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@augustooj
Bom dia, Boa música!
Divanny
"Part on the side of my 'fro like I'm Pablo" #TBT #kingpush
Balada é militância?
Embora eu não seja um frequentador assíduo da noite de SP, tenho histórias o suficiente com baladas para dizer pra geral que precisam dar uma segurar nessa emoção, essa tal “geração tombamento” (nome péssimo viu?!) precisa comer bastante arroz com feijão. As primeiras baladas que fui, eram boates gay e o ambiente sempre me foi hostil, como já retratei tantas vezes nos textos deste Tumblr. Além de sempre ficar no zero a zero por ser preterido pelas gay, sempre paguei veneno vendo Drags zoando as quebradas da Leste, fora que pagar 20,00 reais na entrada pra ficar ouvindo Britney Spears, é muito desaforo. Uma dica: gays também escutam outros tipos de som! Quando me dei conta que esses rolês não eram pra mim, passei a frequentar festinhas neo-tropicalistas dessas bem moderninhas sabe? Com white people fazendo cosplay de gente preta e tudo mais. Nesse rolê fui mais insistente, e mesmo com todo o veneno que sempre pagava, lá estava eu nas edições seguintes. Até me apresentar certa vez, eu me apresentei. Inclusive, dancei e levei o maior calote, como se não bastasse. Valorização do trabalho de gente preta tá teno! ~risos~ Quando me aproximei um pouco mais do Candomblé, passei a perceber o quão essas festas são zoadas. Caralho, tocam ponto de Umbanda e Candomblé enquanto a galera se droga. Se pintam como Yaôs, comercializam nossos símbolos de resistência e torna exótica a cota preta da festa. Uma dica: para o seu bem estar, fuja das festas que levam nomes de Orixás e afins.
Festa Batekoo — Foto TRAP House A coisa começou a mudar quando me aproximei das festas feitas por pessoas negras. Pela primeira vez pude me sentir realmente à vontade, e dançar sem me importar com que os bicos do rolê iam pensar. Ver a super valorização do povo preto nessas festas, é sensacional! Um monte de pessoas que fogem do padrão estético resignificando seus corpos e como os coloca mundo. Tudo muito bem, tudo muito bom, mas… a galera tá batendo a nave! Gente, a revolução não será bundas rebolantes num vídeo, all right? É claro que rebolar o cu é bem importante também, ainda mais pra nóis que é preto e se fode praticamente todos os dias do ano, MAS precisamos ir muito além dos views e likes no Facebico né viados? A tal geração tombamento, me parece estar mais preocupada em tombar nas redes, do que fora delas hein mores? O que acontece nessas festas são mudanças pessoais que podem ou não se desdobrar para o coletivo. Me sinto muito bem em dançar com os meus, e ter um rolê pra chamar de meu, só que a vida é muito mais do que uma noitada viu?! Quando eu chego do baile na minha quebrada, o empoderamento tá só aqui dentro do meu coraçãozinho, meu vizinho continua sendo escroto com a mulher dele e as gay continuam sendo atacadas do mesmo jeito. Então eu te pergunto, o que mudou realmente? Querem fazer uma festa de militância memo? Inspirem-se nos bailes de sound system, que acontecem nas quebradas e são gratuitos. Quer ver transformações efetivas? Traz as discussões de racismo, machismo, lgbttfobia e afins para as pontas da cidade. O que vem sendo feito por essas festas é bem importante, no entanto não viajem! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Reunir a negrada para bailar é resistência com certeza, no entanto precisamos nos atentar em todo movimento que está rolando ao nosso redor. Não sejamos tão pretensiosos de nos denominar “geração tombamento”, quando existe tanta gente que nem sabe desse rolê e tá fazendo as coisas acontecerem a mili anos. Estes batem a cabeça para minimizar as mazelas do racismo em seu cotidiano, quando esta tal geração só bate trança. Preciso salientar para que não haja interpretações errôneas, que frequento essas festas e acho um máximo ver tanta gente preta junta rebolando a bunda e fortalecendo laços, mas esta é só uma ramificação bem pequenininha do que a nossa potência enquanto militantes têm. A revolução não será televisionada e nem terá filtro de Instagram, ela precisa acontecer e que seja decentralizada, porque aqui na quebrada nóis não estamos no mundo da Alice não parça! À todas bichas Nagô, força na caminhada!
#King #broken #pop @fulaleo
Sensualizany
"I was too busy rapping. Good as f**k..." 📷Victor Goes. #HipHop #AmorComMusica #ATeam #Live #Music
Mais um dia de #ArteNaRua nossos convidados foram meus chapas @_helibrown e Bigo. #ATeam #AmorComMusica #HipHop (em Terminal São Matheus)
🙈
Sobre hoje.
O Menor Slam do Mundo! #poetry #slam #spokenword #ATeam (em São Paulo, Brazil)
Gente! 💔 #music #erykahbadu #rnb #ipod
Deuces! ✌🏾️
🌼
About last night. Obrigado pelo convite e pela energia! 💙💥🙏🏿 #GoodVibes #BigUp #ATeam
Hoje gravei uma participação no trampo dos manos do @overlaprock! O Trampo vai ficar o charme. 💙