Depois de tudo que você já enfrentou, não vai desistir agora né? Respira fundo e continua!
Laís Scagliusi (via effingos)
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Depois de tudo que você já enfrentou, não vai desistir agora né? Respira fundo e continua!
Laís Scagliusi (via effingos)
Não seja desastrado com o meu coração, ele é frágil demais.
Capitu Em Crise. (via sonhavas)
Quando eu te encontrar eu vou te dizer que foi bom demais. Foi intenso, verdadeiro e foi bom demais.
Projota (via silencidio)
Eu não queria acreditar nisto, mas eu realmente me tornei dependente de você.
Shit! My heart is stupid. (via silencidio)
Se você ama alguém, não deve nunca machucá-lo.
American Horror Story. (via construindoversos)
E quem você pensa que é? Andando por aí deixando cicatrizes, colecionando um jarro de corações, despedaçando o amor. Você vai pegar um resfriado do gelo de dentro da sua alma.
Christina Perri. (via enflorarme)
Amar, ah mar, se você soubesse o quanto sua imensidão cabe aqui dentro, qualquer um se afogaria.
Thiara Macedo. (via thiaramacedo)
Trecho do poema “aprisionado”, do livro O amor é um cão dos diabos - Charles Bukowski
Só que uma mesma história, é contada de formas diferentes.
Nick (via thinkss)
Hoje voltando pra casa, passou um cara do meu lado que tinha o seu cheiro. Tá que eu nunca fui fã desse seu perfume barato e adocicado, até te dei um importado de presente de aniversário, só que você insiste em passar essa colônia nojenta para me irritar. E irritava. Como irritava. Hoje, pela primeira vez na vida, eu gostei de ter sentido esse teu cheiro. Ao invés de ter corrido atrás do cara, eu corri foi do cara. Vai que ele era mais um prepotente que queria esbarrar na minha vida e deixar esse fedor virar “two one two”. Quase fui atropelada. Filho da puta! Procuro um lugar urgente pra estacionar essa minha vontade de ser de alguém. Cafeterias e livrarias não, esses lugares estão sempre cheios de pessoas vazias. Vazias de amor. E eu não quero um amor, eu quero me livrar dele. BARES! Há sempre uma boa bebida, uma boa música e uma boa pessoa para nos escutar. Cerveja não moço, hoje eu quero uma bebida mais quente pra aquecer o que há de melhor aqui dentro. Um, dois, no máximo três caras me olhando, o do canto até que não é feio. Olho pro celular, não toca, vejo a hora, não toca, olho pra hora de novo porque na primeira vez eu nem tinha prestado atenção no que eu estava olhando. São 20h. Finjo que estou esperando alguém pros babacas ao meu redor perderem o interesse. Ninguém chega. O cara do canto que até que não é feio se aproxima com aquele papo mole de “E ai?” E ai que eu não tô aqui, não tô afim, dou um gole na minha bebida e a vida começa a se tornar menos agitada e mais simples. “Eu nunca te vi por aqui, é nova?” Papo chato, cara chato, bar chato. Será que se eu deixar o dinheiro da bebida e sair correndo, eles vão me achar menos humana e muito insana? Não corri como planejado, mas deixei a grana e sai como se tivesse me libertado de algo que eu não sabia exatamente o que era. Andar me faz bem, mas andar sozinha me parecia solitário demais. Contei todos os gatos que passaram por mim na rua. Foram 12, juro. E ai me lembrei o quanto você odiava essa minha mania de contar a quantidade de animais abandonados. Quis chorar. Não pelos gatos, quero dizer, por eles também. Ai meu Deus, tô chorando. Peguei o celular e disquei seu número. Chamou, chamou, chamou e você atendeu com uma voz de cansado de quem tinha feito sexo o dia inteiro com a primeira puta que esbarrou por ai. Desliguei. Me odiei por quase uma eternidade, e te amei por umas 5 vidas. Cadê a chave do meu carro? Santo Deus, quando foi que minha casa esteve tão bagunçada? É pra combinar com as coisas aqui dentro. Achei! Prometo voltar logo, não morre de saudade. Três copos e tá eu aqui me despedindo do meu cachorro. Dirijo por ai, sem rumo, sem direção, sentindo a brisa do vento bater na minha cara com gostinho de liberdade. Mas se tô livre e tô feliz, por que quando eu respiro sinto que falta alguma parte de mim? Até sendo inteira eu sou metade. Ligo o rádio. Tá tocando Oasis. Começo a cantar em voz alta como se você fosse ouvir do outro lado do mundo “BECAUSE MAYBEEEEEEEEEE, YOU’RE GONNA BE THE ONE THAT SAVES MEEEEEEEEEEEE, AND AFTER AAAAALLLL, YOU’RE MY WONDERWAAAAAAAAALLL”. O tiozinho do carro ao lado acha graça de tudo isso e dá aquela buzinada pra chamar minha atenção. Mando o tiozinho do carro ao lado se foder. Ih, uma blitz. Eu bebi, eu bebi sim, não me prenda seu guarda, se eu te explicar a minha história até o senhor choraria. Criei todo aquele diálogo de uma mulher pobre inocente que bebeu porque teve o coração partido, pro guarda nem notar a minha presença e pedir pra eu sumir dali. Ei, eu disse pra você que eu bebi? Foram 3 copos. 3 não, foram 4. Isso, 4 copos de uma bebida que eu nem me lembro qual era, ta vendo como eu tô mal? Até esqueci o que eu bebi. Não vai embora não seu guarda, eu passei o dia todo querendo ser de alguém. A gente pula essa parte da conversa e vai direto pra cama. Não, essa conversa não aconteceu. Dirigi por mais uns 10 km mais ou menos e parei, no meio do nada pra entender porque diabos eu estava indo pra lugar nenhum. Mas ir pra lugar nenhum não é ir pra algum lugar? Já nem sei mais o que eu tô pensando, o que eu tô fazendo, e a porra do meu celular nem pega aqui. Vou voltar pra casa. Merda. A gasolina. A gasolina acabou. Por que diabos deixei a gasolina chegar ao fim? Eu tô perdida. Apavorada. Insetos, bichos, escuridão, frio, carros… Cadê os carros? Eu vou morrer. Algum serial killer vai aparecer aqui, com uma faca na mão querendo me estuprar tipo esses filmes de terror hollywoodianos. Tô sentindo. Ouviu isso? Ah, é a árvore se mexendo. Tô paranoica e a culpa é sua, seu filho da puta, maldito, cretino de merda. A culpa é toda sua. Coloca ideia na minha cabeça de que andar dirigindo por ai faz bem, e faz, e não faz, e não sei a porcaria que faz. EU NÃO TÔ BEM! Tô chorando de novo, e dessa vez é de desespero, e de ódio, e de saudade, e por você. CHEGA! Me encolhi dentro do carro como quem quer um abraço de abrigo, e fiquei lá, em posição fetal. E me senti tão culpada, tão estúpida e tão menos mulher por ter fugido mais uma vez sem saber pra onde. Porque eu queria ir de casa em casa procurando alguém mais adulto, mais responsável e mais homem que você, só pra entender que mais isso e mais aquilo continuaria me deixando presa pelas metades. Porque é desesperador demais chegar em casa e encontrar apenas meu cachorro na poltrona a minha espera sem ter que ouvir os gritos do seu futebol, e nem ver as cervejas espalhadas por cada canto da casa… CHE-GA! Olho para meu celular, 1 pauzinho de rede, 10 ligações, 5 mensagens de voz, 20 mensagens de texto. Obrigada meu Deus! Envio minha localização para JP com um pedido desesperador de socorro. 10 minutos. Foram exatamente 10 eternos minutos de espera, mais uns 15 minutos pra contar a história toda, e uma vida pra poder esquecer tudo isso. Entrei no carro rumo a minha casa, era hora de ir embora pra sempre.
Muita Coisa Inacabada Porque a Gente Acabou - Part IV (via thiaramacedo)
A fitei com ternura, bem no fundo daqueles olhos verdes amedrontados e lhe disse em voz baixa: Eu não sei o que é amor, eu não sei amar e sou um desastre quando se trata de sentimentos, mas se tu quiser me ensinar o que é amor, eu deixo. Só tu.
You are my salvation. (via supostos)
Você tem raiva de quem fala mal de você, mas já falou mal de alguém. Você detesta que critiquem suas bandas favoritas, mas não perde uma chance de falar mal da preferencia musical de outras pessoas. Você detesta ser ignorado, mas diversas vezes viu aquela sms e a ignorou. Você, por vezes, sorriu o dia todo, e quando chegou a noite, chorou até dormir. O que te leva a pensar que os outros são diferentes? A gente não percebe, mas somos tão parecidos. A menina descolada, o fortão do 3º ano, o nerd, o padeiro, a tímida. A gente nem para pra pensar em quantas lágrimas esses que atuam em nossa vida já verteram? Dificilmente nos colocamos no lugar dos outros. Exigimos que sejam como a gente. Se-eu-sou-boazinha-você-tem-que-ser-também. A gente dificilmente enxerga as pessoas como elas são. E o que elas são? Como nós, saturadas de imperfeições. São só… pessoas.
A menina e o violão. (via florixx)