Ah, eu sabia. Sabia que não esqueceria a malícia. Não a do puro sexo, que também me cabe e quero, confesso. Mas digo da malícia que faz meu sangue ferver com aquele gosto que dá vontade de viver. A divina malandragem de sentir prazer. De ser e estar em todas as formas que um dia já ousei sonhar. De enxergar no espelho tudo que já admirei e agora vejo-me a tornar.
















