otp: no one's gonna hurt you ):
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@ann-ivanova
otp: no one's gonna hurt you ):
Ficou muito gata naquele tubinho vermelho!
Hmm, obrigada?
Você consegue se imaginar no futuro? Amycus fará parte dele?
Não imagino meu futuro nem faço planos de vida a longo prazo por motivos pessoais.
Por que tão séria, broto? Seu sorriso é tão lindo.
Sem motivos para fazê-lo hoje. Tente amanhã.
Sou tem Annycus (Anna+Amycus), tá bom? Para sempre.
Você tem noção do quanto é bizarro dar um nome pra isso?
ooc:
Aproveita que a Ravenclaw de olho no Amycus é do mesmo ano que você e a enfeitice!
Por favor.
Eu vim de Durmstrang, poderia enfeitiçar uma sétimo anista se quisesse. E não, não vou perder meu tempo nisso.
Yaxley parece estar de olho no seu homem. O que pretende fazer?
Desculpe, mas fofoca não é meu departamento. E garanto que não há nada que te interesse nisso.
Everything's made to be broken @Annycus
Frustração. Tudo que Amycus sentia no momento se resumia a essa simples palavra. O baile apelidado por si de “maldito” havia começado há algumas horas e provavelmente àquela altura estava em seu auge. Mesmo que ele e Anna já houvessem feito muito bom uso do dormitório completamente vazio enquanto os sonserinos se divertiam na festa, o rapaz não estava nada contente em ter de abandonar sua condição privilegiada para socializar com o resto da população de Hogwarts, mas a morena utilizou alguns artifícios para convencê-lo e ele quase sempre cedia quando se tratava dela.
Exatos quinze minutos transcorreram desde que o jovem descera de seu quarto trajando vestes elegantes que, diga-se de passagem, não foram planejadas para o evento. Ele encontrava-se completamente despreparado e ainda estava pensando no que fazer a respeito da máscara exigida para entrar. Entretanto, Carrow desconfiava de que Ivanova, ao contrário dele, tinha tudo pronto; não poderia existir outro motivo para ela querer comparecer à solenidade em cima da hora.
Sentado no sofá de couro escuro, não parava de encarar o lustroso relógio pendurado bem acima da lareira e desejou que o tempo passasse mais devagar. Anna poderia demorar o quanto quisesse e ele simplesmente não se importaria. Para o bem da verdade, ainda nutria a ilusão de que a morena poderia desistir da ideia a qualquer minuto para que os dois continuassem confinados no dormitório pelo resto da noite.
Interromper uma sessão particular com Amycus Carrow por conta de um simples baile parecia uma atitude completamente irracional em seu ponto de vista. Seria ainda mais desprovida de lógica caso não tivesse sido a própria garota aquela que tinha optado por comparecer na festa que de certo acontecia há algumas horas. Em seu imaginário pensou que a quantidade de estudantes bêbados e de humor oscilantes não eram o exato protótipo de situação atraente, contudo, parte de si queria ver como as coisas funcionam em Hogwarts por si mesma. Outra parte - a mais egoísta delas - ansiava por ter a companhia de Amycus num pequeno gesto possessivo.
Ivanova tentou ser o mais breve possível ao vestir um longo tingido em carmesim vivo, a cor num contraste perfeito se comparada com sua pele bronzeada. Os fios foram arranjados num penteado solto, porém nada desarranjado ou fora dos padrões. Maquiagem e demais complementos foram feitos rapidamente pela praticidade búlgara, que nunca a permitia se atrasar ou demorar muito ao marcar um compromisso. E se o Carrow estava esperando, considerava isso um belo motivo para ser pontual e não irritar o mesmo.
Não encontrou muita dificuldade em estar pronta num período aceitável de tempo, e nisto seus pés foram guiados pelas escadarias ao encontro dele. Tentou imaginar o humor sonserino ao reencontrá-lo, e não foi surpreendida quando o viu largado no estofado escuro sustentando uma expressão de quem não tinha a menor vontade de juntar-se aos demais alunos fora das Masmorras. — Prometo te dar outros bons motivos para ir ao baile quando estivermos por lá. — Sua fala saiu em timbre suave e felino, fazendo uso do charme contido nela propositalmente. Por fim deixou um sorriso quase imperceptível tomar o cantinho dos lábios ao diminuir a distância entre eles, e sua elegância fazia parecer extremamente fácil caminhar apesar da cauda que seu vestido vermelho trazia ao final. — Tentei não te fazer esperar muito. — Acrescentou num sutil dar dos ombros, antes de finalmente permitir que a imensidão de suas íris negras encontrassem o olhar nitidamente azul do rapaz.
Pseudo-turno @Amycus
— Me avise quando encontrar uma então. — Pediu com naturalidade ao virar-se para apoiar as costas no parapeito e puxou a garota gentilmente pela cintura quando ouviu a pergunta dela sobre o famigerado baile, fazendo-a ficar bem mais próxima de si. Não foi possível evitar uma risada sem humor, já que nos últimos dias a escola havia sido contaminada com a notícia da tal festa e não se falava em outra coisa. O rapaz não poderia se importar menos com o evento, mas admitia que a saída dos aurores merecia de fato uma comemoração de tamanha grandiosidade. — Com os idiotas fora, acredito que sim. E não vou ter mais nada com o que me preocupar. — Respondeu, soltando a respiração de um modo que transparecia alívio e tranquilidade genuínos pela primeira vez naquele dia. — Mas falando no maldito baile… Você vai querer ir ou prefere passar a noite em outro lugar? — Perguntou displicente enquanto mexia nas pontas do cabelo da morena de forma distraída. — A segunda opção particularmente me agrada bastante. — Concluiu, enviesando o canto dos lábios num sorriso malicioso.
— Não vou ter problema algum em avisar, significa que terei mais alguns anos de vida por aí. — Constatou enquanto seus dedos foram de encontro à gola da camisa alheia, segurando-se nela delicadamente conforme mantinha aquela distância confortável. Decidiu abandonar as temáticas soturnas para trás e trocou a própria morte pelo assunto do baile e da liberdade de ações em Hogwarts com o afastamento dos aurores. Tinha de confessar o alívio por vê-los bem distante, pois isso representava uma maior segurança para o Carrow. Sendo assim, deixou um riso escapar pelas frestas dos lábios conforme os pensamentos do rapaz foram externados, e esse apenas evoluiu para um sorriso igualmente sugestivo ao escutar a segunda proposta dele. — Agora me diga... Quem precisa do baile? — Complementou antes de ficar na ponta dos pés e deixar uma breve mordida na linha do maxilar rígido e masculino. Prolongou o gesto ao aprofundar o empenho dos dentes, tudo isso para ao final deixar as mãos escorregarem pelo torso repleto de músculos bem dispostos enquanto recuava. Uns dois ou três passos foram dados caminhando para trás, e assim ela deixou no ar suas novas palavras. — Caso você queira uma prévia do baile estarei livre hoje de noite após o jantar no grande Salão. Sabe onde me encontrar. — E assim virou de costas ao girar sobre os calcanhares, ainda sob o efeito da conversa extremamente sincera que acabava de ter. Talvez estivesse na hora de enfrentar o que sentia de frente.
Pseudo-turno @Amycus
— Eu tava brincando. Sobre mudar de nome. — Fez questão de reforçar, uma vez que a morena pareceu ter levado sua fala a sério - ou pelo menos parte dela. — E pra ser sincero, duvido que isso resolva. Seria fácil demais e alguém já teria conseguido quebrar antes. — Afirmou, finalmente desviando o olhar das próprias mãos para fitar a garota, que escorava-se sobre o parapeito numa posição um tanto quanto perigosa. O ato arrancou do rapaz um sorriso sutil, quase imperceptível, e ele também inclinou o corpo para frente no intuito de igualar-se a ela. — Como pode estar tão calma? Quer dizer, eu provavelmente não saberia lidar com isso se fosse eu no seu lugar. — Tudo bem que existia uma guerra iminente e, por conseguinte, chances de morrer em uma das batalhas, mas caso a morte viesse pelas mãos de um adversário qualquer, a culpa seria apenas sua por não ter tido a competência de evitá-la. Porém, a ideia de ter uma data de morte predeterminada por uma maldição devia ser no mínimo horrível e Amycus certamente não iria digerir a informação da melhor maneira. — Empatados. — Repetiu ao recuar o tronco, deixando escapar um suspiro que beirava o cansaço.
— Eu também duvido... Mas não custa nada imaginar que sim. — Sua fala simplória acompanhou um sutil dar dos ombros. Estava tão acostumada a não ter esperanças que dificilmente ia se agarrar naquela pequena possibilidade. Deixou que o agrado pelo gesto idêntico do rapaz a agradasse mais do que qualquer outra preocupação tomasse conta de sua cabeça. Mas os dizeres seguintes do sonserino de fato a surpreenderam. Não esperou que Amycus achasse sua condutaum tanto diferenciada, por mais que realmente o fosse. — Você acaba se acostumando. Não é como se eu não buscasse encontrar uma solução, mas também não quero perder o controle por causa disso. — Disse com enorme simplicidade antes de buscar pelo olhar do mais velho. Esperou que o episódio sobre Leo estivesse superado, visto que de nada ia valer o Comensal temer algo que em nada tinha influência na vida deles. — Hogwarts vai voltar a ser uma zona livre depois do baile? — Perguntou de forma displicente, se perguntando o quanto ele teria de se controlar para não colocar as coisas fora dos eixos novamente. Era um fato que toda e qualquer atitude do maior agora tinha de ser acompanhada de exímia cautela, mas nada que fosse difícil para o jovem sempre frio e calculista.
Pseudo-turno @Amycus
O afastamento mútuo acabou resultando na busca por sua posição inicial: debruçado no guarda-corpo da Ponte Coberta, segurando o inseparável cigarro e fitando a paisagem. Mas dessa vez, a concentração do rapaz estava totalmente no que a morena tinha a dizer. Brincadeiras a parte, ele acreditou que a introdução sobre morte realmente levaria o assunto a algum ponto relevante e sério, por isso fez silêncio e não permitiu que o semblante denunciasse quaisquer insatisfações obtidas ao longo da explicação de Anna. Agora recordava-se de uma conversa que tiveram quando a búlgara ainda era novidade em Hogwarts, na qual ela comentara sobre as mulheres da família morrerem cedo. Porém, Amycus nunca imaginaria que se tratava de uma maldição genuína, pois em todo seu conhecimento acerca de Magia Negra o sonserino jamais vira coisa parecida. — Que… merda, não? — Franziu o cenho e em seguida jogou o pequeno filtro fora, o olhar involuntariamente decaindo sobre as próprias mãos. A ideia da garota morrer era algo que lhe desagradava imensamente, contudo, encontrava conforto no fato de que ainda demoraria alguns anos para isso acontecer, e com toda certeza o jovem sequer estaria envolvido com Ivanova quando a maldição enfim se consumasse. — Será que mudar de nome não resolve? — Deu de ombros, sem realmente levar a sério a própria pergunta.
— Sim... Uma merda. - Teve de reutilizar a palavra do rapaz para expressar o descontentamento com seu futuro. A mente viajando para uma possível morte solitária, visto que não tinha plano algum de manter pessoa por perto tempo o suficiente. Ao menos não o suficiente para vê-la morrer. Desviou o olhar do alheio para deixar que os pés se encaixassem no pequeno degrau do parapeito, pendendo assim o tronco para frente afim de obter uma melhor visão da paisagem verde logo abaixo deles. Não ignorou propriamente a fala dele, porém se manteve calada por mais alguns segundos ponderando acerca disso. Tinha pensado na solução anteriormente, mas o vínculo teria de ser sólido o suficiente para quebrar a maldição. Então um suspiro enfadonho escapou dos lábios dela antes de prosseguir o diálogo mórbido. — Resolve se a pessoa envolvida estiver realmente interessada em me ver viva, eu acho. E eu teria de abdicar da toda minha família, algo como largar tudo pra trás. - Deu de ombros por fim, ainda apoiada naquele declive alto e perigoso. — Mas não me preocupo. Como você mesmo disse, a morte chega pra todos. Além do quê, existem coisas mais importantes em nosso tempo para se preocupar. - Ali existia uma variedade que ia desde a guerra iminente até a possibilidade dela nunca acontecer, isso numa hipótese remota. Terminou por dar um pequeno pulo para trás, voltando a pisar em chão concreto. — Empatados. - O termo "empate" parecia uma antiga constante entre eles, e ela fez uso da referência antes de dar um passo a frente, retomando a proximidade com o sonserino.
O sexo continua bom? O que faz pra não ficar na rotina?
Claro, ainda melhor. Amarras, empenho, unhas bem preparadas, fôlego acima da média e Amycus Carrow são alguns elementos.
O que sentiu quando soube que ele não foi preso?
Amycus não ia ser preso. Ele tinha um motivo sério para não ser, e acreditei quando ele prometeu que não o seria. Eu confio nele, mas confesso que tive a melhor noite que tive depois de bom tempo quando tive a certeza que ele estava livre.
Amycus já disse que te ama?
Ele já o fez. Mas eu não preciso de palavras com ele, eu não o cobro em nada. Não somos construídos por elas, palavras são esquecidas no final. Atitudes que não.
E a Alecto? Continua sem uma única pica?
Por favor... A Alecto consegue se virar muito bem "sozinha" até onde eu sei. Mas em todo caso, vai lá tentar a sorte. Quem sabe você consegue.
FFAG: Emma se tornou uma amiga?
FFAG:
Sim, claro. Houve um período difícil em nossas vidas onde basicamente tínhamos uma à outra para compreender o que estava acontecendo e nos apoiar. E ela terá sempre minha lealdade.