🪼
NASA
h
i don't do bad sauce passes
Misplaced Lens Cap
RMH
cherry valley forever

Product Placement
Stranger Things
Not today Justin
TVSTRANGERTHINGS
Mike Driver
Cosmic Funnies
almost home
Acquired Stardust

Discoholic 🪩

❣ Chile in a Photography ❣

JVL

No title available

ellievsbear
seen from Canada

seen from Malaysia

seen from Germany
seen from Singapore

seen from Ukraine
seen from China

seen from Malaysia

seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Canada

seen from United States

seen from T1
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from United States
seen from Canada

seen from United States
@aninhamelo
Sabe, é muito fácil falar sobre a coisa certa a fazer, quando não é a nossa vida.
– That 70’s Show
Eu sou a construção dos descaminhos que tomei.
Felipe Vale, trecho de Textos e Quartos. (via gavettablog)
por Ricardo Tokumoto www.ryotiras.com
é triste
Rosa Morena, in Movimentos Intransitivo
acho que já postei mil vezes e foi necessário em todas elas.
Desapaixonar-se dos medos. Dos nãos que secam a alegria de viver. Alimentar-se de memórias deliciosas e conversas entre você e suas saudades. Dessas que ninguém pode tirá-las de ti. Apaixonar-se por um sorriso. Por alguém. Por uma ideia louca que você pode ser na vida de alguém. Apaixonar-se por você. Descobrimos com o tempo que as palavras mais comuns são as mais deliciosas de serem ouvidas. Às vezes dificílimas de serem ditas. Descobrimos com o tempo que afinal pouco é muito.
Vanessa Leonardi
Odeio pensar numa definição de saudade e só me lembrar do teu nome.
“Você acredita em almas gêmeas? Confesso que relutei, durante muito tempo, mas acabei dando o meu braço a torcer. Sim. Eu acredito. Mas algumas delas, de tão parecidas, se estranham. E, aquilo que deveria ser um elo pela eternidade, acaba se desafazendo feito pontas de um laço que decidiram caminhar para lados opostos. Só que, ainda assim, fazem parte da mesma fita.
São emocionalmente semelhantes. Seus corações ainda batem no mesmo compasso, por mais que todo o resto permaneça distante.Sou apaixonado pela ideia de constituir uma família, ter uma casa, um lar mesmo, sabe? Desses que a gente se sente abraçado só de entrar. Desses que existe amor. Desses que existe um casal, umas plantinhas, uma decoração bonita, um cachorro e, quem sabe, com o alinhar das vidas, crianças. O difícil é querer tudo isso, mas continuar sendo parte de uma fita que tem extremidades caminhando para lados diferentes.
Quando conhecemos as nossas almas gêmeas, conseguimos perceber que as nossas vidas convergem na mesma direção. Os sonhos possuem o mesmo norte. Algumas batalhas são semelhantes, as quedas, até os pódios. Mas nem sempre ficamos com as nossas almas gêmeas.
Faz parte do nosso aprendizado beijar bocas certas, com sorrisos que se encaixam; bocas erradas, com línguas do tipo liquidificador; bocas que não deveriam sequer se aproximar, pois os dentes trincam; bocas, daquelas que não fazem a menor diferença para os nossos dias. Mas, amigo, você sempre irá reconhecer aquela boca que o abraço envolve, dá paz, que o cangote vira ninho, que a presença te recarrega, que a voz te abranda e acelera o coração na mesma medida. Quando você identificar essa boca saberá que encontrou sua alma gêmea.
Mas, preciso repetir – nem sempre ficaremos com as nossas almas gêmeas. E, dessa forma, os dias vão passando. A gente segue jurando que uma hora esbarra em alguém melhor. Em nosso amor verdadeiro. Seguimos enchendo a nossa cabeça de sonhos, ilusões, ao invés de darmos meia volta e repetirmos aquela frase que já decoramos: eu não suportaria nem mais um dia sem a certeza de que te tenho para mim.“ (Matheus Rocha)
“Foi quando eu disse que não queria mais dormir se não fosse contigo. E que iria segurar na sua mão até o dia que seu cão voltasse. E se algum dia, olhando pela janela, os cotovelos apoiados, os dedos segurando um cigarro, eu me questionasse novamente o que seria essa tal felicidade, eu queria muito que a cidade gritasse seu nome.”
— Gabito Nunes.
este texto não é sobre você. é sobre mim. é sobre a minha força de permanecer ileso, intransponível e apaixonado pela vida aos 21 anos. é sobre mim, que não me suicidei embora tivesse querido muitas vezes. é pela força que resgatei de dentro do meu peito todos os dias infernais depois que o trauma me atingiu em cheio feito esses acidentes que acontecem nos grandes centros e que desaparecem, junto à paisagem. é sobre mim, que consegui sobreviver ao estorvo que foi todos os dias pós-trauma, pois no meu âmago habitava resiliência suficiente que encheria 10 Maracanãs inteiros. é sobre mim, que permaneço amando viver, amando me doar, amando queimar minha pele no sol enquanto as pessoas preferem o vazio dos corações ingratos. é sobre mim, que decidi ser ainda mais forte e abraçar toda a essência do amor. porque acredito que depois do trauma (e virão outros) vem o amor-próprio, a vontade de ser melhor (pra si), o desejo inerente de continuar, não importa como.
esse texto é sobre mim e a minha força. porque consegui me levantar da cama sem me sentir vazio, inescrupuloso, infeliz. porque tô aprendendo a me encher de mim mesmo feito água em poço que dá em agreste: aos poucos, vou me descobrindo líquido, amoroso, bom.
eu sou bom. muito bom.
esse texto é sobre como eu consigo andar pela cidade sem medo ou receio ou magoa ou dor ou ressentimento ou qualquer dessas coisas que ficam depois do atrito. agora, eu ando por mim, pela vontade de me jogar das pontes, prédios e ruas para virar poesia. porque eu sou uma poesia. viva, inexorável e consciente de si. eu não preciso de olhos que me leiam quando minha linguagem já é uma boca gritando no mundo.
a partir de ontem, é tudo sobre mim.
Green eyes
- para os mais belos que já conheci.
No sábado quando coloquei a música de Coldplay pra tocar, me chamou de chata por ouvir as músicas mais legais sem você do lado. Tu não imaginavas que o que queria mesmo era gravar na minha cabeça as tuas atitudes cotidianas sob aquela trilha sonora, como num filme. Olhos verdes. Os mesmos que ficaram vermelhos e ainda mais miúdos quando tanta dor e preocupação te percorreu as faces. Nunca mais tirarei da minha cabeça aquela cena, e o meu sentimento de impotência ao te sentir tão pequeno em meu abraço e não ter armas para acabar com teus problemas naquele instante. Minha fortaleza desmoronava ante meus olhos, e eu fazia o que podia, tentava sustentá-la com as mãos. E aqueles olhos que vez por outra me fitavam de relance. Olhos verdes. Que, minutos depois, me trouxeram pra junto e com a intensidade e a luz de uma supernova me fizeram promessas. Não ouvi coisas irreais, eles não me prometeram o mundo, ou a eternidade, me prometeram presença, confiança e lealdade. Aqueles olhos também não sairão da minha cabeça. Olhos verdes. Os que me encantaram desde o primeiro momento, que tem a mania da paquera, que ficam apertadinhos quando ri com mais leveza - eles combinam tão bem com teu sorriso - ou logo depois de acordar, que eu vejo sair faísca quando nos amamos. Olhos verdes. Os teus.
Enquanto houver nós dois, sempre sua,
Ana Beatriz
quando eu te olho parece até que a vida vale a pena.
e contigo
ela vale mesmo.