royal pikas
seen from China
seen from Philippines
seen from China

seen from United States

seen from Japan
seen from Italy
seen from China
seen from United States

seen from Kazakhstan
seen from Germany

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from Netherlands
seen from Germany
seen from United States
seen from Yemen
seen from Belgium
royal pikas
Tehetetlenség
Az, amikor nagyon zavar valami,
De nem tehetsz ellene semmit.
Amikor valamit nagyon akarsz,
De sehogy sem éred el.
Az, amit a legjobban utálsz,
Amikor kicsúszik a kezedből az irányítás.
Semmit sem tehetsz, csak nézed,
Ahogyan minden össze omlik körülötted.
És a végén csak egy kérdés marad:
Van erőd felállni?
Küzdök ellened, küzdök érted...
VORTEX VISIONS Character Aesthetic: Ellene “Ellene was a character that I loved writing and getting to know. She's loyal, feisty, and has a soul well beyond her years.”
(credit: Elise Kova)
“A barátság önkéntelen reflex. Egyszerűen csak van, nem lehet tenni ellene.”
/Így jártam anyátokkal/
Just Make It Stop || Charles & Ellene
http://duckyellene.tumblr.com/
Um clarão forte o suficiente para cegá-lo fora a primeira imagem formada em sua retina, o que o forçou a mover as pálpebras, intuitivamente buscando tempo para que a pupila dilatasse ao tamanho exato para que não sentisse dor ao observar o que estava ao seu redor. Onde estou? Conforme os seus olhos se acostumavam com o que enxergava, a sua mente desnorteava-se, tonta, buscando respostas para o qualquer que fosse a situação a acontecer, provavelmente efeito de alguma medicação ou simples truque inconsciente da sua mente que tentava evitar traumas. No entanto, como uma inconveniente chamada à realidade, seus olhos se encontraram com a base escura e circular de um cilindro, por onde era emitida uma forte luz branca em direção ao teto, iluminando um animal marinho indefinível, semelhante a uma mistura entre um baiacu e um salmão. Charles apoiou a mão abaixo do seu rosto, forçando um levantamento para que pudesse analisar com clareza o ser inanimado. – O quê?! – Como quem engole um alimento difícil, o bruxo empurrou um grito para dentro de sua própria garganta ao reparar nas marcas de costura no animal.
Um arrepio desceu velozmente por sua coluna no momento em que virou o rosto para se perceber num corredor iluminado pelo chão, longo e retangular com diversas criaturas tais quais àquela aberração dentro de outros cilindros, alguns aquários e até mesmo em cima de algumas mesas. Desde porcos com carapaça até macacos voadores, todos meio mortos meio vivos e com magia exalando de dentro de seus corpos, pareciam pedir socorro e misericórdia em gritos inaudíveis. Perturbador. Charles, então, seguiu pelo corredor sem ideia de onde estava indo, guiando-se por uma loucura que o perturbava e empurrava-o para frente. O corredor seguia para uma única porta em estilo medieval, que o jovem não viu e acabou por esbarrar nela. Não sabia onde ia dar, mas pouca coisa poderia ser pior do que continuar no caminho fúnebre e decorado delicadamente por carcaças maculadas de animais. Girou a maçaneta por instinto e empurrou sem olhar para frente, quase fechando os olhos com medo do que estava por vir.
O cômodo era iluminado de forma convencional, mas isso não o tornava menos aterrorizante, pois algumas partes mutiladas de corpos humanos estavam dispostas aleatoriamente pelo lugar, algumas pigmentadas de cores vivas, outras com partes erradas de outros corpos conectadas, outras simplesmente largadas com músculos e sangue coagulado à mostra, mas apesar de toda a aura pesada e asquerosa que se rastejava para os olhos do jovem bruxo, todo o ambiente pode ser ignorado por uma visão súbita de um espelho que refletia nitidamente a única coisa que faltava para o pior pesadelo do garoto estar encarnado em seu ser. Toda a pele de Charles estava pigmentada de um verde-escuro forte que, no espelho, só contrastava com a frase escrita em sangue seco “Você fez isso, orgulhe-se”. Também refletidas pelo espelho, algumas imagens começavam a ser visíveis e até reconhecíveis em sua mente. Ele não poderia ter feito aquilo tudo... Ele não poderia ser responsável por tudo aquilo... Mas ele riu como um maniaco, com lágrimas escorrendo descontroladamente de seus olhos, como se aquele fosse o último dia de sua vida, enquanto gritava e se desesperava em seu interior... Charles não queria sorrir, mas ele não poderia reagir diferente. Sentia-se bem com tudo aquilo de alguma forma... O sangue, as mudanças, a inovação... Tinha algo de prazeroso naquilo. Mesmo que ele não tivesse mais conexão entre sua mente, seu inconsciente e seu corpo, óbvia era a resposta para a recente pergunta. – Eu fiz isso. – Então foi atingido repentinamente por algo que alcançou a parte de trás de sua cabeça.