Por que não tem bebês aqui? Ninguém sabe fazer bebês? Ou não querem? Você já fez bebês? Precisamos de bebês para mais fadas nascerem, as pessoas deviam fazer mais sexo.
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Por que não tem bebês aqui? Ninguém sabe fazer bebês? Ou não querem? Você já fez bebês? Precisamos de bebês para mais fadas nascerem, as pessoas deviam fazer mais sexo.
A biblioteca era um amigo um tanto fiel ultimamente. O tipo de amigo que estava presente para você a qualquer momento e que tinha, também, todas as respostas que buscava em sua vida. Naquele dia, o tempo que passara na biblioteca fora maior do que o esperado, suficiente para que ele, sem perceber, começasse, enquanto mexia nos livros para reorganizá-los, a cantarolar uma canção antiga que sua mãe cantara apenas em sua infância. — […] O meu tesouro é tão precioso, tudo que eu tenho é maravilhoso, por isso eu posso dizer: sim, tenho tudo aqui. Essas coisas estranhas curiosas para mim são bonitas demais, olha essa aqui: preciosa, mas pra mim ainda é pouco… Quero maaaais. — Regulus fez uma expressão que se assemelhava muito com estar ouvindo sua cação favorita e, ao chegar no refrão, você se empolga. — Poder andar, poder correr, ver todo dia o sol nascer… Eu quero ver, eu quero ser, ser desse mundo.
Lyon quis rir. Nada mais faria deu dia ficar melhor, estava se achando em algum lugar que não existia. Se fossem outros tempos, claramente ele se acharia em um musical, e o diária esse tipo. Mas, considerando que era Regulus quem estava cantando, a sereia que ele queria ver pelas costas, estava quase tirando sarro de tudo. Se, no entando, ele não tivesse uma boa voz. Quase tão persuasiva quanto a do próprio Apollyon. Bateu palmas de forma rústica e negou com a cabeça. -- Como podem sereias parecerem tão ridículas mesmo cantando desse jeito? Acho que os Guardiões deveriam era lhe proibir de cantar assim não atraia mais pessoas para dar qualquer tipo de bote. Não é mesmo, sereia?
Era bom voltar a molhar seu corpo novamente. Lyon queria voltar também a sentir a água salgada do mar nos seus cabelos, afinal, era tão bom o gosto do sal e tão costumeiro para si. Aquela água doce era tão sem graça quanto ser um bípede. Agora tinha botado um feitiço para se parecer como um tritão, aquela cauda estava igualmente irritando-o quanto ter pernas. Queria voltar a ter tentáculos, eram bem mais fáceis de controlar quando estava nas profundezas mais escuras dos Sete Mares. Porém, ele estava com vontade e saudade de experimentar outra coisa mais preciosa que sempre obtinha em sua casa. Estava cantando. Uma mania que tinha adquirido com Morgana quando ainda era bem pequeno e quase sempre botava algum encantamento por trás de seu maravilhoso som cantante. Estava na beira da água, ainda em forma de tritão e cantarolava para quem quer que fosse se aproximar dele, viesse e estaria hipnotizado além de estar suscetível a morte, Apollyon gosta de carne fresca. E não queria saber se alguém o visse fazendo isso.
Era assim tão irritante quando ela cantava? Porque foi pega no meio em uma de suas costumeiras tarefas e não conseguia resistir. De certa forma não queria também. Como um canto poderia ser tão poderoso a ponto de enfeitiçar outra sereia? Queria a resposta para tal pergunta, seguia cegamente para mais perto do local onde o som vinha. Chegou ao lago e encontrou um Tritão cantando. Bom momento para ir embora? Ah não, ela seguiu em frente. Entrou na água tomando sua verdadeira forma e nadando até ele. Seus olhos fixos e curiosos no rosto do homem. “O que esta fazendo? E como…?” Perguntou mais confusa que nunca, quem poderia ter poder parecido? Chegava a ser anormal. Nem mesmo queria que ele parasse, queria que ele cantasse mais, era uma voz tão bonita. Agora entendia o que os marinheiros sentiam e o motivo pelo qual se jogavam ao mar sem nem pensar duas vezes.
Dando um pause em sua cantoria encantadora mente mágica, Lyon sorriu. Era uma moça bonita, morena, tinha um jeito de uma guerreira como se ela tivesse lúcida o suficiente para perceber estar sendo controlada mas mesmo assim ia ao encontro com ele. -- Estou apenas cantando. Nunca ouviu algo parecido? -- E voltou a cantar com uma voz doce e límpida. Apollyon se jogou mais uma vez no lago e, sorrindo, a atraia cada vez mais para sua emboscada ridícula. Claramente estava odiando o local que fazia aquilo mas, de certa forma, estava funcionando. -- Vem comigo? -- ele esticou a mão para a garota, seus olhos brilhavam de um jeito cruel e convidativo. Ele se sentia como um verdadeiro tritão em sua emboscada. Sereianos tinham essa mania de se fazer de dóceis, talvez assim fosse mais fácil. Porém, para ele, não gostava de ser tão demorado, queria logo dar o bote, mas, ela poderia sair do transe de alguma forma e com isso acabaria com seus planos. Além do mais, suas presas ficavam bem mais fortes quando eram banhadas. Continuou a cantar, esperando-a.
apol-lyon
Como se eu precisasse de alguma ajuda de você.
Ouch, cuidado. Assim você magoa meu pobre coração.
Por isso eu sempre digo, mantenha seu coração intacto e sua mente funcionando. Com isso, ele não quebra e nem se magoa.
Da pra você parar de falar? Estou ficando entediado, não deixe se enganar pelo meu rosto.
— Mas se eu não falar você também vai ficar entediado. Ou louco. Sim, sim, loucura é uma opção válida.
Não acho que ficaria louco se você parasse de falar, loira. Eu ficaria bem... Agradecido. -- ele semicerrou os olhos e se pegou olhando para a pele dela, pensando o quão saborosa ela seria. Apollyon nunca tinha provado carne humana de Wonderland. Porém, ele se obrigou a sorrir do seu jeito, olhando para o rosto dela. -- Já basta as loucuras que saem de seus lindos lábios.
O que está fazendo aqui ainda?
O lugar é público, não sabia?
Sirius estava perto do lago, estava querendo dar um mergulho, descomprimir um pouco longe de Fatales, até que decidiu treinar algum dos seus poderes contra a água do lago, os seus olhos estavam cinzentos como sempre ficam assim que o feiticeiro proferia algum tipo de feitiço. A sua concentração estava elevada até ouvir algum barulho vindo da floresta. Acabou saindo do lago e colocou a sua camisa sem a abotoando continuando a proferir feitiços e logo ouviu aquele barulho novamente vendo um coelho sair do lugar onde ouvia o som e riu negando com a cabeça. - Estou a começar a ficar louco…
Apollyon estava querendo ter um dia de paz, mesmo que fosse difícil com a cabeça louca e psicótica cheia de manias e pensamentos estranhos. Estava caminhando para o lago, onde se sentia mais confortável perto da água, afinal, viveu mais de vinte anos ali, mesmo que fosse em água salgada. Chutou alguma coisa que estava pelo seu caminho mas nem ligou, era uma pedra em seu caminho. Ao ver o feiticeiro ali, Lyon ergueu uma sobrancelha e saiu de trás de uma árvore, tinha um sorri maquiavélico nos lábios. -- Quer dizer que pequenos coelhos te assustam?
Tá bom, não reclame quando algo seu desaparecer. Estou te contando métodos secretos de cometer um crime!
Como se eu precisasse de alguma ajuda de você.
Da pra você parar de falar? Estou ficando entediado, não deixe se enganar pelo meu rosto.
No fuc*ing way.! :’<
“Porque… Porque eu não lhe conheço. E, por não conhecer-lhe, não tem um motivo plausível para ficar tão próximo.”
“Desculpe. Sou Sognare.”
Vocês humanos não gostam de proximidade? Mais um motivo para serem interessantes e ficar mais perto, gosto de causar um incômodo, qualquer que seja ele.
Sou Apollyon.
“Posso até não ser tanto fora do mar, mais ainda sou mais poderoso que você em qualquer terreno, Apollyon.”
Só nos seus sonhos, você quer dizer, hum?
“Talvez…” murmurou como resposta, empurrando-o levemente pelos ombros para afastar-se dele.
E por que terias medo?
Era bom voltar a molhar seu corpo novamente. Lyon queria voltar também a sentir a água salgada do mar nos seus cabelos, afinal, era tão bom o gosto do sal e tão costumeiro para si. Aquela água doce era tão sem graça quanto ser um bípede. Agora tinha botado um feitiço para se parecer como um tritão, aquela cauda estava igualmente irritando-o quanto ter pernas. Queria voltar a ter tentáculos, eram bem mais fáceis de controlar quando estava nas profundezas mais escuras dos Sete Mares. Porém, ele estava com vontade e saudade de experimentar outra coisa mais preciosa que sempre obtinha em sua casa. Estava cantando. Uma mania que tinha adquirido com Morgana quando ainda era bem pequeno e quase sempre botava algum encantamento por trás de seu maravilhoso som cantante. Estava na beira da água, ainda em forma de tritão e cantarolava para quem quer que fosse se aproximar dele, viesse e estaria hipnotizado além de estar suscetível a morte, Apollyon gosta de carne fresca. E não queria saber se alguém o visse fazendo isso.
“Tudo bem, eu já entendi. Sou baixinha. Agora que já provou seu ponto, pode se afastar um pouco? Essa proximidade é desconfortável.”
Está com medo de alguma coisa?
— Claro que estou prestando atenção em você. Só não no que você disse.
Está carente, Lilith? Achei que já tivesse passado dessa fase há um bom tempo quando metade do Instituto passasse a te odiar.