“É que um carinho às vezes cai bem…”
— Caetano Veloso.
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“É que um carinho às vezes cai bem…”
— Caetano Veloso.
Quero você inteiro. Até suas partes danificadas.
Welrikar Moura. (via inteirato)
“É aquela vontade danada de andar de mãos dadas durante o dia e de pés dados durante a noite.”
Fabrício Carpinejar. (via obstruirei)
e a minha oração tem sido: não deixe eu desistir de mim, amém
Não tenho medo de começar de novo, tenho medo de ter o mesmo resultado.
Demi Lovato. (via voltou)
Mas eu aprendi muito com você. Aprendi muito sobre o que eu quero e principalmente o que eu não quero pra minha vida. E eu sempre vou levar você como uma lembrança boa, uma fase de muito amadurecimento e descoberta. Só queria que você visse da mesma forma.
Luiza Michele. (via adesejar)
Você diz que eu mudei. Acontece que ninguém é o mesmo depois de ter o coração partido.
Bruna Gomes (via adesejar)
Esse é o problema da bebida, eu pensei, enquanto me servia de uma dose. Se algo ruim acontece, você bebe para tentar esquecer; se algo bom acontece, você bebe para comemorar; e se nada acontece, você bebe para fazer algo acontecer.
Charles Bukowski. (via quoterismo)
Gostava mais quando conseguia imaginar grandeza nos outros, mesmo que nem sempre houvesse.
Charles Bukowski. (via corujes)
Sim, eu te perdoei. Só fiz isso por mim, pensando em mim. Cansei de guardar essa mágoa em meu coração. Quero recomeçar, sem tristezas do passado. Esse perdão foi com um gosto de adeus.
Ilusões de Esther. (via adesejar)
Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?
Mario Quintana (via doereis)
Algumas vezes chegamos ao ponto de acreditar que, nunca acharemos alguém que entenda verdadeiramente as nossas loucuras.
Matheus Fernandes. (via amparomeu)
A TRISTE GERAÇÃO QUE VIROU ESCRAVA DA PRÓPRIA CARREIRA PROFISSIONAL
(E a juventude vai escoando entre os dedos.)
Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.
Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.
Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.
Frequentou as melhores escolas.
Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo seletivo dos melhores estágios.
Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.
Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.
O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.
O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.
O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.
Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.
Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.
Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.
Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não:
Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.
Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.
Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.
Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.
Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.
Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.
Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.
Só não tinha controle do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando.
Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.
________Ruth Manus.
Chega, chega. Pra que isso? Se ela estiver com alguém agora, e daí? Ela e eu não temos nada a ver, certo? Porque era bom e tal. Aliás, meu Deus, como era bom. Mas não era bom pra ficar junto, certo? Então pronto. Chega. Adulto, adulto.
Tati Bernardi. (via frienta)
Tudo desarma tudo desabafa, desafina desafoga, só quero saber como desama.
Alex Nunes. (via romeuemcrise)
Meus melhores versos, são aqueles que escrevi pensando em você.
notas de um diário qualquer (via embreagou)
Misture-se com pessoas de bom coração.
Desconhecido. (via embreagou)