto e longo prazo.
No entanto, eles não podem garantir lucros a longo prazo devido à incerteza dos negócios. Porém, uma empresa pode obter lucros máximos se:
A administração financeira e orçamentária tomam decisões adequadas e planejam bem.
A organização usa as finanças da empresa com cuidado e de forma estratégica.
Maximização da riqueza
A maximização da riqueza significa ganhar riqueza máxima para os acionistas. Assim, o gerente financeiro tentará obter dividendos máximos para os acionistas e também tentará aumentar o valor de mercado das ações.
O valor de mercado das ações deve estar diretamente relacionado ao desempenho da empresa. Quanto melhor o desempenho, maior o valor de mercado das ações e vice-versa.
Previsão adequada do requisito de caixa financeiro total
A administração financeira e orçamentária se unem para realizar uma estimativa adequada do total das necessidades. Elas devem descobrir quanto dinheiro será necessário para iniciar e administrar a organização.
Estimam também os requisitos de capital fixo e capital de giro da empresa. Suas previsões ter o máximo de precisão possível, caso contrário, poderá haver escassez ou excedente de financiamento disponível.
A previsão dos requisitos financeiros é um trabalho muito difícil. O gerente financeiro deve considerar vários fatores, como o tipo de tecnologia utilizada pela empresa, o número de colaboradores, a escala de operações, os requisitos legais, a concorrência, o ambiente externo, a economia, etc.
Recrutamento adequado
A cobrança de financiamento é um objetivo importante da gestão financeira. Depois de prever as exigências financeiras, o gerente financeiro deve decidir onde o caixa financeiro será originado.
Ele podem obter financiamentos de várias fontes, como ações, debêntures, empréstimos bancários, etc. Deve haver um equilíbrio adequado entre o financiamento próprio e o financiamento externo.
Utilização adequada do dinheiro
A utilização adequada do financiamento é um objetivo importante da administração financeira. O gerente financeiro deve planejar o uso otimizado dos recursos.
Ele deve utilizar esses recursos de maneira lucrativa, entregando a melhor relação custo-benefício, sabendo reconhecer projetos não lucrativos para desaconselhá-los a nível de investimentos.
A administração financeira deve prever adequadamente o fluxo de caixa para permitir o controle suave do estoque.
Administração Orçamentária
Para gerenciar os orçamentos de forma eficaz e eficiente, é necessário monitorar, controlar e registrar todas as receitas e despesas, minimizar os custos, investigar ou identificar áreas problemáticas e corrigi-las.
A administração orçamentária é um processo contínuo para qualquer organização e requer monitoramento, controle e elaboração de demonstrativos para posterior análise. Os orçamentos são desenvolvidos para cada ano financeiro ou sempre que for solicitado.
Os gerentes e colaboradores envolvidos terão que desenvolver orçamentos para suas próprias áreas de responsabilidade e depois entregá-los ao departamento financeiro. Esses esboços de orçamentos são então revisados pela alta gerência e depois aprovados por um comitê, ou algo similar, dependendo da organização.
Descrever Métodos para Monitorar, Controlar e Registrar Receitas e Despesas
O gerenciamento de orçamentos exige que você monitore, controle e registre constantemente as receitas e despesas para acompanhar todos os movimentos financeiros e seus resultados. Como você vai conseguir isso? Conheça algumas maneiras ou métodos.
Acompanhamento de Receitas e Despesas
O monitoramento do orçamento é feito para garantir que os recursos sejam utilizados de acordo com os planos do orçamento. Rastrear ou monitorar a forma como os recursos financeiros são utilizados é muito importante para todos os departamentos e organizações.
É um processo contínuo para garantir que os objetivos sejam atingidos conforme especificado no orçamento. É através desse monitoramento que você poderá tomar decisões orçamentárias e ações apropriadas sempre que necessário.
Esse procedimento de monitoramento pode ser feito em intervalos regulares, por exemplo, todos os meses. Ao monitorar os dados, é levado em conta o orçamento planejado para o ano seguinte e as despesas e receitas até o momento.
É necessário olhar o saldo remanescente para o resto do período no exercício financeiro atual e fazer uma previsão de como a situação será nesse ritmo até o final do exercício.
Deve-se observar as variações, se houver, positivas ou negativas, e tomar as ações necessárias para corrigi-las. Em cada etapa, é importante documentar todos os fatos e ações.
É melhor monitorar as receitas e despesas do titular do orçamento e níveis de gestão mais altos através de reuniões regulares. Deve haver uma gestão eficaz do fluxo de caixa, pois é muito importante para os serviços e produtos que a empresa oferece.
Os orçamentos podem ser divididos de acordo com os centros de custo ou outros códigos ou níveis, de modo que seja mais fácil monitorá-los. Isso ajudará a identificar áreas que superam e atingem pouco.
A administração financeira aliada à administração orçamentária deve ser capaz de analisar e fornecer explicações para qualquer variação das despesas propostas, seja positiva ou negativa.
Isto tem que ser acompanhado por um plano de ação garantindo que os recursos sejam usados de maneira econômica, eficiente e eficaz.
Controle de Receitas e Despesas
A próxima questão importante é controlar a receita e a despesa. Sem essa etapa, a empresa estará gastando dinheiro fora da pista. Para controlar as receitas e despesas, a administração financeira e orçamentária se envolvem diretamente. O orçamento disponível deve ser comunicado a todo o pessoal relevante.
Pode haver diferentes seções do orçamento que serão controladas por diferentes colaboradores, por isso é melhor alocar e dar autoridade às pessoas que estão diretamente envolvidas – por exemplo, o aprovador do orçamento e o gerente de orçamento.
Os departamentos ou equipes devem ser informados sobre a pessoa responsável pelo controle das receitas e despesas. O montante total das finanças disponíveis para um determinado ano deve refletir as despesas totais planejadas para aquele ano em particular.
Registrando Receita e Despesa
O registro das receitas e despesas pode ser feito manualmente ou eletronicamente. Todas as contas relacionadas a receitas e despesas, quaisquer rendimentos devidos em, quaisquer pagamentos que foram recebidos, recibos e faturas emitidas, dívidas, etc., precisam ser registrados claramente com data e propósito.
Ferramentas Para Controlar Despesas de Negócios
Existem várias maneiras de controlar as despesas de forma eficiente. Siga as sugestões abaixo e obtenha os melhores resultados em sua administração orçamentária.
Registre detalhes das áreas de negócio em ordem
Começando do mais lucrativo para o menos lucrativo. Isso automaticamente ajudará você a analisar e tomar medidas em áreas que criam enormes perdas.
Para pequenas despesas, é bom usar uma pequena conta. Essa é uma maneira eficiente de registrar pequenas despesas que, de outra forma, poderiam passar despercebidas.
Descreva maneiras pelas quais os custos podem ser minimizados na área de responsabilidade
Reduzir os custos nos negócios é uma maneira eficiente de gerenciar orçamentos ou fundos disponíveis. Se todos minimizarem custos em sua própria área de responsabilidade, isso resultará em enormes economias para os negócios.
É preciso saber fazer escolhas certas quando se trata de gastar dinheiro em áreas específicas.
As maneiras pelas quais os custos podem ser minimizados na área de responsabilidade são:
Faça uso efetivo da tecnologia
Há muitas tecnologias avançadas disponíveis atualmente, desde compras on-line até pagamento de contas, etc. Utilize essas tecnologias com eficiência, pois elas economizam tempo e dinheiro.
As reuniões podem ser realizadas usando teleconferências, o que significa que você economiza dinheiro em viagens, organização de salas / locais, economiza tempo na organização e planejamento de salas de reunião, etc.
Você pode fazer uso eficiente da tecnologia não imprimindo em papel e usando armazenamento eletrônico para arquivos e outros dados comerciais. Isso economiza tempo, dinheiro e meio ambiente.
Algumas empresas podem ser gerenciadas on-line dependendo da natureza ou pelo menos o marketing pode ser feito on-line. Isso ajudará a economizar muito dinheiro gasto com pessoal de marketing, espaço de escritório, equipamentos etc.
Débitos
Cartões de crédito têm altas taxas de juros e, portanto, eles devem ser pagos o mais rapidamente possível. Isso ajudará o negócio a longo prazo.
Despesas
Sempre desenvolva um orçamento para sua área de responsabilidade e adote-o. Quaisquer desvios podem ser bastante prejudiciais, mas darão a você um plano claro sobre o que fazer e o que evitar.
A administração financeira e orçamentária não é apenas manter os números corretos, mas também inclui gerenciar as pessoas envolvidas.
É preciso ter boas habilidades para gerenciar finanças, orçamentos e autorizar despesas. O titular do orçamento tem a responsabilidade pelo dinheiro alocado para um determinado objetivo e, portanto, eles precisa verificar se as despesas são legítimas e, em seguida, autorizar ou não tal orçamento.
Essa autoridade não significa que o administrador simplesmente pode gastar o dinheiro alocado. Isso significa que o dinheiro precisa ser gasto com responsabilidade e sabedoria.
Uma administração financeira e orçamentária poderá ter sérios problemas se não souber aplicar de forma eficiente os recursos, bem como poderá obter grandes recompensas se realizar seu trabalho com sabedoria e responsabilidade.
https://blog.softwareavaliacao.com.br/administracao-financeira-e-orcamentaria/
https://youtu.be/vPD-WRT61LA
https://youtu.be/3oUVmtc-Fow
EDNA MENDES DA COSTA
SEMANA 06
SEMANA 05
SEMANA 05
Comunicação empresarial: Entenda o que é qual sua importância
Pré-requisito imprescindível para o bom funcionamento de toda empresa, seja privada ou pública, a equipe de comunicação é responsável por planejar e fortalecer a gestão de uma instituição, identidade/marca e imagem/reputação por meio de ações estratégicas voltadas para cada público-alvo: clientes, sociedade e também os próprios funcionários e colaboradores da empresa.
Dentro do extenso escopo da comunicação, quando se fala sobre o setor empresarial, é importante observar que a chamada comunicação empresarial tem papel fundamental no funcionamento de qualquer organização.
É por meio da comunicação que uma empresa se adequa às novas tecnologias e consolida sua presença e posicionamento, inclusive no ambiente digital, que hoje é a principal ferramenta de informação.
De acordo com pesquisas, um dos problemas mais preocupantes que um gestor de empresa lida atualmente é o mau uso da comunicação que envolve o ambiente organizacional.
A falta de uma comunicação empresarial eficiente traz prejuízos não só à imagem e desempenho da instituição perante os públicos externos, mas também para dentro da empresa com desmotivação e resultados de baixa produtividade, além de falta de alinhamento com os pilares e valores da organização e no alcance das metas e os objetivos organizacionais.
Por isso, é fundamental que a comunicação esteja sempre alinhada conforme a missão e a visão da empresa, e seja elaborada dentro de um plano empresarial para que possa ser utilizada da melhor forma possível. Além disso, a comunicação empresarial é ferramenta estratégica para o fortalecimento da cultura organizacional.
O que é Comunicação Empresarial e para que serve?
A comunicação empresarial é relação de disponibilização de informações de uma empresa com seus diversos públicos e como essas mensagens são interpretadas. É pela comunicação empresarial que uma empresa utiliza estratégias de comunicação com o objetivo de melhorar a imagem da empresa e os resultados obtidos. Além disso, faz parte também da comunicação empresarial a interação e diversas formas de comunicar dos funcionários de uma empresa.
Esse tipo de comunicação envolve um conjunto de procedimentos e técnicas adotadas por uma empresa que são destinadas principalmente ao processo de transmissão de informações sobre os principais elementos comunicáveis de uma instituição, tais como: desempenhos, resultados, missão, objetivos, metas, projetos, processos, normas, procedimentos, instruções de serviços, entre outros.
A comunicação empresarial é uma solução estratégica de gestão, que, se bem aproveitada, pode garantir um funcionamento com integração, coesão e produtividade na empresa.
Isso significa que a comunicação tem potencial para ser uma grande vantagem competitiva em relação a outras instituições, mas pode também ser um enorme problema se não ocorrer ou não for bem trabalhada.
Dentro do escopo da comunicação empresarial existem diversos ramos de atuação como a comunicação interna, planejamento estratégico de comunicação, assessoria de imprensa e relações públicas.
Quais são os tipos de comunicação empresarial?
No processo de identificação da melhor maneira de comunicar uma informação, é preciso prestar atenção em alguns pontos que são cruciais para a tomada de decisões. O primeiro deles é a identificação do receptor da mensagem.
Diferentes públicos possuem diferentes tipos de comunicação que em alguns casos são mais ou menos eficientes. Em seguida, vem o local onde a transmissão da mensagem será realizada. Esse requisito também é importante para o maior alcance da informação.
Por último, a complexidade da mensagem, pois é necessário que, além de estar alcançando o público alvo e no canal correto, a linguagem textual, audiovisual ou sonora deve estar adequada para aquele público específico que se espera alcançar.
As principais maneiras de comunicar são a comunicação escrita e a comunicação verbal. Dentro das organizações, a comunicação escrita é, atualmente, a mais usual. Existem diversas formas de aplicá-la como: e-mail institucional, jornal, mural, cartazes, agenda, redes sociais, intranet, etc.
A comunicação verbal, por sua vez, é utilizada em formato de palestras, reuniões, confraternizações. A comunicação verbal devidamente planejada e bem feita pode facilitar a compreensão da mensagem passada.
Além da diferenciação entre comunicação verbal e comunicação escrita, há ainda um elo que divide a comunicação empresarial em comunicação interna e externa. A comunicação interna é exclusivamente voltada aos funcionários e colaboradores de uma instituição.
A função da comunicação interna é transmitir a informação a todos os responsáveis de forma segura e sem ruído. Como consequência de uma comunicação interna bem feita, observa-se uma melhora no clima organizacional.
No âmbito da comunicação interna existem duas frentes: a comunicação ascendente e descendente. A comunicação ascendente acontece na ordem do subordinado ao gestor. Ou seja, quando um colaborador leva uma informação, trata de algum assunto ou tira dúvidas com seu superior, está acontecendo uma comunicação ascendente.
A comunicação descendente, por sua vez, é o contrário da ascendente e é o topo da hierarquia, pois acontece da ordem da informação passada do líder ao seu subordinado. A delegação de tarefas, acompanhamento de trabalhos, comunicados, instruções, entre outros, são exemplos da comunicação descendente.
Já a comunicação externa tem por público alvo todos aqueles que não fazem parte da equipe da instituição, ou seja, de forma geral, a sociedade.
O objetivo da comunicação externa é disseminar informações que estejam de acordo com a missão e valores da instituição de forma a manter ou melhorar uma boa percepção da empresa para o público externo.
Atuando no esforço de uma boa comunicação externa, é essencial a existência de uma assessoria de imprensa. A assessoria de imprensa é a equipe responsável pela intermediação dos acontecimentos e da imagem da instituição com a percepção que o público externo tem em relação à empresa.
Qual a diferença entre Comunicação empresarial e comunicação organizacional?
De forma geral, comunicação empresarial e comunicação organizacional são similares. O que as diferencia é que a comunicação empresarial é mais abrangente e reflete à comunicação de forma integrada tanto no setor público quanto no privado.
Ambos os conceitos de comunicação englobam todo o processo comunicacional entre a empresa e o público, seja interno ou externo.
O conceito de comunicação organizacional, por sua vez, é mais voltado à gestão e à otimização dos relacionamentos com os diferentes públicos da empresa e se destina a sintonizar interesses entre a empresa e os grupos que são alvo de suas ações.
Como melhorar a comunicação empresarial?
Existem diversas formas de fazer a comunicação empresarial acontecer. Entretanto, as empresas que utilizam essa ferramenta de forma eficaz apostam em algumas principais características:
· Agilidade para fazer a ideia do planejamento chegar ao público-alvo;
· Interatividade, permitindo o diálogo com o público-alvo;
· Mobilidade para atingir as pessoas conectadas nos meios que elas utilizam;
· Capilaridade para alcançar o maior número de pessoas possível;
· Engajamento, dando ao público-alvo a chance de participar ativamente do processo de comunicação empresarial;
· Transparência.
Hoje, otimizar a forma como a estratégia de comunicação empresarial é executada é essencial, e isso deve ser feito por alguns caminhos considerados mais possíveis como: detecção do comportamento do público-alvo mediante as informações já passadas, identificação dos possíveis problemas na comunicação, boa comunicação com os stakeholders, investimento em marketing de conteúdo, monitoramento de resultados, entre outros fatores.
Quais são os principais objetivos da comunicação empresarial?
A tecnologia está em constante transformação e é preciso estar atento às mudanças. Há diversas tendências na comunicação empresarial que podem ajudar a sua empresa a alavancar os resultados conquistados.
Inovação e adaptação de hábitos antigos ao novo contexto corporativo, preza pelo compartilhamento e troca de informações que é crucial para o desenvolvimento da comunicação empresarial.
O mundo corporativo precisa se adequar às demandas do consumidor para que as organizações se mantenham competitivas. Observar as tendências de comunicação é uma forma de se alcançar isso.
Assista também: Storytelling em tempos de mudança
Quais as tendências para a comunicação corporativa?
1 – Ferramentas de comunicação digital simplificam o processo e ajudam a empresa a construir sua reputação. A era atual é online e prevê a comunicação instantânea. Os perfis em redes sociais são um bom exemplo.
2- O atendimento é um ponto essencial das empresas, porque é a partir dele que se podem capturar diferentes informações dos clientes. Saber gerenciar esse atendimento é muito importante para que surjam os resultados esperados. Portanto, é essencial a obtenção de softwares que vão gerenciar dados do público-alvo.
3- Um mecanismo que fortalece a relação da empresa com o cliente é o Omnichannel – ferramenta que utiliza diferentes canais de comunicação (sejam online ou offline) para oferecer a mesma experiência de compra.
4 – Além do Omnichannel, onde o cliente se sente livre para escolher a melhor plataforma de comunicação e compra com a empresa, os consumidores cada vez mais querem ser bem atendidos, ter suas opiniões respeitadas e demandas compreendidas. Personalizar a comunicação e humanizar o contato é a melhor forma de fortalecer o relacionamento com o público.
5 – A tendência de comunicação por meio de transmissão ao vivo foca a instantaneidade e a conectividade da empresa e está super em alta. O objetivo é informar o público-alvo em tempo real e estar mais próximo dos consumidores e colaboradores. As redes sociais também são bastante utilizadas para o alcance deste objetivo. As transmissões ao vivo aumentam o engajamento, métrica analisada para verificar se o conteúdo é visualizado e entrega valor para os consumidores.
6 – A capacitação da força de trabalho é uma atitude imprescindível. Trabalho e treinamento remoto têm ganhado espaço e vem como forte tendência. Esse mecanismo de trabalho vem se mostrando eficaz e aumenta a produtividade.
7 – Soluções de Business Intelligence (BI) poderão ser mais focadas nos colaboradores. Elas passarão a incluir suas contribuições individuais para a otimização de performance organizacional e melhor distribuição de recursos. Atualmente, já é um recurso bastante utilizado.
Essas são algumas tendências de comunicação empresarial que farão o negócio das empresas e instituições crescerem. Elencado a essas tendências, surgem alguns desafios.
Qual a melhor forma de comunicação empresarial?
Uma estratégia de comunicação forte é a chave para que a informação flua interna e externamente de maneira concisa e coesa. O plano estratégico de comunicação deve se relacionar diretamente com os objetivos da empresa. Por isso, para construir uma estratégia de comunicação empresarial eficiente, é preciso:
· Identificar e priorizar os objetivos corporativos da empresa, começando pela compreensão de como os gestores da empresa visualizam o futuro dela. Isso ajudará a desenvolver uma mensagem única sobre a forma de apresentar a missão da empresa;
· Realizar pesquisas entre os funcionários com o objetivo de avaliar a percepção deles sobre a empresa. Assim, será possível, ao desenvolver a estratégia de comunicação corporativa, verificar o nível de coesão atual e as melhorias necessárias;
· Avaliar o nível de compreensão dos tomadores de decisão da empresa. Pois estes são os principais responsáveis por transmitir com exatidão a mensagem da empresa ao mercado e também por disseminá-la internamente;
· Estudar a percepção do seu cliente a respeito da forma como a sua empresa se comunica. Eles poderão oferecer insights valiosos sobre possíveis lacunas em sua comunicação ou aspectos positivos e que precisam ser mantidos e valorizados.
Os desafios da comunicação empresarial
Assim como em diversos outros setores, é necessário que as instituições estejam atentas às tendências da área para que a empresa faça uma boa gestão da comunicação empresarial.
Amenizar ruídos, construir uma comunicação integrada e manter o diálogo em momentos de crise são alguns exemplos de desafios constantemente vividos.
Além deles, atualmente, as principais tendências dos desafios para a comunicação empresarial estão relacionadas aos fatores elencados a seguir:
· Preocupação com o ROI (retorno sobre o investimento): mais do que nunca os gestores de comunicação têm sido cobrados pela entrega de resultados das ações desenvolvidas — assim, bem mais do que apenas criatividade, é preciso que a comunicação seja pensada de forma estratégica para que consiga retornar o investimento feito
· Automação: a agilidade é um fator que contribuiu fortemente para o sucesso da comunicação empresarial, por isso, apostar na sua automação é uma forte tendência — além da velocidade, o uso de sistemas, por exemplo, permite a personalização das mensagens e o atendimento simultâneo a um maior número de pessoas;
· Humanização das marcas: depois de falar em automação, pode parecer contraditório falar em humanização, mas não é — na verdade, esse conceito tem a ver com a busca do consumidor por empresas que possam gerar conexões verdadeiras e que atendam aos seus anseios. Nesse contexto, a comunicação das empresas precisa transmitir valor, propósito e humanidade para criar as conexões com seus públicos.
Como mensurar os resultados da comunicação empresarial?
Toda estratégia deve ser mensurada, principalmente em comunicação. A mensuração revela se os resultados esperados estão sendo alcançados. Atualmente, em um cenário que o digital é o ambiente principal para o marketing e a publicidade, mensurar os dados é cada vez mais fácil e, principalmente, importante.
De maneira geral, a mensuração dos resultados pode ser feita por:
· Métricas de campanha digital;
· Métricas de acesso em redes sociais e sites;
· Métricas de interação, compartilhamento e reações em redes sociais;
· Pesquisas de satisfação do cliente;
· Pesquisas internas com colaboradores;
· Monitoramento das campanhas de marketing por meio de KPIs (Key Performance Indicator).
https://www.fsb.com.br/hub-fsb/comunicacao-empresarial-o-que-e-para-que-serve-e-qual-e-a-sua-importancia/
https://youtu.be/Do0A-KpOeiI
https://youtu.be/YX3H7u1cg40
SEMANA 05
EDNA MENDES DA COSTA
SEMANA 05
SEMANA 05
As legislações brasileiras sobre Saúde e Segurança do Trabalho – SST existem há um bom tempo. Mas ainda percebe-se que as diferenças entre a Legislação Trabalhista x Previdenciária de SST ainda é um grande motivo de confusão para profissionais da área.
Embora as duas legislações tenham princípios bastante semelhantes e complementares, algumas especificidades na legislação previdenciária e decisões judiciais acabam colocando mais dúvida na cabeça de quem trabalha na área.
Esta confusão ocorre, especialmente, na hora de elaborar os programas, laudos, perícias e no preenchimento do Perfil Profissiográfico (Previdenciário) – PP(P).
Além dos problemas de assertividade, é comum encontrar LTCAT mencionando insalubridade e/ou sem aposentadoria especial e GFIP, LTCAT e PPRA juntos, PP(P) preenchido erroneamente a partir do PPRA, entre outras situações que evidenciam dúvidas sobre a diferença nas legislações.
Para tentar clarear um pouco as diferenças, vamos rever as duas legislações, especialmente aquelas disposições que causam maior confusão.
Legislação Trabalhista de SST
As regras trabalhistas em saúde e segurança do trabalho estão previstas, basicamente, na CLT e regulamentadas nas Normas Regulamentadoras – NRs do MTE.
Atualmente, as NRs já somam 36 e dispõem sobre aspectos sociais, técnicos e setoriais envolvendo a Higiene Ocupacional.
Existe NR que dispõe sobre o trabalho na construção civil(NR-18), outra sobre o trabalho com máquinas e equipamentos(NR-12); tem norma sobre exames e controle médico do trabalhador (NR-7) e normas sobre benefícios que o trabalhador pode ter direito (NR-15 e NR-16) e assim por diante.
E com certeza, uma das mais importantes para a promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho é a NR 9 – PPRA.
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais -PPRA é o principal instrumento de gestão da saúde e segurança ocupacional.
Mas cabe ressaltar que trata-se de um PROGRAMA, e por isso, não deve concluir se os empregados tem este ou aquele benefício, já existem outros instrumentos/documentos próprios para isso.
No PPRA estão presentes os agentes nocivos e fatores de risco aos quais os empregados ficam expostos no ambiente de trabalho. Entretanto, as avaliações qualitativas e quantitativas no PPRA, na maioria das vezes, não possui aspectos técnicos e elementos necessários para o preenchimento do PP(P) com base nele.
Entre as NRs técnicas, as NR 15 – Atividade e Operações Insalubres e NR 16 – Atividade e Operações Perigosas são aquelas que mais confundem-se com as regras previdenciárias de aposentadoria especial.
A NR-15 e seus 14 anexos são a fonte de informação que orientará os profissionais de SST a elaborar laudo técnico para caracterizar se uma determinada atividade é considerada insalubre e, em caso afirmativo, o grau de insalubridade: mínimo (10%), médio (20%) ou máximo (40%).
Já a NR-16 define as atividades ou operações consideradas perigosas e que asseguram ao trabalhador o pagamento de adicional de 30% sobre o salário.
Tanto o benefício da Insalubridade quanto Periculosidade serão constatados por laudo técnico que só pode ser realizado por engenheiros de segurança e médicos do trabalho.
Quando arguida em juízo insalubridade ou periculosidade, seja por empregado ou por Sindicato, o juiz designará perito habilitado para caracterização ou não do direito ao benefício.
Legislação Previdenciária
A nossa legislação previdenciária, desde a década de 60, garante benefício de aposentadoria especial em razão da exposição a agentes nocivos no trabalho. (Confira o artigo sobre aposentadoria especial)
Até o ano de 1995, com exceção ao agente físico ruído, o benefício da aposentadoria especial era devido sem precisar comprovar a efetiva exposição a agentes nocivos.
Bastava ao trabalhador comprovar ter exercido determinadas atividades profissionais e/ou pertencer a uma categoria profissional listada para fazer jus ao benefício. (Confira os Anexos I e II)
A consolidação das regras atuais para a concessão de aposentadoria especial veio na virada do século, com o Decreto 3048/99. Em seu Anexo IV, este decreto traz a relação de agentes nocivos considerados para fins de concessão de aposentadoria especial.
Logo, o empregado que comprove ter trabalhado com exposição habitual e permanente a agentes nocivos listados no Anexo IV, teria direito a aposentadoria após quinze, vinte ou vinte e cinco anos, conforme o caso, de trabalho com exposição a estes agentes.
De acordo com o Art. 68, Decreto 3048/99:
§ 3o A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho
Portanto, o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT é a fonte oficial da previdência para preenchimento do formulário de comprovação da efetiva exposição que daria direito a aposentadoria especial.
O referido formulário é o famoso Perfil Profissiográfico Previdenciário – PPP, que atualmente é chamado somente de Perfil Profissiográfico – PP.
Sendo assim, o PP é um documento exclusivamente previdenciário e deve ser preenchido segundo as regras que constam no Regulamento da Previdência Social.
LTCAT x Insalubridade
Acabamos de ver que o LTCAT é um documento previdenciário criado para comprovar a exposição a agentes nocivos e preencher o PP para fins de aposentadoria especial.
Já a insalubridade é um benefício trabalhista previsto na Constituição Federal e CLT, sendo regulamentado pela NR-15 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.
Por que então boa parte dos documentos de LTCAT, talvez a imensa maioria, apresenta conclusão sobre as atividades insalubres? E por que é raro encontrar LTCAT com conclusão sobre aposentadoria especial e GFIP?
A resposta para estas perguntas é justamente o motivo da produção deste artigo, pois é realmente uma dos maiores confusões na área de saúde e segurança do trabalho.
Um LTCAT deveria concluir apenas se as atividades desenvolvidas pelo trabalhador enquadram-se como especial, de acordo com o Decreto 3048/99, e o respectivo número da GFIP seguindo as orientações abaixo:
(Em branco) – Sem exposição a agente nocivo. Trabalhador nunca esteve exposto. 01 – Não exposição a agente nocivo. Trabalhador já esteve exposto. 02 – Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos 15 anos de trabalho); 03 – Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos 20 anos de trabalho); 04 – Exposição a agente nocivo (aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho).
Para concluir as atividades ou operações insalubres ou periculosas e os respectivos percentuais a serem acrescidos no salário do trabalhador, deve-se elaborar o laudo técnico de insalubridade e periculosidade e não o LTCAT.
Talvez o fato de ambas NR-15 e NR-16 não denominarem este laudo, acabe levando profissionais de SST elaborarem laudos sobre insalubridade e periculosidade com o nome de LTCAT.
O laudo das NR-15 e NR-16 poderia ser chamado de LTIP – Laudo Técnico de Insalubridade e Periculosidade.
As regras de enquadramento e os agentes nocivos que ensejam o benefício da insalubridade distinguem-se um pouco das regras previdenciárias de aposentadoria especial.
Esta é uma das razões para que os laudos LTCAT e LTIP sejam apresentados em documentos diferentes.
É correto preencher o PP com base no PPRA?
Este é um tema polêmico e um tanto controverso.
Grande parte dos profissionais do mundo do trabalho não têm a segurança necessária para assessorar seus clientes no preenchimento do Perfil Profissiográfico com base no PPRA.
Sobre este assunto, a Instrução Normativa nº 77 do INSS traz o seguinte:
Art. 261. Poderão ser aceitos, em substituição ao LTCAT, e ainda de forma complementar, desde que contenham os elementos informativos básicos constitutivos relacionados no art. 262, os seguintes documentos:
V – as demonstrações ambientais:
a) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA; b) Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR; c) Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT; e d) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO.
Então, pode sim preencher o PP com base no PPRA e outros programas de SST. Ou não pode?
Uma das exigências para substituir as demonstrações ambientais do LTCAT pelos programas de SST citados é que estes contenham os seguintes elementos informativos:
I – se individual ou coletivo; II – identificação da empresa; III – identificação do setor e da função; IV – descrição da atividade; V – identificação de agente nocivo capaz de causar danos à saúde e integridade física, arrolado na Legislação Previdenciária; VI – localização das possíveis fontes geradoras; VII – via e periodicidade de exposição ao agente nocivo; VIII – metodologia e procedimentos de avaliação do agente nocivo; IX – descrição das medidas de controle existentes; X – conclusão do LTCAT; XI – assinatura e identificação do médico do trabalho ou engenheiro de segurança; e XII – data da realização da avaliação ambiental. Fonte: Art. 262, IN nº 77 do INSS
Você conhece algum PPRA com todos estes elementos? Pois é, realmente são poucos programas que contêm todos elementos básicos exigidos. Ademais, o PPRA não é conclusivo, pois trata-se de um programa e não um laudo.
A outra objeção relacionada ao preenchimento do PP a partir do PPRA é o fato do Decreto 3048/99 mencionar apenas o LTCAT como fonte de preenchimento do PP.
E de acordo com o ordenamento jurídico, um Decreto não poderia ser alterado por uma Instrução Normativa, fato que ocorre na IN nº 77 do INSS segundo alguns especialistas.
Todas empresas devem elaborar LTCAT e LTIP?
Em tempos de e Social, uma das dúvidas mais evidentes é sobre a obrigatoriedade de elaborar os laudos de SST LTCAT e LTIP.
Afinal, quais empresas precisam elaborar estes laudos?
A resposta para esta pergunta não está explícita em nenhuma legislação, no entanto, analisando os objetivos de cada laudo, podemos chegar a algumas indicações.
Na verdade, se analisarmos mais profundamente o assunto, perceberemos que a resposta mais adequada estará no próprio PPRA da empresa. Isso mesmo, no PPRA!
O LTIP é o laudo que caracterizará atividades e operações insalubres e perigosas. Sendo assim, caso o PPRA reconheça alguma atividade perigosa, de acordo com a NR-16, ou algum risco ambiental previsto na NR-15 em concentração/intensidade/frequência acima do nível de ação, é aconselhável que a empresa elabore um laudo técnico de insalubridade e periculosidade para constatar se algum trabalhador tem direito a estes benefícios.
Da mesma forma, se estiver presente no PPRA algum agente nocivo listado no Anexo IV do Decreto 3048/99 ou agente reconhecidamente carcinogênico para humanos listado no Grupo 1 da LINACH, a empresa deveria elaborar e manter atualizado o LTCAT.
Além disso, é recomendável que o LTCAT seja a fonte de informação oficial das empresas para prestação das informações obrigatórios de SST no e Social.
Caso contrário, se não for reconhecido através do PPRA nenhum agente nocivo relevante ou atividade perigosa, a empresa poderia elaborar e implementar somente o PPRA. Preferencialmente com elementos contidos no Art. 262, IN nº 77 do INSS.
Mas, não se pode olvidar que os benefícios trabalhistas de insalubridade e periculosidade também são definidos por convenção coletiva ou por decisão judicial. Por isso, não esqueça de consultar o sindicato e um advogado trabalhista.
O importante é a promoção da saúde e segurança no trabalho!
Embora as diferenças nas legislações sejam importantes para conhecimento e gestão de SST nas empresas, não podemos esquecer que são aspectos meramente técnicos.
O que realmente é imprescindível no final das contas, são os esforços diários para implementação uma cultura prevencionista em toda organização.
De nada vale possuir toda documentação em acordo com as regras vigentes, se os trabalhadores continuam adoecendo nos ambientes da empresa.
E esta deve ser a primeira preocupação de cada profissional de SST.
https://sstonline.com.br/as-diferencas-entre-a-legislacao-trabalhista-x-previdenciaria-de-saude-e-seguranca-do-trabalho/
https://youtu.be/8Phn0wFPQvY
https://youtu.be/5i5mIiirxrQ
SEMANA 05
EDNA MENDES DA COSTA
Ética e Cidadania.
O que é ética ?
O termo deriva do grego ethos que significa o caráter ou o modo de ser da pessoa.
Historicamente, a idéia de Ética surgiu na antiga Grécia, por volta de 500 – 300
a.C, através das observações de Sócrates e seus Discípulos.
Ética é um conjunto de princípios e valores
É construída por uma sociedade
Ética diz respeito, em última análise, ao que cada pessoa de boa índole tem na mente e no coração e externa em seus relacionamentos. Cidadania diz respeito à relação do indivíduo com o Estado, participando como sujeito de direitos e obrigações. Ouve-se, a cada instante, que este ou aquele indivíduo não tem ética
Existem diversos marcos legais e documentos que servem de instrumento para o exercício da cidadania. O documento referência a nível planetário é a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que conceitua e enumera os direitos fundamentais do cidadão, independentes de sua localização geográfica. Esse importante documento foi instituído em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O que é Cidadania?
A origem da palavra cidadania vem do latim civitas, que quer dizer cidade. Na Grécia antiga, considerava-se cidadão aquele nascido em terras gregas. Em Roma a palavra cidadania era usada para indicar a situação política de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer.
Qual a importância da cidadania?
Teoricamente, a aplicação do conceito de cidadania é imprescindível para haver uma melhor organização social. Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações, garantindo que estes sejam colocados em prática.
Direitos e deveres do cidadão
A cidadania é constituída pela junção de uma série de direitos e deveres
Deveres do cidadão
Votar para escolher os governantes;
Cumprir as leis;
Educar e proteger seus semelhantes;
Proteger a natureza;
Proteger o patrimônio público e social do País
Direitos do cidadão
Direito à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer, entre outros;
O cidadão é livre para escrever e dizer o que pensa, mas precisa assinar o que disse e escreveu;
Todos são respeitados na sua fé, no seu pensamento e na sua ação na sociedade;
O cidadão é livre para praticar qualquer trabalho, ofício ou profissão, mas a lei pode pedir estudo e diploma para isso;
Só o autor de uma obra tem o direito de usá-la, publicá-la e tirar cópia, e esse direito passa para os seus herdeiros;
Os bens de uma pessoa, quando ela morrer, passam para seus herdeiros;
Em tempo de paz, qualquer pessoa pode ir de uma cidade para outra, ficar ou sair do país, obedecendo à lei feita para isso.
Bruna
Semana 4
Legislação Trabalhista e Previdenciária e suas mudanças.
A Legislação Trabalhista e Previdenciária são duas formas diferentes de lidar com os direitos dos cidadãos brasileiros, considerando a sua saúde e a segurança em ambiente de trabalho
A Legislação Trabalhista é a nossa conhecida Consolidação das Leis do Trabalho — a CLT! Nela constam as principais normas que devem regulamentar as relações de trabalho dentro do país
Qual a diferença entre Legislação Trabalhista e Previdenciária?
A legislação trabalhista e previdenciária são bastante similares, uma vez que ambas têm o foco na saúde e bem-estar dos trabalhadores regulamentados no Brasil. Porém, existem alguns pontos básicos que definem algumas diferenças essenciais entre elas.
Documentação exigida
Os dois principais documentos exigidos pela Legislação Previdenciária de SST são o LTCAT e o PPP. O primeiro consiste em um laudo no qual são atestadas as condições do ambiente de trabalho dentro da empresa, já o segundo consiste em um Perfil Profissiográfico Profissional, descrevendo as atividades realizadas pelos colaboradores e os agentes nocivos aos quais cada trabalhador foi exposto durante o tempo de trabalho na organização.
É dever de toda empresa proteger os colaboradores contra agentes nocivos no ambiente de trabalho. Para que essa estratégia seja implementada, é fundamental entender e seguir as normas da Legislação Previdenciária de SST e da Legislação Trabalhista, entendendo as diferenças entre elas e as especificidades de cada uma.
Tivemos algumas mudanças por Emenda Constitucional 103/2019, ao qual modificou substancialmente as regras previdenciárias para concessão de diversos benefícios, como por exemplo:
Aposentadoria por tempo de contribuição que deixou de existir;
Aposentadoria por invalidez que mudou para aposentadoria por incapacidade permanente;
Pensão por morte que teve o valor reduzido de forma significativa;
Auxílio acidente que passou a não garantir a manutenção da qualidade de segurado;
Auxílio doença que mudou para benefício por incapacidade temporária;
Aposentadoria especial que praticamente deixou de existir, inviabilizando a conversão de tempo especial em tempo comum para fins de concessão de benefício.
mudanças
Confira as principais mudanças que ocorreram nas leis trabalhistas nos últimos anos.
Trabalho por período (intermitente)
A reforma trabalhista permitiu que um profissional seja contratado por período de dias ou horas. “Se a empresa precisa dele apenas por 44 horas, ela faz o contrato para esse período”, explica Almeida. Isso significa que a empresa pode contratar um funcionário para trabalho de final de ano, por exemplo, e pagar apenas pelo período em que prestou seus serviços. Se precisar do serviço novamente, pode recontratar com até três dias de antecedência.
O empregado continua direito a férias, FGTS, 13° e previdência. Sua remuneração não pode ficar abaixo do valor do salário mínimo por hora. A diferença é que, até então, o contrato com o menor número de horas era o parcial, que tinha no máximo 25 horas semanais
Home office
Esta modalidade de trabalho remoto não era prevista na CLT e, com a reforma trabalhista, passou a ser formalizada.
Pela Nova CLT, é considerado home office trabalho realizado fora da empresa que não constitui trabalho externo. A lei determina que todas as as atividades desenvolvidas pelo funcionário nessa modalidade estejam apresentadas em seu contrato. Ela diz ainda que o empregador pode converter o home office em trabalho presencial desde que ofereça um prazo de pelo menos 15 dias para essa transição e que ela seja formalizada por um aditivo ao contrato
Leis trabalhistas em 2021
Há muitos projetos de lei relacionados às leis trabalhistas tramitando em 2021. Devem entrar em discussão temas como trabalho por aplicativo, teletrabalho e home office. É possível, por exemplo, que seja estabelecido algum tipo de controle de jornada e salário-base para esse tipo de trabalho tão intensificado nos últimos meses em consequência da pandemia.
Após a reforma, as ações trabalhistas tiveram queda de 32%, se comparado o período de janeiro a outubro de 2017, que registrou 2,2 milhões de ações em andamento, com o mesmo período em 2019, com um total de 1,5 milhão de processos trabalhistas
O que é Comercio Exterior ?