SPOTTED! ALEY REFN VAN DER VEEN foi visto pelas ruas de nova york, você sabe, o sósia de MAXENCE DANET-FAUVEL. dizem as más línguas que ele é IMPACIENTE, mas também pode ser SOLÍCITO. também ouvi dizer que ele tem 24 ANOS e está na cidade cursando MEDICINA VETERINÁRIA.
INFORMAÇÕES GERAIS:
Naturalidade: Amsterdã, Holanda do Norte (Países Baixos).
Nascimento: 15/08/1997
Inclinação religiosa: nenhuma, adepto do ateísmo.
Orientação sexual: bissexual.
Altura: 1,84m.
Cor dos olhos: azuis.
Cor dos cabelos: castanho claro, embora usualmente os tenha tingidos de preto.
Alinhamento moral: Bom e caótico, ‘o rebelde’.
MBTI: ENFP-T.
Eneagrama: 4.
OCEAN: 81% O, cerne ‘idealista empático’,
Temperamento: Sanguíneo.
ABOUT & SEGREDO:
A origem abastada não é exatamente um segredo no que compete à história de Aley. Filho do casal Caspen Van der Veen — oncologista, também especializado em física aplicada à medicina nuclear — e Hanna Igreed Refn — bioengenheira, com especializações em farmacoquímica e gestão — traz consigo o prestigioso sobrenome que há de lhe garantir todo o conforto e estabilidade que alguém pode vir a necessitar. Todavia, não por afortunado em seu nascimento conta com os privilégios básicos de ter um lar: afeto e cuidados, afinal, foram-lhe dispensados religiosamente apenas durante os primeiros anos de vida. Uma vez não necessitando do literal seio materno, tornara-se apenas um figurante da própria existência. De certo modo, os pais eram cientistas demasiado devotos. E o conhecimento se adquire pelo preço do tempo. Tempo este que era retirado dos momentos em que haveriam de dispensar consentindo e reafirmando o filho.
Acostumara-se, porém. Não estava completamente desatendido, dado que a negligência não se estendia aos extremos do abandono. A crescente condição financeira mantida pelo sacrifício dos laços mais fundamentais, afinal, permitia a manutenção de uma considerável lista de funcionários, responsáveis em maior parte pela criação de Will, Alya e Aley. Auxiliavam-nos com deveres escolares, compareciam às reuniões e até mesmo encarregavam-se de propiciar a sensação da seguridade de um lar, amenizando a sensação de frieza que restava trás cada uma das raras visitas dos pais.
Com a crescente necessidade por chamar a atenção, começara a se rebelar. Embora se esforçasse em termos escolásticos — sendo um aluno relativamente bom, mesmo com suas falhas — quando em casa, era tornava-se um pequeno terror. Não tencionava dificultar a vida de quem ali trabalhava, todavia, ansiava por receber ao menos uma reprimenda da mãe ao ser delatado, ou que o pai lhe tirasse todos os eletrônicos por um par de dias. Sem sucesso algum com suas diabruras triviais, aos poucos adotava medidas mais drásticas. Percebera a vanidade de suas tentativas quando, motivado por um impulso, consumira álcool ativamente a despeito de sua pouca idade e a resposta dos pais — que deveriam compreender a gravidade de tal sucesso — fora simplesmente restar importância ao assunto, afirmando que ‘ao menos aprenderia uma lição’. E aprendera, de fato. Aprendera que, a despeito de sentir-se lastimado, trazia consigo pouca relevância no que compete à família. Como poderia caber-lhe qualquer destaque, quando vivendo á sombra do irmão mais velho com sua excelência em tudo o que se propunha a fazer. Caspen Willem Van der Veen — Will, para a família — afinal herdaria tudo: desde a maior parte da fortuna até o amor dos pais.
Embora tarde demais para a própria comodidade, por fim se habituara aos fatos: os pais não se importavam. Assim, passara a sentir-se ainda mais responsável por Alya, como se de fato lhe coubesse a tarefa de protegê-la do desleixo paternal. Cria ter sucesso e, inclusive, tinha confiança suficiente para denominar-se um ótimo irmão. No entanto, como se o próprio universo desejasse tornar as coisas mais difíceis, tal papel começara a ser recebido com amargura para Aley. Como consequência, ao ver as próprias necessidades e dores serem passadas ao segundo plano em prol de atender Alya, passara a ressentir a própria irmã, terminando por distanciar-se da mesma, aos poucos. Isto culminara com o próprio, em segredo, recorrendo aos pais para pedir que fossem enviados para os Estados Unidos, sob os cuidados de Will, sob a desculpa de que a mudança de ares poderia fazer bem à gêmea. No entanto, a própria intenção era desvencilhar-se da assumida responsabilidade e, por uma vez, deter o controle da própria existência.
#SEGREDO: (TW: menção à vícios, uso de drogas e overdose)#
Não sendo o filho brilhante e, tampouco, o carismático, a Aley restara o papel de lutar por não ser o desapontamento andante na própria família. A falta de esperança em seus feitios, pois, outorgara-lhe liberdade para um par de equívocos triviais nos primeiros anos da juventude, embora estes viessem a perder força ante um impulso por ser melhor exclusivamente motivado por despeito. Devido à pressão sobre os próprios ombros para que tivesse algum sucesso — qualquer sucesso, como diriam os pais — a despeito de já ter um futuro garantido apenas pela herança, Aley passara a buscar os extremos da excelência acadêmica, tendo por intenção garantir admissão em uma boa instituição de ensino superior no exterior e a manutenção do próprio desempenho uma vez completada esta etapa. Livros, aulas e toda sorte de atividades e projetos com alguma relevância para o currículo, no entanto, não lhe pareciam suficientes para outorgar aquilo que considerava necessitar para alcançar os próprios objetivos. Destarte, decidira buscar respaldo em métodos mais efetivos para garantir uma boa realização: ajuda química, propiciada na forma de fármacos de uso controlado revendidos a si (e a outros inúmeros estudantes) por um colega que, de alguma forma, parecia sempre conseguir as prescrições necessárias para a aquisição de tal.
O que começara como algo ocasional, eventualmente tornara-se um hábito, cuja extensão e suas respectivas consequências recaem em um âmbito muito mais profundo do que aparentam. A despeito de, quando questionado, insistir na característica ocasional e limitada do consumo, Aley na verdade sustentara uma adicção que, aos poucos, adquirira mais e mais gravidade, fazendo com que a busca por medicamentos qual o Adderall devido à “necessidade de melhor concentração” refletisse em um longo quadro até então não tratado de depressão e, eventualmente, se transformasse em hábito de auto-medicação com uma especial recorrência à cocaína. Sustentar os vícios demandara investimento e, muito embora contasse com os privilégios do sobrenome, a demanda gerada pelo uso contínuo e progressivo superara sua capacidade de custear tal dependência em segredo, fator que despertara a suspeição dos pais, sendo esta concretizada após uma overdose, responsável por deixar o Van der Veen com algumas sequelas.
Para a surpresa do jovem, os pais finalmente tomaram algum tempo da tão preciosa agenda para estar a seu lado em um momento relativamente delicado. Não obstante, após alguns dias de mais carinho e dedicação do que vira em toda a vida, ambos retornaram ao trabalho. Aley compreendia, ou compreenderia algum dia, caso seguisse os planos de Hanna e Caspen e de fato seguisse carreira na mesma área. Tinham de salvar vidas. Outras vidas. Os pais prontamente se encarregaram de enterrar o ocorrido antes mesmo que se tornasse uma história, atribuindo o período expendido no hospital a problemas de saúde física de natureza completamente distinta, bem como chamando de “período sabático na Espanha” os meses passados em uma clínica de reabilitação para que tivesse o devido tratamento. Embora tenha se mantido na linha nos últimos meses, não é um estranho às recaídas.
MISCELÂNEA:
A família Van der Veen teve sua fortuna construída (e a mantém) através da Indústria farmacêutica e biotecnológica, sendo a empresa Van der Veen Inc., fundada em 1876 o ponto de partida para o crescimento financeiro da família. Com a especialização de serviços e consequente crescimento de seu portfólio, bem como a introdução de novas tecnologias e avanços científicos, ao longo do tempo, veio a tornar-se uma corporação multinacional (alô, Pfizer, um beijo pra inspiração) após compras e fusões com outras companhias do ramo, detendo relevância de mercado até a presente data. Hanna e Caspen, a despeito de suas formações, não exercem a profissão de fato há anos, havendo assumido a frente de assuntos administrativos na instituição.
Aley é um college drop out. Ao menos, do primeiro curso escolhido. Motivado por receber alguma aprovação da família, começara a cursar engenharia biomédica em Columbia, em uma tentativa por agradar os pais. No entanto, após alguns meses, simplesmente desistira do curso, trocando-o por Medicina Veterinária, algo que lhe agrada muito mais.
Tem acuidade visual péssima. Se não estiver usando óculos de grau ou lentes de contato, lhe é impossível enxergar qualquer coisa, independendo da distância.
Tem um gato preto de estimação, que atende (quando lhe cabe a vontade) pelo nome de Vanilla.
É um adepto da prática moderada de exercícios físicos, apenas como maneira de manter a saúde física. Embora frequente academias um par de vezes na semana, prefere caminhada, corrida ou a ocasional tentativa de andar de skate, razão pela qual sempre apresenta hematomas oriundos de quedas.
Costuma ter as unhas pintadas na cor preta (esmalte íntegro e impecável, diga-se de passagem). A razão por trás disto é que permitiu, por muito tempo, que Alya o utilizasse para treinar as próprias habilidades de manicure, e até mesmo terminou aprendendo alguns truques do ofício. Terminou acostumado e, destarte, adotando o hábito.
Adora filmes espanhóis. Dentre seus favoritos, contam O Labirinto do Fauno e La Playa de los Ahogados.











