Phonkmasta Kaan
The Bowery Presents
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Hole
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Show & Tell
ojovivo
★
d e v o n

roma★

bliss lane
No title available
𓃗
taylor price
NASA
KIROKAZE
No title available
One Nice Bug Per Day

Kiana Khansmith

gracie abrams
Noah Kahan
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@azuritamalaquita
Phonkmasta Kaan
LOST.
RED RED RED
Mt Dandenong, Dandenong Ranges, Australia | by mellosphotography
lagrima não sei o que estou fazendo, eu sinto a água batendo em minhas canelas e antes ela nem estava ali. a água é salgada, é familiar. lembro de cada gota dela, lembro de cada história dela. fecho os olhos para lembrar as histórias e quando abro vejo toda a minha perna submersa. poderia tentar sair desse lugar, poderia tentar achar um lugar alto, mas não quis. fiquei parada olhando a água subir. até chegar num ponto em que meus pés não alcançavam mais o chão, e eu não sabia nadar. não tentei nadar. a água salgada foi pouco a pouco me preenchendo, até que toda ela estava em mim. não aguentei e cai em prantos. e a água estava de novo batendo em minhas canelas.
azurita
Estava insegura. Era óbvio que eu iria estar. Ele era calmo, suave. Eu estava a mercê daquela voz, daquele toque, daquelas esperanças. Me entreguei aos devaneios de uma noite. Abri meus olhos. Sorri. Não me lembrava da ultima vez que havia me sentido assim. Senti a quentura do sol na minha pele contrapondo com a água gelada que lavava meu rosto. Sorri de novo. Por deus, não conseguia parar de sorrir. O dia passou, o dia seguinte passou e nenhuma manifestação dele aconteceu. Me vi inocente, me senti idiota. Os filmes sempre me mostraram a verdade e eu me recusei a relacionar isso com a minha vida. Chorei. Minha cabeça doía. Chorei mais. Não me lembrava quando havia chorado tanto assim. Me vejo ainda inocente, me sinto ainda idiota. Mas minha cabeça não dói mais. Choro, mas entendo que lágrimas são um rio que corre. E eu não quero que esse rio morra.
Azurita
Vapor Inalo o que resta de mim Auto consumo Esquento e subo. Minha temperatura abaixa aos poucos, Líquido Escorro pelos ralos e sumo nas profundezas do esquecimento.
Azurita
Bate na porta, os olhos estão vermelhos, aguados A porta abre, trocam-se olhares, começa um diálogo sem falas O imenso barulho do silêncio Entra na casa, deitam-se na cama desaba em lágrimas Nada precisa ser dito o abraço que estão envolvidos é mais intenso que explicações No fim, de nada vale Ali não é sua casa E afinal como pode saber onde é sua casa se não sabe onde está?
Azurita
[...] e talvez meu comodismo seja medo, talvez tudo que perdi seja eu. disse adeus e saí de dentro mim. você é confusa Azurita, até mesmo pra você e isso de ser confusa eu entendo bem.
Azurita e Eu