Um olhar sob as mulheres afagas
Sob o regime talibã, milhões de afegãos dependem de ajuda humanitária, enquanto mulheres e meninas são privadas de direitos humanos básicos, agravando a fome e a fragilidade econômica do país.
pesar das autoridades de facto terem consolidado o controle territorial e administrativo, a líder da Missão da ONU no Afeganistão, Unama, Georgette Gagnon, afirma que essa estabilidade esconde problemas estruturais.
Segundo a Unama, quase 5,9 milhões de afegãos retornaram ao país desde 2023. Outros 2,8 milhões de cidadãos podem regressar este ano, mesmo diante de oportunidades limitadas e comunidades fragilizadas.
Ainda assim, o Afeganistão permanece entre os países com maior crise humanitária do mundo, com 21,9 milhões de pessoas necessitando de assistência em 2026.
Mulheres e crianças estão entre os grupos mais impactados. Estima-se que 3,8 milhões de meninas entre sete e 18 anos estejam fora da escola em 2026
A fundadora do Arquivo de Justiça do Afeganistão, Metra Mehran, descreveu o cenário como um “sistema de opressão de gênero institucionalizada”.
Desde 2021, o Talibã promulgou mais de 230 decretos que retiram direitos básicos de mulheres e meninas, incluindo acesso à educação, ao emprego, à liberdade de movimento e à participação pública.
Mehran destacou ainda um novo Código de Processo Penal formalizando a discriminação e legitimando a violência contra mulheres, tornando-as propriedades dos esposos e sujeitas a intimidação, violência e prisões em caso de resistência.
A fundadora do Arquivo de Justiça do Afeganistão, Metra Mehran, descreveu o cenário como um “sistema de opressão de gênero institucionalizada”.
Desde 2021, o Talibã promulgou mais de 230 decretos que retiram direitos básicos de mulheres e meninas, incluindo acesso à educação, ao emprego, à liberdade de movimento e à participação pública.
Desde o início do mês, o Unama registrou mais de 30 prisões e dezenas de advertências verbais contra mulheres acusadas de violarem o código de vestimenta.
Em Herat, terceira cidade mais populosa do país, protestos contra as detenções arbitrárias resultaram em uma pessoa morta a tiros e vários feridos, após uso da força pelas autoridades de facto.
Mehran destacou ainda um novo Código de Processo Penal formalizando a discriminação e legitimando a violência contra mulheres, tornando-as propriedades dos esposos e sujeitas a intimidação, violência e prisões em caso de resistência.
A fundadora do Arquivo de Justiça do Afeganistão, Metra Mehran, descreveu o cenário como um “sistema de opressão de gênero institucionalizada”.
Desde 2021, o Talibã promulgou mais de 230 decretos que retiram direitos básicos de mulheres e meninas, incluindo acesso à educação, ao emprego, à liberdade de movimento e à participação pública.
Mehran destacou ainda um novo Código de Processo Penal formalizando a discriminação e legitimando a violência contra mulheres, tornando-as propriedades dos esposos e sujeitas a intimidação, violência e prisões em caso de resistência.
A fundadora do Arquivo de Justiça do Afeganistão, Metra Mehran, descreveu o cenário como um “sistema de opressão de gênero institucionalizada”.
Desde 2021, o Talibã promulgou mais de 230 decretos que retiram direitos básicos de mulheres e meninas, incluindo acesso à educação, ao emprego, à liberdade de movimento e à participação pública.
Desde o início do mês, o Unama registrou mais de 30 prisões e dezenas de advertências verbais contra mulheres acusadas de violarem o código de vestimenta.
Em Herat, terceira cidade mais populosa do país, protestos contra as detenções arbitrárias resultaram em uma pessoa morta a tiros e vários feridos, após uso da força pelas autoridades de facto.
Mehran destacou ainda um novo Código de Processo Penal formalizando a discriminação e legitimando a violência contra mulheres, tornando-as propriedades dos esposos e sujeitas a intimidação, violência e prisões em caso de resistência.