𝙻𝙴𝚈𝙻𝙰 𝙼𝙴𝙻𝙸𝚂𝙰 𝙾𝚉𝚈𝙴𝙶𝙸𝙽 𝐘𝐀𝐒𝐌𝐄𝐄𝐍 𝐒𝐀𝐕𝐕𝐀, 27 y/o. ⊰ ─ ⊹ Sua prima tem 𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒅𝒐 em Harvard, emprego 𝖿𝗂𝗑𝗈, ganha 𝟸𝟶 𝚖𝚒𝚕 por mês e ainda por cima 𝖏𝖆́ 𝖈𝖆𝖘𝖔𝖚! E você?"
—— LEYLA MELISA OZYEGIN YASMEEN SAVVA? Por aqui ela é mais conhecida como THE HIDDEN DEPTHS desde que se mudou há DOIS ANOS. Os turistas costumam confundi-la com HANDE ERCEL, mas ela não passa de uma ADVOGADA DONA DO CHEMICAL de VINTE E SETE anos. Quando encontrá-la eu sugiro que tenha paciência porque ela pode ser dissimulada e extremista em seus dias ruins, mas há quem diga que ela também possa ser confiante e assertiva quando está de bom humor. Espero que tenha sorte na sua procura!
ABOUT:
Nome: Leyla Ozyegin Yasmeen Savva.
Idade: 27 anos.
Aniversário: 19 de novembro.
Cidade natal: Istambul, Turquia Nicósia, Chipre do Norte.
MBTI: INTJ.
Alinhamento moral: True neutral.
Zodíaco: Escorpião.
LONG STORY SHORT:
I. Leyla nasceu e morou quase a vida toda em Istambul, na Turquia.
II. Filha única de um casal de milionários, a vida da garota parecia estar totalmente planejada desde que ela nasceu. Os pais sabiam em que escola ela estudaria, em que universidade e curso iria entrar, as amizades que faria ao longo da vida e quem se tornaria quando chegasse a fase adulta, e não estariam dispostos a deixar a garota sair dos trilhos.
III. Logo quando completou o ensino médio, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de Istambul, mesmo ano que conheceu o seu futuro marido, Ahmet, filho de uma família coincidentemente muito amiga da família de Leyla.
IV. Logo quando se formaram, imediatamente Leyla e Ahmet noivaram, para casarem um ano depois.
V. Pouco tempo depois disso, o casal se mudou para Londres, onde Leyla fez um mestrado na Universidade de Cambridge, e logo depois retornaram a Istambul, onde se estabeleceram novamente.
VI. A carreira da garota é fenomenal desde o início ( afinal, segundo os Ozyegin, Leyla sempre foi uma garota prodígio e com grande vocação para a área, então não havia dúvidas que ela se daria bem ), e antes dos trinta, ela já havia estabelecido uma condição financeira muito boa, assim como Ahmet.
VII. Aos 25 anos, Leyla deu a luz ao seu primeiro filho, Eymen.
VIII. Por mais que nunca houvesse se rebelado de forma brusca contra todo o controle imposto à ela desde a infância, era claro que a garota nunca teve direito nenhum sobre a própria vida. Ela fez a faculdade que a família queria, casou com o namorado que eles aprovaram, mesmo que não gostasse de fato dele, e teve o emprego que sempre disseram que ela deveria ter. Mesmo quando tinha seus vinte e poucos anos, se ela saísse dessa linha de planejamento, era constantemente ameaçada a ser deserdada, e sem direito a um tostão.
IX. Mas chegou um dia que ela não conseguiu mais lidar com nada daquilo, e começou a planejar uma forma de cair fora daquela vida sem perder parte do conforto, e com as mínimas chances de ser encontrada por qualquer familiar no futuro. Passou meses pesquisando lugares onde poderia se exilar, e antes de mudar de nome, fazer novos documentos e conseguir se legalizar em Malta, e depois de pegar uma quantia significativa de dinheiro o suficiente para conseguir se estabelecer na ilha, Leyla forjou o próprio desaparecimento.
X. Quando chegou em Malta, alegou que seu nome era Yasmeen Savva, nativa de uma cidadezinha em Chipre do Norte, uma empresária de 27 anos formada pelo Alexander College, e que ela pretendia se estabelecer em Malta para montar o próprio negócio ––– ou comprar de algum ex proprietário.
XI. Conseguiu se legalizar em Malta através do Permanent Residence, provando que tinha um valor líquido de mais de 350 mil euros.
XII. Antes conhecida por possuir um rosto bem redondo e cabelos com mechas loiras, agora Leyla (ou melhor, Yasmeen) modificou levemente o rosto para que ele fosse menos redondo, deixou os cabelos crescerem e os tingiu de um castanho mais escuro.
XIII. Escolheu a ilha de Malta porque sabe que é o último lugar onde vão investigar.
" ––– VOCÊ É O IMPOSTOR! " Lá estava Yasmeen, uma mulher adulta, já divorciada, madura, dona de um restaurante de luxo gritando e apontando para o prefeito da cidade como uma garota de quatorze anos. A voz saiu um oitavo acima do tom usual, e a gargalhada orgulhosa tomou conta do ambiente silencioso. " ––– Eu sabia! Tá vendo? O prefeito da cidade tá por aí matando gente. Espera até isso chegar no governo federal." Ponderou, sorrindo para o outro antes de bloquear a tela do celular. Mal havia percebido que o sol já havia se posto naquela sexta feira, mas as horas se passavam como se fossem minutos quando estava na companhia do mais novo e improvável amigo. " ––– Ok, você mandou bem nessa partida. Manda bem em todas, pra falar a verdade." Admitiu, dando levemente de ombros. Bom, no final das contas, estava apenas sendo sincera. Não podia negar que Nikhil era um homem altamente inteligente, e agradável de se ter por perto. Talvez por isso houvessem se tornado amigos tão rapidamente ––– ou assim Savva pensava. " ––– Então, a gente se vê amanhã." Ponderou, quando repousou a bolsa no ombro, preparando-se para ir para casa. " ––– Fica bem, Nik." Finalizou, sorrindo singelamente para o outro antes de se retirar.
Bom, talvez aquela fosse a vontade de uma Yasmeen que, há alguns meses atrás, preferia passar o tempo livre em sua própria companhia, ou fingindo mais uma vez que era uma turista perdida em Valletta ––– como se os moradores da cidade já não houvessem reconhecido a figura da dona do Chemical se fazendo de gringa por aí, e não houvessem estranhado. Contudo, descobriu que o local mais tranquilo que encontrara para isso, há alguns meses, não era apenas dela. Primeiramente, houve um inevitável desajeito, e algum estranhamento por pensar que talvez o homem desconhecido pudesse de alguma forma atrapalhar seu momento a sós; mas depois, percebeu que tinham mais em comum do que ela imaginara, afinal, almejavam apenas silêncio e calmaria, nem que fosse por apenas alguns minutos. Mas Yas jamais adivinharia de fato que o tempo seria gentil com ambos. A medida que os dias foram passando, o desejo de morena de chegar no almoço e encontrar o lugar vazio começou a se converter na esperança de que o mais novo amigo ––– se é que podia chama-lo assim ––– estivesse lá; e se não o encontrava, passava os minutos do almoço ponderando que horas ele chegaria. Ainda apreciava a própria companhia, mas o momento do almoço, o qual pensou que passaria em solidão, acabou se tornando o momento de encontrar Stan ––– e travar uma conversa sobre... Bom, qualquer assunto. " ––– Não vão nos achar aqui. Nunca acharam." Sorriu, dando de ombros com singeleza. Era como se fossem os únicos que conheciam de fato o pequeno refúgio, isolado e acolhedor o suficiente para agradar ambos. " ––– O que você tem hoje?" Pendeu a cabeça, repousando os olhos castanhos no outro. " ––– Eu acabei os livros que tava lendo e não tenho mais nenhum na estante. Me restou o jornal que deixaram no correio, mas não sei não. Não é como se acontecesse muita coisa por aqui." A cidade vivia em constante paz, tal qual o primeiro crime de alarde que acontecera no ano fora a assassina de Among Us.
Sebastian gostava de trabalhar nos cafés e quando finalmente encontrou um naquela cidade que achava interessante, decidiu pedir um café para começar a trabalhar no seu livro. Ele sentou-se numa mesa, abrindo o caderno e começando a trabalhar. Quando o seu café terminou, ele foi pedir outro, quando chegou não encontrou a sua caneta e começou a procurar “Como? Desapareceu!” Comentou, abrindo o caderno a ver se não ficou entre as folhas.
Os pisca-piscas que começavam a adornar as ruas já causavam algum enjôo em Yasmeen, que buscara refúgio na cafeteria que fora agraciada por não possuir nenhum enfeite de natal ––– ainda. De todas as épocas do ano, era de longe a mais traumática para a morena que, só de pensar nas roupas verdes de duende e em cantar Deck the Halls de porta em porta, sentia que precisava de um litrão de rivotril. Tentava esfriar a cabeça com o café expresso em mãos, quando ouviu o questionamento alheio, franzindo levemente o cenho para a cena. " ––– Se não caiu até agora não cai mais." Ponderou. " ––– Vê se tá entre o miolo e a capa do livro."
deu mais uma mordida no burrito e inclinou na direção dela o embrulho de alumínio meio desfeito pra mostrar. “de frango dessa vez.” como se fosse fazer alguma diferença, ainda era horrível pra sua saúde, mas ele não parava com as porcarias. “que livro?” questionou agora realmente interessado já que salada com peixe era algo que só de pensar o dava arrepios, odiava peixe, salada então… “dessa vez sem livro, terminei o que trouxe a caminho do hospital pro metrô. achei que era o suficiente até a hora do almoço, mas o metrô atrasou.” explicou demais sentindo-se meio bobo em compartilhar demais.
flashback
" ––– Crime e Castigo. Não é a primeira vez que pego pra ler, mas só cheguei no final agora." Não que fosse tola há alguns anos, mas ninguém podia culpar uma garota de quinze anos e totalmente tomada pela curiosidade de não entender nada da história da vez que tentara ler ––– e motivos como a constantemente manter distância do alheio, a tornavam, na mais gentil das palavras, um pouquinho esquisita na adolescência, condenando-a a alguma solidão; talvez por isso houvesse encontrado refúgio em atividades mais solitárias. Mas bom, agora parecia um pouco mais fácil os escritos, e Yasmeen agradecia, provavelmente, à faculdade de Direito. Tinha que servir para alguma coisa, não? " ––– Foi? E qual foi o que você terminou?" Perguntou, em genuína curiosidade. Conversa de nerd que chama.
@vcrain: parece que o halloween ainda não acabou…
@vcrain: just kidding!!
@vcrain: esse é só o resultado de eu ter esquecido de fechar o liquidificador quando fui fazer meu smoothie de morango
yasmeen ➔ valerie: Você matou o prefeito, o médico e a santa sagrada de Valleta.
yasmeen ➔ valerie: E me deixou sem dois amigos.
yasmeen ➔ valerie: Devia tá sendo investigada pela polícia.
“Na verdade, eu tenho muitos produtos em casa para cuidar dela.” Falava da sua barba, que só cresce a cada dia mais – continuaria crescendo sem parar, se ele não tivesse se olhado no espelho uma manhã, cerca de dois meses atrás, e visto o próprio homem das cavernas no reflexo –, porém que está bem mais tratada. Outra pessoa também lhe ajudou, não poderia esquecer. “Sem contar que assistir Queer Eye certamente me fez perceber como eu estava me negligenciando…”
" ––– Hm." Foi tudo o que respondeu, sua atenção voltada mais para o jornal do que para o pronunciamento alheio sobre a barba. Teria continuado com a mesma pode, caso o outro não houvesse citado o que era basicamente um dos seus programas favoritos. Logo, voltou os olhos castanhos paa a figura alheia, agora realmente prestando atenção. " ––– Aqueles homens fazem tudo, principalmente o Karamo. E se você chamar eles pra fazer um make over em você e eles aceitarem, me avisa que eu quero conhecer."
“Ih, caiu a luz…” A fala fora proferida no exato momento em que a escuridão instaurou no velho casarão. Nik não temia o escuro, mas não era nada confortavelmente realmente. De quem foi aquela ideia mesmo? “Você quer ir à elétrica arrumar a luz?” Indagou diretamente ao nada, à procura da pessoa que outrora conversava consigo. “Você trouxe celular? Porque eu não. E seria bom ter uma lanterna, né?”
“ Ah, pronto.” Mais uma vez cegueta, e aquilo presencial era muito, muito mais desagradável do que por uma tela de celular. Among Us, aparentemente, havia viciado não só Yasmeen; de manhã, ela era uma empresária responsável, e Nikhil, um prefeito exemplar. Pela noite, ambos eram duas crianças desesperadas gritando um com o outro. “ Eu sempre trago o celular, Nik.” Viciada como era, se largasse em algum lugar longe demais de onde estava, começaria a entrar em crise. “ Lanterna aqui.”
“eu não sei o que eu tinha na cabeça quando pensei que perucas não seriam tão desconfortáveis. esse negócio pinica demais e eu tenho certeza de que se eu tirar, ninguém vai saber qual é minha fantasia, além do meu cabelo estar uma porcaria.” resmungou para a pessoa ao seu lado, coçando sua cabeça, ou melhor, a peruca de bob ross, esperando alcançar sua cabeça.
" E quem é?” Como alguém completamente alheia ao universo artístico, Yasmeen estava longe de saber quem era Bob Ross --- também não reconhecia ele dos memes, por mais que já houvesse visto alguns deles aqui e acolá. Sua fantasia havia sido bolada a partir da praticidade de colocar uma roupa branca e uma superfície pintada de muro por cima. Simples, barato e prático; ela não gastaria mais de três euros numa fantasia de Halloween; estava mais empolgada em jogar Among Us presencial. “ Se você quiser, tira. Ou vê como tá seu cabelo antes, mas acho que todo mundo tá mesmo concentrado no jogo. Você já tem palpite sobre quem é o assassino?”
“Finalmente eu te achei!” Vee comemorou ao encontrar MUSE de costas, tocando seu ombro para deixar claro que era com elx mesmo que falava. Nem esperando MUSE se virar, desandou a falar, equilibrando seu segundo drink da noite na mão livre “Você viu que tem brinquedos de realidade virtual? E uma sala pra resolver um mistério?! Eu me recuso a ir embora da festa sem resolver esse bendito mistério!” empolgou-se, claramente decidida a enfrentar os perigos com quem ficaria presa para resolver o tal enigma.
“ Não chega assim!” Disse imediatamente, assim que pulou do banco em um susto. Jogar Among Us no celular era completamente viciante, e Yas basicamente não ficava em paz antes de achar o assassino. Na vida real... Bom, não era muito diferente; e lá estava ela, com uma fantasia mais larga do que ela mesma, tão entretida como se estivesse jogando online. “ Ou isso ou resolver as tarefas antes. Pelo visto quem inventou essa festa tá tão viciado nesse jogo quanto todos nós. Não vou mentir, achei genial.”
Daisy deu um sorriso largo. Adorava festas de halloween, era involuntário não sorrir. Olhava ao redor animada, vendo as fantasias. E estava ainda mais animada com o jogo, afinal, nos últimos dias estava completamente viciada em among us. A fantasia cor de rosa ressaltava bem a personalidade, vestia-se como a fada de winx, flora, e tinha um pacotinho de glitter biodegradável nas mãos - e um copo de bebida na outra. Acabou esbarrando as asas em alguém e logo se virou para pessoa, jogando um pouco de glitter - de propósito - nela. “Pó de fada! Sei que você vai querer ser uma de nós. No caso, uma de mim, né” só então percebeu que o glitter havia ido nos olhos da pessoa “Ai meu deus, desculpa! Deixa eu soprar pra você”
Não sabia onde estava quando resolveu ir para o evento de Halloween vestida de muro do Donald Trump --- mas Yasmeen não estava lá muito disposta e se encher de maquiagem e investir em uma fantasia da família Addam, ou qualquer coisa parecida. Contudo, também não pensara em quanto a larga fantasia poderia proporcionar diversos esbarrões em outros participantes da festa, principalmente quando a fantasia alheia também era adornada por acessórios como... Bom, como asas. “ Discutível...” Comentou, elevando levemente os ombros. Não por nada, mas porque dificilmente Yas colocaria uma fantasia de fada e sairia saltitando pela cidade . Não estava sendo paga para isso. “ Mas pronto, agora tem glitter no muro do otário. Achei ótimo, se quer saber.” Além de Among Us, Yasmeen também estava viciada no New York Times, e nas eleições estadunidenses, mesmo que nada tivesse a ver com aquilo. Mas como alguém que havia convivido com muçulmanos a vida toda, era propício que nutrisse alguma antipatia pelo candidato republicano.