pelos deuses! aquele ali passeando na praia é AQUILES? ah, não, é só ANTONI LARSSON, um JOGADOR DE HÓQUEI nos agraciando com sua beleza nos halls do aletheia hotel. as moiras avisaram: mesmo com os VINTE E OITO anos nesse novo corpo, segue tão CARISMÁTICO e IMPULSIVO quanto na antiguidade. repararam também que ele lembra muito DREW STARKEY ? a maldição levou tudo, menos sua beleza. que prazer tê-lo como HÓSPEDE do nosso hotel!
Cidade natal: Estocolmo, Suécia
Cidade atual: Los Angeles, EUA.
Orientação sexual: Bissexual (não assumido).
Estado civil: Solteiro.
ABOUT:
Antoni nasceu em Estocolmo, na Suécia e como um bom sueco aprendeu a patinar sobre o gelo com apenas três anos de idade. Apesar de obviamente ter um pouco de influência do seu pai, o garoto cresceu sonhando em ser um jogador de hóquei profissional na NHL. E foi com 18 anos que ele foi draftado pelo Los Angeles Kings como uma promessa do esporte, já que suas estatísticas jogando em seu time sueco eram ótimas e até mesmo chegou a levar a medalha de ouro pro seu país no Mundial de Hóquei Júnior.
Se mudou para Ontario na Califórnia, a menos de uma hora da grande Los Angeles, começando sua carreira na AHL jogando pelo Ontario Reign por dois anos antes de fazer sua estreia na NHL pelo Kings. Apesar dos seus números serem ótimos, nem sempre seu time foi o melhor e por conta disso até hoje ele não conquistou a tão sonhada Stanley Cup.
Foi na metade da temporada de 2023-24 que Antoni sofreu uma ruptura do seu tendão de aquiles, tendo que passar por uma cirurgia para reparar e consequentemente tendo que deixar a liga por um ano, com a intenção de se recuperar e voltar ao gelo. Apesar de já ter passado mais de um ano, ele ainda não se recuperou totalmente ou pelo menos não se sente confiante o suficiente para voltar nessa temporada. Com o training camp começando em pouco tempo, Toni decidiu se afastar um pouco da mídia e de toda a loucura do início da temporada para tentar recuperar sua confiança e esfriar a cabeça na Grécia.
TXT: eu sei... mas acho que não foi, ainda consigo mexer meu braço mas da vontade de tirar ele fora de tanta dor
TXT: acho que talvez tenha sido algo mais sério do que uma contratura, mas quem procura acha então nada que um gelinho não ajude
📱(antoni 💬 to oliver): entendo bem, já aconteceu algumas vezes comigo também. ser atleta tem dessas coisas, mas não tira seu braço fora não porque faz falta kkkkkk
📱(antoni 💬 to oliver): ia falar que podia ter deslocado, mas se tá conseguindo mexer então não é
📱(antoni 💬 to oliver): kkkkk toma vergonha na cara, vai procurar resolver isso ai antes que fique pior
Estava tão entretida no celular que nem reparou que não estava mais sozinha ali. Havia pedido para o bar alguns drinks para poder fazer algumas postagens diferentes para o feed do hotel e se perdido nas próprias tarefas. Olhou para o hóspede tentando lembrar quem ele era, e então apitou em seu cérebro a ficha dele. Ela era boa com memória. "Você é o jogador famoso, não é? Se está tão entendiado assim não quer me ajudar fazendo material para o hotel? Hóquei está muito na moda. Se você não se importar, eu juro que faço um material bem legal. Podemos até ver uns descontos de você por isso e quebra um pouco seu tédio. O que acha?" Na cabeça de Mia, a ideia era genial. Afinal, Hóquei era o esporte do momento para muitas pessoas. Já conseguia ver a propaganda de coisas com gelo e calor em Santorini. Seria certeiro, só precisava da colaboração do jogador.
Antoni se arrependeu de puxar assunto no momento em que a moça o respondeu oferecendo para que ele fizesse material para a mídia do hotel. Ele estava acostumado a fazer esse tipo de coisas pro seu time, responder perguntas que estavam de moda enquanto estava no vestiário ou indo para o treino. E sinceramente, era uma das coisas que ele menos gostava de fazer. O sueco gostava de ser reconhecido pelo seu jogo, não por suas repostas ou rosto estampado nas redes sociais, um dos motivos pelo qual seu breve namoro com Dahlia havia sido tão breve. Ele havia odiado toda a atenção que recebeu dos jornalistas e paparazzis por estar saindo com ela, ser jogador de hóquei era ótimo justamente por não ter tanta atenção assim como outros esportes das ligas americanas. "Na verdade, quando eu falei de estar entediado eu não estava procurando por um trabalho." Respondeu ainda tentando ser simpático, ele não sabia muito bem como recusar a proposta sem ser grosseiro ou parecer soberbo. "Não acho que eu sou o garoto propaganda certo pra vocês."
make me choose: @tywinlcnnister asked Patroclus or Achilles
“I will go,” he said. “I will go to Troy.”
The rosy gleam of his lip, the fevered green of his eyes. There was not a line anywhere on his face, nothing creased or graying; all crisp. He was spring, golden and bright. Envious death would drink his blood, and grow young again.
ooc: estou aceitando todos os tipos de ask nos dois chars, menos no estilo grécia antiga. e quem quiser receber asks, só deixar um like aqui que eu mando mais tarde!
Antoni não sabia se conseguiria voltar ainda nessa temporada, mas sabia que o pessoal do seu time estava pronto para que ele voltasse a treinar junto com eles, ainda que usasse talvez uma camisa para demonstrar que era um treino sem contato. Mesmo que tivesse suas duvidas internas sobre como seria sua performance uma vez que ele voltasse a jogar após o tempo de recuperação da sua cirurgia para consertar a ruptura do seu tendão de aquiles, ele sentia falta do gelo, sentia falta daquela emoção de colocar os patins, de todo seu ritual antes do jogos e principalmente de ouvir a torcida gritando seu nome. Agora que estava preso ali em Santorini por tempo indeterminado, não via a hora de voltar para Los Angeles. "Um saco ter que ficar preso aqui, né? É uma cidade interessante, tem vários lugares para ir, mas minhas férias de quinze dias foram estendidas para não sei quanto tempo e eu tô começando a ficar entediado." Comentou com a pessoa que estava mais próximo dele, puxando assunto enquanto bebia seu drink colorido e aproveitava o sol.
TXT: talvez, mas só talvez, eu tenha me empolgado e tentei pegar mais peso do que deveria
TXT: e também talvez eu tenha rompido alguma coisa ou só consegui uma contratura a mais pra conta
dahlia odiava se sentir presa em um lugar e, nos últimos dias, era exatamente assim que estava começando a se sentir em santorini; gostava do lugar, na verdade adorava até mesmo a sensação estranha que o hotel trazia, mas saber que não poderia sair da cidade era um pouco irritante, se sentindo como um animal enjaulado, e seu agente também não estava gostando nada disso considerando que havia recebido ótimas propostas que não conseguia aceitar. o que, talvez, fosse o ponto positivo eram os rostos conhecidos ou, ao menos, alguns deles e @antonilarsson estava longe de ser um dos que lhe trazia conforto sendo por isso que franziu o nariz na hora que encontrou o outro nos jardins, sentado na sua mesa favorita, fazendo-a ter que se aproximar com seu humor piorando a cada passo. — a polícia deveria te liberar, com uma perna ruim como a sua é incapaz de sequestrar alguém ou algo do tipo — respondeu ao sentar-se na cadeira vaga ao lado dele e bebendo mais um gole do seu café. — essa mesa é minha, inclusive, então nunca mais sente aqui e te dou apenas 2 minutos para sumir antes que eu comece a te irritar até você querer cometer um crime de verdade
Paz era tudo o que Antoni queria quando embarcou na viagem para Santorini, mas parecia que era impossível conseguir aquilo enquanto estivesse sob o mesmo teto que Dahlia. Naquela tarde, ele só queria se sentar nos jardins tomar seu café e apreciar a paisagem, refletir sobre a vida e os últimos acontecimentos turbulentos que o fazia estar preso naquela cidade. Mas seu momento de sossego não durou muito mais do que dez minutos, estava com os olhos fechados enquanto relembrava do sonho estranho que havia tido na noite anterior ao casamento de Horace e Thea, por alguma armadilha do seu subconsciente ele havia acabado sonhando com um remember com a sua ex, aquela que acabava de perturbar sua paz. A voz era impossível de não reconhecer, além do tom de desprezo e desdém, um sorriso surgiu no canto de seus lábios, por mais que afetasse seu humor e fosse um tanto estranho o fato dela aparecer justo quando ele havia pensado nela, fingiu não se importar, principalmente com o comentário sobre sua perna. "Pra sua informação, minha perna está completamente recuperada. Mas poderiam me liberar mesmo, já que eu não vi mais a noiva depois da hora do buquê." Disse ao abrir os olhos e encontrar a morena sentada na cadeira ao seu lado. "Você andou comprando mesas agora? Seu nome não estava escrito nela quando me sentei." Respondendo olhando ao redor da mesa fingindo procurar alguma coisa escrita ali apenas para irritar a outra. Aquele era um jogo que ele poderia jogar, ela irritaria ele e ele faria de volta. "Não estou afim de mudar de mesa, assim que fique a vontade para se retirar já que está incomodada com a minha presença ou ficar ai também, pra mim tanto faz." Disse dando de ombros, voltando a fechar os olhos e se inclinar na cadeira enquanto aproveitava o sol mais fresco daquele horário.
Josh gostava da biblioteca, apesar de às vezes achar o silêncio do local assustador. Era como se as pessoas evitassem até mesmo tossir. Só que na maioria das vezes era bom para alguém como Josh pelo menos se afastar do mundo barulhento, sem ter que ficar em seu quarto o tempo todo. Mesmo assim, ele sorriu quando Antoni apareceu e resolveu se aproximar da poltrona onde Josh estava. "Sabe, se você fizer muito barulho, você vai ter que se esconder da bibliotecária. Ela praticamente expulsou uma garota a pontapés ainda a pouco." Josh sussurrou para o amigo, deixando o livro que lia de lado. Aquele tipo de coisa o lembrava dos tempos do colégio, quando tinha que ser discreto quando queria falar com os amigos no meio da sala de aula. "Eu gosto daqui." Foi o que respondeu, apesar de realmente estar evitando algumas pessoas do hotel. "E você? Está se escondendo?" Questionou-o de volta, elevando uma sobrancelha. "Eu não sabia que gostava de ler. Está tentando impressionar alguém ao parecer intelectual?" Dessa vez Josh o provocou de brincadeira.
"Ela é muito brava?" Fez uma careta ao perguntar sobre a bibliotecária, olhando para trás em seguida conferindo se ela não estava por ali. Por mais que não tivesse medo da desconhecida, queria saber se deveria ter ou se ela ia pega-lo pelas orelhas e carrega-lo para fora do lugar como uma mãe dando bronca no filho, coisa que ele sinceramente estava acostumado já que sua mãe definitivamente já havia feito aquilo com ele várias vezes. "De qualquer forma, não é como se eu quisesse ficar aqui por muito tempo." Sussurrou dando de ombros, mas ainda assim se sentou na cadeira ao lado de Josh. "Estou fazendo uma tour pelo hotel, procurando lugares que nunca visitei, sabe? Mas eu não impressiono as pessoas com mentiras, Josh. Eu não sou fã de leitura, só se for quadrinhos." Respondeu com um sorriso no rosto, sabia que o outro estava brincando, então não se sentia ofendido. "Será que se eu começar a recitar um poema aqui, a bibliotecária me expulsa logo e eu consigo uma aventura no meu dia correndo dela ou?"
O sueco não se considerava um atleta multiesportivo, ele não era bom em outros esportes como ele era no hóquei, mas ele ainda tentava por questões mais sociais do que por vontade própria. Jogar golf e tênis eram os passatempos favoritos da maioria dos seus colegas de time, então assim que a temporada da NHL acabava eles se juntavam para tentar outro esporte. Tênis definitivamente era o pior deles, golf pelo menos era mais parecido com hóquei já que também tinha um taco e a ideia era acerta uma bolinha em um buraco, como o disco entrava no gol. Mesmo em fase de recuperação, Antoni sabia que não era mais recuperação física, o tornozelo dele já estava bom o suficiente para aguentar a temporada, se ele não se machucasse de novo, mas ele tinha medo de voltar e não ser mais o mesmo jogador, como muitos outros que voltaram de suas lesões e acabaram não tendo a melhor temporada. Ele tentava afastar esses pensamentos, enquanto se preparava e procurava uma parceria para jogar qualquer coisa. Ao ver Hayden, notou que ela parecia familiar, talvez alguém que ele já tenha visto antes no hotel, mas algo lhe dizia que não era só isso e provavelmente a conhecia de outro lugar. "Você é boa em qual esporte? Quer tentar jogar algo?" Perguntou com um sorriso simpático no rosto. "Alias, acho que te conheço de algum lugar."
Antoni já não se lembrava da última vez que ele havia pisado em uma biblioteca, provavelmente havia sido quando ele ainda estava no ensino médio ou não, já que desde pequeno ele passava mais tempo do rinque treinando hóquei do que nas outras instalações da escola. Mas estando preso em Santorini por causa do fiasco do casamento do futuro prefeito, não era como se ele tivesse muitos lugares para explorar, então decidiu dar uma olhada na biblioteca do hotel apenas de curiosidade, não tinha planos de ficar lá ou de pegar algum livro para ler. Ao entrar no local, o sueco reconheceu Josh sentado em uma das poltronas e resolveu se aproximar, notando o quão silencioso era aquele ambiente. "Está se escondendo de alguém ou ficar aqui é um dos seus passatempos?" Perguntou baixo, evitando atrapalhar as outras pessoas ali.
Se aproximou da mesa com as xícaras de chá curioso para saber o que era aquilo, se era algum tipo de tradição grega ou se era algo exclusivo daquele casamento. Ao notar que era quase um ateliê de artesanato, o sueco fez uma careta e não conseguiu esconder a forma como ele julgava negativamente aquilo para o rapaz ao lado. Tentando disfarçar, Antoni sorriu decidindo que a melhor forma de reverter aquilo era puxando assunto, afinal vai que ele era algum familiar dos noivos. "Vai tentar? Não sou bom com artesanato e nem sei o que escrever para noivos que nem conheço, na verdade eu nunca sei o que escrever nem pra quem eu conheço." Soltou uma risada baixa, talvez ele não fosse muito bom em demonstrar sentimentos principalmente em escrevê-los.
Antoni já havia perdido as contas de quantos casamentos ele havia comparecido ao longo dos anos, afinal jogadores de hóquei geralmente casam cedo e praticamente todo verão é conhecido como a temporada de casamentos e golfe. Com um currículo gigantesco com as cerimônia, ele achava engraçado as diferenças de cada festa, principalmente sendo aquele seu primeiro casamento grego. Na noite anterior, o sueco havia tido um sonho estranho com o casamento, o que chegava a ser engraçado já que ele nunca havia sonhado com o evento e nem era tão fã do tipo de celebração, talvez motivo pelo qual nunca havia se casado. Mas ele agradecia o fato de até então o casamento não ter acontecimentos tão estranhos quanto aqueles que ele havia sonhado. "Fã de casamentos ou fã de bebida e comida de graça em casamentos?" Perguntou ao rapaz tatuado ao seu lado na mesa. "Pelo menos a cerimônia foi rápida e liberaram a gente para aproveitar as coisas, já estive em alguns que a cerimônia durou umas duas horas por conta dos votos gigantes dos noivos, uma tortura."
with @feathered-hera na hora da noiva jogar o buquê.
Ao observar a confusão se formar de longe, afinal era um grupo grande de mulheres prontas para brigarem por um buquê sendo que aquilo não era uma garantia de um casamento ou até mesmo de um casamento feliz. Mas ainda assim, ele observava curioso a animação das pessoas que se aproximavam para tentar pegar o ramo de flores. Ao notar que a morena próximo dele não havia se movimentado para se aproximar do local onde estava as outras, ele abriu um pequeno sorriso. "Não vai tentar pegar o buquê? É casada ou não acredita nesse tipo de tradição?" Perguntou simpático, puxando assunto ainda que não tivesse desviado o olhar do grupo animado.