..when we cross a room’s threshold, much less a chasm, we shift hemispheres, too..
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“Você escolheu uma péssima parceira.” Soltou ao deixar uma unha de dragão cair no caldeirão na mesa em frente dos dois, esperava que fosse a quantidade certa, um dos seus erros era ler a receita antes de tudo e consultá-la só quando necessário, o que quase raramente acontecia. “Suas poções nesse momento devem apresentar uma coloração azulada, quase roxa.” Astra, o professor de poções, recitara a turma, fazendo Annika se inclinar para analisar, parecia azul, certo? “@axelrose você acha que é a cor que é esp...” Antes que terminasse a pergunta, uma explosão vinda do caldeirão sujou seu rosto, esperava que Axel não tivesse atingido. “Eu falei que não era boa em poções, pelo menos, não a parte prática.”
A garota não estava querendo abrir seus olhos, as sensações dos sonhos eram muito melhores, com os lábios de muse 47 nos seus, como suas mãos passeando pelo corpo curvilíneo, mas suas pálpebras abriram de vez ao escutar os gritos, era uma voz conhecida, até bem demais. Levantou e sua suspeita confirmada ao ver a cama de Romane vazia, saiu do ambiente e ver a pequena discussão de @deusmelievremont com um fantasma. “O que tá acontecendo aqui Rom?” Sono ainda presente em sua voz, deixando todos os sentidos meios nebulosos pelo organismo acordando aos poucos. “Vai acordar o pessoal, como me acordou.”
Annika nunca deveria acreditar no que um garoto poderia dizer, teria evitado a situação que a bruxa de descendência asiática se encontrava, presa no armário de vassouras com apenas seu material de desenho. Claro que não era culpa toda do aluno do último ano, só 98%, os dois por cento era porque hjardana havia esquecido sua varinha. “Por que sou tão burra?” Dissera ao deixar os materiais no chão e começar a socar a porta do local. “ME AJUDEM, POR FAVOR!”
@vampirskiold
REGISTROS ESCRITOS SOBRE OS ALUNOS DO INSTITUTO DURMSTRANG, REVISADOS PELO DIRETOR MAGNUSSEN EM 2001
FICHA ACADÊMICA DE ANNIKA, TAMBÉM CONHECIDA COMO MUSE 49 MARCADA PELA GEBO.
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Não que Annika não conhecesse os efeitos colaterais de uma poção ou feitiço, mas era incrível toda vez que via, principalmente, quando havia uma troca de coloração em cabelos de outras pessoas, soltou uma pequena risada, mas logo a calou ao visualizar os olhares do público. “Queria te ajudar, @dragon-nina, mas acho que se eu tentasse consertar, faria você ficar careca.” Agora soltara um riso menos contido, porque não tinha vergonha da falta de habilidade em áreas práticas da magia.
Annika estava quase desistindo de procurar Petra pelos corredores da escola, seus braços cansados de segurar os materiais de desenhos, queria deixar sua melhor amiga por dentro de suas novas descobertas. Estava tão distraída olhando para todos os cantos caso conseguisse enxergar os cabelos ruivos, quase caíra ao chão ao tropeçar em algo felpudo, quase iria continuar andando, mas ouviu um resmungo e encarou o coala perdido. “O que você está fazendo aqui? Está perdido?” Abaixou-se ao nível do fylgjur de algum aluno ou poderia ser de professor?
@cayln
Dê like para um starter e diga o número que deseja (abaixo do readmore)
Até 06, prefiro não repetir os números <3
@strangstarters
pcripatetico:
Diante da confirmação da aluna, Nick esboçou um sorriso melancólico, satisfeito por ter feito o sacrifício corretamente, mas chateado pela perda. “Obrigado, Annika” respondeu, observando as chamas da pira ao lado dela. Era uma das alunas nas quais o professor depositava esperanças de desconstrução e aquela era uma ótima oportunidade para tentar ensiná-la um pouco sobre o mundo trouxa. “Legal mesmo. Falando nisso, sabe que tem vagas abertas no meu clube de Estudos dos Trouxas? Seu amigo, Zarko, entrou, por que você não entra também? Acho que iria gostar” sugeriu, empurrando-a amigavelmente com o cotovelo.
“Você sabe que objeto era?” Curiosidade consumia a garota enquanto tentava se lembrar, se em algum momento, de suas viagens que fizera ao mundo trouxa já teria visto tal objeto, nada. “Quando Zarko entrou?” Seus sentidos rapidamente acordaram ao escutar Zarko, cada célula de seu corpo ganhando vida na busca de saber mais sobre o seu melhor amigo, se precisasse iria até a lua para ganhar o amor, não que não tivesse -- mas precisava do amor romântico e não de irmão. “É preciso ter alguma habilidade especial para entrar?” Interesse repentino surgindo por uma coisa que nunca imaginara. “E o que faríamos durante o tempo reunidos?”
Era a segunda vez que Nick oferecia um sacrifício em Durmstrang, considerando que havia se esquecido e levado uma advertência por isso no primeiro ano. Já ressentido com a sala, suspirou antes de colocar o objeto escolhido no altar. Tratava-se de um celular velho encontrado no lixo, cuja função ainda não havia descoberto. Nick se despediu dos mistérios daquela tecnologia trouxa, mas foi surpreendido com o súbito aparecimento de uma labareda. “Isso deveria acontecer? Não aconteceu da outra vez” perguntou à pessoa mais próxima. @strangstarters
Encarou curiosamente o professor jogando um.. Nem sabia o que era aquilo, poderia ser algo trouxa? Era uma possibilidade grande, conhecia o antigo aluno de Hogwarts que era fascinado por objetos trouxas, um professor com tal comportamento dificilmente seria esquecido pelos bruxos puristas e Anni, não seria diferente. “Creio que sim, professor.” Confirmou com um sorriso confuso em seus lábios. “Não sabia que funcionaria com um objeto trouxa, isso é legal.” Não era uma mentira, por mais que o mundo trouxa não fosse uma das coisas que fascinassem a Liszt, mas aquilo sim, só não sabia se seria um fascínio bom ou ruim.
— Se ainda sacrificássemos pessoas, as coisas ficariam bem mais interessantes por aqui. — Reclamou para a pessoa ao seu lado, encostando-se na parede, observando sem muito interesse os acontecimentos que desencadeavam-se sob o seu olhar. — Será que deveríamos apostar? Quem você acha que vai ser a primeira pessoa que vai fazer um escândalo ou abusar da bebida?
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“Mira!” Exclamou surpresa com a fala de sua amiga, claro que tinha conhecimento das atitudes de Miray, sendo assim não deveria demonstrar qualquer reação desconhecimento do comportamento, mas era chocante da mesma forma quando Annika escutava ou via as ações inconstantes de sua melhor amiga. “Isso é um absurdo, além de nojento, quer dizer imagina um sacrifício humano.” Fez uma careta, mas logo balançou os cabelos negros e colocou um sorriso ao imaginar algum escândalo e, que até, talvez pudesse ganhar algum momento romântico com Zarko ao deixá-lo longe da turca. “O que você quer apostar?” Perguntou interessada, sabendo muito bem o que gostaria de apostar.
@annikakliszt
arunnai
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Saul Bass (via wnq-art)