SEND ME A FEMALE IDOL + ERA & I’LL MAKE A GIFSET ↳ JISOO + AS IF IT’S YOUR LAST FOR ANONYMOUS

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wenhnxz !! flashback.
não a respondeu seu nome logo de cara, apenas se manteve em silêncio enquanto a observava e ouvia sua explicação sobre algo que, sinceramente, wenhan odiava estar acreditando. a respiração tornava-se escassa à medida que as palavras criavam forma em sua audição. costumava sentir-se amaldiçoado por ter passado por tantas coisas ruins em sua vida, mas agora sentia-se apenas tolo. amaldiçoado era pelas mãos daquele que havia o criado. pensado em si, talvez com cautela. criado cada pequeno traço de sua personalidade para completar um time de personagens para um drama perfeito. queria sentir ódio, mas só sentia uma enorme decepção. embora inventado, havia vivido tudo aquilo. havia sofrido cada momento cruel até o dia de sua morte. ainda mais que confrontar, queria entender; porquê estava ali, porquê aquela era sua história. ficou longos segundos divagando por pensamentos que tentavam tornar uma ideia sólida antes de lembrar de responder a tal autora, que pela forma que falava, não o havia escrevido. decidiu ceder, por fim. “ — eu me chamo wenhan”, murmurou, mas temeu que ela não o conhecesse por nome - oras, não sabia se era personagem de uma história famosa. “ — eu ia me casar com um pastor? tenho um namorado chamado hyendo? minha mãe me matou?”, soltou alguns fatos asleatórios para tentar fazê-la lembrar-se quem era. “ — você conhece…? a pessoa que me criou?”
ㅤ ㅤ ㅤ ━━ wenhan… ━━ a seo pronunciou o nome do outro de forma lenta, não demorando mais do que alguns segundos antes de associá-lo ao personagem de seu colega de time. conhecia muito bem aquela história por ser uma de suas favoritas dentre as publicadas pelos outros escritores do time dos sonhos, então certamente conhecia muito sobre o rapaz e sua vida, o que até mesmo facilitava para que conseguisse imaginar como ele deveria estar se sentindo sobre tudo aquilo. contudo, não deixava de sentir uma certa culpa por tal coisa, não era certo saber tanto sobre a vida dele e com toda a certeza detestaria saber que alguém estivera lendo seus pensamentos mais íntimos; que não passava de entretenimento. assentiu com a cabeça ao ouvir os fatos sobre sua existência que wenhan soltava, confirmando que, sim, o conhecia. ━━ exatamente, e você é parte de um livro chamado “me salve”. se quiser, eu posso te mostrar ele. ah, e os outros personagens do seu livro… eu os vi por aqui. não sei se chegou a encontrá-los. ━━ levou uma das mãos até os fios de seu cabelo que começavam a cair sobre seu rosto, os ajeitando atrás de sua orelha. ━━ sim, sim. o seu autor, o ren, é um dos autores do grupo que eu faço parte. ele é uma ótima pessoa, eu juro...posso te levar até onde ele está, se quiser.
lordsomi !!
[txt to marie]: ainda bem que está acordada!! [txt to marie]: você sabe o que dizer no momento certo [txt to marie]: estarei aí em breve <3
Logo após enviar as mensagens, Sejeong saltou da cama e tratou de vestir um suéter qualquer em cima do pijama—– —- não queria tirá-lo nesse momento. Cautelosamente, ela abriu a porta do quarto, tentando fazer o mínimo de barulho possível para não acordar ou incomodar os demais, e saiu pelos corredores, até que chegasse na porta da melhor amiga. Respirou profundamente antes de bater na porta, não queria ser mais um problema para ela, por mais que o próprio coração estivesse pesado. Temeu que trouxesse uma carga negativa para Marie, mas queria poder ajudá-la também. Quando decidiu, deu algumas batidas na porta e esperou que ela viesse atendê-la.
Prontamente a Seo se levantou da cama para abrir a porta, apenas parando por alguns segundos para arrumar o rabo de cavalo mal feito em que seu cabelo estava preso. Não costumava se arrumar muito quando estava sozinha e a forma como estava era uma prova disso, vestia um pijama lilás com bolinhas brancas e em seus pés agora possuía suas adoras pantufas brancas e peludinhas, um visual que lhe dava uma aparência ainda mais adorável. Escutou as batidas características de Sejeong e rumou com rapidez até a porta, a abrindo e envolvendo a mais nova em um abraço de urso antes mesmo que esta tivesse tempo de reagir. “ — Sejeongie! Tão bom te ver.” Sorriu docemente para a outra ao se afastar, seus momentos favoritos eram quando estavam juntas e sempre sentia o seu humor melhorar apenas de vê-la. Pegou a mão alheia para puxá-la para dentro e fechou a porta do quarto para que pudessem conversar sem perturbar os outros, detestava chamar atenções desnecessárias. “ — Essa noite não está sendo muito agradável, mas... Vamos mudar isso. O que podemos fazer?”
ambitiicn !!
’ quando não sentires mais dor, a cicatriz vai desaparecer ’ , era uma das frases que lembrava de ter escrito encarando os próprios pulsos, dilacerados e encobertos por panos finos, que não o protegiam do inverno mas eram o suficiente para que não vissem a ‘ anormalidade ’ do filho única preocupação da mãe. no antigo poema, tal como na vida agora abastada, as cicatrizes não desapareceram, ou sequer a dor. sorriu cínico quando a outra colocou-se ao seu lado, a respiração antes agitada agora se tornando tão serena que poderia ser de um homem morto. dentro dele, no centro da tempestade furiosa que não cedia, e lhe pressionava as costelas como mil mãos impetuosas separando o coração do peito bem no centro, havia uma raiva infundada que ele podia descontar em apenas uma pessoa. “família ?,” repetiu, finalmente a encarando com olhos de ressaca, perigo e glória se misturando e brilhando através das íris escuras. “ninguém aqui é sua família.” Atestou, odioso e injusto, veneno escorrendo pelos cantos dos lábios rosados e macios. “justiça?” perguntou ressentido e baixo, mão ainda agarrada a gravata de cetim que mesmo larga ao redor do pescoço assemelhava uma corda, pronta para enforcá-lo por pecados que não tinha cometido. “oque você sabe sobre justiça?” gelo & fogo no tom, desgraça na ponta dos dedos, e ele queria que alguém além dele pagasse. apenas uma vez. “você é só uma idiota nobre que sempre viveu em luxo.” proferiu enquanto as sobrancelhas se arqueavam de forma irônica. naquele momento, as palavras eram balas e a boca uma arma, o corpo erguia guerra contra si mesmo e deus não tinha feito um olhar como o dele.
“ — e você deve ser um especialista na minha vida pra sair falando essas coisas sem saber, não é mesmo? deve saber até mesmo mais do que eu.” retirou o seu braço da volta dos ombros alheios, seu olhar agora repleto de amargura por ouvir tais coisas do rapaz quando somente queria ajudá-lo; quando somente estava tentando ser gentil. sinceramente, não entendia como as pessoas conseguiam ser tão insensíveis com aqueles que tentavam ser bondosos às vezes e, embora também soubesse que alexander não estava em seus melhores momentos, não acreditava que iria esquecer tão cedo a forma banal com que havia tratado a sua situação familiar. era um assunto extremamente sensível e que não queria sair explanando para ninguém, provavelmente apenas sua melhor amiga sabia a verdade sobre o que acontecia em sua aparente família perfeita, mas não achava que a ocultação de seus problemas era justificativa o suficiente para que a taxassem como uma garota cheia de luxos cuja vida era o sonho de qualquer um. justamente porque sua vida era o oposto disso. “ — acha mesmo que eu sou a garota riquinha que se faz de vítima e se ilude por não entender o mundo, aquela que acredita que tudo vai dar sempre certo? a que idolatra e se orgulha do incrível escritor que é seu pai e que sempre se escorou no reconhecimento dele ao invés de seguir o seu próprio caminho? que todos os dias vejo minha mãe sorrir como se estivesse vivendo o melhor momento de sua vida, e o amor dos meus pais me inspira a aguardar por um futuro amor que será como o deles?” soltou uma risada e carregada do mais puro desgosto somente de proferir tais palavras. “ — sinto muito desapontar as suas crenças, mas eu estou bem longe de ser essa garota. você não faz a menor ideia do que acontece na minha vida para sair falando isso ou aquilo, não sabe como é a minha família e muito menos tudo o que eu já passei nesses meus anos de vida.” se ergueu de onde estava sentada e o encarou mais uma vez. “ — então, me desculpe se eu acho que devemos ajudar eles e não sermos os monstros egoístas que quero acreditar que nenhum dos escritores aqui é. desculpe se eu achei que éramos uma família de uma forma ou de outra. desculpe se eu te considerei mais do que deveria.”
lordsomi !!
A noite finalmente havia chego e Sejeong já estava devidamente arrumada para dormir. Havia vestido seu pijama, deixado a garrafa de água sobre a escrivaninha rente da cama e pego um bom cobertor para aquecê-la, mas faltava uma coisa nisso tudo, sendo ela a mais importante: sono. Não conseguia fechar os olhos sem que as imagens de horas passadas invadissem a mente ou que pensamentos ruins atormentassem suas ideias. Havia mudado de posição inúmeras vezes, porém, nada parecia confortável o bastante. Enfrentaria uma insônia. Ela não queria ficar sozinha na madrugada, mas também não queria incomodar ninguém, por isso, Sejeong procurou o celular, onde buscou o nome da amiga, enviando-lhe as seguintes mensagens:
[txt to @autvmatic ]: você está acordada?? [txt to marie]: eu não consigo dormir… [txt to marie]: desculpa se te acordei! não deveria ter mandado nada
Marie estava em um ponto de sua noite em que nem mais tinha esperanças de conseguir dormir, sua mente parecia ficar cada vez mais ativa e não acreditava que fosse calmar tão cedo assim. Havia até mesmo tentado tocar um pouco de seu amado violinio para ver se a tranquilidade viria a tomar conta de si, um hábito que sempre demonstrava resultados, mas nem isso estava adiantando. Suspirou frustradamente ao que pegava o celular para verificar suas notificações, ficando um tanto surpresa ao notar que havia uma mensagem recente de Sejeong, feliz de ter um sinal de vida de sua melhor amiga.
[txt to sejeong]: tô sim!! não consegui dormir também :( [txt to sejeong]: por que não vem aqui? [txt to sejeong]: podemos nos distrair :D
ambitiicn !!
Esquivou-se do toque alheio como se ela pretendesse marca-lo com ferro quente, e deu alguns passas para trás depois de ouvir atentamente suas palavras. A mãe esquerda se apertava em volta do microfone, enquanto a outra mexia na gola da camisa de cetim como se estivesse prestes a sufocar. “Como pode acreditar nisso tão como é tão fácil ‘pra você ??” Arranhou o próprio pescoço, tentado impedir que alguém lhe envolve-se pela garganta e terminasse sua vida ali mesmo, porém não havia ameaça imediata talvez nem houvesse ameaça real, apenas o pânico dos próprios traumas. Olhar fixo na parede, ainda evitando a outra e todos os convidados restantes no espaço enorme que ainda sim o deixava sem ar, qi lu deixou que o aparelho em sua mão caísse ao chão com um barulho nada agradável. “Faça o que quiser, eu preciso sair daqui.” Teria o feito com mais rapidez se a visão não tivesse começado a escurecer, o obrigando a usar as costas das mãos para esfregar os olhos com indelicadeza até que estivessem vermelhos. Se agachou nas escadas do palco, ainda hipervigilante e consciente dos olhares raivosos. Sentia-se o garoto amedrontada no matadouro novamente. Tal como naquele dia, queria pegar suas coisas e fugir de tudo que estava errado.
como era tão fácil para ela?
a escritora poderia de incontáveis formas responder a pergunta que lhe fora feita, mas sabia que apenas uma seria verdadeira: a origem de querer ajudar os personagens não era nada mais do que a impotência que sentia por não poder ajudar sua própria mãe. o que mais queria era deixar de lado ao menos por um momento aquela sensação de inutilidade que tomava conta de si, que a fazia se sentir impotente e que a levava a sentir uma enorme culpa por não poder ajudar a pessoa que sempre havia estado ao seu lado. queria poder ajudar os personagens por estes estarem necessitando de alguém que tentasse ver o que os faria bem, sentia-se culpada por ter enchido os seus próprios de sofrimentos somente por ter estado em um péssimo momento de sua vida antes de publicar o seu livro, e queria compensar aquilo de alguma forma. seria uma atitude desumana simplesmente larga-los aos mundo sem oferecer nem ao menos um lugar para ficar, certo?
" — simplesmente não acho que isso seja justo, entende? os tratarmos como se não fossem nada e os deixarmos soltos por aí para que coisas ruins aconteçam com eles. eu é que te pergunto como é tão difícil para você." certamente não estava agindo da forma como costumava e o outro deveria ter percebido isso, mas não conseguia se conter agora que parava para pensar em quão errada era toda aquela situação. em quão errados estavam eles. sentiu o seu coração apertar ao perceber que alexander estava péssimo com tudo aquilo, respirando fundo e então se direcionando até as escadas para que pudesse se abaixar ao seu lado. hesitou em um primeiro momento, mas envolveu seus ombros com o braço direito para que pudesse confortá-lo. " — sinto muito se fui muito dura com você, é só que..." eu não aguento mais me sentir tão impotente e inútil, completou em sua mente. " — enfim, o foco não é falar de mim. como você está se sentindo? nós do time somos uma família, não somos? mesmo que estejamos discordando, você... você pode falar comigo."
eulbae !!
- ̗̀ ᘛ ‘‘O que eu fiz para merecer isso tudo?’‘
“ — Nada...” Murmurou, em seguida respirando fundo e tomando coragem de prosseguir sua conversa. “ — Se importa de me dizer o seu nome?” A escritora indagou. “ — Eu me chamo Seo Marie, mas talvez tenha ouvido o meu outro nome, Joy, por algum canto daqui."
Pink princess
ambitiicn !!
A cabeça começou a latejar de forma quase que insuportável, talvez fosse o álcool em seu sistema fraco piorando a situação ou talvez a situação não pudesse ficar pior. Se agarrou a um dos pilares do grande salão para manter o equilíbrio, seu descontrole tornando-se maior quando as câmeras se viraram para o time e as perguntas começaram. Não tinha as respostas e as vozes invadindo os ouvidos eram por demais altas e hostis. Queria procurar Charles e fugir de tudo aquilo, queria um momento que fosse, para poder pensar ou talvez apenas se esconder dessa realidade que parecia tão doentia. Doentia demais para ser verdade.
“Com licença, com licença, parem as câmeras, saiam ” Foi murmurando e empurrando seu caminho até o palco de pristino mármore em que Marie se colocava, parando ao lado da menina e roubando o microfone de sua mão ação que não tinha sido feita pela primeira vez naquela noite, mas ele não tinha nada a dizer a aquelas pessoas. “Para com isso deve ser alguma brincadeira de mal gosto. Sabe que eles fazem isso não esperava do Ilhoon mas devem ter comprado ele também só pode ser.”
primeiramente apenas observou a aproximação do conhecido escritor, somente entendendo o que este desejava fazer ao ter seu microfone roubado – sinceramente não estava surpresa, após todas as vezes em que tal ação fora realizada ao longo da noite. manteve o olhar nele ao observa-lo falar, o cenho franzindo ao que uma certa incomodação em relação a tudo aquilo surgia dentro de si. simplesmente varrer aquela situação para baixo do tapete não era a solução que deveriam procurar, e esperava que não fosse a única ali acreditando que deveriam se movimentar para ajudar os coitados que haviam ido parar lá. os coitados que eles criaram e tanto fizeram sofrer. “ — alexander...” o chamou com a voz baixa, quase como em um sussurro, o puxando para mais perto pelo tecido de sua manga. “ — nós precisamos ajudar eles e resolver toda essa situação com o máximo de calma possível. pelo amor, é o mínimo que devemos a eles! como você gostaria que agissem se estivesse no lugar deles, hein?” marie indagou. “ — o que você vai fazer quando um dos seus for atrás de você?”
eulbae !!
- ̗̀ ᘛ Haseul negou, enquanto piscava seus repetidamente e freneticamente. Tremia e mal sentia seu corpo por completo; tudo parecia desmoronar-se e ela estava mais perdida do que antes. ‘‘Eu preciso encontrar quem fez esse inferno acontecer na minha vida.’‘
“ — Está... Está falando do seu autor?” Indagou, embora estivesse mais do que na cara que sim, era deste que ela estava falando. “ — Me deixe te levar até a escada aqui perto, você precisa sentar antes que acabe desmaiando... Sua pressão deve ter baixado.”
wenhnxz !!
wenhan ainda não havia encontrado uma pessoa que fosse exceção em todo aquele desespero, todos pareciam igualmente perdidos e isso era coisa demais para sua cabeça. ainda tentava se entender em meio à todo o caos, e por mais que tudo parecesse loucura, por algum motivo encontrava espaço para acreditar em tudo que era dito. queria, sim, explicações sobre muitas coisas, mas também queria se manter em sua ignorância, que parecia salvá-lo de grande parte daquele tumulto. a moça que agora falava ao microfone parecia mais nervosa, estava sinceramente achando que ela iria explodir ou coisa do tipo. deu alguns passos até ela, tentando não surtar e não piorar a situação que já parecia bem complicada. embora houvessem muitas questões em sua cabeça, sua ficha ainda não havia caído o suficiente para revoltar-se contra tudo que acontecia. tocou com leveza o braço da mulher, respirando fundo antes de finalmente falar. “ — com licença… você pode me explicar o que está acontecendo? do que estão falando? eu acho que é um engano, eu não deveria nem estar aqui.”
marie se virou na direção onde acreditava estar a pessoa que a cutucou com uma certa cautela, temendo que esta fosse estar carregada de raiva e sede de vingança como muitos que vira na multidão. agradeceu silenciosamente ao perceber que ele não representava nenhum perigo, seu nervosismo estava no máximo e não sabia se conseguiria lidar com uma situação dessas logo de primeira. “ — claro, hum, claro que eu posso ajudar... primeiramente pode me dizer o seu nome?” temia desabar caso o rapaz se apresentasse como um de seus personagens, mas uma estranha sensação a fazia crer que este não seria o caso. “ — e, ahn, como posso começar... eu não sei se escutou o que o homem que estava com esse microfone antes de mim falou, ou se até mesmo encontrou mais alguém que compartilhe a sua realidade, mas... não sei como, não sei nem o porquê, mas você é um personagem literário que veio parar no mundo real, bem em um evento planejado pelo grupo de autores do qual eu mesma faço parte. e, sim, vou adiantar sua pergunta e dizer que seu autor está em algum lugar por aqui, mas simplesmente não sei onde.” despejou as informações de uma vez só, não conseguindo parar após começar sua falação. “ — sei que deve estar sendo muito confuso para você, eu mesma não estou entendendo nada do que está acontecendo. mas vamos conversar e tentar clarear a situação, huh?”
eulbae !!
- ̗̀ ᘛ O coração de Haseul quase parou. Sentiu uma mistura de sentimentos: raiva, tristeza e, de certa forma, indignação. Como aquilo podia estar acontecendo? Não conseguia acreditar que tudo vivido por ela tinha sido uma fantasia, e que tudo que sofreu fora por causa de um simples escritor. Era tanta informação que acabou não notando que estava começando a ficar tonta. ‘‘Eu acho que vou desmaiar.’‘
Meu Deus... Você está bem? Precisa de alguma ajuda? Você está ficando pálida...
o coração da seo apertava ao ver os personagens agora que sabiam sobre a realidade da situação em que se encontravam, nem sequer conseguindo imaginar como deveria ser estar no lugar deles. provavelmente ela teria surtado se fosse eles, ainda mais sem com a dúvida de onde ficariam e do que fariam a partir de agora, ou de se algum dia iriam retornar para as suas verdadeiras realidades – para os livros. era inevitável sentir-se ainda pior ao ver surgirem em sua frente seus próprios personagens, as suas próprias criações, sabia muito bem que era a única culpada pelos sofrimentos e infortúnios ocorridos em sua vida e sentia que deveria fazer tudo ao seu alcance para tentar ao menos deixa-los em uma situação confortável agora que estavam em seu mundo, como uma forma de reparar seus erros com eles. era o mínimo que poderia fazer, certo? não deveria deixa-los passarem ainda mais trabalho por não somente sua causa como a dos outros escritores do time, então não demorou muito a chegar a uma conclusão sobre o que deveria fazer inicialmente: ajuda-los com a questão de onde iriam ficar. era uma pessoa muito tímida e normalmente nem sequer cogitaria a ideia de usar um microfone para resolver um assunto, mas não estavam em uma situação que poderia simplesmente ficar sem solução, ainda mais após tudo o que ilhoon havia falado para os personagens. desde o sumiço de manon e do crítico – que muito provavelmente estavam em um lugar mais afastado tendo uma briga daquelas – as coisas pareciam fugir cada vez mais do controle e, pelo jeito, seria ela que teria que tomar uma atitude para intervir, usando-se de todo o seu temperamento pacífico para isso. só esperava que conseguisse reunir coragem o suficiente para falar em frente a todos, respirando profundamente e então pegando o microfone que antes fora utilizado pelo homem minutos antes, dando uma última olhada de canto para a melhor amiga e respirando fundo. “ — por favor! me escutem! eu sei que vocês devem estar nos odiando e querendo explicações sobre cada coisa que fizemos, mas prometo que com o tempo tudo vai ser resolvido... tenho uma ideia que pode ajudar para que comecemos a nos redimir, só preciso que me ouçam!”
halfdrxamer !!
Kangjoon sorriu assim que observou a figura bonita e feminina ao seu lado, curvando-se várias vezes em direção à ela. “Não sei exatamente, são tantas opções… E você, se pudesse vir de algum personagem seu, qual escolheria? E desculpe a pergunta repentina, mas você pode tirar fotos com fãs?”, perguntou com os olhinhos brilhando.
“ — Aposto que você ficaria muito fofinho como qualquer um dos personagens, haha. De quem você é fã?” Indagou, se animando ainda mais com o tema da conversa. “ — Oh, você é meu fã? Sério mesmo? Eu adoraria tirar uma foto com você, parece ser um anjinho. Qual é o seu nome?” Era sempre um momento feliz para a escritora quando descobria um de seus fãs, então queria aproveitá-lo da melhor forma que pudesse. Pegou o celular e abriu a câmera, então fazendo um coração com os dedos e se movendo para mais perto do garoto. “ — Vamos tirar a foto!”
miraestar !!
“Está dizendo que me levará até lá dentro? Eu não sei se deveria confiar em você. Afinal, não nos conhecemos e mesmo molhada, seria burrice a minha baixar a guarda” ainda tinha medo de confiar nas pessoas, pois depois de tanto tempo fugindo e escondendo-se nos piores lugares possíveis, ficava difícil acreditar na boa conduta de estranhos. Miran sempre tinha um pé atrás, seja com quem fosse “Jamais ouvi dizer sobre qualquer encorporação com esse nome. Vocês são algum tipo de espiões secretos que se chamam de escritores, como codinome? Seu time combate que tipo de crimes?” interessou-se em saber. Talvez alguém pudesse se aliar a ela para acabar com o androi. Agentes de verdade entenderiam seu lado “Meu nome é Han Miran e o seu?”
“ — Juro que só quero te emprestar uma toalha! Não precisa se preocupar, não vou fazer nada...” Levantou ambas as mãos como uma forma de afirmar a sua inocência, esperando que a outra pudesse confiar em si de alguma forma, embora soubesse que não era fácil confiar nos outros, ainda mais em desconhecidos - ela mesma não conseguia confiar com facilidade. “ — Espiões? Nada disso! Nós só somos escritores mesmo, não combatemos o crime nem espionamos as pessoas. Se permanecer com dúvidas em relação a nós, posso te mostrar alguns dos nossos trabalhos, será que vai te dar uma maior segurança?” A Seo indagou, se empenhando em tentar ser o mais clara possível para que a mulher não viesse a duvidar da honestidade de suas palavras. Escutar o nome dela fez com que todos os pelos do seu corpo se arrepiassem e um arrepio percorresse a sua espinha, novamente o conteúdo do bilhete que lhe fora entregue surgindo em sua mente e atormentando os seus pensamentos. Não poderia ser verdade... Ou poderia? “ — H-Han Miran?” O tom de nervosismo em sua voz seria facilmente identificado por qualquer um que a ouvisse, mas não havia nada que Marie pudesse fazer para impedir isso, afinal, nunca fora muito boa em fingir as suas emoções.“ — Eu sou Seo Marie. E acho que vai ser melhor se entrarmos...”
@autvmatic , someone tweeted about you ❤
miraestar !!
O que está acontecendo? Bem, eu vim parar aqui do nada e não sei onde estou. Além disso, estou toda molhada, não vê? Não preciso de mais motivos para estar irritada. Comece me dizendo onde estamos e se vocês têm algo a ver com a minha vinda, por favor.
“ — Eu, hum, notei sim... Posso te levar até um dos quartos e te emprestar uma toalha, se quiser, acho que vai ajudar um pouco ao menos a não se resfriar.” Ofereceu, levando uma das mãos até os fios do cabelo que caíam sobre seus olhos e os colocando para trás da orelha. Precisava descobrir uma forma de resolver aquela situação, e rápido. “ — Nós estamos na Casa do Céu, é onde eu e os outros escritores moramos. Nós somos do Time dos Sonhos e tudo o mais, nunca ouviu falar de nós? Estranho.” Franziu o cenho, esforçando-se para ter alguma ideia sobre o que fazer, sabia que se ela estava confusa, então a mulher em sua frente deveria estar dez vezes mais. Será que...Tem algo a ver com o bilhete?, se perguntou, não considerando muito prudente descartar a possibilidade de cara. “ — Pode me dizer o seu nome?”