EUPHORIA 2.02 | Out Of Touch
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@andrinc
EUPHORIA 2.02 | Out Of Touch
quem: @reginawhisper
onde: alguma lanchonete de storybrooke
quando: por volta das 7h
Se tinha uma coisa insuportável no mundo, isso se chamava dor de cabeça. E várias outras coisas, mas NAQUELE momento Fiora só conseguia achar a dor de cabeça a pior coisa que poderia acontecer. Mais especificamente: a dor da ressaca. No dia anterior, sair e encher a cara até esquecer o próprio nome pareceu uma ideia excelente, mas agora só se considerava idiota porque além da dor horrenda, não se lembrava de coisa nenhuma que havia feito. Se entupia de café numa lanchonete logo cedo, com os óculos escuros escondendo as olheiras e se encolhendo dentro do próprio moletom. O barulho do sininho na porta quase a fez dar um salto, tapando os ouvidos e xingando mentalmente os sete ventos, isso até observar quem era e apesar da demora para conseguir fazer a visão focar em algo, assim que a reconheceu, gesticulou feito uma maluca. “Regina! Regina!” Chamou a outra, agarrando-a pelas mãos assim que a alcançou e a empurrando ao assento ao seu lado. “Eu te vi ontem, não vi? O que rolou? Não lembro de nada! Não fiz nenhuma coisa que pode me fazer tipo... ser presa, né?”
kyrawaller:
Estava tentando não aparecer em casa. Depois da última discussão que tivera com seu pai, queria mostrar para ele que se ela não estivesse lá, ele sentiria sua falta! Era óbvio que sentiria. Ela podia ter levado um usuário de crack para dentro de casa, e o homem acabou por roubar uma escultura cara de casa, assim como uma caixinha de som enorme, mas… Eles podiam simplesmente comprar outra! E a relação pai e filha, hein? Como é que ele compraria outra? Não entendia como tudo que fazia parecer ter uma reação inesperada em seu pai. Não era o que queria, de forma alguma, o que apenas tornava tudo mais frustrante. Por isso, quando voltou do trabalho, não teve dúvidas. Ao invés de ir para a casa das Wallers, decidiu algo muito mais inteligente: ir a casa de Fiora. Sabia muito bem onde ela guardava sua chave reserva e foi fácil de adentrar o local. Estava exausta. Por isso foi para o quarto da irmã e deitou em sua cama tranquilamente. Isso até ouvir o barulho da porta do apartamento, mais uma vez. Será que Fiora estava esperando alguém? Será que a irmã estava namorando e não havia contado? Será que a pessoa entraria pelada no quarto, esperando encontrar Fiora e daria de cara com Kyra? Ou pior. E se fosse um ladrão? Aparentemente ela tinha um azar sem fim, talvez fosse isso, não era? Talvez. Passou a mandar diversas mensagens para Fiora, perguntando se ela estava esperando alguém em casa. Esquecendo inclusive de pontuar que ela própria havia invadido o espaço da irmã. Tensionou ao se mover na cama e ouvir o estalo da mesma, o que fez que um barulho na sala se repetisse. Engoliu em seco. Segurou o travesseiro na frente do corpo, como se isso pudesse protegê-la de alguma forma e… A porta se abriu e ela deu de cara com sua irmã. “EI!!! VOCÊ QUASE ME MATOU DO CORAÇÃO! Eu achei que era um ladrão!! Ou pior, alguém que você está namorando e não me contou!” ela disse alto, e jogou o travesseiro na direção de Fiora. “Briguei com o papai. E eu quero que ele sinta minha falta” disse em um tom dramático e revirou os olhos. “Pode jogar o travesseiro de volta? Eu estou com dor nos ombros. Ai, Fifi, você podia pedir uma pizza também, né? Eu quero de queijo e bacon.”
Estava a um passo de parar num hospital ou numa funerária, seriamente repensando em todas as vezes que cogitou em confiar em Kyra. Claro que isso poderia ser apenas exagero de sua parte, mas com o susto que havia levado só conseguia pensar em gritar. Em suas primeiras semanas morando sozinha tinha constantes paranoias de que a casa fosse invadida e justo quando se acostumou acontecia uma merda daquelas. "Eu? EU QUASE TE MATEI, KYRA? JURA? NA MINHA CASA?????" Agarrando o travesseiro que a irmã lançou em sua direção, Fiora afundou o rosto no objeto e berrou até sua garganta reclamar ou acabaria matando a irmã de verdade. “Foda-se que brigou com o papai, não pode sair entrando na casa das pessoas desse jeito, maluca!” Contava mentalmente até dez algumas várias vezes tentando se acalmar, mas a fala seguinte de Kyra a fez arregalar os olhos, se erguendo num pulo e indo até a cama. “Tá com dor é? ESTÁ COM DOR? QUER O TRAVESSEIRO? ENTÃO TOMA!” Em disparada, começou a dar um punhado de travesseiradas na outra deitada, não fortes demais, mas certamente com muita raiva. “SUA FOLGADA!” Colocando o travesseiro contra o rosto da irmã, Fiora se deitou em cima dela. Literalmente em cima dela, cruzando os braços e se recusando a se mexer. “Pede pizza você! Eu que tive minha casa invadida, é o mínimo que você pode fazer.”
FIORA WALLER . ANDRINA TRITON | WC LIST |
*nenhum dos plots abaixo tem gênero específico
.
𝐈. 𝐎𝐔𝐓 𝐋𝐎𝐔𝐃 | ABERTO . ILIMITADO inspo: cause living out loud is the only way i know how
MUSE não concorda em nada com o estilo de vida aventureiro, barulhento e perigoso que Fiora vive, o que acaba gerando grandes discussões entre eles já que ela detesta se sentir presa por qualquer coisa.
𝐈𝐈. 𝐈 𝐃𝐈𝐃 𝐒𝐎𝐌𝐄𝐓𝐇𝐈𝐍𝐆 𝐁𝐀𝐃 | ABERTO . ILIMITADO ( @rainhairacebeth ) inspo: they say i did something bad, but why it feels so good?
MUSE descobre os piores lados de Fiora e a “ajuda” a aflorá-los ainda mais.
𝐈𝐈𝐈. 𝐐𝐔𝐈𝐄𝐓 | ABERTO . LIMITADO (0/2) inspo: i won’t keep quiet!
Fiora e MUSE 1 presenciaram algo terrível (a ser combinado) e isso acabou os tornando confidentes, não sabendo o que fazer com a informação, mas decidindo investigar por si mesmos.
MUSE 2, contudo, foi a pessoa que MUSE 1 e Fiora viram e os 3 acabam numa teia perigosa e complexa de informações e mentiras.
𝐈𝐕. 𝐖𝐈𝐋𝐃 𝐇𝐄𝐀𝐑𝐓 | ABERTO . ILIMITADO ( @mulasemcabeca ) inspo: who can tame my wild heart?
Fiora e MUSE são companheiros de aventura, indo juntos para qualquer maluquice radical que o outro sugerir.
𝐕. 𝐂𝐑𝐈𝐌𝐈𝐍𝐀𝐋 | ABERTO . LIMITADO (0/1) inspo: mama, i’m in love with a criminal and this kind of love isn’t racional
Para a completa decepção de sua família, Fiora acaba não apenas desenvolvendo uma espécie de relação, mas também sentimentos por MUSE, que não é nem de longe uma boa pessoa, bom exemplo ou boa companhia.
𝐕𝐈. 𝐉𝐄𝐀𝐋𝐎𝐔𝐒𝐘, 𝐉𝐄𝐀𝐋𝐎𝐔𝐒𝐘 | ABERTO . ILIMITADO inspo: my jealousy, jealousy started following me
MUSE é a pessoa perfeita que Fiora sempre teve certeza que todos esperassem que ela fosse e por esse motivo a Waller acaba tendo grandes travas e irritações quando se trata de MUSE. (a invejinha da Fi pode ou não ter algo a ver com sentimento enrustido, podemos combinar!)
𝐕𝐈𝐈. 𝐏𝐑𝐄𝐓𝐄𝐍𝐃 𝐈𝐓'𝐒 𝐇𝐎𝐌𝐄 | ABERTO . ILIMITADO inspo: you’re surrounded, but you’ll always be alone. so pick a place, pretend it’s home
Sempre que MUSE precisa fugir do resto do mundo, vai para o apartamento de Fiora e vice versa. Possuem uma parceria para todas as horas, principalmente de desabafo.
𝐕𝐈𝐈𝐈. 𝐁𝐎𝐑𝐍 𝐖𝐈𝐓𝐇𝐎𝐔𝐓 𝐀 𝐇𝐄𝐀𝐑𝐓 | ABERTO . ILIMITADO inspo: i wasn’t born without a heart; i wasn’t always like that
Fiora detesta MUSE, mas ao serem forçados a conviver (pensar em uma situação) acabam se aproximando e conversando e MUSE acaba revelando a própria história para ela e suas razões para ter feitos certas escolhas questionáveis na vida.
𝐈𝐗. 𝐌𝐎𝐍𝐒𝐓𝐄𝐑 | ABERTO . ILIMITADO inspo: monster, how should i feel? creatures lie here looking through the window
Por alguma razão, MUSE tem certa proteção com Fiora e quando ela alega estar sendo perseguida por algo ou alguém, MUSE a ensina não apenas a se defender, mas a ser aterrorizante.
𝐗. 𝐆𝐎𝐎𝐃 𝐅𝐎𝐑 𝐘𝐎𝐔 | ABERTO . ILIMITADO inspo: good for you, you look happy and healthy, not me, if you ever cared to ask
Fiora e MUSE costumavam ser muito próximos, mas após uma briga que magoou ambas as partes acabaram se afastando de vez e agora um tenta mostrar que segue ótimo sem o outro. (Esse plot pode ser tanto algo romântico quanto platônico!)
𝐗𝐈. 𝐌𝐀𝐑𝐉𝐎𝐑𝐈𝐄 | ABERTO . ILIMITADO inspo: what died didn’t stay dead. you’re alive in my head
Fiora e MUSE tiveram um relacionamento rápido, mas que marcou a ambos (pode ter sido só em Storybrooke ou antes disso também) e mesmo que a relação e toda a proximidade tenha acabado ambos ainda sentem falta um do outro.
𝐗𝐈𝐈. 𝐓𝐇𝐄 𝐁𝐀𝐃𝐃𝐄𝐒𝐓 | ABERTO . ILIMITADO inspo: gonna break the rules and hearts in twos cause that’s what the baddest do
MUSE mostra para Fiora como a vida é muito mais interessante quando todas as regras são quebradas e as amarras soltas.
𝐗𝐈𝐈𝐈. 𝐓𝐄𝐀𝐌 | ABERTO . ILIMITADO inspo: and you know we’re on each other’s team
MUSE e Fiora são grandes amigos e contam um com o outro para o que for necessário.
𝐗𝐈𝐕. 𝐆𝐑𝐎𝐖𝐈𝐍𝐆 𝐔𝐏 | ABERTO . ILIMITADO inspo: here’s to never growing up!
Fiora e MUSE são companhia de balada um do outro, mesmo não se esbarrando muito fora disso, quando um precisa beber e se divertir já sabe exatamente quem chamar.
𝐗𝐕. 𝐎𝐇 𝐌𝐘 𝐆𝐎𝐃 | ABERTO . ILIMITADO inspo: oh my god, she took me to the stars. oh my god, she showed me all the stars
MUSE não esperava que acabasse se importando com Fiora, tendo a julgado como uma mocinha chata e sem graça. Isso, contudo, virou do avesso ao descobrirem várias semelhanças e após terem rompido a aproximação, MUSE tenta ganhá-la de volta.
“Is it so wrong to want you all to myself?” (feiticeirorasputin)
Haviam pessoas que tinham mentes quietas. Fiora não era uma delas. Uma palavra, um movimento, uma frase... pequeninas coisas que a deixavam pensativa por semanas e traziam junto uma maldita dor de cabeça infinita. “Para.” Disse baixo, cruzando as próprias pernas e encarando os pés. Não queria olhar para Ruzgar e muito menos falar com ele. Na verdade, queria é cavar um buraco na terra e sumir. Não deveria estar ali e muito menos ir até ali tantas vezes. Fiora se conhecia bem demais para ser idiota desse jeito e aquilo fora um maldito deslize que agora fazia seu peito doer. Sua fala, contudo, não pareceu gerar muito efeito, pois Ruzgar seguia ali, sentado ao seu lado e a encarando. Sentiu a mão dele contra sua bochecha. “Não quero falar contigo, merda.” Virando o rosto para o outro lado, a Waller insistia em piscar os olhos, que ardiam sem parar. Estava se achando ridícula naquela situação. Fiora, ouviu seu nome dito por ele, que insistia em se aproximar. Abanando a cabeça em negativa, insistiu em ignorá-lo, mas ao ouvir o próprio nome de novo enfim virou o rosto. “We shouldn’t do this.” Sussurrou, apoiando o queixo no ombro alheio e o envolvendo com os braços. Sua boca procurou a de Ruzgar, soltando um suspiro longo e pesaroso durante o toque. Talvez decidisse ficar ali pelo restante das horas, mas outra vez ele acariciou sua bochecha e as palavras que vieram junto a isso a travaram por inteiro. As orbes esverdeadas fitaram as dele com pura seriedade enquanto a cabeça de Fiora aos poucos se movia de um lado para o outro. “Não diz isso.” Avisou, mas ele repetiu aquelas malditas palavras. “You don’t get to say that. You don’t get to fucking say that!” Empurrando o corpo tão envolto no seu, Fiora ficou de pé, enxugando com certa brutalidade as lágrimas que enfim caiam por seu rosto. “Você não é meu. E nunca vai ser.” A cabeça seguia chacoalhando e sua voz aumentava o tom, mas seguia soando da mesma forma: quebrada, rachada, dolorida. “Então não pode me dizer essa porcaria como se... c-como se... se isso valesse de alguma coisa.” Gesticulou apontando para ela e ele. “Como se isso significasse alguma coisa pra você. Porque eu não sou idiota. Eu sei que não significa. Então vá se foder, seu egoísta de merda!” Seu queixo tremeu e não conseguiu suprimir o soluço do choro, pegando suas coisas com a maior rapidez que pôde e deixando o cômodo.
@feiticeirorasputin
w. @kyrawaller
O corpo doía em pura exaustão quando enfim Fiora voltou para o apartamento e se jogou no próprio sofá. Com muito mais esforço que o necessário, os braços se moveram para colocar o celular para carregar e o ligando pouco depois. Após o dia longo de trabalho não tinha a menor dúvida que acabaria dormindo ali mesmo. Ou ao menos era o que pretendia até que o aparelho começou a vibrar sem parar com a quantidade absurda de mensagens e ligações perdidas. Fiora xingou os sete ventos, erguendo minimamenta a cabeça para ver o que era na tela acesa e se deparando apenas com o nome de Kyra repetido sem parar. “Puta que pariu...” Resmungou, prestes a se mexer e checar o que a irmã queria quando ouviu um barulho. Todo seu corpo travou e tensionou, os olhos arregalados passando por todo o ambiente pouco iluminado. O barulho se repetiu e Fiora se concentrou para checar de onde vinha. A porta de seu quarto estava encostada e ela tinha quase certeza que a deixara aberta. Pegou rapidamente o celular, já digitando o número da emergência ao mesmo tempo que se esgueirava até a cozinha e puxava a maior faca que viu pela frente. O maldito número não atendia então resolveu mandar mensagens de emergência a alguns de seus contatos mais confiáveis, se aproximando passo a passo do próprio quarto. Fiora esperou, respirando fundo e juntando coragem. O corpo se moveu com um raio, chutando a porta e pulando para dentro do cômodo com a lanterna do celular acesa e a faca no ar. No primeiro movimento de algo se mexendo, avançou de imediato, quase tropeçando nas próprias pernas ao enfim perceber que a pessoa deitada na cama era a droga de sua irmã. “KYRA! PORRA! CARALHO! QUAL A MERDA DO TEU PROBLEMA? PUTA QUE PARIU, CARA!” Fiora tacou a faca no chão e seu corpo caiu junto contra o solo, sentindo toda a adrenalina momentânea deixar seu corpo e deixar a dor retornar de uma vez só. Maldita fosse sua ideia de dar uma chave reserva de seu próprio apartamento para a irmã. “Espero que sua morte seja dolorosa e horrível. Peste.” Reclamou, mas sua voz era quase um sussurro e apenas cansada. “Por que tá aqui?”
w. @feiticeirorasputin
Mesmo tendo verificado a munição um bando de vezes, Fiora seguia repetindo o processo e re-contando quanto ainda tinha. Haviam combinado de jogar paintball no parque aquela noite, aproveitando da escuridão e das árvores para tornar o jogo ainda mais interessante e tornar o parque mais... colorido? Fiora não era bem uma pessoa que pregava o discurso 'é só um jogo'. Não mesmo! Levava aquilo absurdamente a sério, afinal, perder não era uma opção. Como estava escuro acabaram optando por dividir os times em quem estava com a parte de cima de verde e quem estava de preto. Era uma equipe grande e que ela participava vez ou outra quando muito entediada, acabando por não conhecer metade deles já que Fiora era terrível com detalhes que importavam e ótima com detalhes inúteis. Na tentativa de uma melhor visão, aproveitou que as árvores de onde estava eram próximas o suficientes e com bons galhos para que ela os escalasse e se movesse entre eles. E havia quem dissesse que seu treinamento de arvorismo jamais serviria para nada, hm? Sem muita dificuldade, escalou o tronco e se posicionou o mais alto que pôde, aproveitando a vestimenta toda preta para se camuflar enquanto se movia entre os galhos. Não demorou a ser atraída por uma conversa, observando que metros mais para frente havia um grupo conversando. O número era grande demais para ela sozinha, mesmo ali de cima, optando por dar meia volta e seguir na direção oposta. Ao saltar para a árvore seguinte, porém, observou outra pessoa se escondendo, logo notando o casaco verde. “Psiu!” Soltou baixinho. “Pssssssssssssssiu” Repetiu o som um pouco mais alto, esperando a silhueta confusa abaixo de si finalmente olhar para cima. “Eles estão vindo pra cá.” Apontou com a própria arma na direção onde havia visto o grupo. “Sobe aqui. Eles são muitos. Anda logo!” Usou ambas as pernas para se enroscar num galho mais baixo e se pendurou de ponta cabeça, já puxando a arma das mãos do cara em sua frente e gesticulando sem paciência para que ele subisse. Puta cara lerdo, sinceramente...
w. @reitritao
Já que Titus não era tão adepto a esportes radicais como ela, Fiora sempre marcava para que os dois fossem surfar juntos antes que o pai se traumatizasse por completo pelas atividades que era arrastado pra fazer. “Iiiih, não faz essa cara, não! O mar tá muito melhor do que na última vez.” Lhe deu um cutucão nas costelas. “Ou já esqueceu do mega mico que foi você achando que ia arrasar e a onda quebrou na metade?” Provocou com um sorrisinho enquanto fincava a prancha na areia e se sentava para observar o mar. “Foi mal ter demorado pra vir te visitar.” Preferiu dizer aquilo primeiro do que arriscar a possibilidade que ele reclamasse. Fiora realmente detestava ser cobrada pelas coisas, principalmente quando se tratava de afeto. Se sentia péssima todas as vezes por não conseguir ser afetuosa como a maioria da sua família esperava. Queria conseguir dizer aquilo para Titus, dizer o quão desconfortável se sentia, mas nunca tivera coragem para uma coisa dessas. Nem com ele nem com as irmãs. Fiora era uma verdadeira porcaria tentando expressar seu turbilhão de coisas então preferia sempre fazer alguma piada e ignorar o que quer que fosse. “Fiquei meio... ocupada demais. Você sabe, fotos, arte, produção, blá blá blá... é uma correria só.” Aquilo sim era bem mais fácil de explicar e pareceu uma desculpa bem melhor.
“I’m in trouble.“ (reitritao)
Fiora encarou o pai sentado em sua frente, em seguida baixou o olhar para seu próprio prato de macarrão, depois para o pai de novo. "Hmmm..." Murmurou e assentiu enquanto ele falava sobre alguma coisa. Alguma coisa. O quê, exatamente? Zero ideias. Fiora era uma porcaria naquilo, prestar atenção, manter foco. Sempre havia sido elétrica demais e curiosa demais, o que a fazia parecer uma maldita sem educação principalmente quando alguém desabafava sobre sentimentos ou coisa parecida. "Trouble?" Captou a palavra, estreitando os olhos e o olhando com óbvia desconfiança. "Dad... you know that fighting one of my sisters' dumb exes won't make them hate you, right?" A cabeça tombou de leve para o lado, alcançando a mão dele por cima da mesa e lhe dando leves tapinhas. "You need to chill, okay? Like... a lot. Or you'll end up just neurotic as Star."
“don’t take this the wrong way, but you don’t exactly blend in.” + @aethrawaller
"I'm sorry-WHAT?!" Fiora encarou a irmã com os olhos arregalados e a boca aberta em puro espanto claramente exagerado. Era óbvio que ela não se misturava nem um pouco, afinal, aquela era uma festa chique e quase de gala e a Waller caminhara até o local vestindo uma bermuda cheia de palmeiras, os fios loiros presos num rabo de cavalo, um camisão verde aberto, um top e chinelos. Secou dramática o canto dos olhos, fazendo uma cena absurda para a fala da outra. "You're telling me I'm not welcome here, sister? THAT'S IT? YOU'RE JUDGING ME?" A voz chorosa saiu conforme a mão repousava no peito e fazia um biquinho. "Alright then... I'll go away, but know this, sister, I wanted to be here for you. I did my best to come and you're kicking me out because of my clothes!" Nem deixou que a outra dissesse mais nada antes de sair em disparada, havia escolhido aquela roupa de forma completamente proposital porque se achavam que a iam enfiar num vestido e saltos por horas a fio estavam muito enganados. Conhecendo a família que tinha sabia bem que alguma hora alguém ia reclamar (como se os olhares irritados já não dissessem o bastante) e na primeira oportunidade Fiora usaria aquilo para dar no pé dizendo que fora expulsa. Era um plano bem ótimo, contando que fosse rápida. "Hasta la vista, fuckers..." Cantarolou alegremente conforme saía de fininho e ia direto para a praia.
“I am not just gonna sit there and have dinner with you after you tried to k*ll me and just broke into my house.” | HAWKEYE
FLORENCE PUGH — For JCREW