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@angelalfs
Stepping into 2026
Amazon Theatre, Manaus, Brazil: Deep within the lush embrace of the Amazon Rainforest stands the remarkable Teatro Amazonas, a testament to human ingenuity and artistic expression. It took over 15 years to construct the theater, with artists, designers, and materials imported from Europe, to create a one-of-a-kind cultural institution... The Amazon Theatre is an opera house located in Manaus, in the heart of the Amazon rainforest in Brazil. Wikipedia
A ETERNIDADE E A PERCEPÇÃO.
Para Boécio, a eternidade é um eterno presente, Agostinho de Hipona em sua perspectiva atemporal, dizia que sendo Deus eterno Ele está fora do tempo e sendo assim para Ele tudo já aconteceu.
Aconteceu? Como assim?
A realidade de tal perspectiva assusta até porque passado, presente e futuro, fazem parte de nossa finitude.
Source: A ETERNIDADE E A PERCEPÇÃO.
Em português, dizemos: "você enjoou de mim?" Mas em poesia, falamos: "os dias têm passado, e, pouco a pouco, percebo o distanciamento. O calor que antes existia em cada abraço agora se perdeu entre gestos mecânicos. Seu olhar, antes meu refúgio, parece distante, como se buscasse algo que já não encontra em mim. Suas palavras, antes recheadas de carinho, hoje são curtas, sem vida, deixando no ar um vácuo de significados. Sinto que caminhamos lado a lado, mas nossos corações já não se encontram como antes."
Em português, perguntamos de forma direta: "você não gosta mais de mim?" Mas em poesia, questionamos: "onde foi parar aquele riso fácil que antes iluminava nossos dias? Sinto que, em cada conversa, sua mente está em outro lugar, seus olhos vagam por horizontes aos quais não tenho acesso. E, por mais que eu tente, parece que há uma barreira invisível entre nós, algo que não consigo atravessar."
Em português, dizemos: "está tudo bem?" Mas em poesia, percebemos: "há uma distância crescente, uma espécie de vazio silencioso que se instalou entre nossos corpos. O toque, que antes era sinônimo de cumplicidade, hoje é apenas uma formalidade, como se estivéssemos cumprindo uma rotina. E nesse vazio, me perco, tentando encontrar vestígios do que fomos um dia."
Em português, falamos sobre a indiferença. Mas em poesia, nos perguntamos: "por que sua presença já não preenche o mesmo espaço dentro de mim? Por que cada despedida tem o peso de algo que nunca volta? E por que, mesmo ao seu lado, sinto como se estivesse sozinha, como se algo fundamental entre nós tivesse se quebrado, silenciosamente, sem alarde?"
No final, em português, falamos de fim. Mas em poesia, desenhamos saudades do que nunca mais será, mesmo enquanto o silêncio ainda ecoa entre nós.
Sara.
• teus olhos