Quero tua voz sussurrando e me pedindo pra não parar.

if i look back, i am lost
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@animosidades
Quero tua voz sussurrando e me pedindo pra não parar.
Para todas as perguntas a despeito de seu humor, ou afirmações sistematizadas sobre a cara meio mucha e morta, ela respondia é cansaço. Nunca admitiu a ninguém que sofria de uma miséria interna. Guardava a dor consigo como quem guarda um verdadeiro amor. E agora aprecia o sofrimento num vício fúnebre e doentil. Ela já não é mais ela. Acho que nunca foi, na verdade. Acho que nunca fui.
o amor pode ser a quarta dose de tequila que eu tomei numa festa em agosto de 2014
tcd
Não estou te pedindo que sinta o mesmo de volta, que me visite aos finais de semana e conheça meus pais. Não estou te pedindo para esquecer todas as outras possibilidades e focar em quem verdadeiramente gosta de ti por quem é (eu, prazer). Só estou de dizendo, deixando claro que não te vejo só como amigo e que não espero beijos, contrato ou corações ao lado de bom-dias. A única coisa que espero é honestidade. Gosto de você sem ter porquê, gosto de você ao ponto de dar minha cara a tapa e continuar falando contigo porque amo falar contigo e tua voz me faz bem, só por favor, não dê um de mim e quebre meu coração.
Não estava esperando que você sentisse o mesmo, mas me abri, isto é, te falei da reação semi eufórica do meu cérebro. Te falei que estava nervosa, que minhas mãos suavam e o peito ardia (e arde mesmo, não é eufemismo e nem de longe hipérbole). Falei até da minha forma incapaz de ser eu quando tem você. Disse que minha voz muda e que transmito uma alegria boa de se ver. Ah! eu amo tua risada. É mesmo quebra de coerência no texto, mas sempre bom lembrar. Tua voz também é maravilhosa. Você é um cara bom, não um bom cara, mas sim um cara bom. Não quebra meu coração não, tá? Eu meio que preciso dele para bombear sangue.
Apenas seja.
Me ocupo sentindo sensações diversas; e não me resta tempo para por minhas vivencias em meras nomenclaturas.
Eu simplesmente sou.
Eu simplesmente sinto.
- EL.
“Queria poder dizer que hoje está mais fácil, que com o passar dos dias dói menos e que semana que vem te esqueço, ou, que daqui um ano vai ser como se nunca tivesse te conhecido. Mas não, não é nem perto disso. Me vejo cada vez mais fundo nesse mar agitado que é não te ter aqui, e que por mais que eu tente nadar para o topo, a saudade e as lembranças pesam como toneladas e não me deixam subir pra respirar. Estou sufocando com as coisas que não posso mais te dizer, com os abraços que não posso mais te dar e com os planos que um dia fiz pra nós e vou ter que estocar na sessão dos sonhos impossíveis. Você costumava ser o oxigênio que fazia os meus pulmões funcionarem direito. Sei que é exagero, mas tudo com você foi extremo e eu sempre vou te amar nessa proporção. Mesmo que eu tenha que engolir a seco, junto com tudo o que eu queria que a gente fosse.”
— A morte do que eu sentia.
Os meus versos mais bonitos estão em uma gaveta de canto, em folhas aleatórias, escritos em momentos diversos, em dias de altos e baixos; e neles estão aqueles de quem eu jamais ousarei esquecer.
-EL.
Eu chorei quando eu percebi que minhas tentativas eram em vão, que nada importava. Tu cabia em mim, mas eu não tinha espaço em voce.
Minha poesia tem o formato dos teus fios,
da pele macia dos ombros,
do aroma que se desprende da nuca.
Minha poesia tem a cor do seu sorriso branco.
Do teu sorriso meia boca. Que encanto!
Eu ainda nem tomei café,
e já tropecei no verso que sua presença marcante
deixa pela sala.
Nanda Marques.
Minha poesia tem o formato dos teus fios,
da pele macia dos ombros,
do aroma que se desprende da nuca.
Minha poesia tem a cor do seu sorriso branco.
Do teu sorriso meia boca. Que encanto!
Eu ainda nem tomei café,
e já tropecei no verso que sua presença marcante
deixa pela sala.
Nanda Marques.
Eu escrevi muitos cartões, com mil motivos para amar; escrevi na intensão de me convencer que o caminho certo era o se entregar. Os dias passaram, quase voaram. As chuvas cessaram, as andorinhas também. Mas aí novamente eu estou aqui sentado, na beira da cama onde deitados dizemos nosso primeiro ‘eu te amo’, sentado de frente para o pátio que tantas vezes deitamos sobre as folhas; de novo sozinho, sem ninguém além de mim. Sem pais, sem amigos, apenas uma fotografia sua, tão colorida e tão real. Olhos claros como estrelas mostram-me que falhei, como sempre. Te amando vou constantemente, em flashes presentes da sua risada, acrobacias da minha mente, das minhas lágrimas. Não importa mais o tempo agora, quando eu não estiver lá então vão me notar, quando eu não aparecer então irão me procurar mas aí meu amor, vai ser tarde demais. As feridas destas veias já terão, gota-a-gota, escorrido minha paixão para longe de mim.
Nunca confessei abertamente o meu amor, mas, se é verdade que os olhos falam, até um idiota teria percebido que eu estava perdidamente apaixonado. — O Morro dos Ventos Uivantes.