HOW ARE YALL GETTING DIFFERENT FLAGS EVERY POST IVE LIKED HAS GIVEN ME THE RAINBOW ONE

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HOW ARE YALL GETTING DIFFERENT FLAGS EVERY POST IVE LIKED HAS GIVEN ME THE RAINBOW ONE
Theodore se agachou para ficar na altura do banco em que estava @flintwocds, olhando os ferimentos com a sobrancelha levemente erguida como se buscasse uma explicação para aquilo. A falha temporal, a liberação do campo de quadribol... tantas poderiam ser as justificativas, mas preferiu deixar espaço para que se pronunciasse caso quisesse. "Curioso como se parece com seu pai!" murmurou baixo, recordando de como Marcus também costumava chegar com alguns hematomas com certa frequência. "Por sorte estou pronto. Pelo visto estas poções vão ser mais úteis do que pensei" afirmou antes de tirar a rolha do pequeno frasco de essência de ditacmo, passando na perna da afilhada como quando era pequena e brincava com seus filhos.
w: @winnierised / ano: 1995
O salão principal estava exatamente como se recordava. As velas suspensas iluminando o teto enfeitiçado, o púlpito do diretor com as asas de fênix calorosamente acolhendo os recém-chegados e, mais ao fundo, a extensa mesa dos professores. O que era novo para si eram os olhares intrigantes de seus novos parceiros de trabalho, provavelmente tomando notas se ele seria mais eficiente que o falecido — e muito falecido — Sr. Binns. Um sorriso esguio surgiu em seus lábios com tal pensamento, formando piadas perfeitas para tentar conquistar seus primeiros alunos. A passos largos, aproximou-se do seleto grupo de funcionários que conversava sobre o início do ano letivo. Com um cumprimento desajeitado, os saudou, até que, após uma apresentação, sua simpatia pareceu minguar. "Essa é a professora Trewlaney... vocês estudaram juntos, não?", o professor de Feitiços questionou, com seus pequenos olhos vidrados na expressão surpresa que emoldurou o rosto de Júlio. Seus pés pareceram congelar na pedra de mármore em que pisava, e ele precisou limpar a garganta antes de arriscar alguma palavra. Para alguém que era exímio com a linguagem, não saber o que dizer era uma raridade. "Talvez fizemos mais do que estudar..." sua voz ressoou mais alto do que gostaria, para ser sincero. Seus dedos esguios se esticaram para cumprimentá-la, assim como fizera com os demais. "Quanto tempo, Sybil! Você está... ótima!", concluiu ao mirar sua imagem. Haviam envelhecido, é claro, mas ela continuava com aquele brilho em suas madeixas loiras e com os olhos expressivos. "Eu não pensei que fosse te encontrar..." ou encontrá-la tão cedo, na verdade. Não era ruim esta sensação, apenas nunca tinha cogitado como se sentiria ao encontrar sua primeira esposa. Seu estômago agora se revirava com esta ideia, como se houvesse muitos assuntos que nunca foram digeridos corretamente. "Como você está?"
Quem: @issoehumprefeito Onde: Escritório da prefeitura.
Poderiam muito bem ter dialogado em casa sobre os últimos acontecimentos, mas Carmilla não tinha tanta informação do que havia acontecido na noite anterior e tão pouco buscava perturbar o marido pela madrugada. Claro, imaginava que tamanha bondade dela passaria batida, mas quando não passava? E por isso estava ali em uma visita a seu amado marido, bem, não pode negar que começou a ficar deverás entediada quando o Vorncrest começou a demorar mais do que o previsto para retornar ao escritório. E isso era o tempo o suficiente para que ela não resistisse a ideia de seduzir um dos funcionários da prefeitura, sabia que Elias não ficaria contente, mas era culpa dele por ter a deixado esperando por tanto tempo. Não demorou muito para que se livrasse da camisa de Robert e se visse sobre ele no sofá do escritório, os beijos se tornando mais intensos até pararem no instante que ouviram o som da porta se abrir. Deixou o corpo cair para o lado no sofá a medida que Robert se vestia apressadamente e se levantava, imaginando que se fosse rápido o suficiente o prefeito não lembraria de seu rosto.
Carmilla por outro lado não estava assustada ou surpresa, apenas sorriu na direção do marido e acenou para Robert que caminhava em direção a porta. ❝Não esquece de fechar a porta, Rob.❞ Indicou ao homem em meio a uma breve risada, enquanto se ajeitava no sofá, esparramando o corpo mais confortavelmente pelo móvel, a atenção agora inteiramente em Elias. ❝A culpa é sua por ter demorado, sabe que odeio esperar... Depois de cinco anos juntos deveria me conhecer melhor, querido.❞
closed starter
com @pasqualinas
dueto surpresa
A dinâmica entre elas sempre teve algo de estranho. Estranho no tipo de relação que fazia Olivia franzir a testa de vez em quando, tentando entender em que momento passou a se importar. Não era só afeição — embora existisse. Não era só manipulação — embora também existisse. Era uma zona cinzenta onde Olivia, geralmente tão hábil em separar afeto de interesse, acabava tropeçando. Ela sabia que usava Lina, às vezes. Sabia, e até ria disso, internamente, como quem brinca com um bichinho fofo que poderia muito bem ser engolido inteiro se quisesse. Mas Deus me livre alguém tentar o mesmo. Pasqualina era dela. E só ela podia brincar com os limites daquele afeto torto.
Ela foi pega de surpresa quando, mais uma vez, alguém do coral a escolheu para o dueto surpresa. Foi levada, e esperava sua dupla encostada na lateral do palco improvisado, observando a movimentação da Fiera dei Sensi como quem assiste a uma peça que não lhe interessa de verdade — até que viu a figura tímida se aproximando. Lina. Olivia não precisou de mais do que meio segundo pra notar o jeito hesitante do andar, o olhar que evitava o dela como se cada centímetro do chão fosse subitamente fascinante. Ah, então íamos fazer de conta que aquele quase-beijo no baile não existiu? Ótimo. Olivia era campeã olímpica em fingir que nada aconteceu. Sorriu largo, descarada, como se estivessem num comercial de pasta de dente. — Que sorte a minha! — disse, animada de propósito, puxando a atenção da menina com a confiança de quem sabe que é adorada mesmo quando não deveria ser. — Será que vão nos colocar pra cantar algo dramático? Ou vamos de popzinho romântico? — piscou, falando baixinho para que o público não a ouvisse. A provocação estava ali, flutuando no ar, mas diluída o bastante pra ser confundida com brincadeira.
Enquanto olhava de relance pros organizadores, esperando que colocassem a música, Olivia soltou uma risada discreta, baixando um pouco a voz como quem compartilha um segredo indevido. — Tomara que não seja um louvor. — murmurou, fazendo careta teatral. — Nada contra, Lina, me desculpa. É que eu não sei cantar nenhum. E, sinceramente… já bastam os julgamentos do seu pessoal quando me veem nas ruas com meus decotes. Olha, hoje estou comportada. — apontou para a própria roupa. Um vestido amarelo, comprido, cheio de pequenas flores e um caimento leve. A expectativa da música, da apresentação, do momento performático — tudo aquilo era o combustível de Olivia. Mas ter Lina ao lado, mesmo naquela tensão muda pós-baile, era um tempero especial. Um lembrete de que, mesmo quando tudo saía do controle, ela ainda conseguia manter a pose.
@khdpontos
@odessafalkenstein disse "When was the last time either of us did something good?"
❝Perhaps, back when we were doing the devil's tango.❞ Respondeu um tanto distraído ainda que com um sorriso no rosto, mas o olhar estava mais focado no próprio reflexo na janela de vidro, enquanto ajeitava o cachecol que usava, gostava de ficar impecável. ❝Ah... Você quis dizer de bondade?❞ Indagou em uma careta enquanto os olhos azuis se desviavam da janela e de volta para a loira, a expressão monótona de um quase tédio. ❝Não me diga que quer começar a entrar nesses papos profundos de terapeuta ou moralidade... Você já viu os capetas que tenho de irmãos? Minha bondade inteira já é gasta em permitir que eles sigam vivos, sabe?❞
Esse é um starter para @emirkaram
Depois da longa e excruciante conversa que teve com o irmão mais velho, decidiu beber mais que o suficiente para que o corpo ficasse mais leve e as preocupações se esvaíssem de sua mente. Sua curiosidade lhe levou até a tenda da luxúria é claro, um pecado que certamente andava explorando mais nos últimos tempos para a própria surpresa considerando que sempre se manteve casta em seu tempo no convento sendo vigiada vinte e quatro horas por dia. Porém, naquela noite estava livre até mesmo de ter o Karam em seu pé lhe dizendo o que fazer ou não fazer, podia se divertir sem que ninguém soubesse quem era e isso era libertador. ❝Deve ser um pouco estranho essa cabeça de abóbora... Sua cabeça está por baixo? Digo, desculpa, não sei se é indelicado perguntar isso, mas é por que sinto dor se puxo alguma das penas da minha fantasia.❞ Explicou enquanto gesticulava com as mãos, já estava conversando com o cavaleiro sem cabeça a algum tempo, sendo ela mesma que o arrastou ali em meio a conversa animada. Considerando onde estavam, achava sua pergunta pontual, ainda que não revelasse tão abertamente suas segundas intenções. Os olhos esverdeados da morena se voltaram para os dançarinos, observando os mascarados dançarem ao ritmo sensual e inebriante da música. ❝Queria saber dançar assim... Mas não acho que consiga.❞ Deixou escapar em um tom mais baixo e distraído, um pequeno suspiro escapando pelos lábios da princesa, antes de se virar com um sorriso para sua companhia, tocando a mão dele em um convite. ❝Por que não dança comigo? É sempre mais divertido dançar com alguém do que sozinha.❞