Quer dizer, você sabe ler e não lê? Onde é que você está com a cabeça? Achou seu espírito no lixo? Leia. Aproveite. Faça um favor a si mesmo: prometa que jamais dirá que não tem tempo para ler. Fale sobre livros em vez de falar mal do chefe, do vizinho, do colega. Crie uma história só sua com os livros, movida pela sua própria busca. Leia aquilo que lhe dá prazer — ainda que seja um prazer vindo do incômodo. Leia por prazer. Leia por temor. Leia por coragem ou por inocência, fingindo que não será o mesmo depois do ponto final. Torne a literatura a matéria prima da sua vida. Ela é uma espécie de feijão e arroz da alma.
Conteúdo para o Facebook. Feito para a comunidade de jogos e RPG, o album teve mais de 200 shares nas primeiras 24h e foi compartilhado nas principais páginas de RPG e Game Dev do Brasil como o Baú Arcano, RPG Notícias, Formação Fireball, Minas de Moria e o Nação dos Jogos.
“You’re worried about results. You want to be published. I can sense your frustration, and that’s not helping anything. You’ll start bending the process too much, writing for specific audiences or because a genre or story is hot. You can’t write to get published, it’s like trying to hit a moving target and the lack of passion will show up in your voice. It’s all about the process—I don’t care what your job is or what you do in life, you cannot control results. Luck is a factor. Love the process and embrace it. That’s the only thing you can control and it’s the only thing that can give you joy, and guess what, it’s the only thing that can deliver the results you’re looking for. If the process isn’t giving you joy, trust me, getting published isn’t going to fill the void. I’m not just saying I’m lucky, I just love writing stuff and I’ve done it for a long time and finally that four-leaf clover turned up, and here I sit.”
"Nos últimos tempos, creio que os artistas e escritores têm permitido serem vendidos, sendo levados pela maré. Aceitaram a crença dominante de que a arte e a escrita são apenas formas de entretenimento. Não são vistas como forças transformadoras que podem mudar um ser humano e uma sociedade. São vistas simplesmente como entretenimento, coisas com as quais podemos ocupar 20 minutos ou meia hora enquanto esperamos para morrer."
— Alan Moore, no documentário "A Paisagem mental de Alan Moore" A arte fenomenal é do incrível Matt Taylor.
"Eu recebo cartas sobre isso com certa regularidade. É uma hipocrisia singularmente americana. Você pode escrever a descrição mais vividamente detalhada de um machado penetrando um crânio, e ninguém dirá uma palavra de protesto. Mas se você escreve uma descrição similarmente detalhada de um pênis penetrando uma vagina, receberá cartas de pessoas dizendo que elas nunca mais lerão seus textos outra vez. Mas que diabos? Pênis penetrando vaginas trazem muito mais prazer ao mundo do que machados penetrando crânios."