* ♡ 𝐝𝐨𝐧'𝐭 𝐤𝐢𝐥𝐥 𝐦𝐞, 𝐢 𝐰𝐚𝐧𝐧𝐚 𝐛𝐞 𝐢𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐬𝐞𝐪𝐮𝐞𝐥.
clarissa calliope battenberg , as tree gelbman !
𝒖𝒏𝒆 / 𝐛𝐚𝐬𝐢𝐜 𝐢𝐧𝐟𝐨.
Ei, parece que CLARISSA CALLIOPE VILLENEUVE-BATTENBERG renovou a matrícula na Université Monte Carlo! Conhecida pelo campus como TREE GELBMAN e com seus VINTE E DOIS, parece estar na lista negra do Ghostface… o que será que ela fez? Se quer encontrá-la, basta procurá-la na turma de RELAÇÕES INTERNACIONAIS ou na sororidade BOREALIS.
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𝒅𝒆𝒖𝒙 / 𝐛𝐚𝐜𝐤𝐠𝐫𝐨𝐮𝐧𝐝.
A familia Battenberg, descendentes diretos da Casa Grimaldi, é a família soberana no Principado de Mônaco. O atual regente, Príncipe Constantin, é o primogênito de dois irmãos; seu irmão mais novo, Gaël, após se apaixonar por uma socialite parisiense, abdicou, não-oficialmente, do trono. Por nunca ter sido cogitado para sentar no trono, Gaël optou por não ter uma vida monótona e logo foi considerado um bon vivant — a única regra que seus pais não abriram mão para que ele seguisse foi seu ingressar em Monte Carlo; e foi no campus que conheceu Aurora Villeneuve, a mulher que viria a se tornar sua esposa.
Clarissa foi o fruto dessa união e o trio viveu em extremo companheirismo e felicidade. A primeira infância dela foi gasta dentro do Palácio de Mônaco, juntamente com a família real monegasca, onde estreitou laços com seus parentes e sentiu-se mais em casa do que em qualquer outro lugar. Apesar dos rumores e fama ruim pelo campus, Clara é uma pessoa extremamente domiciliar. Quando ela tinha seis anos, mudou-se de Mônaco e passou a morar em Paris, onde sua mãe trabalhava como atriz e modelo — ela é muito famosa na França.
As coisas começaram a ir mal quando Clara havia recém completado onze anos. Sua mãe anunciou que estava com um câncer de mama e a filha precisaria ficar uma temporada na casa dos tios, enquanto o tratamento ocorria, com a promessa que visitaria Clarissa semanalmente. A promessa foi cumprida nos primeiros meses, mas, conforme o tempo passava, as visitas tornaram-se menos frequentes. Aos treze, prestes a completar quatorze, Clarissa atendeu o funeral da mãe e foi obrigada a fazer um discurso, ainda que em prantos.
Numa tentativa de recomeçar, Gaël, seu pai, levou a filha para a Itália e passaram anos sem voltar para terras francesas. Nesse meio tempo, Clara passou por um processo de extrema mudança de personalidade e comportamento, ao mesmo tempo que não dava espaço para que o pai se aproximasse.
Começou com álcool e cigarros, depois passou para drogas e, então, relacionamentos abusivos e tóxicos. Se não fosse o suficiente, começou a se envolver em pequenos acidentes, propositais ou não, que a deixaram em situações de vida ou morte: afogamentos, pulos de penhasco, overdoses (duas, no total), entre outros. Chegou ao extremo de seu pai sentir-se na obrigação de largar seu emprego de consultor senior no governo italiano para acompanhá-la, ainda que de longe, e averiguar se ela não está tentando morrer.
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𝒕𝒓𝒐𝒊𝒔 / 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐮𝐬 𝐥𝐢𝐟𝐞.
Em Monte Carlo, a popularidade, mais uma vez, veio naturalmente. Não por mérito próprio (ou do seu luto, for that matter), mas de sua mãe. Filha de uma antiga presidente das Borealis, o título lhe garantiu algumas regalias, entre elas, ter um passe livre dentro da sororidade. Estar na mesma universidade fez com que ela se reconectasse com a mãe, mas não de forma positiva. As bebidas e drogas excessivas faziam com que ela se inferiorizasse e tivesse certeza que sua mãe não a reconheceria nem sentiria orgulho de si. Para lidar com a sensação, fazia mais besteiras impensadas; foi assim que conheceu Lucius Von Borch. Ele possuía uma toxicidade que parecia muito familiar aos olhos femininos e não demorou para que carregasse o título de namorada, ainda que todas as suas amigas dissessem o quanto ele é tóxico e possessivo. Elas não entendiam que Clarissa gostava e queria alguém que a amasse assim, ao ponto da possessividade, para que não a abandonasse, como todos os outros. O relacionamento durou dois anos e apenas terminou, literalmente, com a morte. Não é que ela fosse apaixonada por ele, mas gostava da sensação de ser desejada e querida por alguém; ter isso tirado dela foi uma dor imensurável e, mais uma vez, recorreu aos hábitos autodestrutivos.
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𝒒𝒖𝒂𝒕𝒓𝒆 / 𝐡𝐞𝐚𝐝𝐜𝐚𝐧𝐨𝐧𝐬.
Em casa, Clara possuía uma casa cheia de anmais de estimação: cinco cachorros (Lola, Dexter, Hannibal, Lex e Harley), dois gatos (Kiara e Scar) e uma tartaruga, chamada de Manuelita. Ela também adotou uma cobra, que não ficava em casa, por motivos óbvios, e chamou de Marlee.
(tw: relacionamento abusivo) O relacionamento entre ela e Lucius começou bom, mas, com o passar do tempo, ele foi ficando mais controlador e possessivo. Controlava suas roupas, seus trejeitos e até tentava controlava com quem falava. Ninguém sabia disso, claro, mas pouco antes da morte dele, ela deu um basta.
Ela foi traída nos três relacionamentos (incluindo o de Lucius) e tem um puta abandonment issues. O jeito que lida com isso é sabotando todos os seus relacionamentos e não deixa ninguém a conhecer de verdade.
Seu mapa astral é: sol em escorpião, lua em áries, ascendente em touro e vênus em escorpião.
Possui o título real de lady, pela sua filiação e proximidade com o tio, mas esconde isso a quatro chaves.
É apaixonada por maquiagem e é uma escrava da estética; ama se arrumar, seja para qual evento for, e ama os elogios.
Ela é apaixonada por viagens e a escolha do seu curso foi devido ao seu sonho de ser diplomata.
Falando nisso, ela tem uma dicção excelente e é muito inteligente. O problema? Ela faz o famoso sotaque de valley girl quando quer irritar alguém (ou só não gosta da pessoa) e se faz de burra quase sempre.
É fissurada em moda e ama acompanhar as variadas fashion weeks.
Tem uma boa resistência ao álcool, mas, por exagerar, sempre acaba muito bêbada e fazendo merda besteira em festas.











