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â Atlantic Boy.
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@atlantic-boy
Baby, somos foragidos desse amor!.
â Atlantic Boy.
â unknown (via letsbelonelytogetherr)
Frio Ă© psicolĂłgico e eu nĂŁo tenho psicolĂłgico.
Eu nĂŁo preciso ser tudo na sua vida, mas preciso saber que sou algo real, nĂŁo sĂł o lugar onde vocĂȘ descansa quando cansa de ser forte.
Escriturias
E eu te amei.
â Atlantic Boy.
A escrita sempre foi a coisa mais bela que desenvolvi para Entender.
â Atlantic Boy.
Nem sempre, mas sempre num domingo a noite.
â Atlantic Boy
3 horas encarando a tela do word e num eterno digita e apaga.
â Drama de escritores.
SerĂĄ que vocĂȘ volta bater na minha porta?
NĂŁo Ă© saudade do que foi. Ă© saudade do que ficou, essa versĂŁo sua que mora em mim sem pedir licença, que aparece no meio de uma mĂșsica, no fundo de um copo, no Ășltimo segundo antes de dormir.
Ăs vezes me pego olhando pra porta, nĂŁo esperando, juro que nĂŁo, mas olhando. do mesmo jeito que a gente olha pro cĂ©u quando o tempo muda e nĂŁo sabe bem o que vai vir.
â Atlatic Boy.
Guardo na minha boca o gosto do seu desejo.
â Atlantic Boy.
Tem capĂtulos que a gente quer encerrar logo. mas alguns nĂŁo sĂŁo nossos pra fechar â eles tĂȘm o tempo deles. precisam ser absorvidos, analisados, sentidos atĂ© o fundo, antes de deixar a gente seguir.
e o prĂłximo assusta. porque Ă© novo, e novo a gente nĂŁo conhece. tira a gente de um lugar que, convenhamos, muitas vezes nĂŁo tem nada de confortĂĄvel â mas era familiar. e familiar parece seguro.
mesmo assim, a gente segue.
â Atlantic Boy.
Te vi hoje na rua e vocĂȘ era sĂł um cara. nem feio, nem bonito. nem frio, nem quente. sĂł um cara andando, existindo, ocupando espaço como qualquer pessoa ocupa.
fiquei parado tentando encontrar alguma coisa. aquele impacto. aquela aura. o negĂłcio quase sobrenatural que eu jurava existir em vocĂȘ. mas nĂŁo tinha nada.
e a pior parte Ă© que, por alguns segundos, isso doeu no meu ego. porque admitir que vocĂȘ era comum significava admitir que fui eu quem inventou tudo.
eu peguei um homem comum e fui bordando em cima â coloquei brilho nos seus olhos, profundidade no seu silĂȘncio, significado em cada coisa que vocĂȘ fazia de errado. transformei seus defeitos em complexidade, sua frieza em mistĂ©rio, sua ausĂȘncia em algo que eu precisava merecer. eu transformava esforço mĂnimo em romance porque queria que fosse vocĂȘ.
eu era muito mais criativo do que vocĂȘ era interessante.
e depois que esse segundo de ego machucado passou, veio o alĂvio. do tipo que vocĂȘ sĂł sente quando percebe que carregava um peso que vocĂȘ mesmo tinha escolhido.
vocĂȘ nĂŁo perdeu o brilho. vocĂȘ nunca teve. fui eu que emprestei o meu.
â Atlantic Boy.
Ainda todas mĂșsicas de amor sĂŁo sobre vocĂȘ.
â Atlantic Boy.
When you call my name start little games.
â Atlantic Boy.
"Não quero e nem consigo entregar meu coração a alguém até ter certeza de que ele receberå cuidado de verdade, e que isso serå provado repetidas vezes. Enquanto isso, me delicio com o meu amor por mim mesmo."
â Desconhecido. (Frase ĂĄrabe.)
Hoje assisti ao filme que vocĂȘ tanto me falava e indicava, e agora entendo por que o amava tanto e por que queria que eu o visse.
â Atlantic Boy