Eu não sei. Não faço ideia do que está acontecendo.
E o Jack? Ele não estava te ajudando?
we're not kids anymore.

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@arendelle--anna
Eu não sei. Não faço ideia do que está acontecendo.
E o Jack? Ele não estava te ajudando?
Meus poderes andam meio fora de controle.
Como assim? Aconteceu alguma coisa?
Não exatamente.
Como assim? Tá quase lá? Ou aprendeu alguma outra coisa super legal?
Quase, Anna.
Como andam as coisas?
Normais. Meio monótonas. Mas acho que finalmente tô terminando aquele quebra-cabeça enorme que comecei ano passado.
E você, já conseguiu descongelar?
Acho que quase um dia inteiro
Ah, poxa, achei que tivesse batido meu recorde.
Achei que fosse dormir até depois de amanhã!
O quê... eu dormi por quanto tempo?
O que eu perdi?
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
Eu não estou noiva dele, estou?
E um encontro com um menino que eu conheço há algumas semanas é uma coisa, ficar noiva de um cara que você acabou de conhecer é outra.
A gente pode mudar de assunto?
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
Porque sabe que eu estou certa.
Não tá não! Aposto que você não sabe nada mais do que eu sobre amor verdadeiro. Marcou um encontro com um garoto e nem sabe aonde vai.
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
E o que você sabe sobre amor verdadeiro, hm?
Eu... eu...
Eu não quero discutir com você, tá bom?
So I’m a bit of a fixer-upper || Kristanna
Kristoff tinha terminado suas entregas daquele dia bem cedo, então, ele tinha o dia todo para ficar em casa relaxando ao lado de Sven, talvez até dedicasse um momento de sua tarde para escovar o pelo embaraçado dele, afinal, ele não tinha tanto dinheiro para mandá-lo para o veterinário. Kristoff estava na cozinha preparando um chocolate quente com muito chantilly e logo depois daquilo iria se jogar no sofá e assistir alguma coisa que prestasse que estava passando na TV, mas ele achava difícil, além de que o sinal na floresta era horrível, mas apesar de tudo aquilo, ele sempre viveu feliz, não era uma pessoa muito exigente.
Quando Kristoff tinha terminado tudo, já estava jogado no sofá, se deliciando com o conteúdo em sua caneca. Ouviu então alguém bater na porta, ele tinha achado que podia ser alguém querendo falar sobre negócios, mas Anna se condenou quando deu suas cinco conhecidas batidas que faziam um ritmo legal. Ele se levantou e se ajeitou o mais rápido que pode no espelho, Anna era uma pessoa muito especial, não que ela soubesse disso, mas bem… ele estava naquela fase de ficar todo bobo perto dela, então, tinha que se concentrar. Quando decidiu que estava apresentável, foi até a porta e abriu com um sorriso — Oi Anna, eu não estava te esperando… entre! — ele sorriu e deixou a porta aberta, enquanto ia até a cozinha servir uma caneca de chocolate quente para ela.
Anna deu um sorriso enorme ao ver Kristoff. Queria abraçá-lo, mas ele foi direto para a cozinha. Tudo bem, seguiu ele e sentou no balcão para tomar o chocolate quente. Que, aliás, estava delicioso. O chocolate quente de Kristoff era o melhor que ela já havia experimentado, e isso não era somente porque era o único que ela já experimentou na vida. “Eu até fiquei com medo de que você não estivesse em casa, mas eu acabei esquecendo que eu tenho celular” riu do próprio descuido enquanto tomava mais um gole da bebida. “Cadê o Sven?” perguntou pela rena do amigo. “Ah, e Kristoff, se eu passar mal, pega meu celular e liga pro contato ‘Ruth’, tá bom?” Anna falou aquilo com tanta naturalidade que parecia que nem se importava mais com a possibilidade de ter uma de suas recaídas a quilômetros de casa, mas tinha muito mais no que pensar além daquilo no momento. Aliás, aquele era o menor de seus problemas, mas era a razão do maior deles. Que bom que não estava falando aquilo em voz alta, senão soaria ainda mais confuso.
Terminando o chocolate quente, Anna se levantou da cadeira e entregou a caneca vazia para Kristoff. “Hum, então, eu vim aqui porque eu quero conversar com você” disse. “Acho que eu tô precisando desabafar sobre umas coisas que tão acontecendo” explicou, reticente. O amigo sabia sobre a ausência de Elsa na vida de Anna, mas não sabia dos poderes. Sabia da doença de Anna, mas não da verdadeira causa dela. Anna não sabia como ele iria lidar com aquilo, mas esperava no mínimo um choque — como o que ele teve quando ela contou que havia noivado de Hans em um dia. E, aliás, ela queria falar sobre Hans também. Enfim.
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
E você mal o conhece.
Mas é amor verdadeiro, Elsa! Urgh.
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
Hans? Não. Sabe que eu não gosto dele, Anna.
É, sei, mas... ele é meu noivo, né.
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
Dia dos namorados é bizarro.
Ah, é dia dos namorados? Que legal!
Falando nisso, você tem visto o Hans?
Pra que tantos corações espalhados pelas ruas?
Também não tô entendendo!
Não precisa gritar!
Isso é demais!
E aonde vocês vão?
É…
É EU TENHO!
Qual é o nome dela? Quantos anos? Estuda? Trabalha? Onde mora? RG? CPF? Conta bancária? Plano de saúde?