â ââ Miso olhou para o lado para ver quem começara a falar consigo de forma aleatĂłria. Realmente; quando em vida, costumava passar horas em frente ao espelho utilizando dos mais caros produtos de pele (mesmo tendo apenas quatorze anos). Ao chegar no Limbo, mal sabia o que fazer - era como se um espaço a mais tivesse sido criado em sua rotina, âĂ, acho que eu entendo.â, disse, despreocupada. âĂ estranhĂssimo. NĂŁo que eu precisasse de muito esforço para manter esse rostinho bonito, mas ainda assim.â, sorriu como de costumeiro. Miso jamais negava sua autoestima.
Dificilmente Miri conseguia sorrir no limbo, mas a elevada autoestima de Miso fez com que a mulher risse baixinho enquanto analisava o rosto alheio. - Realmente vocĂȘ teve que usar poucos produtos, quando a pessoa Ă© bonita nĂŁo precisa de esforço. - Sorriu um tanto quanto sem graça jĂĄ que nĂŁo sabia elogiar as pessoas, por mais que adorasse. - VocĂȘ parece ser uma pessoa muito leve. AtĂ© consegue brincar num lugar como esse.Â












